Conheça 7 motivos para fazer a revisão na concessionária

Com o passar do tempo e o uso contínuo do carro, nada mais natural que ele comece a sofrer com desgastes. Não importa se é um veículo novo ou usado, a revisão na concessionária torna-se indispensável para garantir o bom funcionamento e a segurança dos motoristas e pedestres.

Por outro lado, sempre vamos encontrar alguém que deixa de lado a revisão na autorizada da marca. A maioria aponta a economia como fator motivador dessa decisão. Porém, trocar a concessionária pela oficina da esquina não é uma boa ideia!

Em um primeiro momento essa economia pode até valer a pena, mas não demora muito para que problemas comecem a surgir decorrentes do uso de peças de origem duvidosa, manutenções necessárias que não foram feitas, profissionais sem qualificação e, claro, serviço sem garantia!

A seguir, selecionamos 7 motivos que comprovam que a revisão na concessionária é sempre a melhor opção. Acompanhe e boa leitura!

1. Serviço de qualidade

Ninguém melhor para fazer a revisão do que quem entende cada detalhe daquele modelo de carro, afinal, os profissionais das concessionárias foram qualificados para se tornarem especialistas nos modelos da fabricante.

Além disso, precisamos lembrar que esses profissionais passam por atualizações e cursos frequentes e, assim, eles conseguem acompanhar cada novidade e oferecer um serviço com mais qualidade.

2. Recursos disponíveis

Ao fazer a revisão na concessionária o proprietário do carro terá a certeza de que tudo será feito usando as tecnologias e equipamentos mais adequados para a manutenção daquele modelo de veículo.

Além disso, caso seja necessária a troca de alguma peça, há a tranquilidade com relação à procedência, evitando complicações futuras devido ao desgaste de peças usadas ou de qualidade duvidosa.

3. Valorização do carro

Mesmo que a pessoa não considere revender o carro no momento, vale a pena ficar atento a esse ponto, pois a valorização do carro na hora de uma possível venda está diretamente relacionada aos cuidados que seu proprietário teve com ele.

O futuro comprador estará mais disposto a fechar o negócio e até a pagar o preço sem reclamar quando tiver a certeza de que o veículo recebeu os cuidados de revisão e manutenção em uma concessionária da marca.

4. Compromisso e eficiência

Optar por fazer a revisão na concessionária oferece a possibilidade de se realizar agendamentos de acordo com a disponibilidade de tempo do dono do carro. Assim, é possível, por exemplo, marcar uma visita em um dia de folga e acompanhar de perto tudo o que está sendo feito.

Além disso, nada mais cômodo e prático do que ter a certeza de que o veículo será entregue de volta no horário combinado, evitando dores de cabeça com atrasos.

5. Cronograma de revisões

Uma das melhores coisas de se fazer a revisão na concessionária é o fato de que ela respeita o cronograma de revisões da fabricante. É importante destacar que cada montadora tem uma série de itens que devem ser revisados com base nas necessidades do carro. Ou seja, não é algo que pode ser feito de forma aleatória.

Lembre-se que cada carro possui especificações próprias e precisa de acompanhamento no decorrer de sua vida útil. Ao procurar uma concessionária, ela poderá programar as visitas de acordo com o aumento da quilometragem.

Aliás, esse ponto é tão importante que até mesmo o manual do proprietário traz um espaço específico para que os profissionais da concessionária possam fazer os registros de quais procedimentos foram realizados, bem como da data em que foram feitos.

6. Garantia

Todos os carros saem de fábrica com garantia para peças e componentes. Fazendo a revisão na concessionária temos a certeza de que as peças usadas nas trocas são originais, mas não apenas isso!

Para manter o compromisso da garantia, a montadora exige que o dono do carro faça as revisões previstas somente na concessionária autorizada da marca. As fabricantes fazem isso como uma maneira de efetuar o controle.

Dessa forma, é possível saber e comprovar que o carro está com as revisões em dia e que o problema não teve origem por falta de manutenção, em peças paralelas ou por má qualidade do serviço.

7. Formas de pagamento

Não é raro encontrarmos proprietários de veículos que gostam de procurar oficinas independentes sob o pretexto de que os preços praticados são mais em conta. Realmente, as concessionárias praticam valores um pouco mais altos, mas há explicações para isso.

Uma delas já citamos: o fato de ser um serviço feito por profissionais capacitados e treinados para lidar com aquele modelo de carro. Outra explicação é que tudo é feito com peças, equipamentos e tecnologias exclusivas. Ou seja, não sobra nenhuma brecha para produtos falsificados e itens paralelos.

E tudo isso nos leva ao seguinte ponto: para lidar com a demanda existente, as concessionárias oferecem diversas formas de pagamentos abrindo espaço até mesmo para uma flexibilidade maior. Dessa forma, a revisão do carro fica garantida e o proprietário não se vê em dificuldades por ter estourado o orçamento do mês.

Vale lembrar que as montadoras divulgam os seus cronogramas com os planos de revisão que preveem os valores para cada item. É interessante ficar de olho neles, pois assim o planejamento financeiro será mais eficiente!

Fazer as revisões na concessionária significa ter acesso a um serviço muito superior aos encontrados na maior parte das oficinas. As autorizadas trazem a chancela das montadoras e trabalham dentro dos mais rigorosos padrões de qualidade. Tudo isso resulta em uma segurança que não tem preço!

No mais, manter as revisões em dia contribui de maneira significativa para minimizar os impactos causados por fatores que levam e até aceleram a depreciação do veículo. Sendo assim, podemos resumir os benefícios da revisão na concessionária nos seguintes pontos:

  • melhorias no desempenho do carro;
  • garantia de segurança;
  • prevenção de problemas mecânicos;
  • cronograma correto de revisões;
  • valorização do carro, entre outros.

Agora que você já sabe sobre a importância e os benefícios de uma revisão na concessionária, aproveite para conhecer todos os serviços e produtos que temos à sua disposição! Entre em contato conosco e descubra!

Banco de couro ou tecido: descubra qual escolher para seu carro

 

Quando pensamos no acabamento interno de um carro, um dos principais itens observados é o tipo de assento do veículo, ou seja, se ele tem banco de couro ou tecido.

Normalmente, costuma-se dividir os veículos conforme o tipo de material usado no banco, por exemplo, os populares usam tecido e os de luxo usam couro. Mas isso não é uma regra: hoje temos carros mais simples com bancos de couro.

Nos próximos parágrafos, vamos mostrar algumas vantagens e desvantagens de cada material. Continue a leitura e saiba como fazer a melhor escolha!

Importância do material do banco

Considerar com cuidado o material que faz parte da composição do banco é extremamente importante para a rotina do motorista. Especialmente nos grandes centros urbanos, onde os condutores passam muito tempo atrás do volante e o tipo de banco pode aumentar ou diminuir o conforto e o bem-estar.

Até mesmo a composição familiar do proprietário do veículo precisa ser levada em conta para analisar os prós e contras dos bancos de couro ou tecido. Vale lembrar que conforto entra na lista de fatores importantes para que haja mais segurança ao dirigir.

O fato é que tanto o banco de couro quanto o de tecido têm seus prós e contras. Para saber quais são eles, continue a leitura.

Bancos de couro

Os bancos de couro dão ao carro um ar de elegância e luxo. Mas é importante refletir sobre o estilo de vida do motorista para saber se é uma boa opção. Confira a seguir as vantagens e desvantagens desse tipo de banco.

Vantagens

Elegância – o principal atrativo do banco de couro é a sua elegância. As pessoas costumam associar esse tipo de material ao padrão de carros superiores.

Aparência – especialmente quando são novos, os bancos de couro agregam mais luxo ao veículo em comparação com os de tecido.

