Saiba quem tem acesso a descontos na compra de carros

Você sabia que condutores com determinadas doenças, familiares e seus responsáveis legais podem contar com descontos na compra de carros 0 km? A redução no valor pode chegar a até 30%, e isso é possível graças a isenção de impostos para pessoas deficientes ou com mobilidade reduzida.

O benefício também se estende a quem sente dores crônicas causadas por doenças ortopédicas, neurológicas ou oncológicas. Veja quem pode obter esses descontos:

Portadores de deficiência física ou visual

Pessoas portadoras de deficiência física ou visual podem solicitar a isenção de IPI e IOF (impostos federais) e também de ICMS e IPVA (impostos estaduais) do local onde o veículo é fabricado. Se encaixam nessa categoria:

  • Pessoas com ausência ou má formação dos membros, decorrente de nanismo, mastectomia, amputação ou encurtamento de membros;

  • Indivíduos com paralisia, monoplegia, paraplegia, tetraplegia e outras similares;

  • Portadores de deficiência visual que tenham acuidade visual menor que 20/200 (índice de Snellen) no melhor olho, e campo visual inferior a 20º;

  • Portadores de doenças que afetem braços e ombros, como túnel do carpo, bursites, tendinite e manguito do rotador;

  • Indivíduos com problemas graves de coluna, como escoliose acentuada, espondilite anquilosante e hérnia de disco;

  • Pessoas com doenças severas nos nervos e ossos, como artrite, artrose, LER (Lesão por Esforço Repetitivo), próteses internas e externas.

Portadores de doenças mentais, neurológicas ou degenerativas

Indivíduos com problemas que possam comprometer o raciocínio lógico e seus tutores também podem obter descontos na compra de carros. Entre outras doenças, podem usufruir desse benefício pessoas com:

  • Mal de Parkinson;

  • Síndrome de Down;

  • Autismo;

  • AVC (Acidente vascular cerebral), AVE (acidente vascular encefálico) e paralisia cerebral;

  • Esclerose múltipla.

Pessoas com patologias diversas

Portadores de patologias graves também podem se beneficiar dos descontos. Nessa categoria, se encaixam doenças como:

  • Diabetes, hepatite C e hemofilia;

  •  HIV+;

  • Doenças renais crônicas;

  • Cânceres, cardiopatias e linfomas.

Representantes legais dos beneficiários

No caso de deficiências severas que impossibilitem o indivíduo de conduzir o veículo é possível apresentar representantes legais, que passarão a ter direito ao desconto.

Estando entre as condições determinadas, mesmo os menores de 18 anos podem se valer da regra, por intermédio dos pais.

Idosos

Idosos também têm direito de receber a isenção de impostos, concedida não pela idade em si, mas por alguma sequela física ou motora adquirida com o tempo, como os problemas de joelho, quadril, coluna e outros que resultem na redução da mobilidade.

Além do próprio idoso, que pode ser condutor ou não, os familiares ou tutores responsáveis por ele podem comprar com isenção.

É importante lembrar que a obtenção do benefício depende da gravidade das doenças e suas sequelas. Por isso, o primeiro passo para solicitar a isenção de impostos é se dirigir ao DETRAN e solicitar um laudo atestando a condição informada.

O valor máximo do veículo a ser adquirido deve ser de R$ 70 mil, e o carro deve ser de fabricação nacional. Além disso, o desconto só pode ser usado uma vez a cada dois anos, de acordo com a Lei nº 8.989, de 1995.

A procura por descontos na compra de carros ainda é baixa devido a dois fatores: falta de informação e burocracia. Por isso, se gostou deste texto, aproveite para compartilhar a informação com seus amigos nas redes sociais!

4 dicas de transporte de bebês e crianças nos carros

Levar as crianças para passear é um ótimo programa para um final de semana ou mesmo para aproveitar as férias. O transporte seguro, no entanto, deve estar sempre à frente de qualquer outra preocupação, independentemente da duração da viagem de carro.

Para isso, existem leis e acessórios que garantem a segurança e bem-estar dos bebês e crianças. Veja 4 dicas sobre isso para ter passeios sempre tranquilos:

1. Acomode as crianças no banco de trás

Por mais divertido que seja sentar no banco da frente quando se é criança, o condutor do veículo que permitir isso estará descumprindo uma lei do Código Brasileiro de Trânsito. A regra determina que crianças de até 10 anos devem sentar atrás, sendo que até os 7 anos e meio elas só podem ser transportadas no veículo com assentos especiais.

A multa por qualquer descumprimento em relação à segurança dos pequenos passageiros é de R$ 293,47.

2. Saiba comprar o assento para transporte 

A primeira coisa a se fazer na hora de comprar o assento para seu bebê ou criança é verificar o certificado pelo selo do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial).

Após confirmar o selo, veja a seguir qual assento é o mais adequado em relação à idade das crianças e como usá-los:

  • bebês de até 1 ano de idade devem ser transportados no banco de trás do carro, no bebê conforto e de costas;
  • crianças entre 1 e 4 anos devem ficar na cadeirinha, presas com o cinto e no banco traseiro;
  • crianças com idade entre 4 e 7 anos e meio, devem utilizar um assento de elevação no banco de trás;
  • crianças com idade entre 7 anos e meio e 10 anos precisam usar apenas o cinto de segurança com 3 pontos no banco de trás.

