Veja como é o processo de compra de carros para pessoas com deficiência

Com a enorme evolução de veículos que o Brasil vem assistindo nos últimos anos, temos uma variedade incrível de modelos para todos os tipos de clientes.

Também seguindo essa evolução, o número de pessoas com deficiência que procuram carros novos aumenta muito e para elas são destinadas isenções na hora de adquirir veículos: existem impostos e taxas dos quais elas estão livres de pagar.

Pensando nisso, preparamos este artigo para mostrar como funciona esse sistema e quem tem direito a esses descontos. Confira:

Quem tem direito a isenção?

Qualquer pessoa que tenha algum tipo de deficiência, sendo condutora ou não de veículos. A isenção é de IPI e ICMS, tornando o valor do veículo até 25% mais barato.

Além disso, esses carros não pagam IPVA anual, ficam livres de rodízio se a cidade tiver e tem o direito de estacionar em vagas exclusivas.

Para obter esse desconto de acordo com a Lei 8.989/95, o carro deve ser novo e nacional, além de ter o valor máximo de 70 mil reais. Para veículos acima desse valor, somente fica isento o IPI.

A isenção vale também para não condutores, mas que tenham uma pessoa para guiar seu veículo, incluindo deficientes visuais e crianças. Porém, restringe-se apenas ao IPI.

Lembre-se que pessoas com deficiência podem somente exercer esse benefício uma vez a cada dois anos, não importando o número de veículos adquiridos.

Como proceder para garantir os descontos?

Para poder assegurar os descontos, é preciso solicitar uma série de documentos e aguardar a análise que será realizada pelos órgãos competentes. Confira quais são os comprovantes e o processo para a aquisição de um veículo:

  1. Solicite um laudo médico particular que detalhe as condições e constata a incapacidade para conduzir carros normais.

  2. Dirija-se ao Detran para fazer a perícia que verifica se o interessado realmente tem direto aos benefícios.

  3. Vá até uma autoescola para fazer aulas e tirar a CNH Especial.

  4. Com a habilitação e laudos médicos em mãos, solicite uma carta de isenção de IPI junto à delegacia da Receita Federal.

  5. Escolha o modelo de veículo nacional, visite as concessionárias e faça o test drive.

  6. Solicite a isenção de ICMS junto à Secretaria da Fazenda do seu local de residência, utilizando a carta disponibilizada pela concessionária em que você comprará o veículo.

  7. Faça as adaptações necessárias no veículo.

  8. Após fechar o negócio, dirija-se ao Detran para receber o documento do carro com status “intransferível”.

  9. Solicite a isenção de IPVA, de rodízio e o cartão para estacionar em vagas exclusivas.

Caso a pessoa tenha um tipo de deficiência que a impossibilite por completo de guiar, como um tetraplégico ou alguém com 100% de deficiência visual, ela pode nomear alguém da família para ser o condutor e obter o desconto do IPI.

Para isso, ela também precisará dos laudos e perícia comprovando a incapacidade física, além dos dados e documentos da pessoa nomeada como condutora. Caso seja pessoa menor de dezoito anos portadora de deficiência, é necessária autorização e documentos dos pais.

Se for alguém sem responsabilidade jurídica, será também preciso a curatela, documento que um juiz emite concedendo essa responsabilidade ao deficiente.

Quanto tempo demora o processo de compra?

Como envolve vários documentos, solicitações e laudos que passam por vários órgãos do governo, indo do Detran até a Receita Federal, os trâmites legais para que a pessoa obtenha seu veículo com isenção de impostos pode levar até oito meses depois da entrega dos papéis.

Caso o veículo necessite de adaptações, procure empresas especializadas nesse tipo de serviço. Lembre-se que o carro só será liberado para rodar depois que essas adaptações forem inspecionadas e verificada sua eficiência para a mobilidade do condutor.

Pronto! Agora você já sabe como é o processo de compra de carro para pessoas com deficiência. Você tem alguma dúvida sobre o tema ou gostaria de compartilhar sua experiência? Deixe um comentário!

Afinal, o que é a lavagem ecológica de carros ?

Com os períodos de estiagem cada vez mais longos no Brasil, a preocupação com o consumo de água se tornou comum entre a população. E é justamente pensando em diminuir o desperdício em uma das atividades que mais utilizam água que a lavagem ecológica de carros tem ganhado cada vez mais adeptos. Trata-se de pessoas que, embora não queiram deixar a sustentabilidade de lado, não abrem mão de ter o seu carro sempre brilhando.

No entanto, mesmo com o surgimento de cada vez mais prestadores desse tipo de serviço, ele ainda é visto com maus olhos por muitos motoristas, que questionam a eficiência da lavagem que não utiliza água da forma tradicional.

Se você é um desses motoristas que ainda não conhecem a lavagem ecológica de carros ou quer saber mais sobre o assunto, esse post foi feito para você. Acompanhe!

O que é a lavagem ecológica de carros?

Também conhecida como ecolavagem ou biolavagem, a lavagem ecológica é um tipo de limpeza realizada em veículos que quase não utiliza água. Para isso, faz uso de produtos biodegradáveis, que, além de diminuírem o consumo de água, não agridem o meio ambiente.

A lavagem ecológica foi criada por um brasileiro, que recebeu uma multa da síndica por ter levado o seu carro (da forma tradicional, ou seja, com litros de água) dentro da garagem do seu condomínio. Na busca por uma opção que evitasse mais problemas, ele descobriu um produto não tóxico e com alto poder de limpeza.

Economia de água e de dinheiro

Quando comparada com a lavagem comum, a opção ecológica ainda é vantajosa pelos seguintes aspectos:

  • utiliza, em média, 200ml de água para realizar a lavagem inteira de um carro, contra cerca de 80 litros utilizados em uma lavagem comum;
  • um kit de lavagem ecológica de cerca de R$150 é capaz de realizar até 200 limpezas completas;
  • o processo é realizado em menos tempo, pois necessita de praticamente uma etapa para ser concluído, enquanto a lavagem comum depende de limpeza, enxague, enceramento, aspiração, etc.

Mas não pense que, por demandar menos consumo de água e ser mais barata e mais rápida que a lavagem tradicional, a opção ecológica perde em eficiência — os resultados obtidos são iguais e, algumas vezes, até melhores que os da lavagem comum.

Locais especializados

Com quase toda certeza, você já deve ter se deparado com a oferta da lavagem ecológica para carros, até mesmo fora de lava rápidos. Isso acontece porque a sua execução exige poucos materiais, que não ocupam muito espaço.

A lavagem ecológica de carros se divide, normalmente, em quatro momentos, que são:

  1. a limpeza dos pneus e das partes plásticas externas  esses itens recebem a aplicação de produtos que não dependem de enxágue, pois não têm ação corrosiva como os detergentes;
  2. a limpeza dos vidros  contam com a aplicação de um produto específico, que limpa e ainda evita a aparição de manchas com o passar dos dias;
  3. a limpeza da lataria  recebe a aplicação com borrifador da mistura de produto biodegradável dissolvido em água, em seguida, a mistura é espalhada e absorvida com a ajuda de flanela específica;
  4. a limpeza da parte interna  é higienizada com o auxílio de um aspirador de pó, e a finalização nas partes plásticas e de couro é feita com produtos específicos.

Em geral, as lavagens ecológicas têm preço muito semelhante ou menor ao cobrado para a realização do processo comum. Porém, costumam apresentar um tempo de execução bem menor e ser oferecidas em locais estratégicos (supermercados, estacionamentos, shoppings, etc.), o que também se torna um grande atrativo do serviço.