Menos odores – o couro evita que odores ruins apareçam e permaneçam dentro do carro. Isso ajuda a manter o veículo com aquele “perfume de novo”.

Não absorve líquidos – uma das grandes vantagens dos bancos de couro é que eles não absorvem líquidos. Sendo assim, a limpeza fica bem mais fácil. Mas é importante lembrar que essa não é uma regra.

Desvantagens

Desgaste – com o passar do tempo, os bancos de couro começam a desbotar. Se não quiser gastar dinheiro com reformas, essa questão precisa ser considerada antes de optar por esse material.

Desconforto – em determinadas épocas do ano, os bancos de couro podem provocar desconforto. Isso acontece porque eles ficam frios no inverno e muito quentes no verão.

Manchas – apesar de não reter líquidos, os assentos de couro podem ser manchados facilmente e essas manchas podem ficar ainda mais evidentes se o couro tiver uma tonalidade clara.

Manutenção cara – devido às características do material, os cuidados e eventuais trocas são mais caros. O valor da manutenção tende a ser ainda mais alto quando o carro é usado por muitas pessoas ou a família tem filhos pequenos, uma vez que a sujeira e os acidentes com líquidos costumam ser mais recorrentes nesses casos.

Couro sintético

Uma das principais vantagens do couro sintético é que ele é categorizado como material ecológico. Dessa maneira, é possível ter essa opção no carro sem deixar de lado a pegada sustentável.

Além disso, ele é mais barato que o couro original e também é mais fácil de limpar: um pano úmido resolve a maior parte dos problemas.

No que diz respeito às desvantagens, a mais relevante é que ele esquenta mais que o couro animal. Isso ocorre porque o couro sintético não transpira em temperaturas altas. Sendo assim, ele pode se tornar um problema em alguns períodos do ano e em certas regiões do país. No mais, ele rasga com muito mais facilidade.

Bancos de tecido

Entre banco de couro e tecido, o mais popular é o último. E, assim como a primeira opção, ele também tem seus prós e contras. Confira!

Vantagens

Preço mais acessível – por ser mais comum e estar presente na maior parte das versões de carros, eles tendem a ser muito mais baratos que os bancos de couro.

Conforto – ele não esquenta mesmo que o carro passe o dia todo sob o sol. Basta abrir os vidros ou ligar o ar-condicionado por alguns minutos para tornar a temperatura mais confortável dentro do veículo.

Maior durabilidade – se o dono do carro cuidar bem do banco de tecido, é possível retardar o seu envelhecimento.

Desvantagens

Suja fácil – esse tipo de material acumula sujeira, ácaros e bactérias com mais facilidade.

Baixa resistência a líquidos – o dano causado por líquidos derramados no banco de tecido pode ser irreversível dependendo da composição.

Exigem mais cuidados – especialmente na limpeza com aspirador de pó e produtos antibactericidas.

Fragilidade – por ser feito em tecido, é muito provável que ele rasgue com o tempo.

Banco de couro ou tecido

Como mostramos, os dois materiais têm pontos positivos e negativos. Então, o que deve ser avaliado na hora de escolher entre banco de couro ou tecido?

Há vários pontos que devem ser avaliados para fazer a escolha certa. Por exemplo, você pode considerar alguns dos aspectos citados no início deste post, ou seja, quem vai usar o veículo, quantas pessoas, se há crianças na família, o clima da região e, claro, as suas condições financeiras.

Partindo desses aspectos, é possível ter uma ideia de qual material será mais eficiente. Mas também é preciso ter em mente que até mesmo os pontos positivos e negativos, a exemplo dos citados logo acima, podem variar de acordo com o estilo e o gosto pessoal de cada um. Sendo assim, a definição da melhor opção é uma questão particular.

No meio de tudo isso, o que não pode deixar de ser considerado em hipótese alguma é onde a troca do material, limpeza e manutenção serão feitas. Como sabemos, uma concessionária que ofereça serviço supervisionado pela marca e trabalhe com profissionais altamente qualificados faz toda a diferença no resultado final e até mesmo na vida útil do banco de couro ou tecido.

Agora que você conheceu um pouco mais sobre banco de couro ou tecido, aproveite para se aprofundar no assunto conferindo o nosso post especial sobre cuidados essenciais que você deve ter com bancos de couro.

 

Quais são as causas mais comum de pane elétrica no veículo?

A pane elétrica no veículo está entre os problemas mais comuns que podem acontecer com carros de qualquer tipo. Curiosamente, a maior parte dos casos está diretamente ligada ao mau uso do automóvel e à falta de uma revisão adequada.

A seguir, selecionamos as principais causas de uma pane elétrica no veículo. Continue a leitura e saiba como garantir a sua segurança, a de seus passageiros e a de terceiros nas ruas. Acompanhe!

Causas da pane elétrica no veículo

Na maioria das vezes, o surgimento da pane elétrica se deve à falta de manutenção da bateria e do alternador. No entanto, ela também pode acontecer devido à sobrecarga do sistema, provocada por uso de componentes eletrônicos que não estejam de acordo com o projeto da fabricante — travas elétricas, vidros elétricos, alarmes, câmera ré, centrais multimídia etc.

O problema mais recorrente que sugere a possibilidade de uma pane elétrica é a dificuldade em ligar o carro. Além disso, equipamentos relacionados também costumam apresentar mau funcionamento, como é o caso dos alarmes, do rádio e das travas.

Confira, agora, as causas mais comuns de uma pane elétrica!

Fusível

Um fusível queimado ou um cabo solto podem causar mau funcionamento da parte elétrica do carro. Por isso, é uma boa ideia ter uma caixa reserva para eventuais trocas, caso necessário.

Agora, se mesmo depois de trocar o fusível, ele se queimar de novo, é sinal de que há algum problema no sistema. Nesse caso, um eletricista especializado deve fazer uma avaliação para identificar corretamente a falha.

Bateria

O motivo mais comum de pane elétrica no veículo é a bateria descarregada. Esse é um problema muito simples de ser identificado: normalmente, as luzes internas enfraquecem e, às vezes, nem acendem. Além disso, ao dar partida no carro o motor não faz o barulho típico de estar sendo ligado.

Problemas envolvendo a bateria podem acontecer por coisas simples, como o motorista deixar alguma luz ligada durante um longo período ou pelo próprio desgaste natural do componente.

Se for pego de surpresa, o motorista pode lançar mão da popular “chupeta” (quando uma bateria funcionando é conectada à bateria descarregada, de modo que a primeira alimenta a segunda, fazendo com que ela funcione). Assim, ele terá um pouco de carga na bateria até que um mecânico possa fazer a avaliação e, caso necessário, trocar o equipamento.

Injeção eletrônica

As falhas na injeção eletrônica do veículo podem ser identificadas apenas conferindo se o motor continua a funcionar normalmente quando a luz de sinalização estiver acesa. Porém, se a luz indicadora acendeu e o motor apagou, o sistema elétrico do carro está com problemas complicados.

Nesse tipo de pane elétrica no veículo, é recomendado não mexer no carro por conta própria. O ideal é procurar, o quanto antes, uma concessionária autorizada da marca ou um mecânico de confiança para avaliar e resolver o problema.

Correia do alternador

A correia do alternador é responsável por transmitir a força do virabrequim para a polia do alternador. Como esse item é feito de borracha, pode acontecer dele ressecar com o passar do tempo.

Caso isso ocorra, as pequenas fissuras que surgem na borracha podem provocar seu rompimento e, consequentemente, causar uma pane elétrica no veículo.