3. Fique atento e tenha cuidado com atitudes perigosas

Não basta os pais apenas utilizarem as cadeirinhas ou não permitirem que seus filhos andem no banco da frente. Confira algumas ações que devem ser evitadas durante as viagens para manter o transporte seguro:

  • nunca transporte crianças no colo, mesmo no banco de trás;
  • não utilize os cintos de segurança do carro nas crianças menores;
  • trave as portas para que não sejam abertas por dentro;
  • deixe as janelas abertas para somente a passagem de ar;
  • jamais coloque duas crianças na mesma cadeirinha ou cinto de segurança.

4. Observe o momento ideal de passar para o banco da frente

Mesmo depois de a criança ter completado 10 anos ou mais, é preciso verificar a estatura dela. Assim, ela precisa ter altura ideal para que o cinto de 3 pontos do banco dianteiro não a sufoque ou fique largo demais.

Outro ponto importante é educar a criança quanto aos cuidados que ela deve ter ao sentar na frente. Nesse sentido, explique a ela que não pode fazer brincadeiras que atrapalhem o condutor ou tirem sua atenção do trânsito e fale sobre a importância do cinto de segurança. Uma boa conversa fará toda a diferença para conscientizá-la de suas ações.

Basta seguir estas dicas para não colocar em risco quem você mais ama. Portanto, esteja equipado com os melhores assentos para bebês e crianças, além de preparado para sempre trocar ideias com os pequenos em relação a essas medidas que fazem bem para a família toda.

Compartilhe este post com seus amigos nas redes sociais e ajude-os também a garantir o transporte seguro da criançada. Até a próxima!

Afinal, ainda vale a pena investir em um GPS automotivo?

Nos últimos anos, a tecnologia de navegação eletrônica sofreu profundas alterações e se tornou muito popular entre os motoristas. Hoje em dia, um telefone é capaz de funcionar como um GPS, e os carros já estão sendo fabricados com sistema de navegação integrado à central multimídia.

Estes foram dois grandes avanços, que chegaram e colocaram em xeque a utilidade e o custo-benefício dos tradicionais aparelhos de GPS automotivo.

Apesar da grande concorrência vinda dos smartphones e centrais integradas, esses dispositivos têm qualidades suficientes para justificar a sua aquisição. Eles dispõem de algumas vantagens para os motoristas, principalmente para quem não quer consumir a franquia de internet e, ainda, deixar o telefone menos sobrecarregado.

Confira o post que preparamos e descubra por que ainda vale a pena investir em um GPS automotivo!

Mapas integrados e atualizados

Sem dúvida, os mapas dos GPS de celulares são bem completos e confiáveis, porém, como você já deve saber, a cada nova rota traçada pelo usuário, é necessário realizar um pequeno download automático do mapa e da rota.

Este procedimento consome memória do aparelho e só pode ser feito online, ou seja, diga adeus para uma nova rota caso o seu pacote de dados acabe ou fique fora do ar.

Na memória interna do GPS automotivo já estão instalados diversos mapas e rotas. Não é preciso conexão com a internet para achar um novo caminho. As constantes atualizações do software e da base de dados dos aparelhos garantem ao motorista um vasto leque de rotas e destinos.

Pontos de interesse inseridos na memória

As grandes empresas fabricantes de GPS fazem um vasto estudo sobre as localidades inseridas em seus mapas. Os destinos mais populares são recheados de pontos de interesse, que podem ser acessados da mesma forma que os mapas, sem precisar de acesso à internet.

Algumas marcas têm números espantosos de pontos de interesse em seus sistemas, o que transforma o aparelho em um miniguia de turismo.

Possibilidade de conexão com o celular

Sim, apesar de os celulares representarem um grande concorrente no mercado de navegação automotiva, é importante que haja a conexão entre eles.

Por isso, alguns dispositivos têm conectividade bluetooth e podem funcionar como uma extensão do seu telefone, fazendo chamadas e servindo de tela auxiliar.

Portabilidade tranquila

Quem viaja para fora do Brasil sabe que é mais difícil contar com internet móvel, seja pelo preço do serviço ou pelas restrições de contrato. Os GPS são mais versáteis e não dependem desse tipo de burocracia para funcionar longe de casa. Basta conectar o sistema, atualizar o mapa e o GPS estará pronto para ser usado.

Se o seu carro não tem esta função integrada, vale a pena considerar a compra de um GPS. Eles são uma alternativa segura para o uso do sistema de navegação (lembre-se das multas para quem é pego mexendo no celular ao volante) e contam com uma versatilidade que os celulares não conseguem entregar, ainda mais para quem vai muito ao exterior.

Se você gostou das dicas, compartilhe este post nas suas redes sociais para que mais pessoas conheçam as vantagens de adquirir um GPS automotivo!

Você sabe usar o contrato de alienação fiduciária para comprar carros?

Alienação fiduciária em garantia. Quem já financiou um bem, como um carro, por exemplo, tem pelos menos uma vaga noção sobre o significado dessa expressão. Porém, você sabe mesmo como funciona esse instrumento jurídico?

