Conheça 8 aplicativos fundamentais para motoristas

Sem dúvida, os aplicativos para smartphone viraram uma grande febre em todo o mundo. Atualmente é possível encontrar as mais diversas funcionalidades nessa tecnologia, o que simplifica a vida cotidiana tanto no âmbito pessoal quanto no profissional. No mundo automotivo essa realidade não é diferente.

Há vários aplicativos para motoristas que podem simplificar as atividades do dia a dia. Eles auxiliam na definição da rota, na economia do combustível e até na gerência de aspectos técnicos do automóvel. Pensando nisso, separamos neste post quais são os aplicativos que todo condutor deve ter em seu celular. Confira!

1. Carango

O Carango é um aplicativo muito útil para os motoristas que controlam o desempenho geral do seu carro.

Para isso é preciso que o dono do automóvel cadastre dados como o modelo, a placa, o ano, a marca, a distância percorrida pelo veículo e o volume total de litros do tanque de combustível. Além disso, o motorista insere informações, como abastecimentos, trocas de óleo, revisões, manutenções realizadas, gastos extras com o veículo, multas, custo do seguro e idas ao lava jato, entre outras informações.

Assim, o aplicativo gera uma síntese de todas as informações do carro por meio de gráficos e relatórios, que incluem o total gasto com o veículo, a evolução do preço do combustível, um resumo dos abastecimentos e outras facilidades para o condutor.

Esse aplicativo está disponível para Android e iOS e possui uma versão gratuita. A versão paga conta com alguns adicionais e maior número de gráficos.

2. Drive Awake

O Drive Awake é uma ótima opção de aplicativo para pessoas que costumam dirigir à noite ou trabalham em turnos muito longos. Isso porque, por meio da câmera frontal, o aplicativo consegue realizar um rastreamento das expressões faciais e detectar sinais de sonolência.

Se julgar que o motorista está ficando com sono, o aplicativo dispara um alarme sonoro alto para mantê-lo acordado. Assim, dormir no volante não será mais um risco.

O Drive Awake está disponível para iOS e Android e é gratuito.

3. Onde parei?

Sem dúvidas, qualquer motorista já perdeu o automóvel ao estacionar dentro de um shopping center lotado. O mesmo acontece na rua, quando se para longe do local onde é o compromisso ou não se conhece muito bem a área. Além disso, no dia a dia corrido é comum que as pessoas saiam apressadas do carro e esqueçam onde ele foi estacionado.

Pensando em resolver esse problema, o aplicativo Onde parei? foi criado. Isso porque ele memoriza o último local em que o veículo esteve, além de oferecer a facilidade de programar um alarme para que lembre o usuário da localização certo tempo depois.

Esse aplicativo inteligente é gratuito e está disponível tanto para iOS quanto para Android.

4. Trekken

Além de ser extremamente perigoso, dirigir sem prudência pode acarretar multas onerosas para o orçamento. O Trekken foi desenvolvido para pessoas que desejam dirigir com maior consciência, o que beneficia a terceiros e a ela mesma.

Para isso, o aplicativo fornece dados sobre o comportamento do motorista em curvas, a velocidade média do veículo, a aceleração e se o smartphone foi utilizado durante o trajeto, por exemplo. Essa é uma grande vantagem, visto que por meio das informações é possível estimular uma direção mais responsável.

O interessante é que, além de ser gratuito para motoristas, há um acúmulo de pontos para quem utiliza o Trekken, que podem ser trocados por serviços e produtos parceiros do aplicativo. Empresas que possuem frotas precisam pagar pela funcionalidade, mas há o benefício de monitorar os veículos.

5. Carrorama

A maioria dos motoristas tem controle sobre os gastos com combustíveis ou com idas as oficinas, não é mesmo? Errado! Na realidade, quando aparece um problema é comum que o dono apenas leve o veículo a uma oficina e pague pelo serviço. Desse modo, ao longo de um período, não se sabe quanto gastou com o carro.

O mesmo acontece com o combustível. Quando há necessidade, o motorista enche o tanque do veículo, mas no fim do mês não sabe ao certo qual foi a fatia do orçamento destinada a esse fim.

O Carrorama foi criado para que os proprietários de veículos saibam exatamente quanto gastaram com o automóvel. Para isso ele permite o cadastro de todas as despesas referentes ao carro, como o combustível, pedágio, multas e revisões.

O aplicativo é gratuito e também está disponível para iOS e Android.

6. HERE

O HERE é um serviço de mapas oferecido pela Nokia, mas está disponível para Android, iOS e Windows Phone. Nele, o usuário pode baixar os mapas que deseja e consultá-lo offline, o que é uma ótima economia do pacote de dados móveis para o smartphone. O download do Brasil todo, por exemplo, não ocupa nem 1GB de memória do celular.

Além disso, ele também pode sugerir rotas de carro, a pé ou com transporte público, mas para isso precisa estar conectado à internet.

7. Econoflex

Com os preços da gasolina e do álcool mudando semanalmente, é possível que o motorista não saiba qual é mais vantajoso. Pensando nisso, o Econoflex calcula qual dos dois combustíveis vale mais a pena, o que ajuda proprietário a ter uma boa economia.

Quem possui um carro flex deve baixar o app, que é gratuito e está disponível para Android e iOS.

8. Yelp

Para quem gosta de sair, o Yelp pode ser uma ótima opção de localizador de bares, restaurantes e outros estabelecimentos. Nele é possível achar locais filtrando informações como a distância da residência e a faixa de preço. O aplicativo ainda possui uma área em que os usuários podem deixar comentários e avaliar o estabelecimento.

Os motoristas que já estão na rua e querem escolher um lugar para ir ainda têm outra facilidade, visto que ao apontar o smartphone para alguma direção, o Yelp localiza locais próximos. Ele está disponível para Windows Phone, iOS e Android.

Os aplicativos para motoristas podem facilitar a vida no trânsito, não é mesmo? No entanto, lembre-se que usar o celular durante a condução é perigoso, visto que o motorista se distrai e pode causar acidentes. Sendo assim, use os apps somente quando estiver parado ou antes de sair de casa.

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Direção elétrica ou hidráulica: entenda as principais diferenças

Desde o nascimento do automóvel moderno, no final do século XIX, houve uma grande evolução dos carros, visando melhorá-los em alguns quesitos como conforto, potência, segurança, entre outros. Um dos avanços mais relevantes foi a adoção da direção elétrica ou hidráulica que, nos dois casos, substitui com louvor a pesada e ineficiente direção mecânica.

Para o motorista menos experientes em dirigir carros com diferentes tipos de direção, é maior a diferença entre a direção elétrica e a hidráulica. Porém, elas existem e vão além da sensibilidade passada ao condutor, englobando também outras características que influenciam na manutenção, economia de combustível, potência e no valor de compra do veículo novo.

Descubra, agora mesmo, as grandes diferenças entre as duas tecnologias de direção dos carros! Continue conosco!

Direção hidráulica: eficiente, segura e de menor custo

Quando a direção hidráulica foi introduzida em carros disponíveis ao público, sua intenção era facilitar o processo de guiar o carro, tornando o volante mais leve e possibilitando girá-lo menos, de forma a virar totalmente as rodas para os lados.

Conforme foi adotado o padrão de alocar os motores dos carros na parte da frente, tornando o carro mais pesado na parte frontal, selecionar uma direção mais leve foi bastante necessário, disparando e popularizando o sistema no mundo todo, isso ainda no final do século XX.

De certa forma, é fácil explicar o seu funcionamento: a caixa de direção, no caso da assistência hidráulica, fica completa de óleo, que é mantido sob pressão por uma bomba, enquanto o carro está em funcionamento. Quando o volante é movimentado pelo motorista, o mecanismo dentro da caixa de direção conduz o fluxo do óleo, de forma que sua pressão “empurre” todas as rodas para o lado correto, permitindo menor esforço para quem está ao volante.

