Conheça mitos e verdades sobre o consórcio automotivo

Participar de um consórcio automotivo pode representar a concretização de um sonho, afinal, para muitas pessoas, essa é a grande oportunidade para alcançar o objetivo de conquistar o carro próprio. Por outro lado, é comum que a falta de informação sobre como funciona e quais processos envolvem esse sistema, provoque muitas dúvidas entre os interessados.

No caso dos automóveis, estamos falando de um bem de alto custo. Por isso, sempre bate uma incerteza em relação à validade da participação, e quais são as possíveis eventualidades e como, de fato, tudo acontece até a contemplação.

Por isso, preparamos este artigo com alguns dos principais mitos e verdades sobre o consórcio de automóveis. Acompanhe conosco e fique por dentro do assunto! 

Dinheiro não pode ser devolvido

Mito. Na realidade, o que ocorre é que ao cancelar o consórcio, o participante continuará a fazer parte das assembleias de sorteio, ou seja, até que ele seja sorteado e possa receber o dinheiro investido.

Para receber de volta o dinheiro, ele terá que respeitar o prazo do grupo. Isso quer dizer que as datas continuam as mesmas da assembleia. Por isso, é muito importante conferir o prazo.

Vendedor garante contemplação rápida

Mito. Não existe a mínima possibilidade de o vendedor estipular uma data para que a pessoa seja contemplada ou que o carro escolhido terá itens adicionais após a contemplação.

Para evitar problemas nesse sentido, é fundamental que o participante entenda como funciona o processo e analise atentamente quais são as condições do contrato.

Por outro lado, vale lembrar que existem, sim, caminhos que permitem aumentar as chances de contemplação. Ainda assim, eles variam de acordo com administradora e são apenas probabilidades, jamais certezas!

Consórcio não tem juros

Verdade. Essa é uma das maiores vantagens de um consórcio automotivo. É um ponto muito positivo, uma vez que torna a participação mais barata e acessível em relação a outros métodos, a exemplo do financiamento.

A maioria dos casos também não exige o pagamento de uma taxa de adesão, fator que ajuda muito as pessoas que não têm dinheiro disponível, mas conseguem manter um bom planejamento financeiro. Vale lembrar que existem, sim, algumas taxas. Assim, antes de fechar o negócio, é bom conferir quais são elas no contrato.

Parcela aumenta de valor repentinamente

Nem mito nem verdade. É falta de informação! O fato é que pode haver o aumento do valor das parcelas, pois elas seguem o reajuste de alguns índices, como o IPCA — o que significa que sempre há uma atualização com relação aos valores de mercado.

Esses aumentos raramente acontecem sem que o consorciado saiba dos detalhes

Ainda assim, não existe motivo algum para preocupação. Como apontamos, o consórcio de automóveis é uma boa oportunidade. Sendo assim, conversar com a administradora ou um especialista sobre todos os pequenos pontos pode resolver tudo!

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Dicas para avaliar o consórcio automotivo

Sem dúvida, o consórcio automotivo é uma excelente opção para conquistar o tão sonhado carro próprio. No entanto, é preciso ter atenção a alguns pontos para que tudo ocorra como o planejado. A seguir, veja quais são os principais.

Verifique o registro da empresa

Todas as empresas que trabalham com administração de consórcios precisam ter a autorização do Banco Central. No próprio site do BC é possível conferir essas informações e outras adicionais.

Pesquise sobre a administradora

A internet é o melhor caminho para avaliar se a administradora é realmente confiável. Para isso, além de consultar o site do Banco Central, vale a pena conferir os sites de reclamações e pesquisar sobre a instituição. Tudo isso serve para conhecer a reputação da empresa. Afinal, quanto mais conceituada, melhor!

Compare taxas e preços

Em qualquer situação que envolva a aquisição de um serviço ou bem, antes de fechar o negócio, é preciso pesquisar e analisar quais são as opções disponíveis. Assim, será possível avaliar e encontrar aquela que oferece a melhor forma de pagamento, as melhores taxas e os melhores serviços/produtos.

Fique atento aos reajustes

Nos tópicos anteriores, vimos que o consórcio automotivo não tem juros, mas tem reajustes. Eles servem para não deixar que a carta de crédito fique desvalorizada. Nesse caso, porém, o detalhe é que pode haver diferenças de reajuste em relação a um mesmo bem entre uma administradora e outra. Vale a pena pesquisar!

Coloque todas as promessas no papel

Sabe aquelas promessas feitas nas campanhas publicitárias e no site? Pois bem! Se a administradora prometeu, deverá cumprir. Por isso, antes de fechar o contrato e assinar o documento, confira se está tudo ali: melhores condições, vantagens etc.

Um consórcio automotivo é uma ótima opção para que conquiste seus sonhos.  Acompanhando as considerações que apontamos acima, é possível encontrar o melhor consórcio!

Ainda sonha em comprar seu primeiro carro ou trocar o seu por um modelo mais novo? A Honda HPoint é uma concessionária especializada em promover a melhor experiência de compra e troca de veículo com a garantia oferecida pela montadora. Entre em contato e descubra tudo o que podemos oferecer a você!

Veja porque você não deve colocar peças paralelas no seu carro

É muito comum ouvirmos falar sobre peças paralelas quandoprecisamos fazer alguma manutenção ou troca de componentes no veículo. Algumas oficinas e profissionais fazem tanta propaganda sobre elas que chegamos a considerá-las quase como originais.

Mas será que isso é verdade? Elas poderiam, de alguma forma, prejudicar o veículo e comprometer a segurança do condutor? O fato é que há muitas coisas não ditas sobre essa categoria de peças que você deveria saber.

Antes de respondermos a essas e outras questões, vamos entender um pouco mais sobre as peças paralelas. Continue a leitura e fique por dentro do assunto!

Peças paralelas

As peças paralelas também são conhecidas como peças alternativas ou genéricas. De forma geral, elas são produzidas por várias empresas e, normalmente, têm preços mais baixos. Aliás, esse é o fator que mais contribui para a ampla popularidade e sua presença constante nas revendedoras. Porém, a sua qualidade é o fator questionável.

Como você sabe, quando algum item é vendido por um valor que está muito abaixo daquele praticado pelo mercado, é bem provável que exista algum problema com a qualidade do material ou má procedência.

Somente esses aspectos já são suficientes para deixar claro o motivo pelo qual não é uma boa ideia investir nesse tipo de item. Mas há muitas outras razões para evitá-las. A seguir, selecionamos algumas delas. Acompanhe e saiba o que não estão contando para você!pecas

Afetam a estrutura do veículo

Peças paralelas não trazem certificação de testes realizados pelas montadoras — e ainda há aquelas que são remanufaturadas ou passam por recondicionamento.

Escolher peças não originais para o seu carro, além de não resolver o problema, pode acabar provocando danos na sua estrutura. O pior nessa situação é que talvez nada seja percebido até que seja tarde demais, pegando o motorista de surpresa.

Comprometem a segurança

Um dos maiores riscos do uso de peças paralelas em veículos é relacionado à segurança. Como vimos, elas podem comprometer a estrutura do veículo, e isso pode ser o ponto de partida para inúmeras falhas mecânicas.

Imagine precisar frear em uma situação de emergência e as pastilhas de freio não suportarem a alta temperatura e a exigência requerida do componente e o carro perder o controle? Situação extremamente perigosa, não é?

Danificam outros componentes do carro

Para que o veículo funcione bem, todas as peças devem estar alinhadas e se relacionarem perfeitamente. Quando uma começa a falhar, as demais serão sobrecarregadas — e o desempenho do veículo será prejudicado. Além disso, ainda há o fator segurança e a diminuição da vida útil das peças originais.

