8 dicas para economizar o combustível do carro

Com os preços nos postos cada vez mais altos, economizar o combustível do carro tem se tornado uma preocupação comum a todos os motoristas. Além disso, o preço elevado não é a única preocupação: os gases emitidos pelos veículos estão entre os maiores causadores do efeito estufa.

Assim, gastar menos combustível é vantajoso financeiramente e ainda contribui para tornar nosso planeta menos poluído. Contudo, o que pouca gente sabe é que o consumo de combustível de um veículo está bastante relacionado ao modo de dirigir e ao funcionamento adequado de seus componentes.

Pensando nisso, separamos 8 dicas práticas que farão você economizar na hora de abastecer seu tanque. Confira!

1. Faça a manutenção preventiva

O rendimento de um motor de carro está diretamente ligado ao bom funcionamento de seus componentes mecânicos e elétricos, responsáveis pela queima correta do combustível e pelo melhor uso da energia gerada. Esses dois últimos fatores influenciam diretamente no valor gasto nos abastecimentos. Assim, fazer a manutenção preventiva no veículo é primordial.

Troque as velas e cabos conforme as indicações de tempo e quilometragem do manual do proprietário do carro. Elas são responsáveis pela queima do combustível no motor. Uma vela falhando fará com que parte do combustível não queime e seja jogado fora.

Trocar os filtros de ar e de combustível no tempo certo também ajuda, assim como o óleo do motor e seu filtro. Troque-os sempre por produtos dentro das especificações do fabricante do veículo. Esses componentes fazem com que o motor trabalhe com menos esforço.

Além disso, leve o carro ao mecânico sempre que perceber comportamentos estranhos, como barulhos ou falhas. Conforme as indicações do fabricante, revise a suspensão, rolamentos e pneus, cuidando de seu alinhamento e balanceamento.

2. Calibre os pneus corretamente

Deixar os pneus com a pressão correta não só aumenta sua vida útil, como faz com que o motor precise de menos esforço para rodá-los. Além disso, bombas de ar são oferecidas gratuitamente pela maioria dos postos de gasolina, sendo fácil encontrá-las.

Portanto, calibre os pneus semanalmente, de acordo com as indicações de pressão feitas pelo fabricante no manual do proprietário. Faça isso assim que tirar o carro da garagem, quando eles ainda estão frios, pois a temperatura do ar em seu interior pode modificar sua pressão.

3. Troque as marchas no tempo certo

Manter a aceleração em alta rotação fará com que haja um gasto maior de combustível e um menor aproveitamento de sua energia por conta dos limites das marchas baixas da embreagem. Assim como, o uso de marchas altas em velocidades baixas fará com que a injeção eletrônica compense a falta de rotação queimando mais combustível do que o necessário.

Portanto, é preciso fazer a troca de marchas no tempo certo, respeitando sua velocidade e mantendo a rotação em níveis medianos.

No manual do proprietário de seu veículo estão as instruções para as trocas corretas das marchas para melhorar o desempenho do motor. Dessa forma, seu carro aproveitará o máximo da energia da queima do combustível para locomover-se com o mínimo de desperdício.

4. Dirija defensivamente

Quanto mais o freio é utilizado, mais energia é desperdiçada. Isso significa queima de combustível à toa. Isso também acontece quando o carro fica parado no trânsito ou em semáforos.

Assim, dirigir defensivamente, respeitando os limites de velocidade e uma distância segura dos outros veículos, fará com que você possa antecipar situações de diminuição de velocidade, freadas ou paradas.

Dessa forma, há menos uso dos pedais do acelerador e do freio e mais do freio-motor, que minimiza a injeção de combustível nos cilindros.

5. Não dirija em ponto morto

Além de ser perigoso, pegar aquela ladeira na “banguela” fará com que seu carro gaste mais combustível.

Isso porque, diferentemente dos carros antigos com carburação, os modelos atuais com injeção eletrônica possuem controle da queima de combustível conforme o giro do motor. Se o carro estiver em movimento em ponto morto, o giro das rodas não movimentará os pistões.

Assim, o sistema eletrônico é que terá de trabalhar para o motor não morrer, injetando combustível para ser queimado, mesmo sem que o pedal do acelerador seja acionado.

Dessa forma, é melhor andar com o veículo engatado, pois a injeção eletrônica corta o fornecimento de combustível se o motor estiver funcionando com o próprio movimento das rodas.

6. Não abuse da velocidade

Principalmente em estradas e rodovias, há uma tendência de que os motoristas acelerem até a velocidade máxima permitida (ou até a ultrapassem). Mas o que pouca gente sabe é que a eficiência do veículo diminui muito em velocidades mais altas.

Isso acontece devido à resistência do ar, que faz com que a rotação do motor precise ser maior para obter um ganho de velocidade. A maioria dos automóveis de passeio tem seu melhor rendimento na casa dos 90 km/h. Acima disso, o ganho de velocidade será cada vez menor em relação ao gasto de combustível.

Para se ter uma ideia, um carro a 120 km/h gasta 50% mais combustível do que se estivesse a 100 km/h. Ou seja, uma aceleração de apenas 20% a mais.

7. Desligue o ar-condicionado

A maioria dos aparelhos de ar-condicionado automotivo funciona com correias ligadas ao motor. Dessa forma, quando o aparelho está funcionando, acaba sendo um esforço a mais para o motor do carro, que precisa queimar mais combustível para manter seu desempenho. Assim, manter o ar-condicionado desligado é uma boa alternativa para economizar.

8. Use combustível confiável

Combustível adulterado geralmente possui concentração de água ou solventes acima do permitido, o que faz com que sua queima gere menos energia do que o ideal. Assim, será preciso um maior consumo para manter o motor funcionando e para aumentar a aceleração.