Como fazer em casa

Que o brasileiro é apaixonado por carros, isso não há dúvidas! Então, se você é apaixonado pelo seu veículo e adora cuidar dele com as próprias mãos, a realização da lavagem ecológica também é uma opção para ser feita em casa e em condomínios de apartamentos, que normalmente proíbem a lavagem comum na garagem.

Se você decidir por essa opção, a primeira coisa que deverá fazer é comprar um kit de lavagem a seco para automóveis ou montar o seu, que deverá conter:

  • solução de lavagem a seco para latarias;
  • pulverizador de compressão;
  • pincel de acabamento para pneus e detalhes externos (opcional);
  • flanela de microfibra;
  • solução para limpeza de vidros;
  • solução desengraxante para rodas e pneus.

Esses são os itens necessários para que você execute a limpeza da parte externa do veículo. Para a limpeza da parte interna, já que não depende de água, você pode optar pelos produtos que já está acostumado a utilizar em lavagens comuns.

Mesmo que de simples execução, a lavagem ecológica exige alguns cuidados para ser feita em casa. Entre eles, destacam-se:

  • dissolver a quantidade correta da solução  ao dissolver a solução na água, colocar uma quantidade menor que a indicada pode provocar riscos na pintura, assim como uma quantidade maior, embora não danifique a lataria, também não trará o brilho desejado ao veículo;
  • realizar movimentos leves  como a solução é aplicada na lataria e retirada pouco tempo depois com a ajuda de uma flanela, a execução de movimentos deve ser sutil e cuidadosa, evitando um atrito desnecessário entre a sujeira que está sendo retirada e a pintura do veículo;
  • usar apenas flanelas de microfibra  também para evitar riscos na lataria, as flanelas de microfibra têm como característica a boa absorção de líquidos e de poeira, diferentemente de outros tecidos usados para lavar carros.

Afinal, qual é a melhor opção?

Pelo fácil acesso à água e até pelo costume, as lavagens comuns ainda são as preferidas pelos motoristas brasileiros. Porém, com as crises hídricas que foram recentemente enfrentadas em grandes cidades e que ocasionaram, por muitas vezes, o racionamento de água, o número de adeptos à lavagem ecológica tem aumentado gradualmente.

Seja em um local especializado ou em casa, a lavagem ecológica de carros é uma ótima opção para cuidar do seu veículo. Afinal, ela pode sair mais barata que a limpeza comum e ainda ajuda a preservar o meio ambiente.

Gostou do nosso post? Agora que você já sabe tudo sobre a lavagem ecológica, pode aproveitar e compartilhar nas redes sociais para que os seus amigos também saibam mais a respeito!

Descubra mitos e verdades sobre o amaciamento de motor

Você deve ter discutido — provavelmente com seu pai, avô ou irmão —, ainda jovem ou até mesmo adulto, sobre a necessidade de amaciamento de motor em carros novos, que era algo realmente obrigatório há algumas décadas.

Porém, com o passar dos anos e cada vez mais tecnologia empregada na fabricação de automóveis, é comum ser pego com dúvidas sobre a necessidade do amaciamento de motor nos dias atuais — e até mesmo sobre os procedimentos que devem ser adotados nos primeiros quilômetros com um carro zero.

Este post é de leitura obrigatória se você é um apaixonado por veículos que cresceu ouvindo (e seguindo) as recomendações para amaciar motor em carros novos. Nesse artigo você vai conhecer os mitos e verdades sobre o amaciamento de motor, para saber de uma vez por todas se ainda deve realizar cuidados especiais nos primeiros quilômetros do seu carro. Confira!

O amaciamento de motor

Os motores — e os carros como um todo — possuem diversos componentes que entram em atrito constantemente durante o seu funcionamento e, por isso, antigamente as montadoras orientavam os novos proprietários a tomar uma série de cuidados para os componentes se adaptarem uns aos outros durante o funcionamento.

Passadas de geração em geração, essas recomendações para amaciamento do motor têm uma série de tabus em torno delas, seja sobre o período ou sobre os cuidados que devem ser tomados em veículos com motores novos.

A verdade é que — mesmo com a evolução tecnológica empregada na fabricação de automóveis — ainda há cuidados que precisam ser tomados durante um período de adaptação de um motor novo. Onde, entre mitos e verdades (e consequentemente as dúvidas), estão:

A velocidade máxima

Uma das principais dúvidas que se tem sobre o processo de amaciamento de motor é quanto ao tráfego em velocidades mais elevadas — que no Brasil possui o limite máximo permitido em 120 km/h em algumas rodovias.

Nesse quesito, é importante ressaltar que é onde mais se teve avanço com as tecnologias empregadas no processo de produção de automóveis e, portanto, não tem nenhum tipo de impedimento na velocidade em que se pode trafegar com um motor novo — o que antigamente costumava ter a indicação para não superar os 100 km/h durante os 5000 primeiros quilômetros rodados.

Mas isso não significa que você pode sair por aí “esticando” com o seu carro zero-quilômetro, viu? A leitura do manual do veículo é sempre essencial e poderá trazer indicações adicionais sobre a velocidade que deve ser empregada no veículo.

O tráfego em estradas

Outra dúvida bastante comum entre os motoristas que adquirem um novo carro, é quanto ao tráfego em estradas nos primeiros quilômetros com o veículo prejudicar o amaciamento do motor.

Esse é um fator de bastante controvérsia mas que, normalmente, tem uma atenção especial das montadoras no manual do carro em não recomendar a utilização do veículo — durante os primeiros quilômetros — em velocidades altas e constantes por longos períodos.

Mais uma vez, a boa e velha leitura do manual é obrigatória para verificar a indicação da montadora antes de pegar a estrada com o seu novo carro.

A rotação

Comum quando o veículo está em velocidades mais altas, o número elevado de rotações também ocorre quando o período entre a troca de uma marcha para outra é estendido — situação mais comum para ganho de velocidade e ultrapassagens.

Os manuais e o painel costumam ter a indicação do número de rotações máximas que o veículo pode atingir, porém, também é comum constar no manual um cuidado ainda mais severo para os primeiros quilômetros.

Este cuidado extra tem a ver com o sistema de injeção eletrônica presente nos modelos atuais de carros que, principalmente nos primeiros quilômetros, é responsável por aprender e se adequar com o modo de direção do condutor. A utilização de rotação elevada nesse período pode levar a uma má configuração, o que causa ineficiência energéticaconsumo elevado de combustível e alto índice de emissão de poluentes.

Os motores retificados

Nem só de carros zero vivem os motores novos! Os motores retificados também são campeões de dúvidas quando o assunto é o amaciamento de motor, já que também se caracterizam como um motor novo.

Mas se os motores retificados não são os mesmos que saíram da fábrica, logo, as suas devidas indicações de uso inicial não estão presentes no manual do veículo. Então, o que fazer? Se você possuir um carro com muitos quilômetros rodados e que precise passar pelo processo de retificação, é importante questionar a empresa responsável pela manutenção sobre os materiais utilizados e quais são os cuidados exigidos.

Hoje em dia, a maioria das vezes em que um motor é retificado faz com que o motorista deva ter os mesmos cuidados que envolvem a aquisição de um veículo novo — mas somente o profissional responsável pela manutenção pode indicar os cuidados necessários, ok?

As diferenças entre montadoras

Por último (mas não menos importante), é necessário ressaltar que cada montadora e modelo possuem suas próprias recomendações. Portanto, os cuidados que são solicitados para um carro, nem sempre valem para outro.

Mesmo que o termo amaciamento de motor seja cada vez mais escasso, ainda é bastante presente tanto em veículos novos como em modelos que tiveram o motor retificado.