As dúvidas mais recorrentes entre os motoristas giram em torno das possibilidades e consequências de comprar ou vender um carro alienado. Quanto a isso, já podemos ressaltar de antemão que existe uma forte restrição de alienação fiduciária do veículo.

Quer saber mais? Acompanhe o post de hoje para saber tudo sobre alienação fiduciária em garantia! Confira:

O que realmente significa alienação fiduciária em garantia?

O contrato de alienação fiduciária em garantia é um instrumento jurídico que disciplina a relação entre credor e devedor na aquisição de um bem a crédito. O caso mais simbólico e conhecido por todos diz respeito à compra e venda de automóveis.

Imagine uma situação hipotética em que um sujeito vá a uma concessionária comprar um carro se valendo de um financiamento bancário para isso. O banco (credor), até o recebimento da última prestação do financiamento, será o efetivo proprietário do veículo.

Por sua vez, a pessoa que solicitou crédito ao banco (devedor) será somente usufrutuário (utilizador) do bem durante o intervalo entre a primeira e a última parcela do financiamento. A posse do veículo, para efeitos legais, só passará a ser do comprador quando o banco emitir uma certidão atestando que o bem foi quitado.

Em outras palavras, quem contraiu o financiamento só passa a ser dono do bem depois de liquidar sua dívida com a instituição financeira. Para avalizar essa condição nas autoridades de trânsito, o documento do carro traz a inscrição ‘alienação fiduciária’.

O que ocorre em caso de inadimplência do devedor?

Podemos dizer que o contrato de alienação fiduciária serve ao objetivo de resguardar as instituições financeiras de casos de inadimplência. Na ocasião de o comprador não honrar o compromisso de pagar as prestações do financiamento, o veículo poderá sofrer busca e apreensão, com o credor tomando o bem para si.

Outro caso recorrente é a devolução do veículo ao banco por parte do motorista. Isso ocorre quando a pessoa não se vê em condições de terminar de arcar com o financiamento e, por isso, vai em busca de um acordo com o banco.

O desfecho dessas situações geralmente se dá com o banco vendendo o automóvel e abatendo, com o valor adquirido com a venda, as prestações restantes. Os eventuais custos com um leilão e a transferência do carro são de inteira responsabilidade do devedor fiduciário.

Posso vender um veículo cujo documento traz a inscrição ‘alienação fiduciária’?

Não é raro ouvirmos falar de casos de pessoas que tenham vendido veículos alienados, ou seja, veículos que tragam a inscrição ‘alienação fiduciária’ em seu documento. A situação mais comum é a celebração de um contrato de compra e venda entre as partes, comprador e vendedor.

Dito isso, a pergunta que surge é: e o financiamento? É possível transferir a titularidade do contrato com o banco? Por via de regra, a resposta a essa pergunta é não. Isso porque a lei que regula a alienação fiduciária proíbe a venda do bem.

No entanto, a realização de um acordo entre a instituição financeira e as pessoas físicas interessadas no negócio viabiliza a transferência da dívida. Estamos falando de algo pouco comum, mas que acontece. Tudo depende do crivo do banco ou financeira.

Existe ainda a possibilidade de o veículo já ter sido quitado, mas no documento ainda constar a alienação. O procedimento a ser adotado nessa situação é solicitar o termo de quitação ao banco.

Feito isso, a instituição financeira tem cinco dias para solicitar a alteração no documento no Detran. Após a mudança, em vez de ‘alienação fiduciária’ você lerá no documento o termo ‘sem restrições’.

Quais as consequências de vender um veículo alienado sem autorização da instituição financeira?

Como já tratado nos tópicos anteriores, a alienação fiduciária em garantia concede ao comprador a posse indireta do bem e sobre ele recai a responsabilidade legal do carro, embora ainda não seja o efetivo proprietário.

Dessa maneira, quando ocorre a venda do veículo para um terceiro sem a devida autorização do banco, o titular do financiamento ainda pode responder pelas infrações e crimes na condução do veículo.

Com isso, caso o novo ‘comprador’ receba multas, não pague os impostos ou cause prejuízos a terceiros, quem responderá por tudo isso às autoridades de trânsito e à justiça será a pessoa que realizou o financiamento.

Em caso de crimes na condução do veículo, especificamente, as consequências são ainda mais graves. O fiduciante (comprador do bem por meio de financiamento) poderá ser processado civil e criminalmente.

Essa pessoa ainda sofrerá todas as consequências por eventuais atrasos de pagamento das prestações do financiamento. Ou seja, o indivíduo terá seu nome negativado nos órgãos de proteção de crédito (SPC e SERASA) e o veículo ficará suscetível a sofrer busca e apreensão.

Além disso, a venda do veículo a um terceiro configura quebra de contrato. Dessa maneira, o ‘vendedor’ do bem poderá ser acionado na justiça pelo banco e ser sujeito a pagar uma multa à instituição financeira.

Como pudemos acompanhar no post de hoje, são muitos os cuidados dos quais devemos nos cercar no momento de financiar um veículo por meio de uma alienação fiduciária em garantia. Esteja atento, principalmente, à restrição de alienação fiduciária do veículo.