Quem mantém a bomba de óleo em funcionamento é o motor do veículo, através de uma correia, da mesma forma que algumas outras peças (compressor de ar condicionado, alternador, etc.). Nesse caso, enquanto o veículo está com o motor ligado, o óleo da caixa de direção está sendo pressurizado, pronto, então, para auxiliar o sistema. Mesmo quando se conduz o carro em linha reta, o mecanismo está sob pressão.

Vem, então, a parte que desabona um pouquinho a direção hidráulica: como quem impulsiona a bomba de óleo é o motor do carro, parte de sua força gerada é utilizada para tal função. Com isso, o veículo tende a consumir cerca de 5% a mais de combustível, uma vez que o motorista necessita acelerar um pouquinho mais para compensar a perda de energia que ocorre na entrega da potência para as rodas.

Outra questão é quanto à manutenção. Como o sistema da caixa de direção com assistência hidráulica tem correia, bomba, êmbolo, entre outras partes internas, com o tempo de uso há desgaste, o que demanda verificação, troca do óleo, e substituição de partes do sistema.

Direção elétrica: mais moderna e com menor manutenção

A introdução dessa tecnologia no mercado de automóveis se deu para contornar duas deficiências da direção hidráulica: a necessidade de manutenção do sistema e o aumento do consumo do motor.

A finalidade é a mesma do outro sistema, mas, como teve concepção mais moderna, tem como característica ser ainda mais leve do que a direção hidráulica. Seu funcionamento é ainda mais simples: existe um motor elétrico junto a caixa de direção, auxiliando no acionamento do mecanismo dela.

Com a adoção desse motor elétrico, carros com motores mais fracos puderam contar com a assistência junto ao volante, nesse caso, sem perdas no desempenho e no consumo do carro.

Na prática, quando o motorista vira o volante, sensores detectam seu movimento e calculam, com a ajuda de um computador, a força a ser aplicada para virar as rodas. Algumas variáveis como a velocidade atual do veículo são consideradas no processo, tornando a direção elétrica também mais inteligente.

Além disso, como o sistema conta com um “cérebro” eletrônico, é possível que o fabricante do veículo possa alterar seu funcionamento atuando no módulo do carro, conforme seu projeto ou evolução.

A manutenção desse sistema é praticamente desnecessária, visto que não há uso de óleo, bomba, correia, entre outros componentes mais propensos a se desgastarem. Além disso, é um sistema que dificilmente cria alguma dor de cabeça.

A melhor escolha entre direção elétrica ou hidráulica

Atualmente, o mercado de veículos conta com carros dotados de direção elétrica, direção hidráulica e ainda a direção mecânica, essa última bem mais pesada e sem nenhum benefício tecnológico.

Para dirigir, considerando os carros do momento, a diferença entre as duas é quase imperceptível, com uma pequena tendência para que a direção elétrica seja mais leve, e a sensação maior no momento de manobras de estacionamento, ou qualquer outra com o veículo parado. Quando se compara com a direção mecânica, nota-se que as duas necessitam menos voltas, o que é outro grande benefício.

Falando de manutenção, a direção hidráulica demandará checagens e algumas manutenções, porém nas revisões de quilometragens mais altas, provavelmente após ultrapassar os 100.000km, necessitando, antes disso, apenas de troca no óleo da direção.

O aspecto final é o valor do veículo. Como o conjunto da direção elétrica é mais moderno e, com isso, mais caro, os fabricantes repassam esse valor ao veículo a ser comercializado, fazendo com que os dotados de direção elétrica tenham, normalmente, um valor de venda um pouco mais alto do que os dotados de direção hidráulica.

Para descobrir qual é a melhor opção para seu caso, durante a compra de um novo carro, visando mais conforto, segurança e menos problemas, analise cada opção. Teste os veículos em condições mais comuns, manobrando-os para estacionar, realizando curvas, desvios, fazendo com que qualquer ineficiência possa ser percebida. Se notar que há compensação em adotar a direção elétrica, não hesite em optar pela mesma.

Então, gostou de descobrir quais são as maiores diferenças e como optar pela direção elétrica ou hidráulica? Não deixe de baixar o e-book, que traz ainda mais esclarecimentos para a compra do seu próximo carro!

Entenda definitivamente como fazer revisão anual do carro

Você certamente já foi a alguma drogaria para comprar apenas um item e saiu do estabelecimento com vários outros, não é mesmo? Em grande parte, o consumo exagerado é culpa do vendedor, que pratica a “empurroterapia”.

Esse “golpe” é fácil de aplicar e acontece com frequência nas oficinas e concessionárias, já que a maioria dos donos de carros não sabe muito sobre manutenções e consertos. Desse modo, durante uma revisão, é provável que o automóvel precise somente de alguns serviços, mas saia com várias outras “melhorias” que oneram o proprietário.

Pensando em ajudar você a economizar, preparamos este artigo com algumas dicas sobre os principais pontos a serem observados durante a revisão anual do carro. Assim, é possível enxugar o orçamento e, ainda, confirmar se o trabalho está sendo feito com eficiência e cuidado. Acompanhe!

Pneus

Verificar o estado dos pneus é extremamente importante não apenas antes de viajar (o mais comumente feito pelas pessoas), mas também no dia a dia. Isso porque a má conservação desses itens gera gastos desnecessários, expondo condutor e terceiros a riscos desnecessários.

Na lateral dos pneus, existe um ressalto de borracha entre os sulcos, que é conhecido pela sigla TWI (Tread Wear Indicator), ou um triângulo, que tem 1,6 mm de profundidade. Com o tempo, o pneu chega ao seu limite de desgaste e esses marcadores somem. Ele é, então, considerado careca, sendo necessária a troca.

Pneus com bolhas, furos ou rasgos devem ser trocados imediatamente, assim como os que estão com a data de validade vencida. Outro modo de verificar o desgaste é constatar se o sulco cobre a cabeça de um palito de fósforo. Caso isso não ocorra, eles também devem ser trocados.

Além disso, é importante observar se o alinhamento (processo que regula os ângulos de direção e suspensão do veículo), o balanceamento, a cambagem e a calibragem dos pneus foram feitos. Por fim, verifique a fixação das rodas, dos aros e das calotas.

Sistema de freios

sistema de freios é um dos principais componentes de segurança de um carro. Mesmo que pareça de simples funcionamento, o sistema é complexo e exige manutenção constante. Seu mecanismo consiste, basicamente, na conversão de pressão hidráulica em mecânica.

Após o mecanismo ser acionado, é possível fazer com que o automóvel diminua a velocidade até parar. Os itens que precisam ser checados estão na lista abaixo, mas é necessário verificar quais são os prazos de troca junto ao fabricante:

  • pedal;
  • servo freio;
  • fluido;
  • cilindro mestre;
  • canos e mangueiras;
  • discos;
  • pastilhas;
  • lonas;
  • tambores.

Sistema de iluminação e sinalização

Pode parecer irrelevante, mas é essencial checar todos os itens de iluminação do veículo, pois esse é seu meio de comunicação no tráfego. Assim, verifique o funcionamento de lanternas, piscas, faróis e setas.

No farol principal, deve-se observar o posicionamento, a regulagem, a cor que a luz emite e a comutação. Também é importante verificar o farol de neblina e o de longo alcance.

A iluminação da placa traseira e as luzes-piloto são outros itens que devem estar em pleno funcionamento. A dica é substituir ambas as lâmpadas se uma estiver queimada, visto que a vida útil delas é exatamente a mesma. Desse modo, a outra queimará em breve e terá que ser substituída. Para evitar outra visita à oficina, troque ambas na mesma oportunidade.

Já na revisão do sistema de sinalização, é preciso conferir todas as lanternas, como:

  • as indicadoras de direção;
  • de advertência;
  • de freios;
  • de marcha à ré;
  • de posição;
  • de neblina traseira.