Aumentam os custos com manutenção

Em um primeiro momento, a pessoa pode achar que economizar entre 20% e 30% comprando uma peça paralela é um bom negócio. Mas isso não passa de ilusão. Ao avaliar a situação em longo prazo, vamos perceber que a manutenção do veículo custará muito mais quando comparado aquele que tem apenas peças originais.

Nem precisa fazer as contas para perceber que isso é um mau negócio. Por exemplo, a única certeza que teremos com esse tipo de peça é que ela não durará tanto quanto uma original, sendo que o tempo de durabilidade é uma verdadeira incógnita. Junte-se a isso a enorme possibilidade do componente quebrar e você ficar na mão quando mais precisar do carro!

Têm pouca ou nenhuma garantia

Quando falamos sobre peças originais, podemos perceber que a garantia oferecida para elas está em torno de um ano — e, em alguns casos, a concessionária ou montadora até oferece a chamada garantia estendida, ampliando esse prazo.

Peças paralelas têm prazos muito menores, e isso já dá um indício de que a qualidade é pouco confiável. O pior é o motorista ficar completamente sem amparo, pois adquiriu uma peça que não oferece nenhum tipo de assistência.

Têm qualidade duvidosa

O ponto mais fácil de ser observado sobre esses componentes duvidosos é a sua qualidade. Já sabemos que não é bom confiar, mas há outro fator que contribui para que muitas pessoas sejam enganadas e levadas a optar por esse tipo de produto: a popularidade.

Infelizmente, ainda temos uma tendência em acreditar que quando algo vende muito ou há muitas pessoas usando, é porque é um produto bom. Na realidade, as coisas não funcionam bem assim.

Anteriormente, dissemos que as peças paralelas são vendidas em muitos lugares. Isso acontece porque são fabricadas por várias empresas sem que elas sejam submetidas a critérios rigorosos de avaliação de qualidade. Ou seja, é exatamente o fato de haver menos rigor — e menos qualidade — que faz com que elas sejam amplamente distribuídas por preços baixos. E isso apenas aumenta a possibilidade de comprar um item de qualidade duvidosa.

Peças originais

Até aqui vimos alguns dos principais riscos que um motorista corre ao adquirir peças paralelas para seu veículo. Mas se você ainda tem dúvidas ou acha que vale a pena correr esse risco, vejamos alguns dos motivos pelos quais vale a pena gastar um pouco mais com peças originais.

Não prejudicam outros componentes do carro

A maior qualidade das peças originais é que elas garantem que o carro possa entregar sua melhor performance. Além disso, a vida útil de outras partes é do veículo é prolongada — e isso significa economia, pois há menos visitas ao mecânico.

Garantem mais segurança

Peças originais permitem uma qualidade maior na direção. Dessa maneira, torna-se mais fácil e seguro dirigir o veículo. Os riscos de o carro parar subitamente no meio de uma estrada e causar um grave acidente também são reduzidos.

Valorizam o automóvel

Esse é um dos detalhes que muitas pessoas não consideram quando usam peças paralelas. Carros da Honda, por exemplo, tendem a se desvalorizar muito pouco com o passar dos anos, desde que as peças usadas nas manutenções e trocas sejam originais. E isso é um ponto a favor em uma possível revenda.

Agora, ficou fácil entender que comprar peças paralelas não se trata apenas de um péssimo negócio, mas também de riscos à sua integridade física e de sua família. E isso sem contarmos com o trânsito. Por isso, todo cuidado é pouco, e caso alguém tente convencer você do contrário, é melhor desconsiderar!

Então, você já teve algum tipo de problemas ao usar peças de qualidade duvidosa? Deixe sua opinião sobre o que você acha sobre esse assunto!

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7 lugares para viajar de carro em SP que você não pode perder

Ao contrário do que pensam muitos brasileiros, São Paulo não é apenas concreto, barulho e carros. Na realidade, é um excelente estado para quem procura por lugares para viajar de carro. Um dos principais motivos é a diversidade encontrada: regiões de mata, praias, museus, parques ecológicos, centros de arte, cultura e muito mais!

Viajar de carro para conhecer coisas novas é uma ideia repleta de benefícios e sinônimo de mais liberdade para aproveitar cada momento. Além disso, enfrentar e superar um novo desafio com a segurança e o conforto que um veículo oferece é algo que todos precisam aproveitar ao menos uma vez na vida!

A seguir, selecionamos alguns dos melhores destinos em São Paulo para você conhecer em sua próxima viagem de carro. Confira e aproveite!

1. Campos do Jordão

Campos do Jordão está entre os 15 municípios de São Paulo que integram a chamada estância climática. Considerada como a Suíça Brasileira, é um local que pode ser visitado durante todo o ano. Por ser uma região fria, a cidade entra na lista de pontos turísticos mais procurados no inverno.

Para quem quer incluir Campos do Jordão em sua lista de lugares para viajar de carro a dica é aproveitar os meses de julho e agosto, pois é quando ocorrem os maiores festivais, a exemplo do Festival de Inverno.

Já para quem busca por tranquilidade, a sugestão a visitar a cidade durante o verão. Como há menos pessoas, os preços tendem a ser mais baixos e os passeios para aproveitar o conforto e a sofisticação da região podem ser feitos de forma mais calma.

2. Ubatuba

Ubatuba é uma cidade para quem gosta de verde, natureza e mar. Talvez por isso seja um dos principais pontos turísticos do estado visitado por quem quer viajar de carro, afinal, paz e sossego é sempre algo bom!

A cidade tem uma costa com 100 km e 102 praias. A região central oferece uma variedade interessante de pousadas e restaurantes com ótimas estruturas. É possível encontrar, também, no litoral, trechos muito movimentados e cheios de quiosques, assim como aqueles para quem quer aproveitar a sombra e as belezas naturais para recarregar as energias com muito sossego.

Para quem gosta de surfe a dica é conhecer Itamambuca: a região integra o circuito internacional do esporte!

3. Santos

Clima tropical, terreno plano e uma orla de 7 km. Santos é um lugar perfeito para quem quer encarar uma aventura e conhecer novos lugares para viajar de carro. A cidade tem uma ótima infraestrutura turística com atrações, shoppings, restaurantes, flats, hotéis e uma agitada vida noturna para todos os gostos e bolsos.

4. Brotas

Considerada a capital do turismo de aventura, Brotas é uma cidade do interior do estado de São Paulo e ponto certo para quem gosta de adrenalina. Quem viajar de carro para a região poderá aproveitar os passeios ecológicos, arvorismos, tirolesas, rafting e diversos outros esportes radicais.

Por ter uma natureza rica e uma boa infraestrutura, Brotas é um local muito receptivo a famílias que estão buscando um contato mais íntimo com o verde e para grupos de amigos que procuram por esportes.

Os chalés e restaurantes ainda são uma ótima pedida para casais em lua de mel ou simplesmente para quem busca aproveitar melhor um feriado romântico.

5. Águas de Lindóia

Águas de Lindóia fica a 180 km da capital do estado e apenas 8 km da divisa com Minas Gerais. Esse é um excelente destino para viajar de carro, especialmente pelas paisagens incríveis que a região oferece.

Um exemplo disso é o Morro Pelado, que para qualquer direção que se olhe há dezenas de quilômetros de montanhas cobertas com verde pela vegetação natural da região.

É uma cidade tranquila e ideal para quem busca a calma e as boas energias de águas limpas e relaxantes. Mas, isso não significa que a vida na cidade é menos agitada, aliás, o calendário de festas e atrações sempre tem um atrativo para os visitantes que podem aproveitar tudo na cidade no conforto de um carro!