Bomba de combustível

É pouco comum e, talvez por isso, muitos motoristas não saibam que a bomba de combustível também pode configurar como causa de uma pane elétrica no veículo. Pode acontecer dessa bomba ter algum problema e, com isso, não conseguir levar a gasolina ou o álcool pelo motor, com a pressão necessária.

Se esse for o caso, é preciso fazer a troca da bomba. O processo é relativamente rápido e pode ser feito em qualquer concessionária autorizada.

Bobina

A bobina é o componente responsável por criar as altas tensões que provocam as faíscas nas velas. Eventualmente, ela pode passar por um processo de superaquecimento de uma hora para outra e, assim, não conseguir gerar a energia necessária, atrapalhando o funcionamento do carro.

A dica é aguardar algum tempo para ela esfriar e depois dar a partida — após cerca de 10 ou 15 minutos. Entretanto, isso é apenas uma solução paliativa; o ideal é procurar uma oficina automotiva assim que possível para avaliar a situação e resolver o problema.

Dicas para evitar pane elétrica no veículo

Como apontado no início deste artigo, uma das principais causas de problemas envolvendo a pane elétrica no veículo é a falta de manutenção preventiva do sistema elétrico, do alternador e da bateria.

Fazer revisões frequentes desses e de outros itens relacionados, especialmente antes de uma viagem, é fundamental para garantir a segurança do motorista, dos passageiros e de terceiros nas vias.

Outra dica prática é evitar a instalação de equipamentos. Mas caso tenha que fazer, sempre busque pelo serviço em uma concessionária autorizada ou em uma oficina mecânica de sua confiança.

Cuidados em caso de pane elétrica no veículo

Se o motorista estiver na estrada e passar por uma pane, a primeira coisa a ser feita é ligar o pisca alerta para sinalizar aos outros condutores que seu veículo está com problemas. Em seguida, deve levá-lo para o acostamento.

É muito comum que, em situações desse tipo, as pessoas esperem o socorro chegar dentro do carro. No entanto, sempre que o carro estiver no acostamento, o motorista e os passageiros devem se afastar do automóvel. Fazer isso evita acidentes devido aos problemas elétricos e mecânicos do próprio carro, bem como de uma colisão provocada por outro veículo.

Por fim, nunca é uma boa ideia tentar consertar algo sozinho, especialmente se a pessoa não souber muito bem o que está fazendo. Talvez, em um primeiro momento, tudo funcione bem, mas pode ser que a pane volte quando ela mais precisar. Mais uma vez, é sempre melhor optar pela prevenção e esperar pela assistência especializada.

Ficando de olho nos pontos abordados até aqui, você conseguirá identificar e minimizar as possibilidades de que alguma pane elétrica no veículo possa pegá-lo de surpresa, atrapalhando sua rotina ou sua viagem.

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Qualidade do combustível: o que você precisa saber

Não adianta fugir, se o dono do carro quiser garantir uma vida longa ao seu veículo, ele terá que prestar muita atenção na qualidade do combustível que usa. Contudo, fazer isso nem sempre é uma tarefa fácil, afinal, todos os dias vemos práticas fraudulentas aparecendo nos noticiários e nem sempre temos o tempo necessário para uma verificação.

Ao usar combustível adulterado, os riscos envolvidos vão além da parte técnica do carro. A própria segurança do motorista e de terceiros é afetada, aumentando as chances de acidentes. Até mesmo o bolso sofre, pois os gastos tendem a aumentar.

Nos próximos parágrafos, selecionamos os pontos mais importantes sobre a qualidade do combustível. Você vai conferir os principais problemas que podem surgir se isso não for observado, assim como algumas dicas para se prevenir. Acompanhe e fique por dentro!

Danos provocados pela má qualidade do combustível

Combustíveis adulterados são muito mais comuns no mercado do que boa parte dos motoristas imagina. Às vezes, os problemas surgem, até mesmo, em postos que sempre foram tidos como de confiança.

Veja, com mais detalhes, os principais problemas que podem surgir quando não são tomados cuidados com a qualidade do combustível.

Aumento no consumo

O primeiro sintoma a ser percebido, quando o carro é abastecido com combustível de má qualidade, é um relativo aumento no consumo. Geralmente, esse problema surge atrelado à dificuldade de conseguir dar partida no veículo e uma sensação de que o motor está queimando de forma instável, o que não é incorreto.

Além disso, a má qualidade do combustível pode prejudicar as velas e o catalisador, com isso, esses equipamentos terão que ser trocados antes do período previsto, fator que acarreta mais gastos financeiros para o dono do carro.

Bomba de combustível

A bomba de combustível pode terminar se entupindo quando produto de má qualidade é usado. Vale lembrar de que esse componente é responsável por levar a alimentação até o motor. Caso ocorram problemas nesse item, o carro pode começar a falhar com mais frequência e “morrer”. O resultado são as intermináveis tentativas de partida até que ele “pegue”.

Injeção eletrônica

O combustível é injetado no motor do carro graças à bomba de injeção eletrônica. Como ela permanece em contato contínuo o combustível, se ele for de má qualidade, poderá haver um alto índice de desgaste e corrosão nesse componente.

Quando o sistema de injeção eletrônica deixa de funcionar, o carro também não funciona.

Partidas a frio

Os problemas envolvendo partidas a frio acometem muito os carros movidos apenas a gasolina. Esse tipo de veículo não lida muito bem com combustível adulterado. Seja qual for a situação, o fato é que, quando existe uma maior concentração de álcool, a dificuldade de realizar esse tipo de partida aumenta.

Isso acontece porque o etanol tem um nível de calor inferior ao apresentado pela gasolina. Sendo assim, o motor do carro precisará de uma quantidade maior de combustível para, enfim, funcionar, uma vez que o sistema de injeção é calibrado para a gasolina e não consegue suprir essa necessidade.

Lubrificação

O óleo de lubrificação é escolhido conforme o tipo de combustível, da mesma forma que todos os outros componentes do motor.

Sendo assim, quando há um aumento de álcool na gasolina, por exemplo, poderá haver problemas de lubrificação nos propulsores que trabalham apenas com o combustível derivado do petróleo.

Vale lembrar de que o etanol perde suas capacidades de lubrificação, quando é exposto a algum outro tipo de combustível.

Agora, se você avaliou os pontos citados acima e outros relacionados, e percebeu que seu carro está mesmo usando combustível adulterado, a melhor coisa a ser feita é procurar uma oficina especializada. Com isso, é possível fazer toda uma avaliação com equipamentos específicos e tomar as medidas necessárias.

Dicas para garantir a qualidade de combustível do carro

Com um pouco de cuidado, é possível diminuir significativamente os problemas e riscos que podem surgir envolvendo combustível adulterado. Veja algumas orientações práticas para se prevenir.

Cuidado com os postos

Não existe uma regra, entretanto, é interessante deixar de lado os postos de combustível que não sejam respaldados por uma marca conhecida. A credibilidade dela está em jogo, logo, a segurança para o consumidor é maior.

Preços baixos

As fraudes mais comuns relacionadas com combustíveis ocorrem quando os preços são muito mais baixos que o padrão. Propagandas demais também podem ser indícios de que há algo errado.

As melhores bandeiras tendem a criar uma mesma linha de atuação para seus serviços, em todo o território nacional.

Procedência do combustível

Todo estabelecimento deve informar ao consumidor a origem do produto de forma transparente. No caso dos postos de bandeira branca, cada uma das bombas deve ter uma indicação da distribuidora.

Uma dica muito boa nesse sentido, é conferir se há o selo do INMETRO nas bombas, com relação aos testes de proveta e de vazão. Aliás, o teste de proveta, que visa medir o percentual de álcool e gasolina na bomba, pode ser feito em casa com uma amostra retirada do tanque do carro.