Tendo isso em vista, seja cauteloso e não se renda à opinião de amigos e parentes facilmente. Muitas vezes, se tratam de pessoas que não são autoridades no assunto, portanto, seguir as sugestões delas pode provocar muitos problemas a você.

Dessa maneira, podemos dizer que a situação ideal é sempre consultar um advogado. Com ele, você terá mais segurança para firmar um contrato com qualquer banco e analisar com cautela todos os seus direitos e obrigações de fiduciante.

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Como funciona o sensor de chuva?

Vendo a ficha técnica dos últimos lançamentos do mundo automotivo, você já deve ter se deparado com um equipamento cada vez mais comum no Brasil: o sensor de chuva. Até poucos anos atrás esse sensor era restrito apenas aos carros caros e importados, mas hoje já é possível encontrá-lo como opcional em muitos carros nacionais, seja SUV, Sedan ou Hatch!

No post de hoje explicaremos o que é o sensor de chuva, como ele funciona e por que ele é tão importante. Vamos começar!

O que é o sensor de chuva?

O sensor de chuva é um equipamento eletrônico que fica fixado no vidro dianteiro, quase sempre junto ao espelho interno. Seu trabalho é identificar quando o para-brisa do carro está molhado, ativando automaticamente os limpadores. Além de ativar, ele ainda controla a velocidade das palhetas, diferenciando uma chuva fraca de um temporal.

Além de ser oferecido como um opcional ou equipamento de série, o sensor de chuva também pode ser instalado como acessório, do mesmo modo que aparelhos de som e sensores de estacionamento.

Todo esse processo é feito sem a necessidade de interferência do motorista, basta colocar o limpador na posição “auto”.

Como funciona o sensor de chuva?

Após diversas tentativas de criar sistemas que eliminem a necessidade de ter o limpador de para-brisas, a atual tecnologia de sensores de chuva foi a que chegou mais próxima disso. A ciência por trás dele está na difração, que é a forma com que a água reflete luz.

O equipamento contém uma pequena lâmpada infravermelha, do mesmo tipo usado pelos controles remotos das televisões. Dependendo da forma com que essa luz é refletida pelo vidro do carro, o sistema identifica se há ou não água no para-brisa, além de reconhecer qual a quantidade do líquido.

Por que o sensor de chuva é importante?

Ligar o limpador é uma ação quase natural para a maior parte dos motoristas quando começa a chover, mas a presença cada vez maior de sensores de chuva como opcional carrega diversos bons motivos! O equipamento é um importante acessório de segurança e conforto nos carros.

Segurança

Como o sensor de chuva pode estar constantemente ativado, ele é um grande aliado em casos de emergência. Um jato de água pode ser lançado sem aviso no vidro do carro mesmo sem chuva, ao passar em uma poça, por exemplo. Como o tempo de reação do sensor é muito mais rápido que o de uma pessoa, sua visibilidade será recuperada rapidamente, podendo evitar um acidente.

Conforto

Sem dúvida, a principal vantagem do sensor de chuva está no conforto! Poder dirigir sem se preocupar em ligar os limpadores de para-brisa quando começa a chover é uma grande comodidade, além da vantagem de ter sua velocidade constantemente alterada de acordo com a intensidade da chuva.

Com preços cada vez mais acessíveis e mais carros com sensor de chuva disponível, essa prática tecnologia tem cada vez mais chance de estar presente no seu próximo carro!

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9 dicas de segurança para comprar e vender veículos

Devido à crise política e econômica, o mercado de veículos seminovos registra alta. Isso por que muita gente que sonhava em comprar um carro zero, agora, se vê diante de melhores alternativas com os usados. Para quem vende, o momento pode ser oportuno. 

Mas comprador e vendedor precisam estar atentos aos riscos e cuidados que devem ser tomados. Um exemplo é a revisão de segurança, que deve estar em dia. 

Para evitar cair em armadilhas, listamos abaixo algumas das dicas mais importantes para você comprar ou vender o seu carro sem dores de cabeça. Confira!

Ao comprar um veículo

Seu carro já está com os dias contados e você vai adquirir um seminovo? Veja os passos cuidados deve tomar:

1. Atente-se para o valor de mercado

Antes de entrar em contato com o proprietário do veículo, faça uma breve pesquisa para saber a média de valor que o modelo tem no mercado. Caso encontre anúncios com preços muito baixos ou ofertas atrativas demais, desconfie.

2. Verifique a documentação

Entre em contato com o proprietário e solicite a apresentação dos documentos principais (DUT, CRLV, IPVA e Seguro Obrigatório). Veja se todos estão em dia e em conformidade. Desconfie de qualquer informação que contraditória entre os documentos. Uma consulta no DETRAN da sua cidade pode ajudar a sanar qualquer dúvida.

3. Faça uma vistoria

Ao ver o carro, confira se as informações de número do chassi, placa, modelo, versão, ano, cor, e número de portas são exatamente iguais aos registrados em documentos. Também é recomendável que você entre em contato uma empresa homologada para fazer um laudo cautelar de compra e venda. Por último, verifique o estado do veículo e se a revisão de segurança está em dia.

4. Feche o negócio

Evite realizar depósitos em contas de pessoas que não sejam do proprietário do veículo registrado nos documentos. Além disso, não deposite um sinal para garantir a compra sem antes realizar as etapas acima.