Parte elétrica

Sem dúvidas, o sistema elétrico do carro é uma de suas partes mais delicadas. Alguns pontos devem ser revisados periodicamente para evitar problemas no trânsito ou danos ao automóvel.

O primeiro deles é a bateria, responsável pela alimentação de toda a parte elétrica do veículo. Sua vida média é de cerca de 4 anos, mas é imprescindível verificar seu funcionamento anualmente. O alternador é outro componente importante para o sistema elétrico, visto que, sem ele, o carro dependeria somente da bateria (o que não é aconselhável).

Os vidros e as travas elétricas também merecem atenção. Além de cuidarem do conforto dos ocupantes do carro, esses itens são essenciais para manter a segurança. Afinal, uma janela aberta pode molhar todo o interior do veículo em um dia de chuva, além de oferecer facilidades para assaltantes.

Por fim, é fundamental que o proprietário verifique se a instalação do sistema de alarme e som automotivo ocorreu da maneira correta. Isso porque o funcionamento indevido pode prejudicar a vida útil da bateria e, assim, de toda a parte elétrica do carro.

Equipamentos obrigatórios

Alguns proprietários de veículos não fazem ideia, mas existem vários itens que são considerados equipamentos obrigatórios — cuja falta (ou mau funcionamento) é considerada infração de trânsito. É essencial realizar uma verificação anual, pois ela resulta em uma condução mais econômica e segura para os ocupantes do carro.

Entre esses componentes, podemos citar:

  • para-choques dianteiro e traseiro;
  • espelhos retrovisores interno e externo;
  • lavador e limpador de para-brisas;
  • velocímetro;
  • cinto de segurança;
  • triângulo de sinalização e demais ferramentas para realizar a troca de pneus;
  • macaco hidráulico;
  • buzinas;
  • airbags.

É importante salientar que, muitas vezes, as revisões são descritas como procedimentos que devem ser feitos antes de viajar. No entanto, esse é apenas um cuidado a mais, visto que um automóvel que realiza as revisões anuais de forma correta não terá problemas. Assim, seria necessário verificar somente detalhes, como o alinhamento dos pneus.

Apesar de terem um preço elevado, as revisões periódicas são mais econômicas do que as corretivas. Mas, para evitar a “empurroterapia” nas oficinas e enxugar o orçamento, é interessante saber em quais itens essa prática acontece com frequência (como na limpeza dos bicos, troca de pneus e higienização do ar-condicionado).

Como vimos, a revisão anual do carro é essencial para mantê-lo em condições seguras. Para evitar gastos extras, atente aos pontos que abordamos neste artigo. Por fim, não deixe de ler as orientações específicas para cada veículo no manual do proprietário.

Ainda tem dúvidas sobre a revisão anual do carro? Então, baixe o nosso guia sobre manutenção de veículos agora mesmo e aprofunde seus conhecimentos sobre o assunto!

Descubra como fazer a calibragem dos pneus do seu carro corretamente

Você sabia que a calibragem dos pneus garante mais segurança na hora de dirigir? Além de deixar o carro mais estável, colabora também com a redução do consumo de combustível. Mas quando é feita da maneira incorreta, pode colocar em risco as vidas dos ocupantes do veículo e prejudicar o desempenho do carro.

O ideal é que a calibragem dos pneus seja feita a cada 15 dias, sempre com eles frios ou rodados por, no máximo, 3 km até o posto. Essa é uma rotina que precisa ser mantida, seguindo a pressão recomendada pelo fabricante — e que se encontra no manual do automóvel e, às vezes, na porta do motorista.

Descubra como fazer a calibragem dos pneus do seu carro corretamente e tenha acesso às principais informações sobre essa rotina. Boa leitura!

Descubra a pressão correta dos pneus do seu carro

Essa é uma informação essencial para que você cumpra com a rotina quinzenal de calibragem dos pneus. Como a pressão correta muda de acordo com o tipo de pneu e modelo de carro, é responsabilidade dos fabricantes informar o valor para os pneus do seu automóvel.

Você pode encontrar essa informação dentro do veículo. Observe se há uma indicação na porta do carro, do lado do motorista. Verifique também se existe algum adesivo com anotação no para-brisa ou no espelho do para-sol. O manual do carro também é uma fonte de consulta segura.

Verifique a pressão dos pneus a cada 15 dias

A pressão dos pneus do seu carro deve ser verificada, no mínimo, a cada 15 dias, ou antes de encarar uma longa viagem pela estrada. Se você usa o carro todos os dias, pode calibrar os pneus semanalmente — pois a má qualidade do asfalto brasileiro e a quantidade de buracos e desníveis diminuem ou aumentam a pressão neles.

E a dica da estrada é importante! É nessa situação que o veículo tende a ficar sobrecarregado, com a lotação máxima de passageiros e bagagens. Some isso à situação das estradas e obtenha, como resultado, mais um fator que colabora com o descalibramento dos pneus. Pode ser necessário que você aumente a pressão neles.

Encontre um posto de combustíveis confiável

Os aparelhos que fazem a calibragem dos pneus estão em postos de combustíveis, oficinas mecânicas e lojas especializadas. O mais comum é parar em um posto e fazer o processo de calibragem, que não custa nada. Se você usa bastante seu automóvel, pode fazer isso sempre que for abastecer.

Esses equipamentos são muito fáceis de usar. Desligue o automóvel, desça dele e vá até a máquina. Ela apresenta um número, que é a da última calibragem solicitada. Coloque o valor da pressão indicada pelo fabricante do seu carro, ajustando o número para mais ou menos nas setas indicativas ao lado da tela.

Desenrole a mangueira da máquina e vá até o automóvel. Retire a tampa de cada pneu, um por vez, e encaixe o bico da mangueira com firmeza. O equipamento de calibragem vai funcionar e, quando alcançar a pressão solicitada, emitir um alarme para que você finalize o procedimento.

Basta repetir esse processo nas demais rodas do carro. Em alguns locais, existem profissionais que auxiliam na calibragem dos pneus — pois a máquina pode estar ao lado das bombas. No fim, é provável que suas mãos estejam sujas. Não se preocupe, pois sempre há uma torneira por perto para que você se limpe.

Escolha entre nitrogênio e ar comprimido

Se você é um bom observador, vai perceber que algumas máquinas de calibragem oferecem ar comprimido e outras, nitrogênio. Essa diferença pode gerar dúvida. Afinal, qual escolher? Caso fique diante desse dilema, saiba que o nitrogênio mantém por mais tempo a pressão solicitada no pneu.

Isso acontece porque o nitrogênio é menos suscetível às mudanças de temperatura. Ele expande e contrai menos do que o ar comprimido. Logo, a calibragem com ele faz com que o pneu seja menos desgastado e a pressão permaneça correta por mais tempo — o que não tira a necessidade de verificação a cada 15 dias.

Calibrar o pneu com nitrogênio é algo muito comum em corridas, pois melhora o desempenho do automóvel nas pistas. Contudo, destacamos que não é indicado misturar os dois tipos de ar. Sendo assim, mantenha-se fiel ao tipo de calibragem adotada e, caso queira trocar, procure uma oficina mecânica para esvaziar o pneu.

Conheça a importância da correta calibragem dos pneus

Um acidente pode ser causado por uma série de fatores. Entre eles, está a calibragem errada dos pneus. Ao fazer uma curva, seu carro fica sujeito à força centrífuga, que o puxa para o centro. Em outras palavras, o veículo permanece na pista por causa da força de atrito causada no contato entre pneus e superfície.

Quando os pneus do carro estão gastos, com sulcos pouco profundos, o automóvel pode ser deslocado para outra direção, saindo da pista. Rodando com uma pressão abaixo da recomendada, os pneus podem perder a resistência mecânica lateral e até sair do encaixe das rodas — o que aumenta o risco de capotar.