Além do consumo maior, o combustível ruim afeta os componentes do carro, como a bomba de combustível, filtro, velas, entre outros, diminuindo sua vida útil e causando perda de eficiência. Ou seja, o consumo aumenta pela soma desses dois fatores.

Portanto, busque sempre um posto de abastecimento confiável e evite os combustíveis muito baratos, pois não há muito como os postos fugirem dos preços do mercado, a não ser adulterando o produto.

Pronto! Agora você já sabe como economizar o combustível do carro! Gostou das dicas? Então compartilhe este artigo com seus amigos nas redes sociais!

IPVA e DPVAT: vale a pena pagar a vista?

O começo do ano é a época de mais gastos para os proprietários de veículos. Os principais custos são com IPVA e DPVAT. Essas despesas, somadas aos gastos de fim de ano, tendem a complicar financeiramente muita gente.

Contudo, deixar de pagá-las não é uma opção, já que o direito de rodar com seu veículo depende desses pagamentos. Para facilitar um pouco, existem descontos e parcelamentos. Mas será que valem a pena?

IPVA

O que é?

O IPVA é o Imposto sobre Propriedade de Veículo Automotor, que deve ser pago anualmente. Ele é de responsabilidade da Secretaria de Estado da Fazenda e é cobrado pelo Departamento de Trânsito (Detran). Cada estado possui diferentes preços, descontos e datas.

Cinquenta por cento do seu valor é destinado aos municípios proporcionalmente à quantidade de veículos licenciados naquele lugar. Caso o IPVA não seja pago, o proprietário sofrerá as penalidades previstas, que são uma multa, pontos na carteira de motorista e apreensão do veículo — além de não poder renovar o licenciamento.

Quando pagar?

O IPVA pode ser pago à vista, em janeiro, ou parcelado em três vezes; sendo as parcelas para janeiro, fevereiro e março ou fevereiro, março e abril, dependendo do estado e do final da placa do automóvel. 

Veículos 0km não podem ter o IPVA parcelado. Nesse caso, ele deve ser pago em até 30 dias após a emissão da nota fiscal da compra.

Quanto pagar?

O valor do IPVA varia de estado para estado. Ele leva em conta as características do automóvel e é calculado com base em uma porcentagem (chamada alíquota) do valor venal do veículo. O valor venal nada mais é do que o valor do automóvel na Tabela Fipe.

À vista ou parcelado?

Uma grande dúvida em relação ao IPVA é se ele deve ser pago à vista ou parcelado. Para pagamento à vista, é oferecido um desconto que normalmente varia de 5% a 8%, dependendo do estado — podendo ser maior ou menor. Já o pagamento parcelado, não acarreta em juros, mas exclui o desconto antecipado.

Suponha que o valor do IPVA do seu carro seja de R$ 1.200. Com desconto de 5%, o valor pago à vista será de R$ 1.140.

Agora, considere um investimento em poupança com rendimento de 0,5% ao mês. A primeira parcela a ser paga será de R$ 400, sobrando R$ 800 na poupança, que renderá R$ 4. Com R$ 804 na conta, chegará a segunda parcela, restando R$ 404, que por sua vez renderá R$ 2,02.

Dos R$ 406,02, você pagará a última parcela, restando R$ 6,02. Assim, no parcelado, você pagará um total de R$ 1.193,98, consideravelmente maior que o valor à vista. Portanto, o pagamento à vista é a melhor opção, desde que tenha o dinheiro total à disposição. Em alguns casos, o proprietário não possui esse valor para ser gasto de uma vez, devendo optar então pelo pagamento parcelado.

Onde pagar?

Antigamente, a emissão do IPVA para pagamento só podia ser realizada no próprio Detran. Mas graças à tecnologia, hoje pode ser feita também pela internet, por meio do site do Detran do seu estado.

Basta entrar com o número do Renavam e da placa, gerar a guia e efetuar o pagamento nos diversos canais existentes atualmente para esse fim (caixas eletrônicos, internet, caixas de bancos, entre outros).

Alguns bancos têm em seu menu a opção de pagamento de IPVA, bastando digitar o número do Renavam. Há também a opção de pagar diretamente no caixa, disponibilizando a mesma informação. Os bancos cadastrados para esse serviço são: Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Sicoob, Santander e Mercantil do Brasil.

DPVAT

O que é?

O DPVAT é o Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre, mais conhecido como seguro obrigatório. Por concessão do governo, ele é administrado pela Seguradora Líder.

De todo valor arrecadado, 45% é destinado ao Ministério da Saúde, 5% ao Departamento Nacional de Trânsito e os 50% restantes ficam para a seguradora, para arcar com as indenizações.

O DPVAT é feito para cobrir as vítimas de acidentes de trânsito: tanto motorista, como passageiro e pedestre. Ele é acionado em caso de acidente com morte ou invalidez permanente e arca com as despesas médicas necessárias.

As indenizações pagas são no valor de R$ 13.500 para morte, até R$ 13.500 para invalidez permanente e até R$ 2.700 para os custos hospitalares.

Quando pagar?

O IPVA e o DPVAT devem ser pagos juntos no caso de parcela única. No caso de parcelamento do IPVA, o DPVAT deve ser pago junto com a primeira parcela.

Veículos isentos de IPVA devem ter o DPVAT pago junto com o licenciamento. Proprietários de automóveis 0km ou com DPVAT atrasado só poderão fazer o pagamento à vista.  Apenas veículos como motos, ônibus, micro-ônibus e vans usados podem efetuar o parcelamento.

Quanto pagar?