Ao vender o seu veículo

Quer vender o seu carro? Você também precisa ter cautela para não entrar em uma cilada. Verifique abaixo como proceder:

5. Na hora de anunciar o carro

Quando preparar o seu anúncio online ou impresso, não inclua informações pessoais ou particulares do veículo como: número de chassi, documentação, número da placa, seu CPF, RG, etc. Se for postar ou imprimir fotos do veículo, cubra a placa.

6. No momento do test-drive

Ao apresentar o veículo, procure sempre um lugar com espaço aberto e de grande movimentação de pessoas. O ideal é que você não faça isso sozinho. Peça para alguém o acompanhar, principalmente se o interessado desejar fazer um test-drive.

7. O envio de documentos

Apresente os documentos originais para o interessado avaliar na sua frente e evite enviar cópias por e-mail, fax ou por qualquer outro meio. Faça isso apenas se o destinatário for o banco que financiará o carro para o comprador.

8. Para a solicitação de vistoria

Não deixe que qualquer vistoria seja feita no veículo em locais inapropriados. Isso deve ser feito em uma oficina autorizada e de confiança. Também não receba pessoas desconhecidas em sua casa, seja para ver ou para avaliar o automóvel.

9. Na hora do pagamento

Evite receber pagamentos que venham de uma pessoa que não seja o interessado, a não ser que a venda seja para pessoa jurídica. Nesse caso, o comprador deve comprovar a sua ligação com a empresa. Outro cuidado importante é não sair da agência bancária com o valor em espécie. Se o pagamento não for realizado via transferência, prefira depositar imediatamente ao receber.

Por último, entregue o veículo e os documentos somente após a confirmação do crédito em sua conta.

Como você pode ver, alguns cuidados simples, como a avaliação da revisão de segurança por exemplo, podem ajudar bastante na hora da compra ou venda do veículo. Seguindo essas dicas você fará o negócio de forma segura e sem arrependimentos.

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Você sabe como funciona o freio de estacionamento eletrônico?

Os avanços tecnológicos causam impactos diretos no universo automobilístico. Cada vez mais, as inovações tornam o ato de dirigir algo cada vez mais fácil, confortável e prazeroso.

Uma das inovações implantadas nos últimos tempos pelas montadoras foi o freio de estacionamento eletrônico (FEE). De forma bem fácil, prática e segura, o veículo fica “ancorado” em qualquer tipo de local em que é necessário parar.

Neste post, abordaremos um pouco do que é o freio de estacionamento eletrônico, algumas curiosidades e suas particularidades mais importantes. Confira!

A praticidade do freio de estacionamento eletrônico

O freio de estacionamento eletrônico começou a aparecer nos veículos no início dos anos 2000. Ele chegou fazendo pouquíssimo alarde no mercado, mas há motivos bastante consideráveis para que a indústria automotiva global adote a nova tecnologia de uma forma definitiva.

Com esse sistema eletrônico, não há necessidade de uma alavanca dura e pesada instalada na cabine do veículo, nem é necessário um mecanismo de cabo ligado às pastilhas de freio da roda traseira.

Ampliação do espaço utilizável

O freio de estacionamento eletrônico é acionado por um pequeno interruptor no console central. Isso libera espaço na cabine para conveniências importantes, como mais porta-copos, um apoiador para celulares ou um botão de controle de volume do sistema de áudio.

O interruptor do mecanismo pode, teoricamente, ser montado em qualquer lugar da cabine. Contudo, localizado no console central, perto da alavanca de mudança de marchas, ele permanece ao alcance fácil do motorista.

Alguns casos particulares

Empresas como a Porsche e Mercedes-Benz otimizam ainda mais o que é dito no tópico anterior. Essas montadoras optaram por colocar o interruptor no painel, à direita da coluna de direção.

Lá, o botão, além de ser manuseado facilmente pelo motorista, permite que ainda mais espaço livre para recursos de conforto e conveniência no console central sejam instalados.

O modo de funcionamento

O sistema de freio de estacionamento eletrônico utiliza um módulo próprio separado ou funciona como uma função do módulo de controle de estabilidade (dependendo do fabricante). Para acomodar o freio de estacionamento eletrônico, as pastilhas de freio traseiras operam por meio de um sistema hidráulico/elétrico, em vez de hidráulico/mecânico.

Para acionar o sistema, o condutor simplesmente aperta o interruptor do freio de estacionamento eletrônico (ou o puxa, em alguns carros). Isso envia um sinal para a unidade de controle do sistema, que por sua vez envia um sinal para ativar os motores elétricos nas pinças de freio traseiras.

Na maioria dos veículos, todo esse processo funciona apenas se o freio que é acionado pelo comando dos pés estiver pressionado no momento de apertar ou puxar o botão, conforme o caso.

Outras vantagens do freio de estacionamento eletrônico

Conforme mencionado anteriormente, esse sistema libera algum espaço no veículo para a instalação de alguns itens de conforto pelo fabricante. No entanto, o freio de estacionamento eletrônico possui também outras vantagens.

Ser controlado eletronicamente significa que algumas funções podem ser automatizadas.