6. Ilhabela

Ilhabela consegue chamar a atenção de pessoas que procuram por lugares para viajar de carro de diversos perfis. O mais interessante é que a região conta com montanhas, cachoeiras e praias no mesmo lugar! Apesar de ser uma cidade pequena, o turista tem toda a infraestrutura de que precisa.

Hotéis e pousadas confortáveis e charmosos estão distribuídas por toda a ilha. Uma dica é aproveitar para conhecer o centro histórico ou curtir a noite, que sempre conta com atrações de DJs e música ao vivo.

Uma curiosidade aqui é que Ilhabela não é apenas uma, mas um conjunto de ilhas — são 14 entre ilhas e ilhotas.

São Sebastião

Já que estamos falando de Ilhabela, São Sebastião é maior das ilhas. É aqui que está situada a sede administrativa do município e, claro, tudo preservado e com uma natureza incrível, já que mais de 80% da área total é tombada e faz parte do Parque Estadual de Ilhabela.

7. São Paulo

Nossa lista de lugares para viajar de carro não poderia ser encerrada sem a capital do estado, São Paulo. É possível encontrar de tudo e mais um pouco nessa que é a maior metrópole do país: vida noturna agitada, museus, centros de arte e cultura, shows, pontos turísticos, parques, entre muitas outras coisas.

Como um veículo oferece mais conforto para a locomoção é uma boa ideia aproveitar para conhecer alguns dos bairros mais clássicos e famosos da cidade. Entre eles algumas sugestões são o Ipiranga, Liberdade, Mooca, Pinheiros, Sé, Barra Funda e Bixiga. Cada um com suas características e atrativos para visitantes de todos os gostos e estilos.

Esses são apenas alguns dos lugares mais legais para conhecer em uma viagem de carro pelo estado de São Paulo. Para escolher o destino ideal vale pensar qual o objetivo da viagem e o perfil pessoal. Assim, será mais fácil encontrar regiões com mais natureza, tranquilidade, esportes, artes etc.

Por fim, é importante lembrar que não basta ter uma lista perfeita de lugares para viajar de carro se você não contar com um bom veículo para não ficar na mão. Por isso, antes de pegar a estrada revise seu carro em uma autorizada ou oficina de sua confiança. Isso garante mais segurança e tranquilidade para quem está viajando com você e para os outros em seu percurso!

Então, gostou deste post? Aproveite e veja nosso artigo sobre acessórios indispensáveis para ter no carro antes começar uma viagem!

Deseja comprar o primeiro carro? Confira 7 dicas para não errar

Não é difícil encontrar pessoas buscando o sonho de comprar o primeiro carro. Mais do que status ou luxo, esse bem de consumo traz conforto, segurança, praticidade no dia a dia, além de ajudar no aproveitamento do tempo e na realização de diversos afazeres.

Mas, com tantas opções e aspectos a analisar, as dúvidas são inevitáveis. Você fica na ansiedade pela compra, pensa nos gastos extras, escolhe a concessionária — entre vários outros pontos que podem tornar tudo mais complicado.

Neste post, listamos 7 dicas práticas para que você consiga comprar seu primeiro carro com mais segurança e tranquilidade. Acompanhe e faça sua lista!

1. Escolha entre um carro zero e um seminovo

A escolha entre um modelo popular básico, mas zero quilômetro, ou um usado mais completo pode confundir muita gente. As questões a serem consideradas aqui são o quanto você tem disponível para o investimento e, claro, seu perfil e gosto pessoal.

Comprar um carro zero é mais prazeroso e realizador que um usado com baixa quilometragem, mas o primeiro traz mais despesas, pois o gasto com impostos começa já no emplacamento.

Por outro lado, um modelo pouco rodado pode ter tudo o que você deseja e estar mais de acordo com seu orçamento. Mas não se esqueça: todos os benefícios de um usado estão relacionados com sua baixa quilometragem!

2. Controle a ansiedade

Comprar o primeiro carro é motivo de muita ansiedade. Isso é normal, mas o que não pode acontecer é se deixar levar pelo nervosismo e acabar fechando um negócio que não será muito legal no futuro.

Por isso, deixe a ansiedade de lado e use a razão para analisar pontos como:

  • onde o carro será mais usado;
  • qual modelo é mais indicado para as estradas de sua região;
  • qual o tamanho do porta-malas;
  • quantas pessoas usarão o veículo, entre outros.

Ao fazer isso, você consegue entender realmente o tipo de carro está buscando e também economiza dinheiro, já que a escolha será mais correta e de acordo com seu perfil.

3. Compre de uma concessionária

Pode parecer algo simples e muito óbvio, mas muitas pessoas enfrentam dores de cabeça apenas por não comprarem o primeiro carro em uma concessionária.

É uma questão de segurança e garantia para você, como comprador, de que está adquirindo um item de qualidade, dentro da legislação e que será amparado, caso algo dê errado.

4. Planeje os gastos extras

Os gastos envolvendo a compra de um carro novo vão muito além do preço. Há uma série de impostos e questões relativas à manutenção e segurança do veículo que também precisam ser consideradas. Veja algumas:

  • licenciamento — avaliação das condições do veículo realizada anualmente em conformidade com as normas de meio ambiente e segurança no trânsito;
  • manutenções preventivas — antes da nova aquisição, é interessante analisar o Índice de Manutenção Veicular (IMV). Por meio dele, você pode conhecer o impacto dos custos com base na troca ou revisão de peças e componentes em vários modelos de veículos;
  • seguro DPVAT — seguro obrigatório que deve ser pago juntamente com o IPVA;
  • IPVA — imposto estadual, pago anualmente;
  • combustível — preço médio, variações e o custo-benefício de cada opção devem ser avaliados na ponta do lápis;
  • estacionamento — especialmente nos grandes centros urbanos, a contratação de um local para guardar o carro com segurança precisa ser levada em conta.

Esses são alguns dos gastos mais comuns que um carro traz. Fique atento a todos eles para não ter nenhuma surpresa no futuro.

5. Escolha bem o modelo

Quem está pensando em comprar o primeiro carro tem que levar em conta as funcionalidades que o veículo precisa ter. Há modelos adequados para os mais diversos perfis e necessidades. Depois de listar o que é mais importante para uma boa compra, é hora de pesquisar — não tenha pressa nessa etapa!

A internet e as mídias especializadas no segmento automotivo são ferramentas amplamente acessíveis e muito úteis para essa finalidade. Além disso, você pode conversar com alguém que tem um modelo igual àquele que mais atrai sua atenção. Assim, consegue avaliar pelo ponto de vista de quem já é dono.

6. Tenha um seguro

Contratar um seguro é fundamental para proteção do patrimônio e tranquilidade do proprietário. Por isso, ao comprar o primeiro carro, simule e faça cotações tantas vezes quanto julgar necessário nas mais diversas instituições financeiras e corretoras. Somente assim você terá como escolher a opção que traga as melhores condições.

7. Negocie com a concessionária

Como comprador, está em suas mãos a chance de conversar com a concessionária e tentar conseguir mais vantagens para o negócio.

Boa parte das autorizadas oferecem serviços e benefícios para quem está comprando um carro — ainda mais se for novo! Essas vantagens podem ir de emplacamento grátis a itens extras, descontos e até revisões gratuitas.

Veículos novos também trazem garantia de fábrica, e você pode conseguir estendê-la em uma negociação interessante com a loja. Porém, antes de fechar qualquer compra e assinar o contrato, avalie se ainda pode é possível descontos em serviços futuros como troca do jogo de pneus e alinhamento.