No ano de 2017, o seguro obrigatório teve uma redução significativa no seu valor. De acordo com a Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), essa redução foi devido à diminuição do número de indenizações pagas nos últimos tempos. Estes são os valores para o ano de 2017, segundo o site da Seguradora Líder:

  • Automóveis de passeio: R$ 68,10;
  • Motos: R$ 185,50;
  • Caminhões e pick-ups: R$ 71,08;
  • Lotação, ônibus e micro-ônibus com cobrança de frete: R$ 251,33;
  • Ônibus e micro-ônibus sem cobrança de frete: R$ 157,42;
  • Lotação com cobrança de frete (máximo 10 passageiros): R$ 157,42;
  • Motos de até 50 cilindradas: R$ 86,38.

Onde pagar?

O primeiro passo para efetuar o pagamento é entrar no site da Seguradora Líder e clicar no campo “como pagar”. Você será redirecionado a uma nova página. Selecione a opção “Saiba como pagar”.

Selecione o estado no qual seu veículo está cadastrado. Haverá as opções de pagamento à vista ou parcelado, de acordo com a categoria do seu automóvel. Basta selecionar a opção desejada e disponibilizar as informações pedidas para emitir a sua via de pagamento. 

Uma outra opção é pagar diretamente no caixa eletrônico do seu banco, por meio da opção “Pagamento de DPVAT”. Não se esqueça de ter em mãos o número do Renavam.

Agora você já sabe o que são IPVA e DPVAT, como pagá-los e o método de pagamento que vale mais a pena (à vista ou parcelado). Faça suas contas e planeje-se!

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Financiamento de veículo: como escolher o melhor?

Com tantos modelos, marcas e diferentes preços, a compra de um veículo, seja novo ou usado, acaba se tornando uma decisão difícil para muitos. Além disso, outro ponto pode gerar dúvidas na hora de fazer essa compra: a forma de aquisição. Nesse contexto, o financiamento de veículo ainda é a forma mais comum para efetuar a compra.

Optar pela melhor modalidade de financiamento não é nenhum bicho de sete cabeças, mas requer um certo conhecimento a respeito do assunto. Por isso, nesse artigo vamos falar um pouco sobre as principais formas de financiamento de veículo, a fim de te ajudar a ter o conhecimento necessário para saber fazer a melhor escolha. Então, vamos lá? Acompanhe!

CDC (Crédito Direto ao Consumidor)

Essa certamente é uma das modalidades de financiamento mais praticadas atualmente quando o assunto é compra de veículos.

O CDC é uma espécie de empréstimo realizado com um banco ou instituição financeira, a qual assume o ônus de fazer o pagamento do bem — geralmente mediante uma entrada de no mínimo de 20% do valor total do financiamento — e, como contraprestação, o contratante (pessoa física ou jurídica) assume a obrigação de, mensalmente, deduzir o valor financiado por meio do pagamento de parcelas, previamente estabelecidas e acrescidas de juros e outras tarifas.

Juros no CDC

A taxa de juros do CDC não é uma taxa fixa, podendo sofrer variações a depender do valor financiado, do valor oferecido a título de entrada, da quantidade de parcelas —normalmente até 60 —, bem como das condições pessoais que o contratante oferece para saldar a dívida — como remuneração, estabilidade no emprego e outros fatores que tornam o empréstimo mais seguro para a financeira.

Além dos juros, no CDC também tem acrescido no valor das parcelas o IOF (Imposto sobre Operação Financeira).

CDC: imposições ao veículo

Esse é um ponto que merece destaque, pois, como veremos, existem algumas diferenças em relação as outras modalidades de financiamento.

Ao contratar um CDC, como dito, o banco ou financeira é quem, inicialmente, faz o pagamento do bem. Desse modo, embora o contratante saia com seu veículo na hora, algumas restrições são impostas a ele. Por exemplo:

  • Alienação fiduciária: no CDC o bem recebe um gravame junto ao órgão de trânsito que o impossibilita de ser transferido para outra pessoa, já que o carro funciona como garantia, em caso de inadimplência.
  • Retomada do bem pela financeira: em caso de inadimplência, é possível que o banco entre com a ação judicial cabível, após tentativa de acordo sem sucesso, para reaver o veículo a fim de saldar a dívida — razão pela qual o comprador é impossibilitado de transferir a propriedade do carro, enquanto esse se encontra como garantia do contrato.

Vantagens

Hoje, modalidade extremamente praticada, o CDC apresenta uma série de vantagens se comparado a outras modalidades de financiamento, dentre as quais podemos citar:

  1. O veículo é propriedade da pessoa que contrata o CDC;
  2. Possibilidade de abatimento dos juros em caso de pagamento antecipado das parcelas ou quitação;
  3. Possibilidade de renegociação futura;
  4. Em caso de inadimplência o bem vai a leilão e os valores excedentes ao da dívida são devolvidos.

Desvantagens

O CDC também apresenta algumas desvantagens, tais como:

  1. Juros mais altos;
  2. Impossibilidade de deduzir o valor pago no IR (Imposto de Renda);
  3. A obrigação de pagamento persiste ainda que o bem tenha se perdido, seja por furto, roubo ou perda total.

Leasing

Durante muito tempo essa foi uma modalidade de financiamento bastante utilizada pelas financeiras para a aquisição de veículos. Contudo, hoje é raridade, devido à popularidade do CDC.

O Leasing, também conhecido como “arrendamento mercantil”, funciona exatamente como o seu nome sugere: o banco ou financeira compra o veículo em seu próprio nome e, então, arrenda (“aluga”) para o contratante que, por sua vez, tem a obrigação de pagar as parcelas mensais referentes a esse aluguel.

Ao final do contrato, depois de quitadas as parcelas estipuladas, o contratante passa a ter, mediante o devido procedimento, a propriedade do veículo.

Encargos no Leasing

Assim como no CDC, os contratos de Leasing também sofrem a incidência de juros, porém, se comparados àquele, são mais atrativos, dada a segurança que a instituição financeira possui ao ser a proprietária do veículo.

Outra diferença importante nesse quesito é que no leasing não há cobrança de IOF.