Partida automática

Na maioria dos casos, se a porta do condutor estiver fechada, o cinto de segurança encaixado e a alavanca de seleção do câmbio na posição Drive, o motorista pode simplesmente acionar o pedal do acelerador, e o freio de estacionamento será liberado automaticamente.

Possibilidade de programação

Por outro lado, se o motorista esquecer de aplicar o freio de estacionamento, ele pode ser programado para funcionar automaticamente, caso a alavanca de seleção de câmbio estiver na posição Park ou Neutral, e o cinto de segurança solto quando a porta for aberta.

Contudo, nem todos os fabricantes oferecem esses tipos de instalações.

Hill holder

O freio de estacionamento eletrônico também pode ser usado para outras funções, como auxiliar de partida em subidas (Hill holder).

Esse sistema aciona os freios traseiros quando o automóvel é parado em uma inclinação, segurando o veículo pelo curto espaço de tempo em que o motorista move o pé do freio para o acelerador, impedindo assim o seu retorno.

Freio de emergência

Dependendo da configuração individual do veículo, o FEE pode ser usado como freio de emergência.

Ao simplesmente levantar/apertar ou puxar/empurrar o interruptor do FEE e segurá-lo, o freio de estacionamento será aplicado, levando o carro a uma parada de emergência.

Algumas precauções em caso de necessidade de reparos

Há algumas precauções que o mecânico habilitado a fazer esse tipo de serviço deve observar ao trabalhar no FEE de um carro. Se alguma manutenção for realizada, o carro deve primeiro ser colocado no “modo de serviço”.

Como você pode imaginar, seu mecânico não quer que o freio de estacionamento seja acionado enquanto as mãos dele estão trabalhando no sistema.

Além do que já foi dito, se o FEE é aplicado enquanto as pastilhas de freio são removidas do disco, ele pode puxar o pistão da pinça para fora, danificando as pastilhas.

Simplicidade e praticidade

Em suma, esse é um sistema simples, mas bastante inteligente. Ele também possui a vantagem de não precisar de ajustes, uma vez que não existem cabos que esticam e se desgastam ao longo do tempo.

O melhor de tudo é que, com o freio de estacionamento eletrônico, você deixa de ter a desagradável função de ter de puxar forte uma alavanca dura e a preocupação de desativá-la ao partir com o veículo novamente. Quem, em seus primeiros dias como motorista, nunca se esqueceu disso?

Outra vantagem é a série de mecanismos de segurança e conforto ao motorista que se torna possível a partir da utilização desse tipo de sistema implantado no veículo.

Fica a torcida de que esse maravilhoso recurso se torne cada vez mais popular, podendo também equipar no futuro até os veículos mais baratos. O que é perfeitamente possível, tendo em vista o galopante avanço tecnológico que experimentamos nos dias atuais.

Esperamos que tenha gostado de aprender um pouco mais a respeito do freio de estacionamento eletrônico, um dos mais funcionais e promissores recursos possíveis nos veículos de hoje em dia.

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Alinhamento e balanceamento de pneus: saiba por que ficar atento a isso!

Infelizmente o asfalto utilizado nas ruas e estradas brasileiras não é dos melhores, o que causa alguns problemas para os motoristas. O principal deles é relacionado ao alinhamento e balanceamento de pneus, que devem ser realizados a cada 10 mil quilômetros pelo menos.

Cada um desses problemas acarreta diferentes riscos e prejuízos, mas ambos são causados por fatores semelhantes: buracos, irregularidades, impactos constantes e outros nessa mesma linha.

Por isso, além de cuidar da manutenção periódica, é necessário que você preste muita atenção ao comportamento dinâmico do seu veículo.

Alinhamento

O alinhamento significa que as quatro rodas estão trabalhando no mesmo ângulo e os pneus estão rolando no asfalto normalmente, em vez de se arrastar.

Um veículo é considerado bem alinhado quando apresenta essas três características:

  • Cambagem: trata-se do ângulo entre a banda do pneu e asfalto, que deve ser de 90º. A cambagem é muito visível em carros de corrida, quando os pilotos usam um ângulo superior ou inferior, para conseguir melhor rendimento. Mas não é o caso dos veículos de rua.
  • Caster: este é o ângulo de inclinação dos braços de suspensão em relação a um plano vertical.
  • Convergência ou divergência: ocorre quando o conjunto da roda e pneu estão mais virados para dentro ou para fora da carroceria.

Para saber se seu carro está desalinhado, basta procurar um local plano e de pouco movimento. A medida em que você ganhar velocidade, afrouxe o aperto no volante e veja se o carro puxa para um dos lados. Se isso ocorrer, é sinal de que é necessário procurar uma loja especializada.

Além da perda de controle do veículo, o carro desalinhado pode levar o pneu a se desgastar mais rapidamente, pois o atrito com o asfalto é maior nessas situações.

Esse aumento no atrito, se for excessivo, pode acabar fazendo com que você precise acelerar mais para manter a velocidade, o que aumentará também o consumo de combustível.

Balanceamento

O balanceamento do conjunto roda e pneu é o que garante o rodar macio e silencioso do seu carro. Ele é realizado por meio da colocação de contrapesos em lugares estratégicos da roda. A perda destes causa o desbalanceamento.

Outro fator que costuma causar problemas é o acumulo de lama seca no interior da roda. Nesse caso, é preciso providenciar uma limpeza especializada do conjunto.