Várias concessionárias oferecem esses serviços. Com um pouco de insistência, eles podem ser incluídos na negociação. Por isso, é sempre bom perguntar a respeito.

Você se lembra de quando falamos sobre a importância de pesquisar em todas as etapas? Pois bem, ao buscar as melhores concessionárias, é possível selecionar aquelas que agregarão mais vantagens para a negociação, então, fique atento!

Pode parecer um tanto trabalhoso, mas faz toda a diferença na sua compra contar com o apoio de uma concessionária que tenha bom histórico no mercado, seja bem-vista e garanta qualidade. Isso será positivo na hora da compra e no futuro, pois representa segurança e menos riscos.

Comprar o primeiro carro é um processo que deve envolve vários degraus. Tudo pode sair como planejado, desde que você tenha um pouco de paciência. Por fim, lembre-se disto: um carro é um bem de alto valor aquisitivo. Assim, quanto mais certezas, melhor para você!

Então, gostou de nossas dicas? Aproveite e entre em contato com a Honda Hpoint. Contamos com uma equipe qualificada para ajudar em todas as fases de aquisição de seu novo carro. Acesse nosso site e veja tudo o que temos para oferecer!

Vale a pena pagar a franquia do seguro? Descubra agora mesmo!

Quando ocorre um sinistro que resulta em danos ao veículo, é normal pensarmos em recorrer imediatamente ao seguro. Nesse caso, bastaria pagar o valor combinado em contrato para a seguradora se encarregar dos ajustes. Mas será que vale a pena pagar essa franquia do seguro em qualquer situação?

Neste post, reunimos algumas informações cruciais sobre o assunto, para que você entenda como o seguro funciona e quando vale a pena pagar a sua franquia. Continue lendo para conferir!

Como funciona a franquia do seguro

Chamamos de franquia o valor com que o segurado deve se responsabilizar em determinados tipos de sinistro para que a seguradora faça os ajustes exigidos. Em outras palavras: caso bata o seu carro, você pagará o valor da franquia, e a seguradora, o restante.

Na verdade, essa participação obrigatória funciona como um artifício de segurança para as seguradoras. Ela certifica que o segurado conduzirá o veículo com prudência, não passando por perigos desnecessários por imaginar que o seguro vai cobrir tudo.

Apesar de expressivo, o preço dessa franquia é sempre muito menor que o custo do carro. Além disso, devemos lembrar que ela não é cobrada em casos de perda total e/ou danos a terceiros, nem quando há utilização do carro reserva, do guincho ou outros serviços assistenciais oferecidos pelas companhias de seguro.

Quais são as opções de franquia

Hoje, as seguradoras costumam oferecer quatro tipos de franquia na cotação de seguro. Vejamos, a seguir, cada um deles.

Básica ou Normal

Comumente usada na maioria das cotações, nessa franquia cada seguradora estabelece qual valor será oferecido.

Ampliada

Essa franquia costuma ter um valor duas vezes maior que a básica, e é sugerida para clientes que temem mais a perda total do que os danos parciais. Para esse tipo de franquia, o preço total do seguro é mais barato que o da básica.

Reduzida

No geral, essa modalidade custa a metade da franquia básica. É sugerida aos que preferem pagar mais pelo valor da apólice do que se responsabilizar com consertos: ou seja, para ter uma franquia mais em conta, o preço total do seguro é mais caro.

Isenta

Nessa modalidade não há uma cobrança de franquia do usuário. Não são todas as seguradoras que a oferecem, e o seu uso costuma ter um limite de ocorrências. Além disso, o preço do seguro é ainda maior que o cobrado na opção com franquia reduzida.

Algumas companhias ainda oferecem oportunidades exclusivas na franquia, como descontos em ocasiões especiais, isenção caso o segurado não seja culpado no acidente ou brindes — como lavagem do carro em caso de alagamentos ou enchentes em que o sinistro não extrapole o valor previamente estabelecido.

Os principais tipos de sinistro

Como já foi visto, as seguradoras avaliam como sinistro qualquer situação que cause avarias ao veículo e que esteja coberta pela apólice do seguro. Mas quais são os principais deles? Confira a seguir!

Colisão

Colisões podem resultar em danos parciais (quando a seguradora providencia o reparo do veículo) ou perda total, se os prejuízos forem maiores que 75% do seu valor. Nesse caso, o segurado terá direito à indenização absoluta.

Danos a terceiros

Muitas vezes, os acidentes também provocam danos materiais e pessoais a outras pessoas, o que torna essa cobertura crucial. Nesse caso, a seguradora se encarrega de ressarcir os envolvidos pelos prejuízos causados.

Roubo ou furto

Se o automóvel furtado ou roubado não for recuperado, o segurado receberá a indenização completa. Também existe a possibilidade de optar por uma cobertura adicional de furtos ou roubo de objetos do interior do carro.

Causas naturais

São bem comuns os sinistros que envolvem causas naturais, como alagamentos, queda de raios ou galhos de árvores, além de explosões e incêndios.

Alguns desses tipos de sinistro são bem comuns e, na maioria das vezes, estão previstos em quase todas as apólices. No entanto, existem diversas outras coberturas que são indispensáveis, mas opcionais. Por disso, antes de assinar o contrato é preciso considerar as suas reais necessidades para garantir a segurança que você tanto busca nesse serviço.

O que fazer em caso de sinistro

Na prática, se tudo correr bem, você não precisará mobilizar o seguro. Porém, é importante conhecer os procedimentos que devem ser seguidos na hora de acionar a seguradora, para se garantir. Assim, o processo de restituição relacionado ao dano será feito corretamente, e o mais rápido possível. Para lhe ajudar, listamos algumas dicas:

  • preste os primeiros socorros e libere a via;

  • anote os dados dos envolvidos;

  • registre o boletim ocorrência;

  • contate a seguradora.

Outra dica crucial é sempre ter o número da apólice em mãos — isso acelera bastante o processo. Em geral, as indenizações são pagas em até 30 dias, depois de analisada a documentação e feita uma vistoria, caso exista necessidade de reparos.

Quando vale a pena pagar a franquia do seguro

O valor da franquia é estabelecido no contrato e leva em consideração vários fatores, como as características do automóvel e o perfil do segurado. Portanto, não existe uma fórmula exata para calcular o valor das franquias. O seu pagamento, no entanto, ocorre de forma similar em todos os casos.

Para ilustrar, vamos presumir que a sua franquia seja de R$2.000. Então, após uma colisão, se o veículo precisar de um conserto com o custo total de R$6.000, a seguradora pagará R$4.000, e você (o segurado) fará o pagamento dos R$2.000 que restaram.

Diante disso, uma dica importante é: antes de abrir um chamado de sinistro na sua seguradora, compare o custo da franquia com o valor do reparo necessário em uma oficina de confiança. Se existir a possibilidade de o serviço ser feito por um valor menor que o da franquia, não vale a pena acionar a seguradora.

Outro fator importante é a classe de bônus: muitos não sabem, mas essa é uma espécie de desconto que as seguradoras oferecem para os seus segurados que renovam o contrato sem terem sofrido nenhum sinistro no acordo anterior. Assim, o segurado pode receber descontos em apólices futuras.

Levando tudo isso em consideração, muitos preferem assumir integralmente o valor do conserto quando ele fica quase similar ao valor da franquia do seguro. De todo modo, por fim, a lógica é bem simples: só compensa abrir um chamado de sinistro se o preço do reparo for superior ao da franquia contratada.

Então, gostou deste post? Se quiser mais informações sobre o assunto, aproveite para conferir também como funciona o seguro para carro blindado!