Comportamento do carro

Nem todos os motoristas costumam anotar os quilômetros rodados com determinada quantidade de combustível a cada abastecimento feito. Contudo, criar o hábito de fazer isso torna possível medir como está o consumo do carro.

Se o indicador de consumo estiver aumentando, pode ser um sinal de que o combustível usado não tem procedência confiável.

Referências

Assim como em qualquer outra coisa que não conhecemos muito bem, pedir referências de postos de combustível é uma excelente maneira de evitar problemas nesse sentido. Até mesmo o próprio condutor, ao abastecer seu carro em postos diferentes, poderá analisar seu consumo e compartilhar com outros motoristas essas informações.

Então é isso, ficando atento às dicas acima é possível evitar correr riscos de desnecessários. Afinal, não é só combustível, há muitas outras coisas envolvidas, como segurança e gastos financeiros.

Bom, agora que você conferiu nosso post sobre qualidade do combustível e os cuidados que devemos ter, aproveite para se manter por dentro de outras dicas, siga nossas redes sociais, estamos no Facebook, Twitter, YoutubeFlickr!

Será que vale a pena optar pelo câmbio CVT? Descubra aqui!

Nas grandes metrópoles, o trânsito é cada vez mais pesado e, para lidar com essa realidade de milhões de pessoas, novas tecnologias surgem todos os dias. O sistema de transmissão dos carros está entre os pontos mais complexos e importantes. Nesse cenário, entre os automáticos e automatizados, também temos o câmbio CVT: uma opção intermediária que, até bem pouco tempo, era encontrada apenas em carros mais caros e, hoje, ganhou o gosto do consumidor, estando presente em veículos mais simples.

Para os adeptos do câmbio CVT, ele apresenta uma série de benefícios, mas essa não é uma invenção recente, como algumas pessoas imaginam. Na realidade, ele surgiu lá nos anos 50 e vem sendo aprimorado ano a ano. Hoje, o câmbio CVT é tido por muitos condutores como o melhor tipo de transmissão para automóveis, especialmente os de passeio.

O que é o câmbio CVT?

A sigla CVT é uma referência ao termo, em inglês, Continuously Variable Transmission. Em uma tradução literal, o significado seria “transmissão continuamente variável”. Basicamente, trata-se de um câmbio que opera em todas as rotações do motor, sem sequer apresentar os famosos engasgos na hora de trocar a marcha, sendo dispensável o conjunto de engrenagens permanentes — tanto as de encaixe manual quanto automático.

Como funciona o câmbio CVT?

Como vimos, o câmbio CVT dispensa a utilização de engrenagens fixas e limitadas. Com isso, as trocas de marcha são virtuais, conforme a velocidade no qual o veículo se encontra, e não há a limitação causada por uma restrição de giros no motor — as chamadas RPMs.

Apesar de parecer um pouco complicado, o câmbio CVT tem um desenho bem simples. Na realidade, ele conta apenas com duas polias de diâmetros diferentes. Uma correia metálica — de alta resistência — faz a ligação entre elas e é responsável por transmitir a força entre os componentes.

Isso permite que esse tipo de transmissão possa oferecer uma aceleração gradual, ininterrupta e previsível, fatores esses que contribuem positivamente para uma melhor condução.

Quais são as diferenças entre câmbio CVT, automático ou automatizado?

Vimos que o câmbio CVT é um tipo de transmissão que não tem marchas, mas sim, polias com tamanhos distintos. Com isso, ele permite ao condutor acelerar o veículo como se estivesse fazendo uso de apenas uma marcha.

É claro que há diferenças significativas entre os três modelos disponíveis no mercado. Confira algumas das principais características deles, para entender melhor em quais aspectos se diferenciam.

Câmbio automático

Esse é o modelo mais popular, até porque é usado há décadas. O funcionamento ocorre na pressão do óleo para que haja a troca de marchas, sendo que, ainda, no conjunto funcional há o conversor de torque e alguns pequenos componentes de embreagem responsáveis pelas mudanças de velocidade.

Câmbio automatizado

O nome já é muito sugestivo. Trata-se de uma transmissão que originalmente não tinha nada de automático, mas passou por uma adaptação para ser. O câmbio automatizado surgiu como uma alternativa mais barata para a opção automática.

O que temos é um tipo de câmbio manual com uma peça integrada, o atuador hidráulico. É essa a peça responsável pela troca das marchas. Basicamente, ela substitui a função exercida pela perna do condutor no pedal de embreagem e de sua mão na alavanca.

Quais são as vantagens do câmbio CVT?

Quando comparamos o tipo de câmbio CVT com as demais opções, a primeira vantagem observada é a economia de combustível. Isso é possível porque quase que toda a força do motor gira em torno das correntes e polias. Enquanto no sistema automático, temos a utilização do óleo, para trabalhar de forma indireta a potência do motor em relação às rodas.

Outra vantagem, é o tempo de desgaste que no câmbio CVT é muito mais lento quando comparado com os manuais. Além disso, a precisão desse sistema é melhor e não depende da condição do condutor para que tenha um bom desempenho.

No mais, há outras vantagens que já até apontamos anteriormente, como maior conforto ao dirigir, mais silêncio e menos trancos, tudo possível graças à própria composição desse tipo de transmissão.

Quais os modelos de veículos com sistema CVT?

Agora, que conhecemos os principais aspectos envolvendo o câmbio CVT, separamos opções em modelos de carros com esse sistema. Confira!

Honda HR-V

Um dos modelos mais populares da companhia japonesa traz um câmbio CVT com um diferencial: ele conta com uma simulação de sete marchas. O HR-V consegue entregar 139 cavalos de potência. Além disso, o carro traz tecnologia de ponta e um excelente sistema de segurança.

Nissan Kicks

O Kicks é um dos carros mais icônicos da Nissan. Ele também conta com um câmbio CVT e uma motorização com 114 cavalos.

Fluence

Esse sedã da Renault oferece motorização com 143 cavalos. O câmbio CVT traz um modo que incluí uma simulação de troca manual.

Vale a pena ter um câmbio CVT?

Sabemos que muito sobre os carros depende de uma questão de gosto, mas alguns aspectos devem ser analisados logicamente. O câmbio CVT é um deles. As montadoras já têm uma gama de consumidores fiéis desse sistema e ela cresce a cada ano. Isso faz com que esse sistema seja, cada vez mais, visado e se torne foco de investimentos.

Além das vantagens destacadas anteriormente, o câmbio CVT é uma ótima opção para quem quer carros familiares, pois oferece velocidade estável, menos gastos, mais conforto e uma maior calma dentro da cabine. Então, se esse é o seu caso, esse sistema pode sim valer a pena!

Contudo, vale lembrar de que, antes de escolher um carro novo, a dica é sempre pesquisar muito. Afinal, cada motorista tem um estilo de condução, um perfil, uma necessidade e quer o veículo para uma ou mais finalidades. Tudo deve ser considerado, até porque estamos falando sobre um bem de investimento alto!

Então, gostou de conhecer um pouco mais sobre o câmbio CVT, suas vantagens e funcionamento? Que tal compartilhar suas experiências com esse tipo de transmissão conosco e nossos leitores? Deixe sua opinião em nossos comentários!

Acessórios para carro de mulher: 9 itens para arrasar

É inegável que as mulheres estão cada vez mais presentes no trânsito. Se há alguns anos poucas se aventuravam atrás do volante, hoje em dia elas estão praticamente lado a lado com os homens nas ruas e estradas. Existem até mesmo dados que apontam que elas dirigem melhor do que eles.

Polêmicas à parte, o fato é que isso faz com que as mulheres passem cada vez mais tempo dentro dos carros e se apaixonem por eles. Por isso, é comum que procurem maneiras de personalizar seus veículos para, além de deixá-los com a sua cara, aumentar a praticidade em diversas situações.