Para saber se o carro está desbalanceado, acelere até atingir velocidades superiores à 60 Km/h. O sinal do problema aparece na direção, que começa a vibrar cada vez mais forte.

O desbalanceamento não causa desgaste prematuro dos pneus, mas prejudica a dirigibilidade do carro e também afeta o desempenho dos freios em paradas quando se está em alta velocidade. Portanto, não é recomendável rodar com o carro desbalanceado por muito tempo.

O alinhamento e balanceamento fazem parte da manutenção preventiva e obrigatória do seu veículo. Para não ter dúvidas com relação ao assunto, que tal conferir nosso guia de manutenção do veículo? Lá você encontrará informações sobre as melhores formas de manter o seu carro sempre como se tivesse acabado de sair da concessionária!

Adeus martelinho de ouro! Veja os cuidados para preservar a funilaria do carro

A pintura é o cartão de visitas do seu automóvel. Portanto, para que você mantenha o seu veículo sempre bonito e valorizado, é preciso cuidar muito bem dela. Desde a limpeza regular até os cuidados com a funilaria do carro, tudo é importante para preservar o seu bem.

Cuidar do carro não significa apenas fazer uma lavagem nos fins de semana. É preciso ficar atento ao desgaste da pintura e buscar formas de mantê-la sempre viva e brilhante.

E, não menos importante, em caso de serviços de funilaria, é necessário tomar cuidado com o tipo de oficina que você vai escolher. Veja a seguir dicas essenciais para cuidar bem da pintura do seu carro!

1. Aplique cera automotiva regularmente

A cera automotiva protege a pintura contra sol, chuva e outras condições climáticas prejudiciais ao veículo. O produto também é capaz de disfarçar pequenos riscos, além de reavivar o brilho do carro.

Não há um prazo correto para a aplicação de cera, mas o ideal é que você não deixe de realizá-la por um período maior do que seis meses. Para encerar o carro, lave e seque toda a carroceria antes. Depois, aplique a cera com o veículo estacionado à sombra.

2. Faça uma revitalização anual da pintura

Mesmo aplicando cera regularmente, a pintura pode perder o brilho com o tempo, deixando o carro com um aspecto de velho e mal cuidado.

Par evitar isso, você pode procurar uma empresa especializada em revitalização de pintura. Além de cobrir eventuais arranhões, você ainda recupera o brilho original do carro. O serviço pode ser feito uma vez por ano, especialmente no caso de cores mais escuras.

3. Não utilize adesivos

A cola dos adesivos é muito aderente e, como a lataria esquenta bastante com o sol, os resíduos acabam ficando presos, mesmo após a retirada do material. Para remover o restante da cola, é preciso aplicar produtos agressivos, que podem estragar a pintura do carro de forma definitiva.

Portanto, evite utilizar adesivos a todo custo. Se for muito necessário, procure por materiais que possam aderir à lataria com um imã, mas fuja dos das colas.

4. Cuide com pequenos consertos

Muitas vezes, com o uso, o carro pode ganhar pequenos arranhões na lataria. Dependendo do tamanho, pense bem se vale a pena consertá-los.

Arranhados de pouca relevância não costumam ser problema na hora de vender o carro. Porém, ao contrário, um conserto mal feito pode ajudar a desvalorizar o veículo, já que o interessado passará a desconfiar da extensão do dano.

5. Conheça a oficina que fará a funilaria do carro

Serviços de funilaria geralmente são muito profundos e precisam ser bem feitos. E existem muitos casos de pessoas que providenciam o conserto de seus carros em oficinas de reputação ruim e acabam tendo problemas com o automóvel. Além, é claro, da desvalorização que sofrem.

Portanto, aproveite os recursos que a Internet oferece e pesquise bastante sobre as oficinas nas quais pretende consertar o seu carro antes de tomar qualquer decisão.

E se você ainda tem dúvidas do quanto a funilaria do carro é um item importante, fique um pouco mais aqui no blog e conheça os principais fatores de desvalorização de um veículo

Como avaliar o desempenho geral do seu carro?

Você já se perguntou quais fatores influenciam o desempenho do carro? Já parou para prestar atenção no comportamento do seu veículo e que recursos você pode utilizar para garantir que ele esteja sempre funcionando perfeitamente?

Hoje em dia, há tanta tecnologia embarcada nos carros, que acabamos nos esquecendo de senti-lo enquanto dirigimos. Os diversos sensores e automações existentes nos informam sobre problemas que possam estar ocorrendo, ou que estejam prestes a acontecer. Mas será que você está tirando o máximo do seu carro?

Afinal, uma das características de um bom motorista é a capacidade de se conectar ao veículo enquanto dirige, avaliando seu comportamento e procurando extrair dele o máximo do desempenho.

Portanto, questões como consumo de combustível, a maciez ao rodar, a conservação e o aproveitamento dos pneus precisam estar na pauta de quem quer manter o seu automóvel sempre em dia.

Pensando nisso, listamos neste post algumas dicas para que você avalie o desempenho geral do seu carro e possa desfrutar de tudo o que ele tem para oferecer. Confira!