Câmbio manual ou automático: qual modelo escolher?

Um carro é um bem de alto valor investido, por isso, é preciso compreender as particularidades de seu funcionamento e qual o modelo é o mais recomendado para o uso que se pretende dar. Dentre os pontos mais importantes que merecem uma atenção especial, está a escolha entre o câmbio manual ou automático.

Afinal, como funciona cada tipo? Qual é a melhor opção? Quais são as diferenças entre eles? Preparamos este post para ajudar você a resolver essas questões e entender qual o melhor para suas necessidades. Continue a leitura!

O que é e como funciona o câmbio manual?

A transmissão manual é aquela presente em carros equipados com três pedais: embreagem, acelerador e freio. A principal diferença entre essa opção e a automática é o pedal de embreagem que não existe nesse caso.

A função do pedal de embreagem no câmbio manual é permitir que a força do motor sobre o veículo seja neutralizada, assim, é possível garantir que a troca de marchas seja feita da forma mais leve, sem os “trancos” que atrapalham a vida de qualquer motorista.

Como sugere o nome, nesse tipo de câmbio é o próprio condutor quem faz as trocas de marcha.

E o câmbio automático?

O funcionamento aqui se dá pela transmissão do carro: é ela que analisa e identifica a relação entre velocidade do carro e o motor.

Esse sistema de transmissão realiza todo o processo de definição e troca de marchas sem a interferência do motorista. Para isso, ela faz uso de uma série de itens específicos, como engrenagens diferenciadas e o conversor de torque. A título de curiosidade, é esse conjunto que substitui a embreagem da transmissão manual.

Quais as diferenças entre câmbio manual e automático?

Além dos aspectos técnicos, existem algumas diferenças que valem a pena serem consideradas para uma melhor escolha entre o câmbio manual e o automático. Acompanhe!

Marchas

A nomenclatura das marchas é diferente. No câmbio manual, elas vão da 1° a 5°, mais a ré, enquanto no automático, temos as siglas P, D, N, M ou outras, variando de acordo com o veículo.

Para não errar no uso da marcha, o condutor não habituado precisará ficar atento ao manual do proprietário ou sanar suas dúvidas com alguém que tenha um veículo com o mesmo modelo de câmbio.

Manutenção

A manutenção do câmbio automático é relativamente mais cara que a manual e precisa seguir rigorosamente os períodos que o fabricante indicou. Por exemplo, ele precisa de um tipo especial de lubrificante, sob risco de prejudicar os discos de freio internos, e de trocas regulares de óleo.

Além disso, a manutenção precisa ser feita em um local especializado nesse tipo de câmbio.

Consumo

A aquisição de carros com câmbio automático pode ser um pouco maior que suas versões manuais. Isso acontece porque a troca de marchas acontece na rotação mais alta do motor e o conversor de torque acaba perdendo um pouco de sua energia mecânica.

Qual opção escolher?

A escolha do melhor câmbio depende muito de fatores e gostos pessoais. Sendo assim, sintetizamos a seguir algumas considerações sobre ambas as alternativas que poderão norteá-lo em sua decisão. Desse modo você poderá alinhar cada escolha com aquilo que deseja.

Câmbio manual

Se a ideia é ter um carro que permita que todo seu potencial seja explorado, o câmbio manual é a melhor opção. Isso porque ele consegue garantir um maior controle sobre o comportamento do veículo, especialmente em situações em que há curvas sinuosas.

Aqui, quem decide se o carro precisa de mais velocidade, potência ou torque é o motorista. Claro, tudo é feito de forma manual e isso aparece como uma desvantagem, uma vez que o passar do tempo e o esforço repetitivo podem provocar cansaço no motorista.

Por outro lado, é um sistema que ajuda na economia, especialmente por ter uma manutenção mais barata e um menor gasto de combustível.

Outro ponto que vale a pena observar em qualquer situação é que mesmo que a troca de componentes possa demorar alguns anos, ela pode ser antecipada. Isso pode afetar a vida útil das peças, informação relevante para quem está interessado em adquirir um carro seminovo. Nesse caso, uma avaliação do estado do câmbio evita possíveis dores de cabeça no futuro.

Câmbio automático

Não é raro ouvirmos reclamações de que o câmbio automático interfere na forma como se dirige o carro e que consome mais combustível, especialmente quando são modelos um pouco mais antigos.

De certa forma, devido às suas limitações, o desempenho do carro pode ficar “travado”.

A questão é que nada disso importa para quem quer ter conforto ao dirigir. Em viagens longas e até mesmo no trânsito dos grandes centros urbanos, esse ponto é mais facilmente percebido: há menos esforço por parte do condutor e com isso menos cansaço.

Em resumo, o câmbio manual é para quem quer esportividade, economia e mais domínio sobre o carro. Já o automático agrada quem busca segurança e conforto sem se importar de pagar um pouco mais caro por isso.

Existem outras opções no mercado?

Outras duas opções de câmbio disponíveis no mercado são o CVT e o automatizado.

No tipo CVT, são usadas polias no lugar de engrenagens e isso faz com a troca de marcha seja muito sutil. Esse tipo de transmissão também aproveita melhor o torque do motor.

Dentre as alternativas disponíveis, é a mais avançada e, por isso, a mais cara, tanto de aquisição quanto de manutenção. Porém, ela garante mais conforto e melhor desempenho.

No caso do câmbio automatizado, o que temos é uma transmissão que chega mais perto da oferecida pelo câmbio automático, com a diferença de ter valores mais em conta. Essa opção é mais comum de ser vista em carros compactos e de porte médio.

Alguns condutores reclamam dos trancos na hora da troca de marchas, mas ela não aumenta o consumo do carro nem contribui para a perda de desempenho.

Além disso, há a vantagem do assistente de rampa que garante três segundos até o carro começar a descer em ruas inclinadas, exatamente para que o motorista tenha tempo de engatar a ré para fazer a baliza.

Por fim, ao escolher entre o câmbio manual ou automático, um fator chave que nunca deve ser negligenciado é o perfil pessoal do motorista. Pode acontecer de uma opção excelente para um amigo ser complicada para você.

Avalie como gosta de dirigir e com qual alternativa se adapta melhor. Isso diminui os riscos de fazer uma escolha errada.

Agora que vimos um pouco sobre o que considerar e como escolher o câmbio, aproveite para conhecer mais detalhes sobre o tipo CVT e o que ele tem a oferecer!

Confira as peças e acessórios automotivos que se desgastam mais rápido

Todo motorista sabe que a manutenção do seu carro é um cuidado fundamental, tanto para o desempenho do veículo quanto para a segurança no trânsito. E, nesse processo, conhecer bem a maneira como as peças e acessórios automotivos se desgastam é importante para programar cada intervenção que deve ser feita.

Pensando nisso, decidimos falar neste post sobre os componentes do seu carro que se desgastam mais rápido, para você ficar atento ao momento certo de sua substituição. Confira!

Pneus

Por estarem em contato direto com o solo, é natural que os pneus sofram com o desgaste ao longo do tempo. Quando chegam ao final de sua vida útil, eles perdem a capacidade de aderência e de dissipação da água em terrenos molhados, tornando a direção instável e perigosa.

Um dos principais sinais de que os pneus estão gastos é a profundidade dos sulcos. Quando eles chegarem no nível do TWI, que é um ressalto de borracha presente entre as ranhuras, já são considerados carecas e precisam ser substituídos.

Outros sinais de desgaste que não devem ser ignorados é a presença de bolhas e rachaduras. Essas marcas representam pontos frágeis na estrutura dos pneus, podendo fazer até mesmo com que eles estourem, causando graves acidentes.