Acima da pressão indicada, o pneu pode ficar tão duro que perde a resistência ao enfrentar desníveis e buracos. Isso eleva a quantidade de chances de danificá-lo, pois a pressão faz com que ele seja menos elástico e resistente aos baques ocasionados no dia a dia.

A calibragem dos pneus é uma tarefa tão simples que, muitas vezes, é ignorada pelo motorista. Contudo, agora você sabe que ela garante a segurança do veículo e de seus ocupantes, bem como permite um uso mais inteligente do combustível — algo positivo para o seu bolso e o meio ambiente.

Essa rotina deve ser estabelecida com o mesmo nível de importância que você dá para outras partes do carro, como bateria, suspensão e pastilhas de freio. Faça a calibragem dos pneus, no mínimo, quinzenalmente, evite prejuízos e ganhe uma dirigibilidade ainda melhor no seu automóvel.

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Carro novo ou usado: compare e escolha o melhor para você

Quando chega o momento de escolher seu novo carro, sempre surge aquela dúvida sobre o que mais pode compensar: escolher um carro novo ou usado? É melhor contar com a segurança do carro fabricado recentemente e sem uso, ou economizar boa parte de seu dinheiro e investir em um carro usado, permitindo menos perdas pela desvalorização?

Esse dilema tem seu valor, já que pode haver vantagens nas duas opções, dependendo, obviamente, do que mais agrada ao comprador quando ele pensa no seu próximo veículo. Inclusive, leva-se em consideração a sua possível paixão pelos carros!

Continue acompanhando este post para descobrir algumas vantagens e desvantagens nas oportunidades entre carros usados e novos.

Inovação e tecnologia

Sempre que um fabricante lança um novo carro no mercado, principalmente no caso de uma nova geração de um modelo já existente, certamente novidades e tecnologias mais recentes são adotadas, ainda que, no caso de uma nova geração, note-se poucas alterações estéticas.

Isso ocorre porque os fabricantes das peças e acessórios empregados nos veículos também procuram evoluir seus produtos, tanto por questões de segurança, como por durabilidade e acompanhamento tecnológico.

É fácil notar isso, observando, por exemplo, o sistema de som dos carros atuais. Há cerca de 10 anos era bastante incomum encontrar um veículo com uma central multimídia instalada de fábrica: no máximo, um leitor de DVD e dispositivos de armazenamento (pendrives, cartões de memória etc). Atualmente, se integra ao acessório a tela com smartphones, projeta-se câmeras, utiliza-se até mesmo navegação com internet.

Esse é um ponto que pesa para a escolha de um carro novo: inovação. E não é somente na tecnologia aparente, mas sim em questões como segurança, onde a engenharia da construção do veículo é focada em absorver corretamente impactos, proteções internas eficientes, bons sistemas de freio e de auxílio eletrônico e mais uma infinidade de recursos que, muitas vezes, ficam despercebidos até que entre em ação.

O ar-condicionado inteligente de duas ou mais zonas, os faróis utilizando lâmpadas de LED e as chaves presenciais são alguns dos itens bastante populares hoje, e que são, de certa forma, recentes. Prato cheio para quem gosta de incrementar sua comodidade e segurança, e acaba, por isso, optando sempre por carros novos.

Preço e desvalorização do carro novo ou usado

Optar pelo carro novo é certamente muito bom. Mas e o custo disso? Muitas vezes o preço de uma novidade é um pouco mais alto do que o comprador deseja e, até mesmo, pode pagar. Com isso, acaba escolhendo financiar o veículo, arcando com juros e longo tempo pagando seu parcelamento.

Com o valor do seu carro mais alto, vêm também os tributos obrigatórios anuais. O IPVA, baseado no valor atual do veículo, provavelmente será mais alto do que no caso de um carro usado. O seguro veicular também utiliza como referência o valor de tabela do veículo, sendo que quanto melhor equipado, mais caro deverá ficar, uma vez que o valor das peças empregadas e acessórios de fábrica são considerados.

Um outro ponto importante, falando sobre o valor, é a desvalorização. Conforme a idade do veículo avança, o valor do mesmo é reajustado perante o mercado, normalmente para baixo. Pode-se, por exemplo, perder de 15% a 20% do valor do veículo em um único ano, dependendo da aceitação do carro e seu fabricante pelo público. Dessa forma, no momento da venda do veículo, 2 ou 3 anos após sua compra, haverá uma perda considerável do valor pago.

Obviamente, no carro usado também há desvalorização, porém acaba sendo menor, acentuada, em alguns casos, quando o fabricante lança a nova versão de um carro já em nosso mercado.  

Considerando o fator preço e desvalorização, cabe ao comprador analisar a compensação em comprar um veículo zero, recém-saído da fábrica e com todas as boas vantagens de um carro novo, ou optar por um usado, já desvalorizado e com menor valor para consideração de impostos e o seguro veicular.

Beleza, tendência e visual moderno

A estética é algo muito importante para muitos dos compradores e algo de bastante peso na compra de um novo carro. E esse pode ser, inclusive, o seu caso.

É inegável que existem alguns veículos que, mesmo projetados e construídos há 2 ou 3 gerações, permanecem belos, com linhas agradáveis. O Honda Civic de oitava geração, por exemplo, é um belo exemplo disso, tendo seu visual externo servindo de referência até hoje. Mas são raros esses casos, que não apresentam tão claramente o peso da idade.

Como o mercado de carros nacionais procura acompanhar os mercados europeu, asiático e americano, somos constantemente bombardeados com novas e lindas novidades. A internet ajuda bastante para que isso aconteça, visto que é muito mais fácil hoje em dia saber, mesmo antes de ser lançado, como será um novo modelo no Japão ou na Alemanha. Com isso, temos à disposição importados e nacionais sempre com caras novas, buscando agradar o público brasileiro.

Outro ponto é a mudança que ocorre dentro do mercado, com relação ao tipo de veiculo. Atualmente, o veículo do tipo SUV está bastante valorizado se colocando entre os mais vendidos, e sendo muito desejado mesmo pelo motorista que não depende exatamente de um veículo grande ou que encare mais facilmente trilhas ou estradas não pavimentadas. Optar por um desse tipo acaba sendo uma tendência.

Para quem valoriza o status social e gosta de estar sempre atualizado, adotar um carro que está em alta, que explore bem as linhas de sua carroceria, possua belas rodas, interior bem construído e elegante é sempre muito importante. Ou seja, beleza, tendência e visual moderno são fatores de muito peso na escolha.

Optando pelo melhor carro

Mas e agora, comprar usado ou novo? Bem, a decisão final dependerá, sobretudo, do estilo do comprador. Compradores extremamente racionais, que gostam de um bom carro, mas estudam seu valor e não gostam de comprar algo que não tenha muita necessidade, podem optar por um carro usado, visto que o mesmo possui preço mais estável no mercado, tendo sofrido boa desvalorização.

Porém, deve-se considerar o peso da idade com relação ao desgaste, manutenção normal e redução de peças sobressalentes no mercado. No caso dos usados, procurar por carros bem cuidados, e com bom histórico, pode ajudar bastante para uma boa compra.

Para quem realmente costuma ter sentimentos pelo seu carro, gosta e admira novidades e avanço tecnológico, além de estar ligado em tudo de novo que está sendo lançado mundo afora, é inegável que o carro novo é o mais indicado, já que, mesmo com o valor final mais alto, uma escolha bem-feita será satisfação e prazer garantido por um bom tempo, principalmente considerando que o comprador estará protegido por uma garantia de fábrica.

Gostaria de se aprofundar um pouco mais no assunto sobre a consideração entre carro novo ou usado? Que tal um guia completo para te ajudar a acertar em cheio na escolha do seu próximo carro? Baixe o e-book e confira!