Consumo de combustível

O consumo de combustível é uma das principais preocupações dos proprietários de carros atualmente. O motivo é simples: tanto a gasolina quanto o etanol estão custando muito caro e, para quem usa o automóvel diariamente, a conta fica pesada.

Mas como você pode saber se o seu carro está gastando muito ou pouco? Para começar, é preciso descobrir como medir o consumo.

Ao encostar no posto para abastecer, zere o hodômetro parcial do carro. Em seguida, peça para o frentista encher o tanque e verifique, ao final, quantos litros foram despejados. Anote este número e guarde-o até o próximo abastecimento.

Quando chegar a hora de abastecer novamente, você deve verificar quantos quilômetros o carro rodou com aquele tanque. Aí é só dividir a quantidade de quilômetros rodados pela quantidade de litros utilizados para se chegar à média.

A média de consumo ideal

É muito difícil determinar o que seria um consumo aceitável, pois isso varia muito de acordo com a cidade em que você mora e o tipo de utilização que faz do carro. Nesse sentido, uma cidade com terreno irregular tende a fazer com que você gaste mais combustível, do que se morasse em um local mais plano.

Também há uma variação em relação ao tamanho do seu carro e o motor que ele utiliza. Motores maiores, com 2000 ou 1800 cilindradas, costumam consumir mais do que os carros 1.0 ou 1.4.

De qualquer forma, para a cidade, uma média que gire entre 8 e 12 Km/l é considerada aceitável. Na estrada, o consumo deve ficar entre 12 e 16 Km/l. Considere estes números para a gasolina, já que o etanol é um combustível que queima mais facilmente e, portanto, o seu consumo é cerca de 30% maior.

Alinhamento e balanceamento

A forma como o seu carro roda é muito influenciada pelo alinhamento e balanceamento das rodas. Como o asfalto brasileiro não é de grande qualidade, muitos carros sofrem com os buracos e por isso é preciso estar sempre atento ao comportamento do veículo.

O desalinhamento ocorre quando uma das rodas sai do seu eixo normal e trabalha de forma diferente das outras. Para saber se o carro está com este problema, procure rodar em um local vazio, de asfalto liso e sem curvas. Solte rapidamente o volante e veja se ele está puxando para um dos lados. Em caso positivo, o veículo está desalinhado.

Já para verificar se o balanceamento está em dia, acelere até atingir uma velocidade acima de 60 Km/h. Se sentir um excesso de vibração no volante, está na hora de providenciar o serviço.

O alinhamento e o balanceamento devem ser feitos, pelo menos, a cada 10 mil Km, ou quando você achar que é necessário. Sobretudo, tenha em mente que esses defeitos diminuem a vida útil dos pneus e ainda prejudicam a dirigibilidade do veículo, podendo causar acidentes graves.

Aproveitamento dos pneus

Como você viu no item anterior, o alinhamento e o balanceamento influem diretamente na vida útil dos pneus do seu carro. Nos dois casos, há um atrito maior entre a borracha e o asfalto, o que faz com que o material se desgaste mais rapidamente.

Os pneus são responsáveis por transformar toda a potência do veículo em velocidade e desempenho. Por isso, você deve ficar sempre muito atento ao funcionamento deles.

Em primeiro lugar, acompanhe de perto o desgaste. Para isso, utilize o TWI (Tread Wear Indicator), que é um dispositivo que ajuda a verificar a profundidade dos sulcos. Trata-se de pequenas borrachas de 1.6 m que ficam posicionadas entre as ranhuras. Se elas ficarem no mesmo nível, significa que os seus pneus estão acabando.

Adicionalmente, a calibragem é fundamental para que o pneu funcione bem. Portanto, calibre os pneus quinzenalmente usando a pressão recomendada pelo fabricante. Se você utilizar mais pressão do que o sugerido, os pneus se desgastarão mais no meio da banda de rodagem. Se calibrar com menos ar, as laterais da borracha ficarão mais gastas primeiro.  

Motor e suspensão

Sempre que você estiver rodando em seu carro, tire um momento para desligar o som e ouvir eventuais barulhos que ele esteja produzindo.

Socos e solavancos podem significar algum problema na suspensão. Verifique também o comportamento do veículo em curvas, avaliando se a estabilidade não está prejudicada. O carro deve ser firme ao contornar uma curva, principalmente em estradas.

No caso do motor, alguns barulhos podem ser provenientes de problemas em correias. Se você ouvir um som muito agudo assim que der a partida, pode ser que a correia que liga o ar-condicionado, o alternador e a bomba d’água esteja com problemas. Se ela se partir, você poderá ficar na mão.

Por fim, não se esqueça de ficar atento aos freios. Se o pedal estiver muito baixo, significa que é hora de trocar o fluido de freio. Por outro lado, se houver um chiado sempre que você acionar o equipamento, é sinal de que as pastilhas estão chegando ao fim.

Como você viu ao longo deste post, a atenção ao desempenho do carro é decisiva para que você consiga extrair todo o desempenho do seu veículo e ainda mantê-lo sempre em excelente estado de conservação.

Por isso, fique sempre atento aos sinais que ele emite e corra para a concessionária ao menor sinal de problema! Se quiser ler mais posts como este, curta a nossa página no Facebook! Também estamos no Twitter e Youtube