Além do risco à segurança, rodar com pneus em mau estado de conservação pode render ao motorista uma infração de trânsito grave.

Pastilhas de freio

As pastilhas de freio são componentes vitais para a dirigibilidade de um veículo, pois garantem que o sistema de frenagem responderá de maneira rápida e eficiente ao acionamento do pedal. Os tipos mais comuns são as metálicas, que são formadas por ligas de aço combinadas com um material mais maleável, como o grafite.

Para reduzir a velocidade do veículo, elas entram em contato direto com os discos de freio, que são componentes mais duros do que as pastilhas. Dessa forma, quanto mais os freios forem acionados, mais rápido ocorrerá o desgaste das pastilhas.

Em geral, a troca deve ocorrer entre 20 e 30 mil km, mas é importante fazer revisões periódicas para avaliar o estado desses componentes e descobrir exatamente quando a substituição deve ser feita. Já os discos podem durar até 50 mil km, mas podem ter sua vida encurtada se a manutenção das pastilhas não for corretamente observada pelo motorista.

Velas de ignição

Componentes do sistema de injeção eletrônica, as velas de ignição têm o papel de produzir faíscas para realizar a queima do combustível, permitindo assim o funcionamento do motor. Seu funcionamento ocasiona desgaste nos eletrodos presentes nas extremidades, fazendo com que a verificação regular desses componentes seja um cuidado indispensável.

Velas desgastadas resultarão em uma combustão irregular, prejudicando a performance do veículo. Os sintomas mais comuns são a perda de potência do motor e aumento no consumo de combustível.

O prazo para a substituição das velas de ignição pode variar de acordo com a frequência de uso do veículo, mas, na maioria dos casos, não deve passar dos 20 mil km.

Componentes da suspensão

Quem costuma trafegar em trechos mais acidentados, sabe bem como o bom funcionamento do sistema de suspensão é importante. Além do maior conforto para encarar as irregularidades das pistas, ele também aumenta a estabilidade do veículo em diversas situações, como nas curvas.

Manter a manutenção da suspensão em dia também é importante para a conservação de diversos outros componentes do veículo, como os pneus e os freios. Por isso, verifique regularmente a condição dos amortecedores, das molas, dos pivôs e da bandeja de suspensão.

Se você notar barulhos mais acentuados, vazamento de óleo próximo às rodas e movimentação excessiva da carroceria ao passar por trechos irregulares, também pode significar que chegou a hora de substituir alguns desses componentes. Caso nenhuma anormalidade ocorra, o ideal é que a troca do sistema se dê entre 50 e 70 mil km de uso.

Correia dentada

A correia dentada está presente em grande parte dos motores, tendo o papel de coordenar a abertura das válvulas de acordo com a posição do virabrequim. Seu rompimento é uma das situações que mais podem causar prejuízos ao motorista, pois pode danificar diversos componentes internos do motor e prejudicar a dirigibilidade.

Apesar de seu desgaste ser inevitável com o passar do tempo, práticas como cantar pneu, reduzir bruscamente as marchas ou dar trancos para o motor funcionar podem reduzir consideravelmente sua vida útil. Como a correia dentada não costuma apresentar grandes sinais de seu desgaste, é fundamental avaliar as suas condições regularmente, lubrificando-a quando necessário.

Para não ter problemas com esses componentes, a dica é fazer a substituição a cada 50 mil km ou três anos de uso.

Conjunto de embreagem

Enquanto dirigimos, realizamos diversas trocas de marchas para controlar a velocidade e a rotação do motor. Nesse processo, o conjunto de embreagem, formado por disco, platô e rolamento, sofre um inevitável desgaste ao qual o motorista deve estar atento.

Um conjunto de embreagem gasto pode apresentar problemas como trepidação, barulho, acionamento pesado do pedal e dificuldade para engatar as marchas. Para aumentar sua durabilidade, deve-se evitar trocas bruscas de marcha e dirigir com o pé esquerdo apoiado sobre o pedal.

Se esses cuidados forem observados, a durabilidade do conjunto pode atingir mais de 100 mil km rodados. No entanto, se algum dos sintomas acima forem observados, possivelmente a manutenção deverá ser antecipada.

Filtros

Um veículo tem diversos filtros para proteger seus componentes. Entre os mais importantes, logo nos lembramos dos filtros de ar, de óleo e de combustível.

No caso dos filtros de ar e de combustível, a recomendação é que a troca seja feita a cada 10 mil km. Já o filtro de óleo deve ser substituído a cada troca de óleo do veículo.

Dentre todos os componentes de que falamos neste post, esses são os que a troca é mais simples e barata. Por isso, jamais atrase essa manutenção, para não ter problemas muito maiores no futuro.

Tomar esses cuidados preventivos é importante para a segurança e para o seu bolso, visto que as manutenções corretivas costumam ser muito mais caras. Para conhecer os prazos exatos para a substituição das peças e acessórios automotivos, consulte sempre o seu manual do proprietário.

E, para garantir que seu veículo estará sempre em boas condições, confira agora nossas dicas que vão te ajudar a fazer a revisão anual do seu veículo!

Polimento e cristalização: entenda a diferença entre esses serviços

Se você é apaixonado pelo seu carro, já deve ter pensado em contratar algum serviço para proteger a sua pintura e manter a aparência de novo, certo? Esse tipo de cuidado, além de evidenciar que o veículo é bem cuidado, também é importante para mantê-lo valorizado, servindo como um grande diferencial na hora de uma eventual negociação.

Atualmente, os serviços de polimento e cristalização estão entre as alternativas mais procurados pelos motoristas zelosos. Mas você sabe quais são as diferenças entre essas duas opções?

Para ajudar você com essa dúvida, vamos explicar neste post como funciona cada um dos processos. Então, continue lendo e garanta a escolha do serviço certo para o seu carro!

Como funciona o polimento

Uma das técnicas mais tradicionais para quem quer cuidar da aparência do veículo, o polimento consiste na aplicação de uma massa abrasiva na superfície da lataria. Nesse processo ocorre a remoção da camada superficial de verniz, que é responsável pelo aspecto opaco e apagado da pintura. O resultado é a recuperação do brilho e o visual renovado do veículo.

O polimento é indicado para veículos que apresentam manchas leves na pintura, como aquelas causadas pela exposição ao sol ou por dejetos de aves, mas também vale para encobrir riscos mais superficiais, recuperar o brilho da pintura e melhorar o aspecto de carros que foram repintados.

Para isso, deve ser utilizada uma lixadeira automotiva, também conhecida como politriz, que atinge altas rotações e garante um resultado uniforme. Nos casos em que as imperfeições são mais difíceis de remover, é possível optar ainda pelo uso da lixa d’água bem fina no processo. No entanto, é preciso ter em mente que isso pode remover de forma mais acentuada uma parte do verniz da pintura, causando um efeito diferente do esperado.

O serviço de polimento costuma ser orçado de acordo com o tamanho do veículo: para um carro médio, é possível encontrar preços que vão de 250 a 300 reais. Nessa cotação, contudo, também é levada em conta a situação da pintura, que pode encarecer o serviço se estiver muito deteriorada.

O que é a cristalização

Diferentemente do polimento, que remove materiais da superfície da lataria, o processo de cristalização adiciona uma camada de proteção à pintura do veículo. Para isso, é utilizado um tipo especial de resina, que não reage em contato com o verniz e tem menos chances de causar algum tipo de avaria.

Por essa razão, o procedimento não é capaz de remover riscos ou resolver problemas de continuidade da pintura. Sua principal função é aumentar a durabilidade da tinta existente e realçar o seu brilho, conferindo um visual mais bonito ao veículo. Outro benefício é a proteção contra futuros arranhões que poderiam danificar a pintura original.