Antes de adquirir um novo carro, você deve solicitar as indicações iniciais de uso do veículo e verificar se elas se encaixam em sua necessidade — imagine que você realize viagens constantemente e as recomendações impeçam isso por um longo período de tempo?

Ao adquirir um carro novo, é muito importante que você verifique os itens presentes nas recomendações de uso inicial do veículo e as siga, é claro! Pois estas recomendações envolvem não apenas fatores do amaciamento de motor, mas também de todos os principais componentes do veículo.

E então, o que você achou das nossas dicas sobre o amaciamento de motor? Gostou? Então, compartilhe esse artigo nas suas redes sociais e ajude seus amigos a também dominarem o assunto!

Saiba já como escolher carros comerciais!

Momento de grande dificuldade, a escolha de carros comerciais envolve diversos fatores que variam, principalmente, de acordo com a finalidade de uso.

Isso porque taxistas, frotas para empresas, autoridades e até mesmo profissionais das novas opções de transporte privado (como o Uber, por exemplo) entram na categoria de carros comerciais.

Se você está em dúvida ou simplesmente não faz ideia de como escolher o modelo de veículo correto para a sua necessidade, não deixe de ler este post. Apresentamos, a seguir, os principais fatores para você ficar atento e acertar nessa importante decisão. Acompanhe!

Valor de revisões e manutenção

Independentemente do modelo que você escolha e de qual for a finalidade de uso do carro, avaliar qual é a média dos valores de revisões, trocas de óleo e outras manutenções rotineiras poupa uma boa quantia a longo prazo.

Outro fator importante a se observar é quanto à oferta de peças e acessórios de reposição para o veículo. Nesse caso, saber se há produção no Brasil e se são comumente encontrados em sua região facilitará (e muito!) a vida em uma eventual necessidade.

Para te ajudar nessa parte, enumeramos os itens mais passíveis de troca. Veja:

  • faróis;
  • para-choques;
  • retrovisores;
  • amortecedores;
  • pastilhas de freio;
  • radiador;
  • filtros de combustível, ar e óleo;
  • bombas de água e combustível.

Segurança

Pode até parecer óbvio, mas lembrar-se da segurança é fundamental na hora de adquirir carros comerciais — e particulares também.

Com a recente mudança na legislação, que tornou obrigatória a inserção de freios ABS e air bags frontais em veículos novos, a segurança dos carros 0 km teve um importante avanço, mas ainda assim você deve considerar algumas questões na sua avaliação, como:

  • presença de air bags para todos os passageiros;
  • notas recebidas nos testes de segurança;
  • histórico de falhas, no modelo avaliado, que comprometam a seguranças.

Espaço necessário em carros comerciais

Essa é uma grande questão a ser analisada, pois normalmente está associada à decisão entre um modelo hatch ou sedan.

Quando se fala em espaço, o assunto vai bem além do quesito conforto, já que em táxis e outras modalidades de transporte particular há a necessidade de um porta-malas com espaço suficiente para transporte de malas — que podem ser pequenas ou muito grandes, acredite.

Sabendo disso, para decidir entre um hatch, um sedan ou um utilitário, você deve levar em conta os seguintes pontos:

  • quantidade de passageiros que devem utilizar o veículo;
  • necessidade de espaço para carregar malas ou materiais diversos;
  • finalidade de uso para passageiros ou cargas.

Conforto

Principal requisito dos carros voltados para o uso de autoridades, colaboradores com cargos mais elevados e de transporte privado (táxis e veículos utilizados no Uber), o conforto é essencial para quem passa longos períodos dentro do automóvel ou recebe seus clientes nele.

Quando se trata dessa característica, sua atenção deve se voltar principalmente para a presença de:

  • um bom espaço para acomodação do motorista e dos passageiros;
  • ar-condicionado quente e frio;
  • apoio de braço;
  • tecido dos bancos.

Outros itens também são diferenciais e têm a capacidade de proporcionar conforto, como o número de entradas USB — indispensáveis para carregar smartphones e tablets — e a localização dentro do veículo.

Potência

Quando se fala no assunto, sempre há uma grande discordância: qual a potência necessária para um uso eficiente? Mais uma vez, a resposta vai depender da finalidade à qual o veículo será destinado e do foco (economia ou performance).

Se o carro tem a missão de ser utilizado, na maior parte do tempo, em perímetros urbanos, ou de trafegar em estradas com pistas duplas ou fácil ultrapassagem por outros veículos, os modelos com motor até 1.6V são os mais recomendados. Além de proporcionarem a força necessária, ainda têm um consumo menor de combustível.

Já se a finalidade for totalmente oposta — trafegar constantemente em estradas nas quais seja necessário fazer ultrapassagens e acomodar mais ocupantes ou carga —, optar por um modelo mais potente é altamente indicado.

Economia de combustível

Mesmo que esse não seja o item principal em alguns casos, saber qual é o consumo de combustível de um carro comercial também pode trazer muita economia a longo prazo (ou até mesmo a curto prazo, dependendo da escolha).

Não se esqueça de comparar, já que a maioria dos modelos é bicombustível, o consumo de cada um em todos os combustíveis que forem aceitos. Você pode pesquisar também os valores cobrados nos postos de sua região, que podem influenciar bastante na decisão final.

Se estiver em dúvida entre 2 modelos que se equiparam em diversas características, esse com certeza é um item que deve ser observado e influenciar em sua escolha.

Garantia e itens extras

Quem tem qualidade garante! Não é mesmo? Logo, uma característica importante a ser observada na sua escolha não é só o tempo, mas também a cobertura pela garantia da montadora.

Saber isso pode evitar muitas dores de cabeça e ainda ser um bom direcionamento, pois se a perspectiva de troca do veículo for menor do que o tempo de garantia concedido, você estará coberto em todo o período em que utilizá-lo.

Outro fator importante é verificar a necessidade de utilização de itens extras (centrais multimídias, sensor de estacionamento, faróis de milha, etc). Opte sempre pela aquisição e instalação na própria concessionária, pois, além de contar com um funcionamento perfeito, você ainda mantém a cobertura da garantia.

Valor do seguro

Último quesito, mas não menos importante: avaliar quanto é cobrado para um seguro privado do carro é essencial. Afinal, a diferença entre os valores, de acordo com o modelo, pode significar uma boa economia ou a possibilidade de deixar o veículo mais completo.

Agora que você já sabe como fazer a melhor escolha quanto aos carros comerciais, é só partir para a pesquisa e decidir aquele que se encaixa melhor em seus planos e em suas necessidades.

Gostou do nosso post? Vai colocar nossas sugestões em prática na compra do seu próximo veículo? Não deixe de assinar a nossa newsletter para receber mais dicas como essas sempre em primeira mão!

8 dicas para economizar o combustível do carro

Com os preços nos postos cada vez mais altos, economizar o combustível do carro tem se tornado uma preocupação comum a todos os motoristas. Além disso, o preço elevado não é a única preocupação: os gases emitidos pelos veículos estão entre os maiores causadores do efeito estufa.

Assim, gastar menos combustível é vantajoso financeiramente e ainda contribui para tornar nosso planeta menos poluído. Contudo, o que pouca gente sabe é que o consumo de combustível de um veículo está bastante relacionado ao modo de dirigir e ao funcionamento adequado de seus componentes.

Pensando nisso, separamos 8 dicas práticas que farão você economizar na hora de abastecer seu tanque. Confira!

1. Faça a manutenção preventiva

O rendimento de um motor de carro está diretamente ligado ao bom funcionamento de seus componentes mecânicos e elétricos, responsáveis pela queima correta do combustível e pelo melhor uso da energia gerada. Esses dois últimos fatores influenciam diretamente no valor gasto nos abastecimentos. Assim, fazer a manutenção preventiva no veículo é primordial.