Pensando nisso, decidimos mostrar, neste post, quais são os acessórios para carro de mulher que fazem toda a diferença para elas. Confira!

1. Capa para bancos

Os bancos de um veículo são grandes responsáveis pelo aspecto geral de seu interior. Portanto, escolher um conjunto de capas para dar uma repaginada no visual é uma ótima dica para as mulheres que querem se sentir mais à vontade dentro de seus carros.

É possível encontrar opções com variados tipos de estampas, assim como modelos mais esportivos e até feitos de materiais que lembram couro natural.

Além disso, as capas são grandes aliadas na conservação e na limpeza das peças originais. Isso ajuda a manter o veículo valorizado, já que o estado dos bancos é sempre levado em conta na hora de uma negociação.

2. Jogo de tapetes

Para garantir que tudo esteja combinando, vale a pena apostar também em um novo jogo de tapetes. As mulheres podem escolher entre várias cores e modelos, o importante é se assegurar de que os itens escolhidos são compatíveis com o modelo do carro, garantindo que eles se encaixam perfeitamente.

Lembre-se de que esses acessórios são importantes para proteger o carpete do veículo, bem como isolar parte dos ruídos gerados pelo motor. O ideal é que sejam feitos de material aderente, a fim de evitar que os pés escorreguem e atrapalhem a direção.

3. Suporte para bolsas

As bolsas são grandes companheiras de qualquer mulher, não é verdade? Então, nada mais justo do que ter um lugar especial para elas também dentro do carro.

Em vez de deixá-las apenas em cima de um banco, onde podem cair e causar uma verdadeira confusão, o melhor é utilizar um suporte para bolsas. Esses acessórios podem ser posicionados na parte traseira do banco do passageiro, que é o local ideal para evitar qualquer tipo de incidente — seja com bolsas, sacolas ou qualquer outro tipo de volume.

4. Protetor para cinto de segurança

Utilizar o cinto de segurança, apesar de ser um cuidado obrigatório e indispensável, pode ser algo incômodo para algumas mulheres. A solução para esses casos é o uso de um protetor para cinto de segurança.

Eles são feitos de material almofadado e envolvem o cinto na região em que ele mais entra em contato com o corpo, reduzindo consideravelmente o atrito. Disponíveis em vários modelos e estampas, os protetores oferecem mais conforto e estilo durante a direção.

5. Lixinhos para carro

Quem passa bastante tempo dentro do carro sabe bem que é praticamente inevitável que aqueles pequenos lixos surjam no dia a dia, como notas fiscais, embalagens etc. E de nada adianta personalizar todo o interior do carro e deixar esses resíduos espalhados por toda parte.

Geralmente, eles são colocados próximo ao câmbio, ficando sempre ao alcance quando algo precisar ser descartado. Para as mulheres, existem modelos coloridos, estampados e inspirados em personagens famosos, que vão ajudar a dar um toque mais feminino para o interior do veículo

Lembre-se de que não vale jogar o lixo pela janela do carro. Essa prática é considerada uma infração média de trânsito, sujeita a multa de R$130,16, além de 4 pontos na carteira de habilitação.

6. Capa de volante

A capa para volante é mais um acessório que ajuda a personalizar o interior do veículo. Além do fator estético, algumas capas são confeccionadas em materiais mais ergonômicos, proporcionando uma direção mais confortável e segura.

Assim como no caso dos bancos, as capas ajudam a conservar o volante original, já que o contato constante pode provocar o seu desgaste. Esse é mais um item que mantém o veículo sempre bem cuidado e com o estilo que as mulheres gostam.

7. Espelhos adicionais

A maioria das mulheres não resiste a uma olhadinha no espelho quando o trânsito para. Mesmo antes de ligar o motor, muitas aproveitam para dar os retoques finais na maquiagem ou arrumar o cabelo.

Por isso, equipar o interior do veículo com alguns espelhos adicionais é uma excelente ideia para as motoristas. Utilizar os retrovisores para essa tarefa não é nada prático e pode colocar em jogo até mesmo a segurança no trânsito.

Posicionando-os de maneira estratégica, como no para-sol ou no para-brisa, as mulheres terão muito mais praticidade na hora de se maquiar e de dirigir, já que, em alguns pontos, eles ajudam a aumentar o campo de visão.

8. Maçaneta côncava

O formato de algumas maçanetas definitivamente parece que não foi pensado para as mulheres — principalmente após fazerem as unhas. Quando o espaço entre elas e a lataria da porta é muito estreito, dificilmente as motoristas conseguirão abrir a porta de seus carros sem danificar o trabalho da manicure.

A melhor maneira de evitar essa situação é com uma maçaneta côncava, que proporciona mais espaço para o encaixe das mãos. Também é possível colocar adesivos nessa região, impedindo que um pequeno descuido resulte em algum dano à porta.

9. Acessórios externos

O lado de fora de um carro é o seu cartão de visitas. É por isso que existe uma infinidade de acessórios que podem ser colocados na parte externa, ajudando a transmitir o estilo da motorista logo à primeira vista.

Elas podem apostar em adesivos de seus temas favoritos, friso para rodas, válvulas de bico de roda personalizadas, enfeites para antena e cílios para farol, que são ótimos para deixar o visual mais delicado.

Todos esses acessórios para carro de mulher são excelentes opções para as motoristas que gostam de demonstrar a sua presença no trânsito. Mais do que isso, eles ajudam a estreitar a relação delas com os seus veículos, mostrando que os carros são uma paixão para todos, sejam homens ou mulheres.

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Honda Civic ou Corolla: como escolher o melhor para seu perfil

O Brasil tem uma população absolutamente apaixonada por carros. A pesquisa divulgada pela Anfavea, no final de 2018, confirma que os automóveis ainda são o sonho de consumo de muitas pessoas. Afinal, adquirir o veículo próprio é sinônimo de liberdade, conforto e de um verdadeiro salto no padrão de vida.

No entanto, saber qual carro escolher é uma tarefa difícil. Existem diversas variáveis que devem ser levadas em conta, como o orçamento, as características do automóvel e as necessidades do comprador. Este post foi preparado para pessoas que, ao final de suas pesquisas, estão em dúvida entre Honda Civic ou Corolla, da Toyota.

Confira um comparativo entre os dois modelos e faça a melhor escolha!

Preço

No quesito preço, o Corolla leva a melhor em comparação com o Honda Civic. Isso porque é preciso desembolsar cerca de R$ 8 mil a mais para adquirir o modelo da Honda. O Civic Touring custa R$ 124.900, enquanto o Corolla Altis, da Toyota, sai por R$ 116.990. Em outro cenário, o preço sugerido para o Honda Civic EXL é R$ 105.900. Já o Corolla Xei tem um valor sugerido de R$ 99.990.

O Corolla também leva vantagem no preço das revisões, visto que a diferença para o Civic é de cerca de R$ 600 a R$ 800. Além disso, segundo a tabela FIPE, o modelo da Toyota desvaloriza menos que o Honda. Por fim, é importante destacar que o seguro para o Corolla também é tido como mais barato, apesar da pouca diferença.

Combustível

O Corolla é, sem dúvidas, um automóvel que tem boa autonomia. Segundo o INMETRO, a média na cidade é de 10,6km/litro, enquanto, em rodovias, é de 12,6km/litro. Esses dados são para o motor 2.0 de 154 cv e câmbio automático CVT (simula 6 marchas).

No entanto, os resultados para o Honda Civic são ainda mais surpreendentes. Na cidade, as médias foram de 12km/litro e, nas estradas, de 14,6km/litro, também segundo o INMETRO. O motor desse modelo é 1.5 turbo e tem 173 cavalos de potência.