Imposições sobre o veículo

Aqui, diferentemente do CDC, o bem sofre uma restrição muito maior, justamente pelo fato de que esse é tido como propriedade da financeira até a quitação do contrato. Em caso de inadimplência, a financeira pode promover a reintegração de posse do veículo e, caso esse seja vendido para saldar o débito, não há a devolução de nenhum valor ao contratante.

Além disso, é lançada uma restrição junto ao órgão de trânsito constando o arrendamento, o que impede a transferência do veículo.

Vantagens do Leasing

  1. Taxa de juros reduzidas;
  2. Não incidência do IOF;
  3. O tributo relativo a propriedade do veículo (IPVA), é de responsabilidade da financeira — o que não acontece na prática;
  4. Possibilidade de devolução do veículo;
  5. Dedução do valor pago no IR etc.

Desvantagens do Leasing

  1. A financeira é proprietária do bem, até a sua quitação;
  2. Impossibilidade de desconto em caso de pagamento antecipado das parcelas ou quitação — devendo ser ajuizada uma ação judicial para garantir esse direito;
  3. Mais burocrático;

Consórcio

Essa é uma modalidade bem incomum em termos de características e não deve ser tida como um financiamento, pois, diferentemente das anteriores, o custo do veículo, em regra, não é financiado por um banco ou financeira, mas pelos próprios consorciados.

Nessa modalidade de aquisição, um grupo de pessoas se une para a compra dos veículos que, conforme estipulado, serão sorteados até que todos os integrantes sejam contemplados.

Juros

Essa é, sem dúvida, a maior vantagem do consórcio. Nele não há a incidência de juros, mas apenas da chamada taxa de administração — valor pago a administradora do consórcio para que organize todo o sistema.

Vantagens

Além da não cobrança de juros, no consórcio as parcelas são menores e os prazos de pagamento podem ser ainda mais dilatados. Ele é a melhor opção para quem deseja programar com mais flexibilidade e segurança a aquisição do veículo, e também pode ser uma boa maneira de investir o dinheiro.

Desvantagens

A principal desvantagem do consórcio é que nem sempre encontrará um que atenda exatamente a sua necessidade de comprar um veículo específico e, além disso, não terá o bem de imediato, pois, como também depende da sorte, você pode demorar até o final do prazo para que seja contemplado.

Por fim, como vimos, escolher o melhor financiamento de veículo não é nada difícil, basta que você saiba analisar as características e vantagens de cada modalidade.

Agora, que você conhece que características e vantagens são essas, isso não será mais um problema, não é mesmo? Mas, não pare por aí! Fique informado sobre esse e outros assuntos. Assine a nossa newsletter e não perca nenhuma novidade!

4 modelos de carros perfeitos para andar em família

Quando desejamos adquirir nosso primeiro carro ou trocar o que já temos por um melhor, vários fatores devem ser levados em consideração para realizarmos uma boa compra. Devemos analisar o desempenho, consumo, conforto, além de procurar ter um veículo com uma boa relação custo-benefício.

Mas, se estamos procurando um modelo para uma família com filhos, aí os cuidados devem ser redobrados. Além do conforto, um item de extrema importância deve ser a segurança, pois devemos nos lembrar que faremos o trajeto casa/trabalho/escola diariamente e ter um veículo que ofereça segurança é fundamental para essa rotina.

No post de hoje, vamos mostrar algumas opções de excelentes veículos que temos disponíveis no mercado, indicados para toda a família. Confira!

1. Honda Civic

Esse sedã é um dos maiores trunfos da montadora japonesa. Ele começou a ser importado para o Brasil em 1992 e atualmente é produzido em Sumaré, interior de São Paulo. Apesar de sempre pensarmos numa station wagon para a família, o modelo se revela uma ótima opção, pois traz conforto e ótimo espaço interno.

Atualmente, ele está na décima geração e, a partir da quinta versão (1992-1995), passou a ser um modelo mais refinado, trazendo várias novidades tecnológicas. Em 2006, chegou ao mercado o Novo Civic, bastante diferente das versões anteriores, tanto em termos de design quanto mecânica. Hoje temos várias opções de motorização e, ainda, o recurso de troca de marchas através dos paddle shifts, pequenas “borboletas” atrás do volante.

Além disso, temos os controles de áudio e piloto automático no volante, para que o motorista não precise tirar as mãos em nenhum momento. No essencial quesito segurança, o modelo traz air bags duplos, cinto de segurança com três pontos tanto na frente quanto atrás, freios ABS e conjunto de lanternas com um amplo alcance visual.

A montadora também se preocupou com a segurança de pedestres. Por isso a área do capô foi produzida com materiais feitos para se deformarem, diminuindo muito o impacto no caso de um atropelamento.

2. Honda City

Outro sedã da montadora japonesa que alcançou um grande sucesso no Brasil. Esse modelo foi lançado em 1982 e chegou ao país em 2009. Em sua quinta geração, ele é um automóvel compacto, aliando o conforto de um sedã com a praticidade de ter um modelo menor nas grandes cidades.

A primeira versão que veio para o Brasil foi justamente a quinta geração, mas o carro já era um grande sucesso em outros países, como China e África do Sul. Atualmente, vem com motores 1.3, 1.5 ou 1.8 litros e transmissão de cinco marchas, manual ou automático. Tem comprimento de 4,4 metros, mas garante um ótimo espaço interno.

Falando em segurança, tem algumas das opções que se encontram no Civic, como air-bag duplo e cintos de três pontos dianteiros e traseiros. O carro oferece grande estabilidade e conforto, tanto na cidade quanto na estrada, e por ser hoje um sedã chamado de sub-compacto, é uma alternativa mais prática para rodar no trânsito caótico de grandes cidades.