Pensando em comprar um carro branco? Confira os cuidados essenciais

Está pensando em comprar um carro branco? Sem dúvidas, o carro na cor branca caiu no gosto da população e, atualmente, é possível ver diversos modelos pelas ruas nessa tonalidade.

No entanto, a maioria das pessoas não sabe quando essa moda começou. Na realidade, desde 2006, a cor branca vem ganhando força após modelos de luxo brancos serem apresentados nos salões de automóveis da Europa.

Assim, o branco deixou de ter o estigma de táxi para se tornar um verdadeiro símbolo de status. Isso porque a cor valoriza a estética do veículo e o deixa mais moderno. No entanto, essa tonalidade pode precisar de cuidados especiais com a pintura para manter o aspecto sempre novo. Saiba, no post, como cuidar da pintura do seu carro branco!

Use produtos especiais para limpar o carro de cor branca

Manter o carro limpo é uma das principais maneiras de garantir que a pintura se mantenha íntegra e brilhante. Existem produtos especiais para a cor branca que proporcionam uma ótima limpeza e ainda cuidam da tonalidade.

Um deles é o produto feito com cera de carnaúba, uma matéria-prima fina e biodegradável, usada em lavagens a seco. Produtos com esse fim especial para a cor branca ajudam a manter o brilho e a proteção por mais tempo, além de serem muito eficientes na limpeza, visto que não é preciso usar a água.

Isso é muito positivo para o proprietário, que economizará tempo, e também para o meio ambiente, pois uma lavagem tradicional pode gastar até 350 litros de água. Nesse caso, é importante verificar se o produto usado para a lavagem a seco não contém abrasivos, como substâncias à base de petróleo ou que contém querosene, para não riscar a pintura.

Além disso, evite utilizar itens que não são de uso exclusivo automotivo, como detergentes ou sabão em pó. Também não é aconselhável submeter o carro à lavagem automática, visto que as escovas arranham a pintura. Se tiver que optar por uma, escolha a opção que jogue água em alta pressão e shampoo automotivo, sem uso de escovas esfregando o automóvel.

Não use enceramento muito abrasivo

Encerar o carro pode parecer uma prática de quem se preocupa exageradamente com o carro. No entanto, encerá-lo é fundamental, assim como lavá-lo periodicamente. Isso porque a cera tem a função de proteger o verniz, a última camada da pintura, que é responsável por manter a tonalidade brilhante.

Desse modo, um automóvel com o verniz danificado terá uma pintura ressecada, opaca e sem brilho reflexivo. Essa prática também ajuda o proprietário a evitar as lavagens frequentes, visto que a cera atua como uma camada de proteção para o verniz, impedindo que as sujeiras das rodovias penetrem em seu interior.

Para que o efeito da cera seja positivo para o carro, o material precisa ser de boa qualidade e, principalmente, não ser muito abrasivo. Isso é importante para evitar arranhões e riscos na pintura, que ficam muito visíveis em automóveis da cor branca. Apesar de parecer uma tarefa complicada, encerar o carro branco pode ser simples. O primeiro a fazer é lavar o automóvel e, só então, passar a cera, após o modelo estar limpo e seco.

Se optar pela cera líquida, aplique-a em um pano 100% feito de algodão ou microfibra e espalhe. Já a cera em pasta deve ser aplicada com esponja própria para automóveis. A quantidade aplicada deve ser pequena, apenas para formar uma fina película. Espere secar de acordo com as instruções do fabricante e comece a polir a superfície com um pano de microfibra.

Para evitar a abrasão, também é importante ter esse cuidado apenas de 6 em 6 meses.

Tenha cuidado ao expor o carro ao ar livre

Cuidados ao deixar o carro exposto no sol

Exposição a altas temperaturas ou diretamente aos raios de sol desgastam a pintura de qualquer veículo, principalmente os de cor preta, visto que ela absorve os raios ultravioletas.

Antigamente, acreditava-se que essa exposição poderia tornar o carro de cor branca amarelado ou com aspecto encardido ao longo do tempo. No entanto, o verniz aplicado atualmente é muito mais potente e resistente, impedindo que isso aconteça.

A cor branca tende a refletir os raios, mas também não é recomendado deixar um automóvel dessa cor exposto ao sol, pois o brilho da tinta pode sumir e a pintura pode se tornar opaca ou quebradiça, o que não é agradável para a estética do veículo.

Assim, sempre que possível, deixe o carro em ambiente coberto, protegido do calor e dos raios solares. Nesse caso, é importante evitar a sombra das árvores, visto que elas liberam seiva, substância que gruda na pintura e pode estragá-la.

Além disso, é comum que os galhos tenham pássaros que podem defecar no carro. As fezes desses animais têm uma substância muito corrosiva, que danifica o verniz. Caso esse incidente aconteça, retire-as o quanto antes com água abundante.

Cuidados ao deixar o carro exposto na chuva

Também não é recomendado deixar que o carro tome banho de chuva para economizar na lavagem. Afinal, a chuva tem várias partículas em sua composição, incluindo a poluição, que podem manchar o carro após a água secar.

Se houver uma camada de cera protetora, as manchas não passarão dela. No entanto, se o proprietário não encera o carro ou se a exposição à chuva acontece com frequência, as manchas podem acometer a camada de verniz da pintura e causar danos irreparáveis.

Como o carro branco está em alta, o seu valor de revenda costuma ser muito bom. No entanto, é preciso que a pintura esteja bem cuidada, sem riscos ou arranhões. Assim, é importante que o proprietário cuide muito bem da lataria. Além disso, o automóvel precisa passar por outros cuidados e manutenções constantes para que a sua saúde esteja em dia.

Comprar um carro ou trocá-lo não é uma tarefa fácil. Desse modo, além de cuidar da pintura do seu carro branco para vendê-lo ou trocá-lo por outro automóvel, é preciso estar atento a outros detalhes. Para ajudá-lo, disponibilizamos um e-book gratuito: o guia completo para comprar ou trocar de carro. Clique no link e baixe agora mesmo!

Escolha o ideal: 5 tipos de alarme para carro

Segundo uma matéria de 2017, da Folha de São Paulo, o Brasil tem, em média, um roubo ou furto de veículo por minuto. Esse dado assustador faz com que os proprietários tenham uma grande preocupação, uma vez que é preciso investimento para ter o carro próprio e o público para a revenda de automóveis e peças no mercado negro é grande, sendo um dos principais fatores que aumenta a criminalidade.

Por esse motivo, instalar itens de segurança, como o alarme automotivo, se tornou essencial. Basicamente, os alarmes são um conjunto de sensores conectados a uma sirene, com o objetivo de detectar alterações no interior do carro. Assim, se houver movimentação, portas forçadas ou janelas quebradas, por exemplo, o sensor do alarme é sensibilizado, emitindo um aviso sonoro.

Existem alarmes universais, que podem ser instalados em qualquer modelo de automóvel, e aqueles específicos para determinadas marcas e modelos. Os alarmes mais completos ainda permitem funções adicionais, como o corta combustível. Ao parar o carro, o dono pode armar essa função e, caso o veículo seja roubado, após poucos metros é interrompida a transmissão de combustível para o motor.

Como existem vários tipos de alarmes para carro, separamos algumas opções neste post para que você se informe e escolha o melhor modelo para a proteção do seu veículo. Acompanhe!

1. Alarme perimétrico

O alarme do tipo perimétrico é o mais comum nos carros, sendo também um dos modelos mais simples. Isso porque ele emite um aviso sonoro quando há a tentativa ou abertura indevida das portas dianteiras ou traseiras.

No entanto, nem sempre esse tipo de alarme é sensibilizado quando o capô ou o porta-malas é aberto, o que pode significar um grande prejuízo, visto que o estepe do carro pode ser roubado, assim como outros itens de valor e peças do veículo. Além disso, em alguns modelos, é possível adentrar o interior do carro através do porta-malas e ter acesso aos itens do porta-luvas.