Também chamado de espelhamento, o processo começa com a aplicação de cera após a lavagem do veículo. Posteriormente, é preciso utilizar uma solução desengordurante para remover qualquer resíduo que possa estar impregnado à pintura. Feito isso, finalmente pode ser aplicada a resina acrílica, que é o composto próprio para o serviço de cristalização.

Esse procedimento é indicado para carros com alguns anos de uso, pois a pintura se torna mais frágil à ação do tempo. Em média, o motorista desembolsará entre 300 e 350 reais pelo serviço, que pode ser realizado sempre que se achar necessário.

Os cuidados a serem tomados em cada serviço

Por mais que os serviços de polimento e cristalização sejam indicados para a conservação da pintura do veículo, é fundamental observar alguns cuidados importantes antes de submeter o seu carro a qualquer um deles.

O polimento

No caso do polimento, é preciso considerar que o uso de substâncias químicas abrasivas pode causar danos, principalmente se a técnica for realizada muitas vezes. Por isso, é importante que esse tipo de serviço seja feito com moderação. O ideal é realizá-lo, no máximo, 3 vezes durante toda a vida útil do veículo.

Durante esse procedimento, podem surgir marcas indesejadas caso a politriz seja mantida por muito tempo em uma mesma região, revelando o fundo branco da lataria. Os vincos e as curvas também precisam de atenção, pois podem ficar marcados se o serviço for feito de maneira inadequada.

Em pinturas de tonalidade escura — como preto, azul-marinho, chumbo e marrom — o cuidado deve ser redobrado. Isso porque, nesses veículos, uma aplicação mal feita fica muito mais aparente, podendo frustrar os planos de quem pretendia recuperar o visual do carro.

A cristalização

Para aqueles que optarem pela cristalização, as exigências são menores. Como os produtos utilizados não são abrasivos, o procedimento pode ser realizado quantas vezes o proprietário do veículo considerar necessário, baseando-se apenas na questão estética para tomar essa decisão.

Seja como for, procurar um profissional de confiança é um cuidado indispensável em ambos os casos. Afinal, como dissemos, um serviço mal feito pode resultar em grandes danos ao veículo, e que não costumam ser cobertos pelos planos de seguro automotivo.

Como escolher entre polimento e cristalização

Para escolher o serviço certo para o seu veículo, é preciso levar em conta o estado da pintura e o resultado que você espera.

Se o seu objetivo for remover manchas e arranhões não muito profundos, ou mesmo recuperar o brilho que o veículo apresentava quando era novo, o polimento pode ser a opção certa. Agora, se você procura uma medida preventiva para manter a pintura sempre protegida, o ideal é apostar na cristalização. Quem desejar um tratamento completo no veículo pode até contratar os dois serviços — basta considerar que o polimento deve ser realizado antes.

Enfim, agora que você já conhece as diferenças entre os serviços de polimento e cristalização, temos certeza de que ficou muito mais fácil escolher a melhor opção para o seu carro! Lembre-se das nossas dicas para aproveitar ao máximo o procedimento escolhido.

Então, gostou do nosso post? Se você não quer perder as nossas próximas dicas para te ajudar na conservação do seu veículo, é só seguir as nossas páginas nas redes sociais! Estamos no Twitter, no YouTube e no Facebook! Linkedin

Conheça os principais mitos e verdades sobre as rodas de liga leve

Elas são resistentes, bonitas e, nos últimos anos, passaram a fazer parte da lista de desejos de muitos proprietários de veículos. Estamos falando sobre as rodas de liga leve, item que antes podia ser encontrado somente em carros luxuosos, mas hoje está ao alcance de uma gama muito maior de consumidores e, em alguns casos, já vem de fábrica nos modelos de carros.

As rodas de liga leve são compostas de materiais práticos de serem trabalhados devido à facilidade com que eles podem ser moldados — silício, titânio e alumínio. Esse fato torna possível encontrar no mercado esse modelo de rodas em diversos tamanhos e cores, aumentando as opções que o motorista tem à sua disposição.

No entanto, há mitos e verdades sobre as rodas de liga leve que precisam ser esclarecidos antes de se optar por elas. Está curioso? Continue a leitura e fique por dentro de tudo!

Principais mitos e verdades sobre as rodas de liga leve

Confira abaixo o que é verdade ou mentira quando o assunto são rodas de liga leve e veja se essa é uma boa opção para você.

As rodas de liga leve são mais duráveis que as rodas convencionais

Mito! As rodas de aço e as rodas de liga leve se equiparam, isso porque as duas passam pelos mesmos testes de avaliação — agentes químicos, resistência, desgaste, impacto e choque térmico.

Além disso, as rodas de liga leve são submetidas a uma série de condições adversas, especialmente em países onde as rodovias não recebem os cuidados que deveriam, como é o caso do Brasil, com suas estradas e ruas esburacadas.

O desempenho do carro aumenta com as rodas de liga leve

Mito! Quem acredita que ao adicionar rodas de liga ao veículo resultará em maior desempenho está se enganando ou sendo enganado. Na realidade, nos carros convencionais, a melhora, quando existe, chega a ser imperceptível.

Além do mais, é preciso lembrar que ainda são muito raros os carros que trazem rodas de liga leve construídas com materiais nobres a ponto de impactar o desempenho. Normalmente, essas ligas mais caras são quase que restritas a modelos de alto luxo ou esportivos de marcas como Ferrari e BMW. Outra situação em que essa roda é trabalhada para ajudar nos resultados ocorre nos carros de competição.

Mesmo sabendo que um carro de passeio não terá um desempenho maior, optar pelas rodas de liga leve pode trazer outras vantagens, como submeter à suspensão a um esforço menor, coisa que em longo prazo faz toda a diferença.

Rodas de liga leve são, de fato, mais leves

Verdade. As rodas de liga leve costumam ser cerca de 15% mais leves. Entretanto, em algumas situações, essa diferença pode subir para 50%, mas aqui estaríamos envolvendo modelos de competição ou os supercarros. Mas o ponto-chave é que pesar menos não significa custar menos. Na maior parte dos casos, uma roda de liga custa o dobro que uma tradicional de mesmo aro com peso maior.

É possível economizar combustível com rodas de liga leve

Verdade. Como as rodas de liga leve tendem a ser relativamente mais leves que os modelos de aço com calota, o carro despende de menos esforço e, assim, o consumo de combustível é reduzido. Lembrando que isso também ajuda o meio ambiente, pois há menos emissões de poluentes.

Outro fator positivo que vale ser destacado é que esse modelo de roda, auxilia na redução de ruídos em manobras e freadas bruscas. Mas sem esquecer que tudo depende da qualidade!

Rodas de liga leve favorecem o carro na revenda

Depende. Nesse caso, há vários pontos que precisam ser considerados, mas, nos prendendo apenas ao prático, o primeiro aspecto a ser avaliado é o fato de que as rodas de liga custam o dobro de uma de aço — como apontamos — e que esse valor quase nunca pode ser agregado ao preço de um carro usado em uma revenda.

Mesmo assim, o apelo visual pode fazer valer a pena, uma vez que o design está entre os principais fatores que determinam a decisão de compra do consumidor.

Maiores benefícios das rodas de liga leve

Agora que tiramos algumas dúvidas sobre mitos e verdades das rodas de liga leve, vamos conhecer algumas de suas vantagens. Acompanhe:

  • o material do qual são feitas esquenta menos e isso ajuda o sistema de freios a se desgastar mais devagar;
  • o tempo de troca das pastilhas de freio é influenciado devido à tensão menor com o uso diário;
  • mesmo tendo dimensões maiores, as rodas de liga continuam a pesar menos;
  • há uma série de opções no mercado, o que permite que o consumidor encontre aquela que mais está de acordo com o seu perfil;
  • por serem mais leves, elas podem ajudar o motorista a ter uma maior precisão e controle do veículo.