3. Honda HR-V

No muito concorrido segmento dos SUV (sport utility vehicle) um nome muito forte da Honda é o HR-V(Hight Rider Vehicle). Esse modelo compacto foi lançado em 1999 e originalmente se destinava apenas aos mercados japonês e europeu.

Era equipado com motores SOCH 1.6 litro ou VTEC 1.6 litro. Em 2000, sofreu alterações tanto no interior quanto no exterior e, em 2005, a Honda decidiu parar de fabricá-lo. Em 2015, voltou a ser produzido no Brasil.

Hoje no país temos disponíveis as versões EXL, EX e LX. Dentre os vários detalhes desse veículo, podemos destacar a maçaneta da porta traseira embutida na coluna, o visual arrojado e aerodinâmico, o amplo porta-malas com mais de 430 litros de capacidade, as rodas cromadas de liga leve aro 17e os freios ABS nas quatro rodas, com melhor eficiência de frenagem.

O veículo conta, também, com câmbio automático de sete velocidades, o que proporciona um menor consumo de combustível. Possui, ainda, tela multimídia touchscreen de sete polegadas, com GPS, áudio digital e internet browser integrados. Além disso, vem equipado com sistema bluetooth com HFT no volante, o que permite realizar comandos do áudio e chamadas telefônicas sem precisar tirar as mãos do volante, direção elétrica com EPS, que calibra a rigidez da direção de acordo com a velocidade do carro e possui air-bags frontais e laterais para motorista e passageiro, proporcionando uma direção mais tranquila.

4. Honda FIT

Esse monovolume, um dos maiores sucessos da Honda no Brasil, pode ser uma ótima opção para famílias menores. O carro foi lançado em 2001 e é também conhecido como Honda Jazz em alguns mercados, como na Europa e África.

Chegou ao Brasil em 2003, sendo produzido em Sumaré, e se tornou o modelo mais vendido da Honda no país. Hoje ele está disponível em quatro motorizações: 1.2, 1.4, 1.5 e 1.5 VTEC, sendo esse último Flex one e feito de alumínio.

O automóvel se destaca pelo design arrojado e por ser muito fácil de manobrar em grandes cidades, freios ABS, rodas de liga leve aro 16, porta-malas de 363 litros que pode chegar a mais de mil litros com os bancos rebaixados.

Na parte interna ele conta com piloto automático, sistema bluetooth com HFT, permitindo chamados sem utilizar as mãos, transmissão automática CVT, proporcionando uma troca suave e baixo consumo de combustível, volante revestido em couro e multifuncional, permitindo acessar comando de áudio, ajustes do piloto automático e atendimento de chamadas com um simples toque dos dedos.

Quando pensamos em carros para família, devemos levar em conta todas as situações que temos no nosso cotidiano. Existem diversas opções no mercado que, além de oferecer conforto e segurança para a rotina diária, oferecem também espaço e bom desempenho, necessários para quando formos viajar com toda a família reunida.

Por isso, mostramos aqui quatro ótimas opções de veículos que a Honda oferece nos quesitos espaço interno, segurança, conforto e desempenho, para que você e sua família tenham total tranquilidade e comodidade em suas viagens.

E aí? Já escolheu o seu modelo preferido? Caso ainda tenha dúvidas sobre como avaliar qual o automóvel mais indicado para as suas necessidades, não deixe de ler o nosso guia para comprar ou trocar de carro.

Revisão de férias no carro: o que você tem que conferir antes de viajar

Começo de ano é sinônimo de férias e alta temporada, hora de preparar para viajar, colocar o carro na estrada e aproveitar ao máximo o momento com a família ou os amigos. O carro, assim como qualquer outra máquina, sofre desgastes diariamente de acordo com o seu uso. Por isso, antes de pegar estrada e curtir o verão, é necessário garantir que o veículo esteja em boas condições e, assim, evitar surpresas desagradáveis.

Para ter a certeza que o carro está pronto para a jornada, é imprescindível que os proprietários façam uma revisão de férias. Essa revisão preventiva nada mais é que vários procedimentos que visam evitar o aparecimento de problemas e quebras. É muito importante que a revisão de férias seja feita alguns dias antes da viagem, garantindo assim uma viagem tranquila e segura.

Se você está preparando para as férias, mas ainda tem algumas dúvidas sobre como cuidar do carro, não se preocupe! Veja a seguir e saiba tudo o que você tem que conferir no veículo antes de viajar!

Checar e calibrar os pneus

Os pneus são um dos componentes mais importantes para a segurança, estabilidade e dirigibilidade do veículo. Todos os motoristas sabem que se deve calibrar os pneus periodicamente e manter a pressão sempre de acordo com o estipulado pelo fabricante do veículo no manual. Manter a correta calibração, além de assegurar a segurança do carro, aumenta a vida útil do pneu e protege contra danos.

Poucos sabem, mas trafegar com a pressão dos pneus abaixo da estabelecida no manual pode dificultar a direção do carro e atrapalhar o carro ao fazer curvas — principalmente em estradas de alta velocidade. Pneus descalibrados também interferem no consumo de combustível, aumentando-o e impactando também o bolso dos proprietários.

Na revisão de férias, além de calibrar os pneus, é muito importante também verificar o desgaste e estado de cada um deles. Lembre-se que em períodos de chuva a integridade dos pneus é essencial para evitar que o motorista perca o controle do veículo ou que ele aquaplane. Por isso, certifique se os pneus estão bons antes de pegar a estrada.

Realizar o alinhamento e o balanceamento das rodas

Na revisão de férias, caso seja necessário realizar a troca ou o rodízio de pneus, deve-se fazer também o alinhamento e o balanceamento das rodas. Esses procedimentos são responsáveis por manter o veículo na trajetória correta, sem que exista a tendência de mover-se para os lados, garantindo, assim,  o conforto do motorista no volante.