Troque as velas e cabos conforme as indicações de tempo e quilometragem do manual do proprietário do carro. Elas são responsáveis pela queima do combustível no motor. Uma vela falhando fará com que parte do combustível não queime e seja jogado fora.

Trocar os filtros de ar e de combustível no tempo certo também ajuda, assim como o óleo do motor e seu filtro. Troque-os sempre por produtos dentro das especificações do fabricante do veículo. Esses componentes fazem com que o motor trabalhe com menos esforço.

Além disso, leve o carro ao mecânico sempre que perceber comportamentos estranhos, como barulhos ou falhas. Conforme as indicações do fabricante, revise a suspensão, rolamentos e pneus, cuidando de seu alinhamento e balanceamento.

2. Calibre os pneus corretamente

Deixar os pneus com a pressão correta não só aumenta sua vida útil, como faz com que o motor precise de menos esforço para rodá-los. Além disso, bombas de ar são oferecidas gratuitamente pela maioria dos postos de gasolina, sendo fácil encontrá-las.

Portanto, calibre os pneus semanalmente, de acordo com as indicações de pressão feitas pelo fabricante no manual do proprietário. Faça isso assim que tirar o carro da garagem, quando eles ainda estão frios, pois a temperatura do ar em seu interior pode modificar sua pressão.

3. Troque as marchas no tempo certo

Manter a aceleração em alta rotação fará com que haja um gasto maior de combustível e um menor aproveitamento de sua energia por conta dos limites das marchas baixas da embreagem. Assim como, o uso de marchas altas em velocidades baixas fará com que a injeção eletrônica compense a falta de rotação queimando mais combustível do que o necessário.

Portanto, é preciso fazer a troca de marchas no tempo certo, respeitando sua velocidade e mantendo a rotação em níveis medianos.

No manual do proprietário de seu veículo estão as instruções para as trocas corretas das marchas para melhorar o desempenho do motor. Dessa forma, seu carro aproveitará o máximo da energia da queima do combustível para locomover-se com o mínimo de desperdício.

4. Dirija defensivamente

Quanto mais o freio é utilizado, mais energia é desperdiçada. Isso significa queima de combustível à toa. Isso também acontece quando o carro fica parado no trânsito ou em semáforos.

Assim, dirigir defensivamente, respeitando os limites de velocidade e uma distância segura dos outros veículos, fará com que você possa antecipar situações de diminuição de velocidade, freadas ou paradas.

Dessa forma, há menos uso dos pedais do acelerador e do freio e mais do freio-motor, que minimiza a injeção de combustível nos cilindros.

5. Não dirija em ponto morto

Além de ser perigoso, pegar aquela ladeira na “banguela” fará com que seu carro gaste mais combustível.

Isso porque, diferentemente dos carros antigos com carburação, os modelos atuais com injeção eletrônica possuem controle da queima de combustível conforme o giro do motor. Se o carro estiver em movimento em ponto morto, o giro das rodas não movimentará os pistões.

Assim, o sistema eletrônico é que terá de trabalhar para o motor não morrer, injetando combustível para ser queimado, mesmo sem que o pedal do acelerador seja acionado.

Dessa forma, é melhor andar com o veículo engatado, pois a injeção eletrônica corta o fornecimento de combustível se o motor estiver funcionando com o próprio movimento das rodas.

6. Não abuse da velocidade

Principalmente em estradas e rodovias, há uma tendência de que os motoristas acelerem até a velocidade máxima permitida (ou até a ultrapassem). Mas o que pouca gente sabe é que a eficiência do veículo diminui muito em velocidades mais altas.

Isso acontece devido à resistência do ar, que faz com que a rotação do motor precise ser maior para obter um ganho de velocidade. A maioria dos automóveis de passeio tem seu melhor rendimento na casa dos 90 km/h. Acima disso, o ganho de velocidade será cada vez menor em relação ao gasto de combustível.

Para se ter uma ideia, um carro a 120 km/h gasta 50% mais combustível do que se estivesse a 100 km/h. Ou seja, uma aceleração de apenas 20% a mais.

7. Desligue o ar-condicionado

A maioria dos aparelhos de ar-condicionado automotivo funciona com correias ligadas ao motor. Dessa forma, quando o aparelho está funcionando, acaba sendo um esforço a mais para o motor do carro, que precisa queimar mais combustível para manter seu desempenho. Assim, manter o ar-condicionado desligado é uma boa alternativa para economizar.

8. Use combustível confiável

Combustível adulterado geralmente possui concentração de água ou solventes acima do permitido, o que faz com que sua queima gere menos energia do que o ideal. Assim, será preciso um maior consumo para manter o motor funcionando e para aumentar a aceleração.

Além do consumo maior, o combustível ruim afeta os componentes do carro, como a bomba de combustível, filtro, velas, entre outros, diminuindo sua vida útil e causando perda de eficiência. Ou seja, o consumo aumenta pela soma desses dois fatores.

Portanto, busque sempre um posto de abastecimento confiável e evite os combustíveis muito baratos, pois não há muito como os postos fugirem dos preços do mercado, a não ser adulterando o produto.

Pronto! Agora você já sabe como economizar o combustível do carro! Gostou das dicas? Então compartilhe este artigo com seus amigos nas redes sociais!

IPVA e DPVAT: vale a pena pagar a vista?

O começo do ano é a época de mais gastos para os proprietários de veículos. Os principais custos são com IPVA e DPVAT. Essas despesas, somadas aos gastos de fim de ano, tendem a complicar financeiramente muita gente.

Contudo, deixar de pagá-las não é uma opção, já que o direito de rodar com seu veículo depende desses pagamentos. Para facilitar um pouco, existem descontos e parcelamentos. Mas será que valem a pena?

IPVA

O que é?

O IPVA é o Imposto sobre Propriedade de Veículo Automotor, que deve ser pago anualmente. Ele é de responsabilidade da Secretaria de Estado da Fazenda e é cobrado pelo Departamento de Trânsito (Detran). Cada estado possui diferentes preços, descontos e datas.

Cinquenta por cento do seu valor é destinado aos municípios proporcionalmente à quantidade de veículos licenciados naquele lugar. Caso o IPVA não seja pago, o proprietário sofrerá as penalidades previstas, que são uma multa, pontos na carteira de motorista e apreensão do veículo — além de não poder renovar o licenciamento.

Quando pagar?

O IPVA pode ser pago à vista, em janeiro, ou parcelado em três vezes; sendo as parcelas para janeiro, fevereiro e março ou fevereiro, março e abril, dependendo do estado e do final da placa do automóvel. 

Veículos 0km não podem ter o IPVA parcelado. Nesse caso, ele deve ser pago em até 30 dias após a emissão da nota fiscal da compra.

Quanto pagar?

O valor do IPVA varia de estado para estado. Ele leva em conta as características do automóvel e é calculado com base em uma porcentagem (chamada alíquota) do valor venal do veículo. O valor venal nada mais é do que o valor do automóvel na Tabela Fipe.

À vista ou parcelado?

Uma grande dúvida em relação ao IPVA é se ele deve ser pago à vista ou parcelado. Para pagamento à vista, é oferecido um desconto que normalmente varia de 5% a 8%, dependendo do estado — podendo ser maior ou menor. Já o pagamento parcelado, não acarreta em juros, mas exclui o desconto antecipado.

Suponha que o valor do IPVA do seu carro seja de R$ 1.200. Com desconto de 5%, o valor pago à vista será de R$ 1.140.