Apesar de ser algo muito positivo, a vasta gama de opções disponíveis no mercado pode levar alguns consumidores a terem dúvidas na hora da escolha. O preço é o fator que, provavelmente, chamará mais a atenção, e o motorista deve ficar atento a isso para não comprometer suas finanças.

Por outro lado, caso você já compre um veículo que venha de fábrica com rodas de liga leve, é bem provável que acabe ganhando no processo. Uma dica interessante aqui, para quem quer incrementar o carro com esse item, é aproveitar as queimas de estoque e as promoções realizadas pelas concessionárias. Afinal, nada melhor do que ter o que se deseja economizando um pouco!

No fim das contas optar por rodas de liga leve é uma questão de gosto pessoal. E como vimos, elas poderão ser úteis em uma futura revenda, ajudando a atrair a atenção de mais compradores e, em algumas situações, até mesmo valorizando o carro.

O fato é que estamos falando sobre um item que é cada vez mais popular entre os modelos de carro. Quando isso acontece e a popularização aumenta, a indústria tende a diminuir os preços — mesmo que não seja algo em curto ou médio prazo — e aumentar os investimentos em novas tecnologias para o desenvolvimento de produtos cada vez mais eficientes e com uma qualidade maior.

Gostou de conhecer um pouco mais sobre rodas de liga leve? Aproveite para acompanhar a HPoint no Facebook e no Twitter para ficar por dentro de dicas, novidades e promoções do mercado automotivo!

Afinal, como funciona o lance em consórcio de carros?

O consórcio é sempre lembrado como uma excelente opção para quem deseja adquirir um carro novo de maneira segura e econômica. Isso porque, além de ser garantido pelo Banco Central, ele permite que a compra seja feita sem juros, diferentemente de um financiamento tradicional.

Para ter o desejado carro em mãos, os participantes contam com os sorteios mensais e podem oferecer lances em dinheiro, acelerando a sua contemplação. Você sabe exatamente como essa alternativa funciona?

Se você tem dúvidas sobre esse assunto, continue lendo este post. Vamos explicar como funciona a oferta de lance em consórcio de carros e ajudá-lo a descobrir se essa é uma boa opção para você.

Como funciona a contemplação no consórcio

Você deve saber que, em um consórcio, os participantes são divididos em grupos conforme o valor do veículo que pretendem adquirir, certo? Isso garante que todos terão as mesmas condições e chances de serem contemplados.

Uma das possibilidades de isso acontecer é por meio do sorteio, realizado mensalmente pela administradora durante a assembleia de consórcio. Qualquer cotista que esteja em dia com o pagamento das mensalidades pode ser sorteado.

No entanto, neste post, queremos explicar melhor como funciona uma outra maneira de ser contemplado, que é por meio de lances. Nesse método, o participante oferta uma quantia em dinheiro, que é abatida do restante a ser pago e permite que ele receba a sua carta de crédito sem depender exclusivamente da sorte.

Essa é uma ótima alternativa para quem tem um montante guardado e deseja acelerar a sua contemplação. Mas é preciso conhecer bem os detalhes desse negócio para se certificar de que ele vale a pena para você.

Quais são os tipos de lance em consórcio de carros

Para tornar essa opção acessível para um número maior de pessoas, as administradoras costumam disponibilizar diferentes modalidades de lance em um consórcio. Entenda agora como funciona cada uma delas.

Lance fixo

No lance fixo, a própria administradora determina o montante que deve ser oferecido em cada assembleia. Para chegar a essa quantia, são levados em conta o valor da carta de crédito e o saldo restante até a finalização do grupo.

Se mais de um participante oferecer a quantia estabelecida como lance fixo, um sorteio à parte é realizado entre esses consorciados. Nesse caso, as chances de ser contemplado são bem maiores do que no sorteio convencional, já que o número de participantes concorrendo nessa disputa será reduzido.

Lance livre

Nos lances livres, o participante pode oferecer a quantia que desejar se baseando em uma quantidade específica de parcelas que ainda estão em aberto. Assim, essa opção funciona como um leilão, uma vez que a carta de crédito é concedida a quem ofertar o maior lance.

Contudo, não é possível saber quanto os outros consorciados ofereceram no lance livre, pois essa informação é mantida em sigilo. Se houver empate, é feito um sorteio para decidir quem leva o carro naquele mês.

Lance embutido

Opção criada para facilitar a vida de quem quer oferecer lance em consórcio de carros, o lance embutido permite a utilização de parte do valor do próprio crédito contratado como oferta.

Se for contemplado, o participante recebe a carta de crédito com um abatimento no seu valor, relativo ao lance oferecido. Se o lance não for suficiente, não ocorre nenhuma alteração e o participante pode tentar novamente no próximo mês caso queira.

É preciso estar atento às regras estabelecidas pela administradora para a oferta de um lance embutido. É comum, por exemplo, que seja estabelecido um limite do valor da carta de crédito que pode ser oferecida nessa modalidade.

Essa é uma boa oportunidade para aqueles que não precisam do valor integral da carta de crédito, visto que ela pode ser utilizada na compra de qualquer modelo de veículo. Desse modo, é possível conquistar o carro novo de maneira rápida e com as condições únicas oferecidas pelo consórcio.

O que fazer após ser contemplado

Quando a tão aguardada contemplação acontece, o consorciado ainda precisa seguir alguns passos antes de colocar as mãos na carta de crédito definitivamente. Nesse momento, as exigências são estabelecidas pela administradora e devem ser analisadas antes mesmo de aderir ao consórcio. Mas, em geral, algumas ações são sempre necessárias, como as que mostraremos a seguir.

Apresente as garantias solicitadas

O consórcio funciona como um financiamento coletivo. Por isso, é fundamental que os participantes honrem o pagamento das parcelas até o final do contrato mesmo após serem contemplados.

Portanto, é comum que as administradoras solicitem garantias de pagamento antes de entregar a carta de crédito. Elas podem variar desde uma comprovação de renda até a indicação de um fiador de acordo com o perfil do participante.

Informe o modelo do veículo desejado

Com a carta de crédito liberada, o participante deve informar à administradora os dados do veículo que será adquirido, como marca, modelo, ano de fabricação e número do chassi. Se a opção for por um zero km, o processo costuma ser bem simples, já que essas informações podem ser obtidas na concessionária.

Para a negociação de um seminovo, ainda será preciso apresentar os dados do antigo proprietário e a documentação do veículo precisa estar em ordem. O contrato pode prever algumas regras para a compra de modelos usados, como ano máximo de fabricação e restrição de modelos. Então, é importante considerá-las antes de fazer qualquer negócio.

Solicite o pagamento

Após a aprovação das garantias e do modelo, basta solicitar que a administradora faça o pagamento. 

Uma grande vantagem é o fato de a carta de crédito ser considerada como uma forma de pagamento à vista, o que aumenta o poder negociação. Também é possível utilizá-la como parte do pagamento, complementando-a com recursos próprios para adquirir um modelo mais moderno.

Todas essas características e possibilidades tornam o lance em consórcio de carros uma grande oportunidade para pessoas de diversos perfis. Se você também quer aproveitar esse negócio, entre em contato com a Honda HPoint agora mesmo. Temos o plano de consórcio certo para ajudá-lo a conquistar os seus sonhos!