Sendo assim, esse tipo de alarme não é indicado para quem estaciona frequentemente o carro rua ou o deixa exposto em outras situações.

2. Alarme volumétrico

Esse tipo de alarme tem seu funcionamento baseado em dois componentes. Um deles, chamado de sensor ultrassônico ou “alto-falante”, é responsável por emitir ondas sonoras que cobrem toda a cabine do carro e monitoram as movimentações que acontecem em seu interior.

Quando o veículo está fechado e sem alterações, o perfil da onda sonora transmitido ao segundo componente (ou “microfone”) é o padrão, sendo reconhecido pelo sistema de alarme como um aviso de que tudo está em ordem. No entanto, se as janelas forem violadas ou as portas forçadas o perfil da onda se altera, transmitindo ao microfone a necessidade de disparar o alarme sonoro.

3. Bloqueador de freios e partes elétricas

Esse modelo de alarme consiste em um sistema que é conectado ao freio do veículo, ficando próximo ao motor. Quando se pisa no pedal o bloqueador é ativado, o que permite a passagem de fluido do freio em apenas um sentido, travando as rodas e impedindo o movimento do carro.

Apenas com um sinal elétrico esse bloqueio é cortado, liberando o fluxo do fluido de freio nos dois sentidos para que haja a possibilidade de movimento. Esse sistema pode ser instalado de diversas formas, como por meio de acionamento manual de um botão pequeno instalado no interior da cabine do veículo, em um local específico escolhido pelo proprietário.

Além disso, é possível acioná-lo também com um contato eletrônico automático na porta do veículo ou pelo afastamento do automóvel de um sistema de alarme de presença. Como última opção, o bloqueador pode ser ativado pelo sistema de telefonia de celulares.

Já o bloqueador de parte elétrica é um dos mais antigos e necessita da utilização de uma espécie de tetra chave para carros que desativa todos os circuitos elétricos. Desse modo, caso ocorra o roubo, o freio trava as rodas e o automóvel não sai do lugar.

4. Rastreador

O rastreador de carros é um aparelho pequeno, instalado dentro do veículo, para determinar com exatidão a posição do carro, independentemente se ele está em movimento ou parado. Isso só é possível porque os sinais são emitidos para uma central devido à comunicação com diversos satélites distribuídos ao redor da Terra.

A maior vantagem desse tipo de alarme é a rápida recuperação do carro após o roubo. Afinal, quando o veículo demora a ser encontrado ele pode ter sérios estragos ou até ser desmontado para a venda de peças. Além disso, o rastreamento tem um valor menor quando comparado ao de uma apólice de seguros, por exemplo.

5. Sensor de movimento adaptado

Atualmente é comum que os automóveis já saiam das fábricas com acelerômetros instalados. A função deles é prestar auxílio aos equipamentos de segurança, como o controle de estabilidade, em que é preciso captar movimentos como inclinação e aceleração do carro.

Assim, o acelerômetro pode ser integrado ao sistema de alarme e provocar o seu acionamento caso o automóvel seja movimentado. Essa função pode ser útil em roubos feitos com guincho ou reboque sem que haja violação das portas, janelas ou porta-malas.

Escolher um bom alarme não é uma tarefa fácil. Sendo assim, primeiramente, observe se o alarme é acionado em todas as situações, optando por aquele que monitore o capô, porta-malas, ignição, interior do veículo e todas as portas e janelas.

Também é importante estar atento a três fatores. O primeiro deles é a ativação do aviso sonoro, muito importante para assustar os ladrões e avisar o dono do carro que algo não está certo. Ele deve funcionar em todas as ocasiões e ter alto volume. Os dois outros aspectos incluem o fechamento automático dos vidros e o sensor de proximidade.

Por fim, considere se a empresa ou marca escolhida pode ser considerada como de total confiança. Para isso, peça indicações para amigos e familiares que estão satisfeitos com os alarmes dos seus veículos.

E então, entendeu quais são os tipos de alarmes para carro e como escolher o ideal para o seu? Apesar de o alarme ser uma ótima opção de segurança, algumas pessoas necessitam de maior proteção. Nesse caso, os carros blindados podem ser uma boa alternativa. Saiba mais sobre essa tecnologia e como escolher o seu neste post!

Confira quais carros Honda foram premiados pela revista Quatro Rodas

Escolher o modelo do seu próximo carro, em um mercado com tantas opções quanto o nosso, pode ser mais complicado do que se imagina. Por mais que se saiba o tipo de carroceria e motorização desejados, ainda sobram outras variáveis, como os opcionais, itens de conforto, de segurança, etc. Para auxiliar na sua escolha, falaremos um pouco sobre quais são os carros Honda premiados pela revista Quatro Rodas.

Desde 1960, a Revista Quatro Rodas realiza avaliações, testes, e se mostra bastante capacitada em submeter os veículos a situações comparadas ao nosso dia a dia. Com isso, você tem mais informações sobre o que pode e quer comprar.

Mostraremos neste post como a Quatro Rodas realiza sua pesquisa, deixando claro o motivo pelo qual essa revista é tão esperada para quem se interessa por carros. Continue a leitura para entender melhor a pesquisa e conhecer boas opções no mercado!

Como a eleição da Quatro Rodas é realizada?

A pesquisa “Os Eleitos da QR”, realizada sempre no final de cada ano, completou 17 anos. Sua receita é bastante simples: permitir que cada leitor do periódico cite vantagens e desvantagens de um modelo escolhido, revelando suas alegrias e tristezas.

Atualmente, 45 veículos — dentre os mais vendidos do país — participam dessa pesquisa. Eles são divididos em categorias que refletem melhor suas características como SUV, hatch, sedã, entre diversas outras.

Um total de 23 itens são apresentados ao leitor, que indicará com uma nota, seu grau de satisfação para cada um deles. As opções figuram dentro das divisões de desempenho, segurança, conforto, confiança na marca, cobertura da rede de concessionárias, design, custos, dirigibilidade e manutenção.

Como não há nenhuma interferência da equipe da QR no resultado final do estudo, por intermédio dos dados coletados, você pode ter a percepção da maioria dos amantes de carro diante dos modelos disponíveis no país, muitas vezes com disputas bastante acirradas pela vitória em cada uma das categorias.

Quais foram os carros Honda premiados pela revista Quatro Rodas?

Selecionamos as 3 premiações mais recentes dos veículos Honda para demonstrar quais foram suas características que permitiram a vitória em suas categorias. Veja abaixo:

1. Civic — categoria Sedãs médios 2017

O Civic, uma referência entre sedãs desde sua versão de chegada no país, foi premiado como o melhor sedã médio, demonstrando porque tem posição consolidada no mercado. Não é à toa que ele acumula 4 títulos no ranking geral da pesquisa “Os Eleitos”, que engloba todas as categorias disponíveis.

Na última pesquisa, detalhes como o novo design, além do inédito motor turbo de 1.5 litros — disponível na versão Touring, com 173cv de potência —, foram os grandes motivos da sua vitória. Outras vantagens como o espaço em porta-malas — que aumentou no Civic atual —, o tamanho interno, a velocidade de arranque e o fácil acesso aos comandos, também foram determinantes.

Mesmo o Civic tendo sido bastante modificado desde sua chegada ao Brasil, com evoluções tecnológicas e acompanhamento do design mais atual, ele sempre é bem cotado nas diversas disputas por prêmios, encarando muito bem todos os concorrentes que já existiram desde sua chegada até hoje. Por isso, é tão bem avaliado no mercado e querido pelos proprietários.

2. Fit — categoria Minivans 2017

O Fit é outro carro que sempre figura entre os melhores da pesquisa. Empatado com o Civic, também faturou por 4 vezes o primeiro lugar no ranking geral.