Agora, considere um investimento em poupança com rendimento de 0,5% ao mês. A primeira parcela a ser paga será de R$ 400, sobrando R$ 800 na poupança, que renderá R$ 4. Com R$ 804 na conta, chegará a segunda parcela, restando R$ 404, que por sua vez renderá R$ 2,02.

Dos R$ 406,02, você pagará a última parcela, restando R$ 6,02. Assim, no parcelado, você pagará um total de R$ 1.193,98, consideravelmente maior que o valor à vista. Portanto, o pagamento à vista é a melhor opção, desde que tenha o dinheiro total à disposição. Em alguns casos, o proprietário não possui esse valor para ser gasto de uma vez, devendo optar então pelo pagamento parcelado.

Onde pagar?

Antigamente, a emissão do IPVA para pagamento só podia ser realizada no próprio Detran. Mas graças à tecnologia, hoje pode ser feita também pela internet, por meio do site do Detran do seu estado.

Basta entrar com o número do Renavam e da placa, gerar a guia e efetuar o pagamento nos diversos canais existentes atualmente para esse fim (caixas eletrônicos, internet, caixas de bancos, entre outros).

Alguns bancos têm em seu menu a opção de pagamento de IPVA, bastando digitar o número do Renavam. Há também a opção de pagar diretamente no caixa, disponibilizando a mesma informação. Os bancos cadastrados para esse serviço são: Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Sicoob, Santander e Mercantil do Brasil.

DPVAT

O que é?

O DPVAT é o Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre, mais conhecido como seguro obrigatório. Por concessão do governo, ele é administrado pela Seguradora Líder.

De todo valor arrecadado, 45% é destinado ao Ministério da Saúde, 5% ao Departamento Nacional de Trânsito e os 50% restantes ficam para a seguradora, para arcar com as indenizações.

O DPVAT é feito para cobrir as vítimas de acidentes de trânsito: tanto motorista, como passageiro e pedestre. Ele é acionado em caso de acidente com morte ou invalidez permanente e arca com as despesas médicas necessárias.

As indenizações pagas são no valor de R$ 13.500 para morte, até R$ 13.500 para invalidez permanente e até R$ 2.700 para os custos hospitalares.

Quando pagar?

O IPVA e o DPVAT devem ser pagos juntos no caso de parcela única. No caso de parcelamento do IPVA, o DPVAT deve ser pago junto com a primeira parcela.

Veículos isentos de IPVA devem ter o DPVAT pago junto com o licenciamento. Proprietários de automóveis 0km ou com DPVAT atrasado só poderão fazer o pagamento à vista.  Apenas veículos como motos, ônibus, micro-ônibus e vans usados podem efetuar o parcelamento.

Quanto pagar?

No ano de 2017, o seguro obrigatório teve uma redução significativa no seu valor. De acordo com a Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), essa redução foi devido à diminuição do número de indenizações pagas nos últimos tempos. Estes são os valores para o ano de 2017, segundo o site da Seguradora Líder:

  • Automóveis de passeio: R$ 68,10;
  • Motos: R$ 185,50;
  • Caminhões e pick-ups: R$ 71,08;
  • Lotação, ônibus e micro-ônibus com cobrança de frete: R$ 251,33;
  • Ônibus e micro-ônibus sem cobrança de frete: R$ 157,42;
  • Lotação com cobrança de frete (máximo 10 passageiros): R$ 157,42;
  • Motos de até 50 cilindradas: R$ 86,38.

Onde pagar?

O primeiro passo para efetuar o pagamento é entrar no site da Seguradora Líder e clicar no campo “como pagar”. Você será redirecionado a uma nova página. Selecione a opção “Saiba como pagar”.

Selecione o estado no qual seu veículo está cadastrado. Haverá as opções de pagamento à vista ou parcelado, de acordo com a categoria do seu automóvel. Basta selecionar a opção desejada e disponibilizar as informações pedidas para emitir a sua via de pagamento. 

Uma outra opção é pagar diretamente no caixa eletrônico do seu banco, por meio da opção “Pagamento de DPVAT”. Não se esqueça de ter em mãos o número do Renavam.

Agora você já sabe o que são IPVA e DPVAT, como pagá-los e o método de pagamento que vale mais a pena (à vista ou parcelado). Faça suas contas e planeje-se!

E então, gostou do nosso artigo? Curta a nossa página no Facebook e fique por dentro de outras dicas que te ajudarão com os gastos do seu veículo!

Financiamento de veículo: como escolher o melhor?

Com tantos modelos, marcas e diferentes preços, a compra de um veículo, seja novo ou usado, acaba se tornando uma decisão difícil para muitos. Além disso, outro ponto pode gerar dúvidas na hora de fazer essa compra: a forma de aquisição. Nesse contexto, o financiamento de veículo ainda é a forma mais comum para efetuar a compra.

Optar pela melhor modalidade de financiamento não é nenhum bicho de sete cabeças, mas requer um certo conhecimento a respeito do assunto. Por isso, nesse artigo vamos falar um pouco sobre as principais formas de financiamento de veículo, a fim de te ajudar a ter o conhecimento necessário para saber fazer a melhor escolha. Então, vamos lá? Acompanhe!

CDC (Crédito Direto ao Consumidor)

Essa certamente é uma das modalidades de financiamento mais praticadas atualmente quando o assunto é compra de veículos.

O CDC é uma espécie de empréstimo realizado com um banco ou instituição financeira, a qual assume o ônus de fazer o pagamento do bem — geralmente mediante uma entrada de no mínimo de 20% do valor total do financiamento — e, como contraprestação, o contratante (pessoa física ou jurídica) assume a obrigação de, mensalmente, deduzir o valor financiado por meio do pagamento de parcelas, previamente estabelecidas e acrescidas de juros e outras tarifas.

Juros no CDC

A taxa de juros do CDC não é uma taxa fixa, podendo sofrer variações a depender do valor financiado, do valor oferecido a título de entrada, da quantidade de parcelas —normalmente até 60 —, bem como das condições pessoais que o contratante oferece para saldar a dívida — como remuneração, estabilidade no emprego e outros fatores que tornam o empréstimo mais seguro para a financeira.

Além dos juros, no CDC também tem acrescido no valor das parcelas o IOF (Imposto sobre Operação Financeira).

CDC: imposições ao veículo

Esse é um ponto que merece destaque, pois, como veremos, existem algumas diferenças em relação as outras modalidades de financiamento.

Ao contratar um CDC, como dito, o banco ou financeira é quem, inicialmente, faz o pagamento do bem. Desse modo, embora o contratante saia com seu veículo na hora, algumas restrições são impostas a ele. Por exemplo:

  • Alienação fiduciária: no CDC o bem recebe um gravame junto ao órgão de trânsito que o impossibilita de ser transferido para outra pessoa, já que o carro funciona como garantia, em caso de inadimplência.
  • Retomada do bem pela financeira: em caso de inadimplência, é possível que o banco entre com a ação judicial cabível, após tentativa de acordo sem sucesso, para reaver o veículo a fim de saldar a dívida — razão pela qual o comprador é impossibilitado de transferir a propriedade do carro, enquanto esse se encontra como garantia do contrato.

Vantagens

Hoje, modalidade extremamente praticada, o CDC apresenta uma série de vantagens se comparado a outras modalidades de financiamento, dentre as quais podemos citar:

  1. O veículo é propriedade da pessoa que contrata o CDC;
  2. Possibilidade de abatimento dos juros em caso de pagamento antecipado das parcelas ou quitação;
  3. Possibilidade de renegociação futura;
  4. Em caso de inadimplência o bem vai a leilão e os valores excedentes ao da dívida são devolvidos.