Os dois procedimentos possuem diferenças,  podemos destacar:

  • Alinhamento: tem como a finalidade evitar com que o veículo desloque para os lados

  • Balanceamento: responsável por manter o volante sem trepidações e evitar incômodos ao dirigir.

As rodas alinhadas e balanceadas são muito importantes, principalmente ao pegar estrada, visto que reduzem o desgaste dos pneus e maximizam a sua vida útil.

Verificar os limpadores de para-brisa

Dezembro e janeiro além de serem os meses de férias e o momento em que as estradas ficam mais cheias, é também o período em que se tem maior incidência de chuvas. Para garantir a boa visibilidade nas rodovias é imprescindível que os motoristas verifiquem também o limpador de para-brisa. Caso seja notado que as palhetas estão ressecadas ou o limpador esteja emitindo algum som durante o seu funcionamento, é aconselhável trocar o item por um novo.

Averiguar o óleo

A troca de óleo é, provavelmente, a manutenção preventiva mais conhecida pelos proprietários e, obviamente, não pode ficar de fora da revisão de férias. A substituição do fluido lubrificante por um novo é feita periodicamente em intervalos determinados pelo fabricante do veículo. Mas em casos de viagens de carro é aconselhado que durante a revisão também seja realizada a troca do óleo — salvo casos em que última troca tenha sido em datas próximas.

O óleo é o grande responsável por lubrificar e manter a integridade das partes móveis do motor, além de limpar internamente e prevenir contra danos. A troca de óleo deve ser feita corretamente para garantir que o fluido desempenhe sua função e evite qualquer problema no motor.

Verificar e testar os freios

Os freios são imprescindíveis para a segurança e para a estabilidade do veículo, sendo então obrigatório a sua inspeção na revisão de férias. As pastilhas precisam manter uma espessura mínima, por isso é muito importante que seja verificado o seu desgaste para garantir que elas não ultrapassem o limite.

Pastilhas de freio muito desgastadas podem prejudicar a frenagem do carro, aumentando o tempo gasto para reduzir a velocidade, necessitando, assim, de uma distância maior para parar o veículo. Além disso, pastilhas no fim da vida podem danificar o disco de freio do carro, aumentando os gastos com manutenção.

Outro detalhe importante que não podemos deixar de citar é que quando realizada a substituição das pastilhas de freio, os motoristas devem evitar frenagens bruscas nos primeiros dias.

Conferir o nível de água no radiador

O sistema de arrefecimento do veículo é responsável por manter o motor em sua temperatura ideal de trabalho, evitando que ocorra superaquecimento ou até mesmo que o motor derreta. Para a correta refrigeração do motor, é imprescindível que o nível do fluido de arrefecimento — água do radiador — esteja sempre dentro do faixa estipulada pelas marcações de máximo e mínimo.

Caso o nível esteja abaixo da marcação inferior, os proprietários devem completar o reservatório. Mas é muito importante que o ponto máximo jamais seja ultrapassado ao reabastecer.

Um detalhe importante é que a verificação do nível do fluido de arrefecimento precisa ser realizada com o motor frio. Com o motor quente a leitura não é precisa, visto que pode se ter fluido ainda circulando no motor.

Realizar a manutenção do ar-condicionado

A não realização de manutenção do ar-condicionado pode prejudicar a refrigeração do veículo e, ainda, fazer com que o ar fique carregado de ácaros e mofo. Por isso, antes pegar estrada não deixe de verificar os filtros do ar, caso estejam muito sujos e danificados, substitua-os por novos.

Deve-se também fazer a higienização do sistema, eliminando qualquer tipo de fungo ou sujeira que possa prejudicar a qualidade do ar no interior do veículo.

Aprendeu o que fazer na revisão de férias do seu veículo? Caso tenha ficado alguma dúvida ou queira ponderar alguma coisa, não deixe de comentar!

 

8 dicas para quem gosta de pegar a estrada nos finais de semana

Se você gosta de viajar sobre quatro rodas e cair na estrada nos finais de semana, não pode deixar de levar em consideração os cuidados com o seu automóvel, para não transformar esses momentos de lazer em puro estresse. Acompanhe, no post de hoje, as dicas para pegar a estrada e poder viajar despreocupado!

1. Calibre os pneus no momento adequado

A calibragem de pneus é um dos primeiros cuidados antes de pegar a estrada. Muitas pessoas se preocupam com este ponto somente quando já estão com o carro cheio de passageiros e com muito peso da bagagem. Isso é incorreto, pois além de o carro estar carregado, os pneus já estarão em uso, o que acaba levando a um aquecimento na área — pelo atrito com o chão — e ao aumento de pressão interna.

Se calibrados nessas condições, os pneus receberão menos ar do que o necessário, comprometendo a estabilidade e a segurança do veículo, pois facilita derrapagens. Portanto, sempre faça a calibragem antes de colocar o pé na estrada. Dessa forma, você poderá ficar despreocupado em todo o seu trajeto.

2. Realize o alinhamento e o balanceamento

Essa é outra das mais importantes dicas para pegar a estrada. O alinhamento e o balanceamento prolongam a vida útil dos pneus, diminuindo o desgaste desnecessário — não só dos pneus, mas da suspensão e até mesmo o gasto mais elevado de combustível.

O alinhamento serve para ajustar a angulação tanto de suspensão quanto de rodas, permitindo que girem em equilíbrio, ou seja, na mesma direção. É importante realizar este tipo de serviço em oficinas com material próprio de teste e diagnose, para que o resultado seja o mais preciso possível.

Para saber detalhes do procedimento deste serviço, o manual do veículo deverá ser consultado.

3. Faça a manutenção do ar

É imprescindível que, até mesmo por questão de higiene, o filtro do ar do carro seja checado, limpo e eventualmente trocado, para que a qualidade do ar que circula no interior do veículo seja superior. Do contrário, problemas respiratórios podem ocorrer com você e com sua família, caso haja histórico de alguma doença relacionada.