Para o ano de 2017, os pontos costumeiramente elogiados do Fit novamente o colocaram em vantagem entre as minivans: ótimo espaço interno, bom preço de revenda e grande — no sentido da palavra — espaço no porta-malas.

Considerando estes e outros bons pontos que você já conhece, o Fit apresentou grande vantagem na pontuação sobre o segundo colocado, se consolidando como um carro excelente para você transitar confortavelmente sozinho ou com a sua família, pois sua economia de combustível sempre foi um parâmetro bastante lembrado, tornando-o uma boa opção para quem enfrenta muitos quilômetros diariamente.

3. HR-V — melhor compra de 2016

Indicado e eleito como a melhor compra de 2016 no segmento dos SUVs, o HR-V simplesmente sobrou em vantagens. Considerado nos comparativos com seus concorrentes diretos, o mais econômico, espaçoso e versátil, teve o título mais do que merecido.

Ao compará-lo com concorrentes do seu segmento, fica fácil entender: o HR-V tem excelente retomada e boa aceleração mesmo sem desprezar a economia de combustível, liderando com facilidade o quesito “consumo” no ciclo urbano e no rodoviário.

Outro ponto fortíssimo é o seu câmbio CVT, indicado como um dos melhores do mercado, que possibilita bom rendimento e baixo ruído, aliando rapidez e suavidade. Entretanto, velocidade não é tudo, é preciso parar! E nesse quesito, o HR-V também impressiona, uma vez que seu sistema de freios e disco, presentes nas quatro rodas, permite frenagem com eficiência, parando com segurança o HR-V antes dos concorrentes.

Quando falamos sobre conforto, o Fit apresenta outra grande vantagem em cima dos concorrentes: melhor espaço para as pernas no banco traseiro, além do maior tamanho útil no porta-malas. O bom acabamento interno, sem esquecer dos detalhes, entrega a sensação de estar na direção de um carro sensacional.

Existem outros carros da Honda premiados?

Claro! Além dos modelos destacados, outros carros foram também premiados por revistas, sites e demais veículos de mídia.

O City é um bom exemplo. Foi eleito pela Best Cars — um importante site sobre carros —, como o melhor sedã pequeno de 2017. Para essa escolha, a Best Cars considerou o prazer do uso do City, seus recursos, valor, potencial de revenda, entre outras informações.  

Entretanto, o grande acumulador de prêmios ainda é o Civic. Além das diversas vitórias na Quatro Rodas e Best Cars, ainda faturou diversas disputas realizadas pelo Jornal do Carro, Auto Esporte, entre outras premiações.

Mas não são apenas os carros da Honda que são premiados: a própria marca também é indicada e ganhadora em diversas categorias. Podemos citar, como exemplo, o último prêmio de “Melhor carro para viajar em 2018”, cedido pela revista Viaja SP — parte integrante do jornal Folha de São Paulo.

Com todo o conteúdo apresentado, certamente ficou mais fácil compreender algumas das diversas vantagens de adquirir um carro da Honda. Para a escolha do seu próximo veículo, vale a pena considerar um dos premiados pela revista Quatro Rodas.

Gostou de conhecer alguns dos prêmios recebidos pelos carros da Honda? Assine a nossa newsletter e tenha acesso a conteúdos exclusivos!

Conheça os itens que são obrigatórios no seu carro

O dono de um veículo precisa andar com o seu documento de identificação e os documentos do carro, que devem estar em dia. Além disso, os impostos referentes ao carro devem ser pagos na data correta para evitar multas e suspensões.

Por fim, para estar dentro da lei, o automóvel também precisa ser equipado com alguns itens. Saiba com este post quais são os itens obrigatórios no carro e qual é a sua importância para a segurança do motorista e dos passageiros.

Dispositivos de iluminação

Em um veículo existem diversos dispositivos de iluminação que devem estar ativos, como:

  • lanterna que ilumine a placa traseira na cor branca;
  • faróis principais (dianteiros) de cor branca ou amarela;
  • luzes de posição dianteiras (faroletes) na cor branca ou amarela;
  • lanternas traseiras e de freio de cor vermelha;
  • lanternas que indiquem a direção (setas). Se dianteiras devem ter cor âmbar, já as traseiras podem ser de cor âmbar ou vermelhas;
  • lanterna de marcha à ré de cor branca;
  • lanternas delimitadoras e lanternas laterais;
  • luz diurna de acendimento automático (somente a partir de 2023).

As luzes são essenciais para que o motorista seja visto e veja outros automóveis e suas ações, evitando colisões e acidentes. Porém, além de estar com o sistema de iluminação em dia, é preciso que o motorista saiba usá-lo corretamente.

Cinto de segurança

A função do cinto de segurança é evitar que, durante uma colisão, o passageiro seja ejetado para fora do veículo ou projetado contra as partes fixas do automóvel. Esse item é essencial para manter a integridade física e evitar maiores danos em acidentes. Assim, ele é um item obrigatório dentro do carro e que deve ser usado em todos os momentos.

Estepe

O estepe é um item obrigatório para todos os carros vendidos no Brasil, sejam eles nacionais sejam importados. O pneu sobressalente é importante para imprevistos em que o pneu usado no carro sofre algum dano, como furos, por exemplo.

A exceção são os carros equipados com o modelo run flat, um pneu que tem várias camadas de borracha em densidades diferentes. Além disso, é preciso ter selante suficiente para o reparo de um pneu e também de equipamento próprio para encher o pneu até a pressão recomendada pelo fabricante para uso temporário.

Ferramentas de emergência

O kit de ferramentas de emergência é composto por um macaco hidráulico, chave de rodas e triângulo. A sua falta é considerada infração gravíssima, gerando multa para o infrator e também 7 pontos na carteira.

Isso porque seu uso é imprescindível para trocar um pneu pelo estepe em situações de emergência. A chave de rodas é usada para afrouxar os parafusos das rodas, sendo em formato de “L”. Em alguns veículos essa ferramenta é equipada com um adaptador para parafusos mais resistentes.

O triângulo é essencial para sinalizar na via que um veículo está parado por qualquer tipo de problema. Essa sinalização deve ser feita a 10 metros do local e o triângulo precisa ser feito de material que reflita a luz dos faróis para maior segurança durante a noite.

Já o macaco é o equipamento que retirará o veículo do solo para que o pneu seja retirado e posteriormente trocado. No manual do proprietário do veículo há instruções do local em que se deve posicioná-lo corretamente.

Lembre-se de conferir se esses itens estão presentes quando adquirir um veículo usado e qual é o seu local em um novo carro, visto que eles podem variar conforme o modelo.

Limpador de para-brisa

Sendo obrigatório por lei, o limpador de para-brisa é essencial para manter a segurança, principalmente em dias de chuvas fortes, já que impedem o acúmulo de água e permitem a visibilidade do motorista. Para que ele funcione corretamente é preciso verificar o estado das palhetas.

Complexo de freios

Os freios ABS estão presentes em todos os carros novos no Brasil, visto que a legislação exige que esse item seja incluído, atualmente, em todos os modelos.

O sistema é formado pelos freios de serviço, seja de disco seja de tambor, que estão sob as rodas com acionamento por pedal. Apesar de serem tecnologias diferentes, as duas peças utilizam pressão hidráulica para gerar atrito entre o chão e as rodas.

O freio de estacionamento pode ser ativado por alavanca (freio de mão) ou tecla no console central. Em alguns automóveis, ele também pode ser ativado por pedal.

Buzina

As buzinas devem emitir um som de no mínimo 93 decibéis e no máximo 104. Seu uso é importante para evitar acidentes no trânsito, uma vez que seu som serve para fazer advertências, o que deve ser feito com toques breves.

Se o condutor usar a buzina de forma prolongada, repetitiva e sem justificativa, cometerá infração leve, podendo ser punida com três pontos na carteira e multa.