Visual

Muitos acreditam que é impossível defender o modelo da Toyota no tópico estilo. Afinal, apesar da atualização em algumas características, não houve grandes mudanças em seu visual em 11 gerações, que é considerado conservador (ou clássico) e apenas de linhas harmônicas. O modelo atual é tido como uma reestilização do modelo lançado em 2013.

Já a Honda inovou no estilo de seu novo sedã, em semelhança com o que havia sido feito em 2006, com a oitava geração do Civic. A nova geração é mais ousada e jovial, com uma frente agressiva, queda do teto em estilo fastback, traseira de padrão cupê e lanternas em formato de bumerangue.

Dessa forma, o Corolla tem uma imagem nitidamente conservadora, enquanto o Honda Civic tem um visual mais moderno e esportivo.

Porta-malas

O espaço do porta-malas pode ser decisivo para algumas pessoas, principalmente para aquelas que viajam com frequência e querem conforto. Nesse quesito, há vitória do Honda Civic, visto que seu porta-malas tem capacidade para 519 litros, enquanto o modelo da Toyota suporta 470 litros.

No geral, Honda Civic ou Corolla são modelos que suportam uma boa quantidade de bagagem.

Aceleração

Pessoas apaixonadas por velocidade querem, sem dúvidas, um motor potente em seus veículos. Nesse quesito, o Honda Civic é a melhor opção, visto que, além do visual esportista, o sedã da Honda acelera de 0 a 100km/hora em apenas 8,6 segundos, atingindo a velocidade máxima de 221km/hora logo depois.

Embora o Civic ganhe a melhor na aceleração, o Corolla não fica muito atrás. A mesma variação de velocidade é obtida com 1 segundo a mais de diferença. No entanto, a velocidade máxima é de 200km/hora.

Na realidade, o sedã da Honda se mostra uma melhor opção porque transmite mais estabilidade nas curvas e melhor precisão de comandos importantes na estrada, como os freios e a direção, além de ter uma suspensão mais bem ajustada. Ambos os modelos têm direção elétrica.

Parte interna

O sedã da Toyota pode ser classificado como conservador não só na parte externa, mas também na interna. Isso porque o seu interior tem um design mais sóbrio, assim como materiais de boa qualidade e detalhes nas costuras.

O Honda Civic apresenta um visual interno mais interessante e moderno, destacado por alguns como “futurista”. A experiência no volante também é melhor devido ao seu painel moderno, que contém quadro de instrumentos virtual, console elevado e uma alavanca de câmbio mais curta.

O sistema multimídia, item indispensável em um automóvel, deixa a desejar no Corolla. Isso porque sua manipulação é pouco intuitiva e complicada, tornando ações simples, como mudar a estação de rádio, um desafio. Para completar o visual “antigo”, a Toyota optou por um relógio digital antiquado na central multimídia.

Em ambos, a tela é de sete polegadas, mas o kit multimídia da Honda agrada mais. Afinal, o manuseio é semelhante ao de um tablet e o serviço se conecta facilmente a smartphones da Apple ou àqueles que têm o sistema Android. Assim, a utilização de mapas, a reprodução de músicas via bluetooth e a visualização de câmera de ré são funções ótimas.

Itens de fábrica

Os sedãs da Honda e da Toyota saem de fábrica com partida — sem a necessidade de chave nas mãos , câmera de ré, ar-condicionado de comando digital (duas zonas), faróis de LED, bancos de couro de ajustes elétricos (para o motorista), sensores de chuva e luz e central multimídia de 7 polegadas.

No entanto, somente o Corolla tem airbag de joelho para o motorista, o que pode ser um grande diferencial em um acidente. Outra diferença é a TV digital.

O Honda Civic tem lanternas de LED, quadro de instrumentos digital, câmera no retrovisor direito para aperfeiçoar manobras, teto solar (melhora o visual moderno esportivo) e espelhamento de smartphone via Android Auto e Apple CarPlay.

Como visto, Honda Civic ou Corolla são boas opções de sedãs em sua faixa de preço. Embora sejam semelhantes em alguns aspectos, o Honda Civic vence o comparativo, mesmo que o seu preço seja um pouco superior. Afinal, vale a pena pagar cerca de R$ 6 mil a mais por um carro mais divertido de dirigir, moderno, espaçoso e econômico, não é mesmo?

E então, conseguiu se decidir entre Honda Civic ou Corolla após ler nosso artigo? Se você gostou, não deixe de assinar a nossa newsletter para receber conteúdos exclusivos sobre o mundo automotivo em seu e-mail!

Confira o comparativo Honda HR-V X Nissan Kicks

O Brasil é um dos países que mais produzem e vendem carros. O setor automotivo é um dos maiores comércios do país, representando 22% do PIB industrial. Em meio a esse cenário, é inegável o sucesso dos famosos SUVs. Nesse segmento, há uma disputa acirrada entre dois modelos que têm se destacado devido às suas características: Honda HR-V x Nissan Kicks.

Fizemos este post a fim de explicar o que é um SUV, bem como comparar os dois modelos a partir de alguns parâmetros básicos, como design, itens de segurança, preço, consumo etc. Continue a leitura e saiba qual deles levar para casa.

Entenda o que é um SUV

SUV é a sigla para o termo em inglês de Sport Utility Vehicle — veículo utilitário esportivo, em tradução direta. Eles agregam características específicas que os distinguem de outras linhas, como ter um grande espaço interior, porte avantajado e a capacidade de lidar bem tanto dentro da cidade quanto nas estradas.

Por outro lado, mesmo que o segmento seja muito popular há controvérsias sobre quais os modelos que de fato podem usar esse termo. Alguns nomes ligados à indústria de carros defendem que SUV seja aplicado somente aos utilitários esportivos que tenham tração nas quatro rodas e um porte robusto, por exemplo.

Saiba quais são as diferenças entre Honda HR-V x Nissan Kicks

Design e acabamento

Ambos os carros trazem acabamentos condizentes com a categoria SUV e com a linha que integram. A montagem não deixa a desejar e fica claro que esse foi um ponto que recebeu muito cuidado nos dois casos, não sendo possível observar desalinhos e peças com encaixes inadequados.

O Nissan Kicks se concentra na modernidade e no conceito clean para atrair a atenção dos consumidores. Um aspecto que chama bastante atenção é que o revestimento dos bancos, uma área do painel e o encosto de braço das portas são em couro bege.

Já o modelo da Honda se destaca com linhas marcantes, sofisticação e robustez, além de um certo grau de sobriedade, havendo a predominância da cor preta. Há muito material do tipo soft-touch no interior, o emborrachado é agradável e foi aplicado em locais estratégicos. No console central, um tanto elevado, ainda vamos encontrar detalhes em couro. Por outro lado, o painel não conta com acolchoamento. Dificilmente o ar imponente desse carro não vai ser percebido.

Itens de segurança

O controle de estabilidade está disponível para as duas versões, assim como os seis airbags — frontais, de cortina e laterais. Para os dois casos, temos faróis de neblina, cinto de três pontos para todos os passageiros, sistema Isofix e assistente de partida em rampa.

O Honda HR-V não peca nesse sentido e é agradável do jeito que é oferecido de fábrica. Entretanto, quem quiser melhorar o Nissan Kicks vai precisar gastar mais com pacotes que custam em torno dos R$2.400 com alguns itens opcionais, como um pacote eletrônico interessante que conta até mesmo com controle dinâmico em curvas e estabilizador ativo de carroceria.