Desvantagens

O CDC também apresenta algumas desvantagens, tais como:

  1. Juros mais altos;
  2. Impossibilidade de deduzir o valor pago no IR (Imposto de Renda);
  3. A obrigação de pagamento persiste ainda que o bem tenha se perdido, seja por furto, roubo ou perda total.

Leasing

Durante muito tempo essa foi uma modalidade de financiamento bastante utilizada pelas financeiras para a aquisição de veículos. Contudo, hoje é raridade, devido à popularidade do CDC.

O Leasing, também conhecido como “arrendamento mercantil”, funciona exatamente como o seu nome sugere: o banco ou financeira compra o veículo em seu próprio nome e, então, arrenda (“aluga”) para o contratante que, por sua vez, tem a obrigação de pagar as parcelas mensais referentes a esse aluguel.

Ao final do contrato, depois de quitadas as parcelas estipuladas, o contratante passa a ter, mediante o devido procedimento, a propriedade do veículo.

Encargos no Leasing

Assim como no CDC, os contratos de Leasing também sofrem a incidência de juros, porém, se comparados àquele, são mais atrativos, dada a segurança que a instituição financeira possui ao ser a proprietária do veículo.

Outra diferença importante nesse quesito é que no leasing não há cobrança de IOF.

Imposições sobre o veículo

Aqui, diferentemente do CDC, o bem sofre uma restrição muito maior, justamente pelo fato de que esse é tido como propriedade da financeira até a quitação do contrato. Em caso de inadimplência, a financeira pode promover a reintegração de posse do veículo e, caso esse seja vendido para saldar o débito, não há a devolução de nenhum valor ao contratante.

Além disso, é lançada uma restrição junto ao órgão de trânsito constando o arrendamento, o que impede a transferência do veículo.

Vantagens do Leasing

  1. Taxa de juros reduzidas;
  2. Não incidência do IOF;
  3. O tributo relativo a propriedade do veículo (IPVA), é de responsabilidade da financeira — o que não acontece na prática;
  4. Possibilidade de devolução do veículo;
  5. Dedução do valor pago no IR etc.

Desvantagens do Leasing

  1. A financeira é proprietária do bem, até a sua quitação;
  2. Impossibilidade de desconto em caso de pagamento antecipado das parcelas ou quitação — devendo ser ajuizada uma ação judicial para garantir esse direito;
  3. Mais burocrático;

Consórcio

Essa é uma modalidade bem incomum em termos de características e não deve ser tida como um financiamento, pois, diferentemente das anteriores, o custo do veículo, em regra, não é financiado por um banco ou financeira, mas pelos próprios consorciados.

Nessa modalidade de aquisição, um grupo de pessoas se une para a compra dos veículos que, conforme estipulado, serão sorteados até que todos os integrantes sejam contemplados.

Juros

Essa é, sem dúvida, a maior vantagem do consórcio. Nele não há a incidência de juros, mas apenas da chamada taxa de administração — valor pago a administradora do consórcio para que organize todo o sistema.

Vantagens

Além da não cobrança de juros, no consórcio as parcelas são menores e os prazos de pagamento podem ser ainda mais dilatados. Ele é a melhor opção para quem deseja programar com mais flexibilidade e segurança a aquisição do veículo, e também pode ser uma boa maneira de investir o dinheiro.

Desvantagens

A principal desvantagem do consórcio é que nem sempre encontrará um que atenda exatamente a sua necessidade de comprar um veículo específico e, além disso, não terá o bem de imediato, pois, como também depende da sorte, você pode demorar até o final do prazo para que seja contemplado.

Por fim, como vimos, escolher o melhor financiamento de veículo não é nada difícil, basta que você saiba analisar as características e vantagens de cada modalidade.

Agora, que você conhece que características e vantagens são essas, isso não será mais um problema, não é mesmo? Mas, não pare por aí! Fique informado sobre esse e outros assuntos. Assine a nossa newsletter e não perca nenhuma novidade!

4 modelos de carros perfeitos para andar em família

Quando desejamos adquirir nosso primeiro carro ou trocar o que já temos por um melhor, vários fatores devem ser levados em consideração para realizarmos uma boa compra. Devemos analisar o desempenho, consumo, conforto, além de procurar ter um veículo com uma boa relação custo-benefício.

Mas, se estamos procurando um modelo para uma família com filhos, aí os cuidados devem ser redobrados. Além do conforto, um item de extrema importância deve ser a segurança, pois devemos nos lembrar que faremos o trajeto casa/trabalho/escola diariamente e ter um veículo que ofereça segurança é fundamental para essa rotina.

No post de hoje, vamos mostrar algumas opções de excelentes veículos que temos disponíveis no mercado, indicados para toda a família. Confira!

1. Honda Civic

Esse sedã é um dos maiores trunfos da montadora japonesa. Ele começou a ser importado para o Brasil em 1992 e atualmente é produzido em Sumaré, interior de São Paulo. Apesar de sempre pensarmos numa station wagon para a família, o modelo se revela uma ótima opção, pois traz conforto e ótimo espaço interno.

Atualmente, ele está na décima geração e, a partir da quinta versão (1992-1995), passou a ser um modelo mais refinado, trazendo várias novidades tecnológicas. Em 2006, chegou ao mercado o Novo Civic, bastante diferente das versões anteriores, tanto em termos de design quanto mecânica. Hoje temos várias opções de motorização e, ainda, o recurso de troca de marchas através dos paddle shifts, pequenas “borboletas” atrás do volante.

Além disso, temos os controles de áudio e piloto automático no volante, para que o motorista não precise tirar as mãos em nenhum momento. No essencial quesito segurança, o modelo traz air bags duplos, cinto de segurança com três pontos tanto na frente quanto atrás, freios ABS e conjunto de lanternas com um amplo alcance visual.

A montadora também se preocupou com a segurança de pedestres. Por isso a área do capô foi produzida com materiais feitos para se deformarem, diminuindo muito o impacto no caso de um atropelamento.

2. Honda City

Outro sedã da montadora japonesa que alcançou um grande sucesso no Brasil. Esse modelo foi lançado em 1982 e chegou ao país em 2009. Em sua quinta geração, ele é um automóvel compacto, aliando o conforto de um sedã com a praticidade de ter um modelo menor nas grandes cidades.

A primeira versão que veio para o Brasil foi justamente a quinta geração, mas o carro já era um grande sucesso em outros países, como China e África do Sul. Atualmente, vem com motores 1.3, 1.5 ou 1.8 litros e transmissão de cinco marchas, manual ou automático. Tem comprimento de 4,4 metros, mas garante um ótimo espaço interno.

Falando em segurança, tem algumas das opções que se encontram no Civic, como air-bag duplo e cintos de três pontos dianteiros e traseiros. O carro oferece grande estabilidade e conforto, tanto na cidade quanto na estrada, e por ser hoje um sedã chamado de sub-compacto, é uma alternativa mais prática para rodar no trânsito caótico de grandes cidades.

3. Honda HR-V

No muito concorrido segmento dos SUV (sport utility vehicle) um nome muito forte da Honda é o HR-V(Hight Rider Vehicle). Esse modelo compacto foi lançado em 1999 e originalmente se destinava apenas aos mercados japonês e europeu.

Era equipado com motores SOCH 1.6 litro ou VTEC 1.6 litro. Em 2000, sofreu alterações tanto no interior quanto no exterior e, em 2005, a Honda decidiu parar de fabricá-lo. Em 2015, voltou a ser produzido no Brasil.