Airbags frontais

No Brasil os airbags frontais estão presentes em todos os veículos produzidos a partir de 2014. Sendo assim, a legislação exige que a bolsa seja, pelo menos, para o motorista e o passageiro localizado ao seu lado.

Seu sistema é muito sofisticado, visto que a bolsa de ar é acionada em frações de segundos após a colisão do veículo e ele só é acionado em situações graves e de forte impacto. O objetivo é proteger a integridade física dos ocupantes do carro, impedindo que o motorista se choque contra o volante ou seja projetado para fora do veículo.

O airbag do motorista fica no volante, enquanto o da carona é instalado no painel em frente ao banco, onde ficava o porta-luvas antigamente.

Por fim, lembre-se de que realizar a revisão do carro periodicamente é fundamental para rodar tranquilamente e evitar acidentes e imprevistos. Isso porque, mesmo que o veículo tenha todos os itens obrigatórios, é preciso assegurar que seu funcionamento está ocorrendo ou ocorrerá perfeitamente quando for acionado.

Além da revisão, o motorista precisa ter cuidados com o seu carro, como a calibragem dos pneus, a troca de óleo com frequência e o teste do sistema de luz. Se houver algum problema, procure assistência, evitando multas e acidentes.

Anotou quais são os itens obrigatórios no carro? Lembre-se de conferi-los na próxima revisão! Quer ler mais conteúdos sobre automóveis? Siga a gente nas redes sociais! Estamos no FacebookTwitter, Youtube e Flickr.

Entenda o significado das luzes do painel do seu carro

Para que você tenha tranquilidade com o seu carro, a verificação periódica dos itens básicos — que permitem ao seu veículo funcionar corretamente — é algo de grande importância. E as luzes do painel estão aí justamente para nos auxiliar nessa tarefa, nos alertando caso algo esteja errado.

Os carros, que antes eram basicamente compostos de conjuntos mecânicos e hidráulicos, hoje são bastante evoluídos e contam com auxílios eletrônicos, que permitem mais economia, conforto e segurança. Junto a isso, houve a entrada da central, com a função de integrar e coordenar todas as partes funcionais do veículo, fazendo-as trabalhar de maneira contínua e correta, além de alertar o motorista sobre qualquer alteração.

Neste post, entenda melhor como o carro pode interagir com seu motorista por meio das luzes. Acompanhe!

Como funcionam as luzes do painel?

Para que a central possa operar, diversos sensores foram projetados e instalados em várias partes do carro, verificando itens como o estado das pastilhas de freio, a passagem de ar pelo motor, a temperatura da água, do óleo e do ar, a emissão dos gases pelo escapamento, o ciclo de trabalho interno do motor, a posição das portas, entre outros.

Dessa forma, a central rapidamente reúne as informações e promove o melhor funcionamento possível do conjunto — inclusive em situações de colisão e perda de controle, dentre outras emergências, onde o problema poderá ser minimizado.

É nesse ponto que as já comentadas luzes entram em ação. Elas são uma forma de o carro se comunicar com o seu condutor, indicando possíveis alertas pela cor amarela e emergências pela cor vermelha.

Porém, essa “tecnologia” já existe há um bom tempo. Mesmo antes da entrada das centrais nos veículos, as luzes já estavam disponíveis em quantidade reduzida. Hoje, graças aos diversos sensores utilizados, é bem mais fácil ser alertado caso algo esteja fora do funcionamento correto no motor ou no restante do carro.

Ao acionarmos a partida do veículo, todas as luzes de alerta e emergência devem se acender e se apagar após alguns segundos. Caso isso não ocorra, é necessário compreender o significado do que está sendo exibido no painel.

O que indicam as luzes amarelas?

As luzes amarelas indicam ao motorista uma determinada situação que pode não ter gravidade, porém necessita de alguma atenção — uma vez que podem significar o início de algum problema com o seu carro. A seguir, veja alguns exemplos de alertas indicados por essas luzes.

Baixo nível de combustível

Caso o condutor receba esse alerta, deverá considerar a busca por um posto de combustíveis — principalmente se o destino for mais distante —, pois corre o risco de acabar parado por uma pane seca pelo caminho. É interessante lembrar que ficar imobilizado na via por falta de combustível é infração média de trânsito, passível de multa.

Injeção eletrônica

Apesar de a injeção eletrônica ser muitas vezes pensada somente como o elemento que injeta combustível ao motor, o termo é — na verdade — bem mais abrangente, contemplando a central, os sensores e atuadores.

Quando a luz amarela da injeção eletrônica acende no painel, abre-se um imenso leque de possíveis falhas que podem estar ocorrendo, desde entupimento dos bicos injetores, causado por combustível de qualidade ruim, até mesmo problemas com a transmissão ou no comando de válvulas — itens que poderiam levar a problemas mais sérios no futuro.

Pré-aquecimento das velas

Nos carros “flex”, quando abastecidos com etanol, há uma dificuldade de o motor conseguir utilizar o combustível em dias mais frios e durante a partida. Para tal situação, a luz do pré-aquecimento das velas indica que um sistema de aquecimento do etanol entrou em ação, permitindo o melhor aproveitamento do combustível enquanto o motor não alcança a temperatura ideal. Em alguns casos, até mesmo para carros que possuem o “tanquinho” de gasolina, essa luz pode acender para indicar o consumo da mesma.

O que indicam as luzes vermelhas?

Como uma comunicação mais emergencial por parte do carro, as luzes vermelhas merecem muita atenção. Elas podem indicar algo que pode levar o motorista a alguma situação de perigo, uma vez que algo importante para o correto funcionamento do carro está danificado ou apresentando parâmetros incorretos durante sua operação. Veja, a seguir, alguns exemplos de emergências.

Pressão do óleo do motor

Para que as partes mecânicas do motor do carro trabalhem, elas precisam estar totalmente lubrificadas, o que evita o desgaste prematuro dos componentes ou a elevação extrema de temperatura — a qual ocasiona situações de travamento do motor, como o famoso “motor fundido”.

Para acender essa luz, um dos sensores detectou que o fluxo de óleo que passa pelo motor não está com a pressão necessária e correta, possivelmente por falha na bomba de óleo, folga em algumas partes internas do motor, ou até mesmo quando o motor já está superaquecido.

Bateria

Algo fundamental para o correto funcionamento das partes eletrônicas de nosso carro, a bateria tem vida útil e necessita ser substituída com certa periodicidade, variando conforme a utilização e conservação — normalmente, entre dois e três anos de uso.

Essa luz poderá se acender caso exista algum problema nela ou, até mesmo, no alternador. Caso a sua bateria já esteja acima do prazo estipulado, é recomendada sua verificação e possível substituição.

Fluído de freio

Essa luz pode ter dois significados, porém ambos ligados ao sistema de freio. No caso mais comum, significa que o freio de estacionamento está acionado e seu veículo não deve se movimentar.

Porém, caso ele não esteja acionado e a luz de fluído de freio acenda, normalmente é sinal de que existe menor quantidade de fluído de freio do que o necessário para o funcionamento do sistema.

Cabe aqui informar que o sistema de freios trabalha sobre pressão hidráulica e, caso exista algum problema com o fluído, não existirá pressão suficiente para a frenagem das rodas — fazendo com que seu veículo pare muito tempo depois do que o necessário, podendo causar grandes acidentes.

Os símbolos indicados pelas luzes do painel são, em sua maioria, universais. Porém, é recomendado utilizar o manual de instruções do próprio carro para fazer a checagem das mesmas quando acesas no painel.

Caso alguma luz emergencial ou até mesmo de alerta se acenda, é conveniente procurar por auxílio profissional o quanto antes, sendo pertinente até mesmo encostar em local seguro e desligar o veículo nos casos mais graves — como de baixa pressão de óleo ou superaquecimento. Com isso, será mais fácil resolver o problema e evitar que grandes danos aconteçam.

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