Espaço interno

Na avaliação comparativa entre Honda HR-V x Nissan Kicks, ambos os modelos contam com um ótimo espaço interno. Quatro adultos podem encarar uma viagem longa com muito conforto, não faltando espaço para a cabeça e as pernas mesmo para quem é um pouco mais alto.

O que vale ressaltar nesse sentido é o fato de que o Honda HR-V é ligeiramente mais amplo e isso faz toda a diferença para quem vai no banco traseiro. Além disso, o assoalho traseiro desse modelo é muito plano, o que contribui positivamente para o aproveitamento do espaço.

Desempenho

Quando se trata do desempenho dos veículos, é preciso ressaltar a potência e o torque do Honda HR-V. O ponto-chave aqui é o fato de o motor do modelo ter maior capacidade cúbica: são 1.799 cm³. São 140 cavalos de potência com etanol (6.500 rpm) e 139 cavalos com gasolina (6.300 rpm). Isso sem falar dos 17,3 kgfm com 4.800 rpm e 17,4 kgfm com 5.000 rpm na mesma ordem citada. E não é erro: o valor obtido com a gasolina é maior do que com o etanol.

Por outro lado, o Kicks tem uma capacidade cúbica de 1.598cm³ e isso já deixa claro que os números serão menores do que os do Honda: temos 114 cavalos de potência com 5.600 rpm e com torque de 15,5 kgfm a 4.000 rpm tanto com etanol quanto com gasolina.

Preços

O carro da Nissan, símbolo de inovação da marca japonesa, está saindo pelo preço sugerido de R$73.990 na versão SL, segundo informações do site oficial da marca. Já a versão EXL do Honda HR-V, que é centrada na segurança, no conforto e na tecnologia, sai por R$108.500, de acordo o site oficial.

Consumo

Ao analisar o comparativo entre Honda HR-V x Nissan Kicks é preciso um pouco de atenção ao consumo: o Honda tem um motor 1.8 e o Kicks um propulsor 1.6. Os detalhes levantados em algumas avaliações mostram diferenças pequenas. Por exemplo, o Kicks chegou a fazer 13,8 km/l e o Honda 13,2 km/l na estrada e na cidade 10,5 km/l e 9,7 km/l respectivamente.

Mas é na autonomia que a distância entre eles aumenta: o Kicks tem um tanque pequeno e isso permite algo em torno dos 565 km sem reabastecer. Já o Honda ultrapassa os 673 km sem a necessidade de reabastecimento — tudo graças ao seu tanque com capacidade para 51 litros de combustível.

Apesar de todas as semelhanças e comparações inevitáveis, vale ressaltar que o Kicks é um carro um pouco mais singelo. Tem linhas interessantes e um desempenho que chama a atenção, mas não tanto que o faça se destacar na multidão. Por outro lado, o Honda HR-V consegue oferecer de tudo um pouco: alta eficiência, robustez, segurança e uma excelente dirigibilidade tanto na cidade quanto na estrada.

Gostou deste post e de saber um pouco mais sobre o Honda HR-V X Nissan Kicks? Quer saber mais sobre o que um carro Honda pode oferecer? Então entre em contato com HPoint agora mesmo e tire todas as suas dúvidas.

Consórcio ou financiamento de carro: como escolher a melhor opção

Atualmente, a situação econômica do Brasil é de estagnação. Dessa forma, para investir corretamente é preciso orçamentar, planejar e escolher a melhor forma de pagamento para não ter futuros prejuízos.

No entanto, é possível fazer uma ótima escolha ao comprar um automóvel. Para tanto, pode-se optar pelo consórcio ou financiamento de carro. Para te ajudar explicaremos como funciona cada um e quais são as suas vantagens e desvantagens. Confira!

Como funciona o consórcio para a compra de carros?

Em resumo, o consórcio serve para ajudar pessoas a adquirirem bens quando elas não têm a totalidade do valor. Esse serviço é oferecido por uma administradora de consórcio de automóveis, empresa que tem autorização para funcionar no ramo.

A primeira etapa é reunir pessoas interessadas em comprar um veículo de determinada faixa de preço. Todas essas pessoas pagam uma certa quantia por mês, o que é estabelecido anteriormente pela empresa do consórcio. Os valores pagos por todos, quando somados, são suficientes para comprar no mínimo 1 bem por mês.

Sendo assim, ocorre um sorteio e a pessoa (ou pessoas) que vencê-lo pode comprar o carro. Porém, ela continuará pagando as mensalidades até o fim do contrato. Ao final, todos serão sorteados.

Outra forma de conseguir o crédito para comprar o carro é dando lances. Quando o lance é o maior do grupo a pessoa é contemplada, visto que ela conseguirá pagar mais parcelas de uma só vez.

Quais são as vantagens?

Diferentemente do financiamento, o consórcio para comprar automóveis não tem juros acrescido. A pessoa que o contrata paga somente uma taxa administrativa para a empresa. Isso porque é dever dessa companhia guardar o dinheiro dos contratantes de forma segura, realizar os sorteios e formar o grupo, o que gera despesas. No entanto, essas taxas são diluídas em todas as parcelas do contrato, o que torna o pagamento mais suave.

O pagamento da parcela é feito por meio de boletos, o que facilita o processo, visto que o contratante pode quitá-la no próprio banco ou no caixa eletrônico. Além disso, ao escolher um consórcio não é necessário ter avalista e nem comprovar a renda. Ou seja, há menos burocracia.

O contratante também pode optar por diversos tipos de crédito, planos e parcelas, assim como o tempo de duração do contrato. Desse modo, outra vantagem é escolher o tipo de consórcio que será mais adaptável ao orçamento.

E as desvantagens?

É importante saber que a pessoa que entrou em um consórcio pode ser contemplada nos primeiros meses ou apenas nos últimos. Dessa forma, se o consórcio do carro tem a duração de 5 anos, por exemplo, é possível comprar o automóvel em apenas 1 ano ou ao final do contrato.

Sendo assim, o consórcio pode ser uma desvantagem para pessoas que querem ou precisam adquirir o veículo rapidamente.

Não existe tempo mínimo para comprar o bem após ser contemplado. Porém, deve-se adquiri-lo o quanto antes, visto que os automóveis sofrem reajustes que não serão inseridos no crédito do contratante. Sendo assim, pessoas que são contempladas ao final do contrato podem não conseguir adquirir o mesmo bem que desejavam em seu início.

Como funciona o financiamento de veículos?

O financiamento é outra opção para quem não tem o valor integral para adquirir um automóvel. É importante salientar que, se o contratante escolhe um financiamento para comprar um carro, ele só poderá ser usado para esse fim.

Existem dois tipos de financiamento. O primeiro é o CDC, ou crédito direto ao consumidor. Nesse caso a pessoa pega um empréstimo com o banco e o paga em parcelas. O automóvel fica no nome do contratante, mas ele se encontra alienado, ou seja, não pode ser vendido até que todas as parcelas sejam pagas.

O Leasing é a segunda modalidade e funciona como um aluguel. Isso porque “leasing” significa arrendamento. Ou seja, enquanto o contratante paga as parcelas o veículo fica em nome do banco. Após quitar todos os débitos o carro passa para o nome da pessoa.

Em ambos há taxas e juros, que são aplicados durante toda a vigência do financiamento. Esses valores são acordados entre o contratante e o banco antes do início do financiamento. Sendo assim, eles podem ser negociados. A diferença é que na modalidade leasing os juros costumam ser menores, além de ter ausência de IOF (imposto sobre operações financeiras), que incide sobre o CDC e o consórcio.

Quais são as vantagens?

A maior vantagem é a rapidez para conseguir o carro. Afinal, assim que o financiamento é aprovado a pessoa já pode comprá-lo e usá-lo imediatamente. Outra possibilidade é a negociação de taxas para diminuir o custo final do financiamento, o que pode ser feito diretamente no banco.

