4 tipos de cera de carro que você precisa conhecer

Quem gosta de manter o carro impecável sabe como a cera é importante. Porém, existem diferentes tipos desse produto e que cada um é indicado para uma aplicação específica. Neste post, vamos mostrar qual tipo de cera automotiva você deve escolher. Acompanhe!

Como saber se o carro precisa ser encerado?

Um teste simples — que também é uma das dicas mais eficazes para manter a pintura do carro sempre nova — é jogar uma flanela sobre o capô ou qualquer superfície inclinada do veículo. Se ela não deslizar, você precisa encerar seu possante urgentemente!

Além disso, observe aspectos como alta retenção de poeira, opacidade e reflexão irregular da luminosidade em algumas superfícies. Tudo isso ajuda a saber quando a cera automotiva é necessária.

Quais os tipos de cera automotiva?

No mercado, existem quatro principais tipos de cera para carros. Cada uma é indicada para uma aplicação e tem sua especificidade. Portanto, fique atento na hora de escolher e observe bem suas indicações. Vamos lá?

1. Cera em pasta

A mais conhecida e também geralmente a mais “potente”. Por ser mais abrasiva e conter uma maior quantidade de solventes em sua composição, ela é capaz de remover riscos mais profundos e reparar áreas maiores. Ela é indicada quando a situação está muito feia.

Geralmente encontrada nas cores branca ou rosa, para aplicá-la é preciso utilizar algodão ou ferramentas próprias como politrizes. Deve ser usada sempre com a carroceria fria, de preferência à sombra e em movimentos circulares.

2. Cera líquida

Por ter uma composição com menos solventes, a cera líquida pode ser utilizada com mais frequência. Ela é mais indicada para riscos superficiais — diferente da cera em pasta, por exemplo —, ajudando na reposição e proteção do verniz veicular.

A forma de aplicar a cera líquida é a mesma da cera em pasta, podendo ser inclusive removida com microfibra. O tempo de trabalho na aplicação, porém, é menor, e a frequência de uso pode ser mensal, sem que haja problemas na pintura.

3. Cera spray

Mais nova no mercado, a cera spray, apesar do nome, tem uma função um pouco diferente das outras: em vez de reparar riscos e manchas, sua tarefa é proteger a pintura e evitar que problemas desse tipo aconteçam com tanta frequência.

Geralmente composta por carnaúba ou emulsão de silicone, ela deve ser aplicadas em veículos que já foram encerados ou polidos anteriormente. O tempo de aplicação do produto não ultrapassa os dez minutos em carros pequenos.

4. Cera de lava rápido

Este tipo de cera automotiva, assim como a cera spray, também é um pouco diferente das demais. A cera de lava rápido nada mais é que um aditivo utilizado durante a lavagem para garantir mais brilho à pintura durante um curto período de tempo.

Apesar de não remover riscos, ela garante mais beleza ao veículo. Porém, é preciso ter cuidado com sua aplicação: se feita sob o sol forte, pode ocasionar manchas na lataria.

Qual tipo de cera automotiva escolher?

Faça uma avaliação minuciosa do veículo e verifique o estado da pintura. Se houver muitos riscos e manchas profundas, utilize a cera em pasta. Se o carro está precisando de um brilho a mais e os riscos não incomodam tanto, utilize a cera líquida.

Para o dia a dia, reserve sempre um final de semana para aplicar a cera em spray e, quando levar o carro ao lava rápido, peça sempre pela cera aditiva. Esses são cuidados que custam pouco, mas garantem mais proteção.

E aí, já sabe qual tipo de cera escolher para seu carro? Compartilhe este post com os amigos e ajude-os a escolher também!

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