Hoje no país temos disponíveis as versões EXL, EX e LX. Dentre os vários detalhes desse veículo, podemos destacar a maçaneta da porta traseira embutida na coluna, o visual arrojado e aerodinâmico, o amplo porta-malas com mais de 430 litros de capacidade, as rodas cromadas de liga leve aro 17e os freios ABS nas quatro rodas, com melhor eficiência de frenagem.

O veículo conta, também, com câmbio automático de sete velocidades, o que proporciona um menor consumo de combustível. Possui, ainda, tela multimídia touchscreen de sete polegadas, com GPS, áudio digital e internet browser integrados. Além disso, vem equipado com sistema bluetooth com HFT no volante, o que permite realizar comandos do áudio e chamadas telefônicas sem precisar tirar as mãos do volante, direção elétrica com EPS, que calibra a rigidez da direção de acordo com a velocidade do carro e possui air-bags frontais e laterais para motorista e passageiro, proporcionando uma direção mais tranquila.

4. Honda FIT

Esse monovolume, um dos maiores sucessos da Honda no Brasil, pode ser uma ótima opção para famílias menores. O carro foi lançado em 2001 e é também conhecido como Honda Jazz em alguns mercados, como na Europa e África.

Chegou ao Brasil em 2003, sendo produzido em Sumaré, e se tornou o modelo mais vendido da Honda no país. Hoje ele está disponível em quatro motorizações: 1.2, 1.4, 1.5 e 1.5 VTEC, sendo esse último Flex one e feito de alumínio.

O automóvel se destaca pelo design arrojado e por ser muito fácil de manobrar em grandes cidades, freios ABS, rodas de liga leve aro 16, porta-malas de 363 litros que pode chegar a mais de mil litros com os bancos rebaixados.

Na parte interna ele conta com piloto automático, sistema bluetooth com HFT, permitindo chamados sem utilizar as mãos, transmissão automática CVT, proporcionando uma troca suave e baixo consumo de combustível, volante revestido em couro e multifuncional, permitindo acessar comando de áudio, ajustes do piloto automático e atendimento de chamadas com um simples toque dos dedos.

Quando pensamos em carros para família, devemos levar em conta todas as situações que temos no nosso cotidiano. Existem diversas opções no mercado que, além de oferecer conforto e segurança para a rotina diária, oferecem também espaço e bom desempenho, necessários para quando formos viajar com toda a família reunida.

Por isso, mostramos aqui quatro ótimas opções de veículos que a Honda oferece nos quesitos espaço interno, segurança, conforto e desempenho, para que você e sua família tenham total tranquilidade e comodidade em suas viagens.

E aí? Já escolheu o seu modelo preferido? Caso ainda tenha dúvidas sobre como avaliar qual o automóvel mais indicado para as suas necessidades, não deixe de ler o nosso guia para comprar ou trocar de carro.

Revisão de férias no carro: o que você tem que conferir antes de viajar

Começo de ano é sinônimo de férias e alta temporada, hora de preparar para viajar, colocar o carro na estrada e aproveitar ao máximo o momento com a família ou os amigos. O carro, assim como qualquer outra máquina, sofre desgastes diariamente de acordo com o seu uso. Por isso, antes de pegar estrada e curtir o verão, é necessário garantir que o veículo esteja em boas condições e, assim, evitar surpresas desagradáveis.

Para ter a certeza que o carro está pronto para a jornada, é imprescindível que os proprietários façam uma revisão de férias. Essa revisão preventiva nada mais é que vários procedimentos que visam evitar o aparecimento de problemas e quebras. É muito importante que a revisão de férias seja feita alguns dias antes da viagem, garantindo assim uma viagem tranquila e segura.

Se você está preparando para as férias, mas ainda tem algumas dúvidas sobre como cuidar do carro, não se preocupe! Veja a seguir e saiba tudo o que você tem que conferir no veículo antes de viajar!

Checar e calibrar os pneus

Os pneus são um dos componentes mais importantes para a segurança, estabilidade e dirigibilidade do veículo. Todos os motoristas sabem que se deve calibrar os pneus periodicamente e manter a pressão sempre de acordo com o estipulado pelo fabricante do veículo no manual. Manter a correta calibração, além de assegurar a segurança do carro, aumenta a vida útil do pneu e protege contra danos.

Poucos sabem, mas trafegar com a pressão dos pneus abaixo da estabelecida no manual pode dificultar a direção do carro e atrapalhar o carro ao fazer curvas — principalmente em estradas de alta velocidade. Pneus descalibrados também interferem no consumo de combustível, aumentando-o e impactando também o bolso dos proprietários.

Na revisão de férias, além de calibrar os pneus, é muito importante também verificar o desgaste e estado de cada um deles. Lembre-se que em períodos de chuva a integridade dos pneus é essencial para evitar que o motorista perca o controle do veículo ou que ele aquaplane. Por isso, certifique se os pneus estão bons antes de pegar a estrada.

Realizar o alinhamento e o balanceamento das rodas

Na revisão de férias, caso seja necessário realizar a troca ou o rodízio de pneus, deve-se fazer também o alinhamento e o balanceamento das rodas. Esses procedimentos são responsáveis por manter o veículo na trajetória correta, sem que exista a tendência de mover-se para os lados, garantindo, assim,  o conforto do motorista no volante.

Os dois procedimentos possuem diferenças,  podemos destacar:

  • Alinhamento: tem como a finalidade evitar com que o veículo desloque para os lados

  • Balanceamento: responsável por manter o volante sem trepidações e evitar incômodos ao dirigir.

As rodas alinhadas e balanceadas são muito importantes, principalmente ao pegar estrada, visto que reduzem o desgaste dos pneus e maximizam a sua vida útil.

Verificar os limpadores de para-brisa

Dezembro e janeiro além de serem os meses de férias e o momento em que as estradas ficam mais cheias, é também o período em que se tem maior incidência de chuvas. Para garantir a boa visibilidade nas rodovias é imprescindível que os motoristas verifiquem também o limpador de para-brisa. Caso seja notado que as palhetas estão ressecadas ou o limpador esteja emitindo algum som durante o seu funcionamento, é aconselhável trocar o item por um novo.

Averiguar o óleo

A troca de óleo é, provavelmente, a manutenção preventiva mais conhecida pelos proprietários e, obviamente, não pode ficar de fora da revisão de férias. A substituição do fluido lubrificante por um novo é feita periodicamente em intervalos determinados pelo fabricante do veículo. Mas em casos de viagens de carro é aconselhado que durante a revisão também seja realizada a troca do óleo — salvo casos em que última troca tenha sido em datas próximas.

O óleo é o grande responsável por lubrificar e manter a integridade das partes móveis do motor, além de limpar internamente e prevenir contra danos. A troca de óleo deve ser feita corretamente para garantir que o fluido desempenhe sua função e evite qualquer problema no motor.

Verificar e testar os freios

Os freios são imprescindíveis para a segurança e para a estabilidade do veículo, sendo então obrigatório a sua inspeção na revisão de férias. As pastilhas precisam manter uma espessura mínima, por isso é muito importante que seja verificado o seu desgaste para garantir que elas não ultrapassem o limite.

Pastilhas de freio muito desgastadas podem prejudicar a frenagem do carro, aumentando o tempo gasto para reduzir a velocidade, necessitando, assim, de uma distância maior para parar o veículo. Além disso, pastilhas no fim da vida podem danificar o disco de freio do carro, aumentando os gastos com manutenção.

Outro detalhe importante que não podemos deixar de citar é que quando realizada a substituição das pastilhas de freio, os motoristas devem evitar frenagens bruscas nos primeiros dias.