Como cada local tem sua própria taxa e política, é recomendado pesquisar qual valerá mais a pena para o valor do veículo. Também existe a possibilidade de dar uma entrada, o que diminui o número de parcelas e, consequentemente, os juros sobre elas.

E as desvantagens?

Inicialmente, qualquer pessoa pode requisitar um financiamento. No entanto, a análise de crédito será analisada pelo banco. Sendo assim, a pessoa pode ser aprovada ou não. Pessoas negativadas terão maior dificuldade em conseguir um financiamento, enquanto um consórcio é possível, visto que não há análise de crédito.

Pessoas que não têm um valor considerável para dar entrada também costumam encontrar dificuldades para fechar um financiamento. Isso porque a inadimplência desse tipo de cliente é alta. Além disso, quando o financiamento sem entrada é aprovado, as taxas normalmente são bem mais altas.

Outra grande desvantagem são os juros, que têm alta incidência. Sendo assim, o valor final do automóvel pode ser muito superior ao seu preço real.

Por fim, concluímos que não existe uma forma de pagamento melhor que a outra. É preciso que o contratante veja quais são os benefícios e desvantagens do financiamento e do consórcio e o qual se adequa melhor ao seu orçamento.

Para tanto, é fundamental realizar simulações com as duas opções. Se você está em dúvida entre consórcio ou financiamento de carro utilize o nosso simulador e veja qual será o valor da parcela em cada modalidade!

Veja porque você deveria ter um carro com porta-malas grande

Escolher o carro ideal vai muito além de preço, economia, marca, potência, design etc. Quando olhamos para os aspectos que contam para uma nova aquisição, a lista varia de pessoa para pessoa. Mas um ponto que quase todos querem é um carro com porta-malas grande!

Por outro lado, algumas pessoas podem não conhecer muito sobre a questão e, com isso, as dúvidas surgem. Afinal, quais são as vantagens de um carro com porta-malas grande e como isso pode afetar o dia a dia de uso do veículo? Ou, quais são os melhores modelos disponíveis no mercado atualmente?

Para ajudá-lo nessas questões, preparamos este artigo. Além de apresentar as vantagens e motivos que justificam os benefícios dos porta–malas com um tamanho amplo, você também poderá conferir algumas opções de carro que poderão direcionar sua escolha. Continue a leitura e acompanhe!

Quais as vantagens de um carro com porta-malas grande?

A primeira e mais evidente vantagem é a maior capacidade que temos à nossa disposição para o transporte de malas e itens diversos, mas não é só isso. Veja:

  • é indicado tanto para famílias menores, quanto para as maiores. Assim, esses modelos de veículos são um investimento de longo prazo e não um bem que precisa ser trocado caso a família cresça;
  • pode ser usado nas necessidades urbanas, para o transporte de pequenas mudanças, e também nas estradas, para o carregamento de equipamentos e itens pessoais para uma viagem de férias, por exemplo;
  • alguns são muito versáteis e inovadores, o que contribui para a possibilidade de aumentar ou diminuir o espaço. Isso é muito útil, pois é possível transportar coisas maiores, como equipamentos de som, bicicletas, componentes para acampar, entre outras;
  • evita a perda de tempo, pois de acordo com a situação, apenas uma viagem não é o suficiente, e um porta-malas maior diminui a quantidade necessária de deslocamentos;
  • carro com porta-malas grande também aposta em tecnologia, conforto, segurança e design. Então, não é preciso abrir mão de uma coisa em detrimento de outra.

Não importa se a aquisição de um carro com porta-malas grande tem seus motivos no crescimento da família ou em outros planos. Pelos exemplos apontados acima, fica evidente que se trata de uma excelente escolha, principalmente em termos de funcionalidade, pois, conforto para os passageiros, transporte de volumes, variedade de tamanhos, diversidade de modelos e tantos outros pontos entram no pacote e reforçam essa boa escolha.

Mas agora que conhecemos algumas das vantagens e motivos pelos quais é uma ideia interessante considerar a compra de um automóvel com porta-malas grande, vamos conhecer algumas opções do mercado. Acompanhe!

Honda City

O Honda City sempre aparece entre as melhores opções de carro com porta-malas grande, afinal, são 536 litros! O modelo é oferecido nas versões EXL, EX, LX, DV e Personal. É disponibilizado com motor 1.5 com capacidade de entregar 116 cavalos, e o consumidor pode escolher entre uma opção com câmbio manual ou CVT com simulação de sete marchas.

Honda Accord

A versão mais recente do Honda Accord traz um porta-malas com capacidade para 574 litros, uma ampliação em 68 litros em relação à última versão. O motor conta com 256 cv e chama a atenção por ser silencioso demais! Outro aspecto interessante do carro é o console central: tem muito mais espaço, pois agora o freio de estacionamento e o câmbio são acionados por botão.

Honda HR-V

O crossover que mais consegue se destacar nas vendas, o Honda HR-V também tem um porta-malas com uma excelente capacidade: são 437 litros. A versão 2019 trouxe mais conforto para o condutor e passageiros. A pontuação positiva em termos de potência e torque garante uma viagem tranquila, especialmente para quem tem família.

Honda WR-V

Em 2019, o Honda WR-V ganhou alguns itens, como o Apple CarPlay e Android Auto para espelhamento de aplicativos de música e navegação, central multimídia com sete polegadas e ar-condicionado digital. O atrativo do porta-malas fica por conta de sua capacidade de 363 litros.

Honda Civic

O Honda Civic dispõe de 520 litros de capacidade. Além de ser um excelente carro para quem tem família, ele satisfaz outra parcela interessante de consumidores: a que gosta de um apelo esportivo. Segundo a fabricante, o carro consegue chegar a 221 km/h e acelerar de 0 a 100 km/h em 8,6 segundos.

Chevrolet Cobalt

O Cobalt tem capacidade para 563 litros. A linha 2018 trouxe duas versões com motor 1.8 tendo 111 cavalos de potência. As opções de câmbio eram a manual e automática, em qualquer caso, sempre com seis velocidades.

Fiat Cronos

O Fiat Cronos ainda é meio novo no mercado. Ele traz bom espaço interno e alguns itens que podem chamar a atenção na versão de entrada. O porta-malas, por sua vez, tem capacidade para 525 litros.

Como vimos, opções é que não faltam nesse segmento do mercado automotivo. Mas é sempre importante lembrar-se de conhecer o máximo possível de necessidades pessoais e o que se pretende obter do carro que vai comprar.

Uma boa ideia, que poderá ajudar na hora de dar início nas pesquisas e definir a escolha, é criar uma lista sobre tudo aquilo que julga ser algo essencial. Dessa maneira, não apenas a procura pelo carro ideal, mas até os argumentos na hora da negociação poderão ser melhor aplicados.

Agora que conhecemos algumas das principais vantagens de se ter um carro com porta-malas grande e alternativas de modelos disponíveis no mercado, ainda há algo que precisa ser dito: cuidado ao optar pela concessionária!

A aquisição de um carro deve ser feita com quem entende do assunto, afinal, quanto mais experiência, domínio e solidez no mercado, mais a empresa poderá ajudar nas escolhas, no processo de compra e na própria segurança do consumidor que está adquirindo um novo veículo.

A Honda HPoint é uma concessionária que preza e busca sempre pela qualidade nos serviços e produtos oferecidos pela marca. Graças ao diferencial de contar com diversos planos de negócio, o cliente pode comprar seu carro com os melhores preços, garantias e condições. 

Então, se interessou e quer saber mais sobre carro com porta-malas grande? Entre em contato conosco, tire suas dúvidas e conheça nossas ofertas.