Para mais detalhes, também pode ser necessária a consulta do manual do modelo presente no seu veículo. Tenha atenção a esse cuidado com o carro!

4. Não se esqueça da manutenção dos freios

Como todos sabemos, a questão da frenagem em estradas é algo essencial para a segurança de todos — motoristas, passageiros e demais veículos circulantes. Para tal, é necessária a verificação de pastilhas, tambores e fluido dos freios, para que tudo esteja muito correto antes de começar o trajeto. Fique atento a esse aspecto da manutenção automotiva!

5. Entenda a relação entre ar condicionado e aerodinâmica

No processo da viagem, tente manter as janelas fechadas, quando for desenvolver mais velocidade. Isso porque, segundo estudos de mecânica automotiva, viajar com as janelas abertas amplia o arraste aerodinâmico do carro, causando mais atrito com o ar e aumentando o gasto de combustível.

Por outro lado, viajar com janelas fechadas reduz o atrito. Nesse caso, será muito importante deixar o ar condicionado ligado, para maior conforto dos ocupantes. A sua economia agradece!

6. Pense nas paradas durante o trajeto

Agora, falaremos um pouco sobre os aspectos humanos da viagem. Comecemos com a questão das paradas. Nesse quesito, o que influenciará será a seguinte decisão: é uma viagem de caráter turístico, ou seja, contemplativa e de observação, ou é uma viagem com cronograma mais apertado, ou para um local conhecido?

No primeiro caso, haverá a possibilidade de maior número de paradas, para apreciação da paisagem e conhecimento dos pontos turísticos locais.

No segundo cenário, é importantíssimo verificar onde ocorrerão as paradas,até porque há a questão da alimentação de cada pessoa. Então, serão necessários alguns intervalos para isso. Sem contar com pausas para esticar pernas e fazer pequenos alongamentos, no caso do motorista, principalmente.

Bem, a orientação que podemos dar é: pesquise sobre o itinerário e veja locais com boa estrutura para a parada. Além disso, se a viagem tiver de ser mais rápida, pense em levar lanches para evitar que a fome bata e você precise fazer algum intervalo não programado.

7. Planeje a sua viagem

Agora que já contemplamos as dicas para pegar a estrada relativas à segurança do carro e aos intervalos, vamos falar do ponto mais relevante da lista: o planejamento efetivo da sua viagem.

Seja para perto ou para longe, uma coisa é comum em viagens de carro: você precisará tirar um tempo para planejar os detalhes — sobretudo se você tiver um perfil mais conservador e não quiser nenhuma surpresa em seu caminho.

Então, como vimos no ponto anterior, veja os melhores pontos de parada, mas não só isso. Abastecimento e pernoite eventual são dois pontos que devem sempre ser levados em conta.

Uma questão pode ser de bastante valia: quantas pessoas habilitadas à direção haverá no carro? Isso é essencial para a realização de um rodízio de motoristas. Assim, ninguém se cansa tanto e a sua viagem será muito mais tranquila e segura, sem que uma pessoa fique sobrecarregada com a função — tão prazerosa, mas igualmente desgastante, não é mesmo?

É importante perceber algumas variáveis que podem influenciar na viagem: o número de motoristas que circulam pela estrada em cada época, pois isso terá influência direta no tempo total do trajeto e até mesmo no roteiro — com busca de eventuais rotas alternativas.

Condições climáticas também influenciam, afinal, ninguém deseja que você corra muito em um tempo chuvoso. Isso é muito arriscado. Nesse caso, vá mais devagar, pois a prudência será a melhor companheira de sua viagem.

8. Não confie totalmente no GPS

São mecanismos muito úteis, não há dúvida, mas existem sempre locais que não foram devidamente rastreados pelo dispositivo e, desse modo, a informação poderá ser enganosa e dificultar o seu itinerário, deixando até que você se perca.

Portanto, se a região para onde você vai for totalmente desconhecida, confie em outros elementos, como mapas, checagem via web, ou então pergunte às pessoas pelo caminho.  Desse modo, sua viagem será muito mais feliz, confortável e segura!

E então? O que achou de conhecer as nossas dicas para pegar a estrada? Já aplica algumas delas quando viaja? Deixe seu comentário.

8 cuidados para você ter com o carro durante o verão

O verão já está chegando e, com ele, as férias de final de ano. Nessa estação, o carro é colocado à prova várias situações, desde viagens em estradas, o dia a dia nos engarrafamentos e nas famosas chuvas de verão. Para tanto, a sua estrutura precisa enfrentar as longas viagens que realizamos e um clima que, em muitos casos, pode não ser o mais favorável para a carroceria e o motor do veículo. E com o crescimento constante das temperaturas médias, se preparar é fundamental.

Quer saber como isso pode ser feito? Então veja no nosso post de hoje quais são os melhores cuidados com o carro no verão!

1. Cuidar bem da pintura

A pintura pode ficar muito danificada caso o carro passe por uma situação de grande amplitude térmica (algo comum em cidades com chuva de verão). No verão, especificamente, esse cenário pode reduzir a vida útil da tinta do veículo, causando manchas e até mesmo rachaduras na pintura da carroceria.

Para evitar que isso ocorra, o dono deve sempre encerar a pintura do automóvel com uma cera adequada. Ela precisa ser capaz de dar o brilho desejado, ressaltando a beleza do carro, e, ao mesmo tempo, proteger contra as elevadas temperaturas do verão. Diante do seu apelo estético, a manutenção da pintura tornou-se uma das principais rotinas para quem gosta de manter bons cuidados com o carro, especialmente quando ele precisa de ajuda.. 