Conferir o nível de água no radiador

O sistema de arrefecimento do veículo é responsável por manter o motor em sua temperatura ideal de trabalho, evitando que ocorra superaquecimento ou até mesmo que o motor derreta. Para a correta refrigeração do motor, é imprescindível que o nível do fluido de arrefecimento — água do radiador — esteja sempre dentro do faixa estipulada pelas marcações de máximo e mínimo.

Caso o nível esteja abaixo da marcação inferior, os proprietários devem completar o reservatório. Mas é muito importante que o ponto máximo jamais seja ultrapassado ao reabastecer.

Um detalhe importante é que a verificação do nível do fluido de arrefecimento precisa ser realizada com o motor frio. Com o motor quente a leitura não é precisa, visto que pode se ter fluido ainda circulando no motor.

Realizar a manutenção do ar-condicionado

A não realização de manutenção do ar-condicionado pode prejudicar a refrigeração do veículo e, ainda, fazer com que o ar fique carregado de ácaros e mofo. Por isso, antes pegar estrada não deixe de verificar os filtros do ar, caso estejam muito sujos e danificados, substitua-os por novos.

Deve-se também fazer a higienização do sistema, eliminando qualquer tipo de fungo ou sujeira que possa prejudicar a qualidade do ar no interior do veículo.

Aprendeu o que fazer na revisão de férias do seu veículo? Caso tenha ficado alguma dúvida ou queira ponderar alguma coisa, não deixe de comentar!

 

8 dicas para quem gosta de pegar a estrada nos finais de semana

Se você gosta de viajar sobre quatro rodas e cair na estrada nos finais de semana, não pode deixar de levar em consideração os cuidados com o seu automóvel, para não transformar esses momentos de lazer em puro estresse. Acompanhe, no post de hoje, as dicas para pegar a estrada e poder viajar despreocupado!

1. Calibre os pneus no momento adequado

A calibragem de pneus é um dos primeiros cuidados antes de pegar a estrada. Muitas pessoas se preocupam com este ponto somente quando já estão com o carro cheio de passageiros e com muito peso da bagagem. Isso é incorreto, pois além de o carro estar carregado, os pneus já estarão em uso, o que acaba levando a um aquecimento na área — pelo atrito com o chão — e ao aumento de pressão interna.

Se calibrados nessas condições, os pneus receberão menos ar do que o necessário, comprometendo a estabilidade e a segurança do veículo, pois facilita derrapagens. Portanto, sempre faça a calibragem antes de colocar o pé na estrada. Dessa forma, você poderá ficar despreocupado em todo o seu trajeto.

2. Realize o alinhamento e o balanceamento

Essa é outra das mais importantes dicas para pegar a estrada. O alinhamento e o balanceamento prolongam a vida útil dos pneus, diminuindo o desgaste desnecessário — não só dos pneus, mas da suspensão e até mesmo o gasto mais elevado de combustível.

O alinhamento serve para ajustar a angulação tanto de suspensão quanto de rodas, permitindo que girem em equilíbrio, ou seja, na mesma direção. É importante realizar este tipo de serviço em oficinas com material próprio de teste e diagnose, para que o resultado seja o mais preciso possível.

Para saber detalhes do procedimento deste serviço, o manual do veículo deverá ser consultado.

3. Faça a manutenção do ar

É imprescindível que, até mesmo por questão de higiene, o filtro do ar do carro seja checado, limpo e eventualmente trocado, para que a qualidade do ar que circula no interior do veículo seja superior. Do contrário, problemas respiratórios podem ocorrer com você e com sua família, caso haja histórico de alguma doença relacionada.

Para mais detalhes, também pode ser necessária a consulta do manual do modelo presente no seu veículo. Tenha atenção a esse cuidado com o carro!

4. Não se esqueça da manutenção dos freios

Como todos sabemos, a questão da frenagem em estradas é algo essencial para a segurança de todos — motoristas, passageiros e demais veículos circulantes. Para tal, é necessária a verificação de pastilhas, tambores e fluido dos freios, para que tudo esteja muito correto antes de começar o trajeto. Fique atento a esse aspecto da manutenção automotiva!

5. Entenda a relação entre ar condicionado e aerodinâmica

No processo da viagem, tente manter as janelas fechadas, quando for desenvolver mais velocidade. Isso porque, segundo estudos de mecânica automotiva, viajar com as janelas abertas amplia o arraste aerodinâmico do carro, causando mais atrito com o ar e aumentando o gasto de combustível.

Por outro lado, viajar com janelas fechadas reduz o atrito. Nesse caso, será muito importante deixar o ar condicionado ligado, para maior conforto dos ocupantes. A sua economia agradece!

6. Pense nas paradas durante o trajeto

Agora, falaremos um pouco sobre os aspectos humanos da viagem. Comecemos com a questão das paradas. Nesse quesito, o que influenciará será a seguinte decisão: é uma viagem de caráter turístico, ou seja, contemplativa e de observação, ou é uma viagem com cronograma mais apertado, ou para um local conhecido?

No primeiro caso, haverá a possibilidade de maior número de paradas, para apreciação da paisagem e conhecimento dos pontos turísticos locais.

No segundo cenário, é importantíssimo verificar onde ocorrerão as paradas,até porque há a questão da alimentação de cada pessoa. Então, serão necessários alguns intervalos para isso. Sem contar com pausas para esticar pernas e fazer pequenos alongamentos, no caso do motorista, principalmente.

Bem, a orientação que podemos dar é: pesquise sobre o itinerário e veja locais com boa estrutura para a parada. Além disso, se a viagem tiver de ser mais rápida, pense em levar lanches para evitar que a fome bata e você precise fazer algum intervalo não programado.

7. Planeje a sua viagem

Agora que já contemplamos as dicas para pegar a estrada relativas à segurança do carro e aos intervalos, vamos falar do ponto mais relevante da lista: o planejamento efetivo da sua viagem.

Seja para perto ou para longe, uma coisa é comum em viagens de carro: você precisará tirar um tempo para planejar os detalhes — sobretudo se você tiver um perfil mais conservador e não quiser nenhuma surpresa em seu caminho.

Então, como vimos no ponto anterior, veja os melhores pontos de parada, mas não só isso. Abastecimento e pernoite eventual são dois pontos que devem sempre ser levados em conta.

Uma questão pode ser de bastante valia: quantas pessoas habilitadas à direção haverá no carro? Isso é essencial para a realização de um rodízio de motoristas. Assim, ninguém se cansa tanto e a sua viagem será muito mais tranquila e segura, sem que uma pessoa fique sobrecarregada com a função — tão prazerosa, mas igualmente desgastante, não é mesmo?

É importante perceber algumas variáveis que podem influenciar na viagem: o número de motoristas que circulam pela estrada em cada época, pois isso terá influência direta no tempo total do trajeto e até mesmo no roteiro — com busca de eventuais rotas alternativas.

Condições climáticas também influenciam, afinal, ninguém deseja que você corra muito em um tempo chuvoso. Isso é muito arriscado. Nesse caso, vá mais devagar, pois a prudência será a melhor companheira de sua viagem.

8. Não confie totalmente no GPS

São mecanismos muito úteis, não há dúvida, mas existem sempre locais que não foram devidamente rastreados pelo dispositivo e, desse modo, a informação poderá ser enganosa e dificultar o seu itinerário, deixando até que você se perca.

Portanto, se a região para onde você vai for totalmente desconhecida, confie em outros elementos, como mapas, checagem via web, ou então pergunte às pessoas pelo caminho.  Desse modo, sua viagem será muito mais feliz, confortável e segura!

E então? O que achou de conhecer as nossas dicas para pegar a estrada? Já aplica algumas delas quando viaja? Deixe seu comentário.