2. Evitar a maresia

A maresia é um fenômeno que afeta vários dispositivos mantidos próximos ao mar. Como nesses locais a temperatura é tão alta quanto os indicadores de umidade do ar, isso pode representar uma ameaça grave para aparelhos com peças metálicas, que apresentam um grau de ferrugem mais elevado quando comparamos com o de plástico, borracha e orgânicos.

Para se proteger, a melhor opção é evitar locais com maresia. Se isso não for possível, o dono do carro deve sempre verificar os efeitos pré e pós-viagem, avaliando medidas corretivas que eventualmente possam ser efetuadas. Elas podem incluir itens como a lubrificação de peças, tornando o motor mais eficaz. 

3. Cuide das borrachas do veículo

As borrachas de vedação são cruciais para garantir o conforto do motorista e dos passageiros dentro de um veículo. Mas, em locais com grande amplitude térmica ou altas temperaturas, elas podem ficar ressacadas facilmente. Quando isso ocorre, basta uma chuva de final de dia para que os ocupantes do automóvel tenham que enfrentar infiltrações e goteiras.

Para evitar que isso ocorra, uma boa alternativa é o uso de películas de proteção. Aditivos também podem ser utilizados, evitando que as borrachas dos vidros e das palhetas acabem rachando. Além disso, películas protetoras tornam a temperatura dentro do veículo mais agradável e dão maior privacidade para os ocupantes.

4. Hidrate os bancos de couro

Os bancos de couro conferem a qualquer veículo um design elegante e luxuoso. Mas, para que os ocupantes de um carro possam desfrutar do conforto adicional proporcionado pelo tecido de origem animal, o motorista deve investir na manutenção constante do couro.

Além da limpeza regular, o dono do automóvel pode realizar a hidratação do couro com um hidratante próprio ou produto à base de silicone. Esse procedimento evita o ressecamento do tecido, além de tornar cada banco protegido contra eventuais manchas causadas pelo sol. Porém, esteja sempre atento à necessidade do produto não causar algum tipo de reação alérgica na pele dos ocupantes.

5. Invista em painéis refletores

Ninguém gosta de um veículo que vira uma estufa ao ser deixado em uma vaga de estacionamento. Além do desconforto causado pelo calor excessivo ao entrar no carro, a exposição direta ao sol por longos períodos pode danificar itens do painel feitos de plástico e diminuir a durabilidade dos tecidos do revestimento interno. Para piorar, nem sempre é possível estacionar em um local com uma cobertura contra o sol.

Nesses momentos, painéis refletores podem ser adotados para diminuir o impacto causado pelo sol excessivo. Em geral, eles são feitos de papelão e papel-alumínio. Dessa forma, grande parte dos raios solares que atingirem o para-brisa são refletidos, diminuindo o seu impacto dentro do veículo.

6. Cuide dos pneus

Os pneus podem ser considerados uma das partes mais importantes de qualquer carro. Ainda assim, muitos motoristas ignoram os cuidados que eles merecem. E, no verão, eles vão muito além da calibragem regular da pressão do ar interno.

Tenha em mente que, em contato com o asfalto quente, o pneu apresenta um desgaste acelerado. Caso ele apresente indícios de necessidade de troca, não hesite em adquirir um pneu novo. O estepe também pode apresentar problemas, portanto, sempre o verifique quando for calibrar os pneus.

7. Atente-se ao sistema de refrigeração

No verão, o sistema de refrigeração do motor é colocado à prova. Como nessa época as temperaturas registradas são as mais elevadas do ano, o motorista deve estar atento à temperatura do motor, principalmente em automóveis refrigerados à água.

Verifique regularmente o nível do líquido do radiador. Também fique de olho no manual do automóvel e busque por indicações de aditivos que possam ser úteis.

Mantenha o compartimento do motor bem limpo, com poucos resíduos de óleo. Essas medidas reduzem as chances do motor do veículo superaquecer, algo que pode causar problemas graves e um prejuízo financeiro considerável.

8. Evite locais perigosos

Enchentes podem ser fatais para um veículo. Ao entrar em contato com uma grande quantidade de água, partes elétricas podem apresentar curto-circuito, algo que pode impedir o uso do automóvel por completo. Diante disso, chuvas capazes de gerar alagamentos podem se tornar rapidamente o maior inimigo de um carro.

Sempre que uma chuva de verão ocorrer, evite pontos com histórico de alagamento. Não tenha medo de recuar caso uma via comece a ficar com uma enxurrada forte. Assim, você garantirá simultaneamente a sua segurança e a segurança do seu carro.

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Saiba como prolongar a vida útil dos pneus do seu carro!

A vida útil dos pneus depende de alguns cuidados do proprietário, que muitas vezes não deixa seus maus costumes ao dirigir seu veículo. Esses maus hábitos influenciam no desgaste dos pneus do carro. Por conta disso, em algumas situações, ele se vê na obrigação de trocá-los, antes mesmo da hora recomendada pelos fabricantes.

Por isso, é de vital importância que manutenções sejam feitas com regularidade, além, é lógico, de o próprio motorista observar visualmente sempre que puder o estado externo nos pneus, como a profundidade de seus gomos e sulcos.

Para entender melhor o que vamos abordar neste artigo, que tal sabermos as partes que compõem um pneu? Confira:

1. Conheça bem cada parte de seus pneus

Sulcos

Têm como função drenar a água e, dessa forma, evitar deslizamentos e ainda promover a refrigeração dos pneus. Os que possuem mais sulcos estão mais protegidos em dias de chuva, pois eles se tornam bem mais aderentes ao solo.

Banda de rodagem

É a parte do pneu que fica em contato direto com o solo. Divide-se em três partes: sulcos, ranhuras e barras.

Ranhuras

São os canais pelos quais passa o ar para que haja refrigeração nos pneus e também são responsáveis por diminuir a ressonância, o barulho de rodagem do pneu.

Barras

A barra está relacionada à potência do carro. Ela gera tração e é a parte que fica em contato com o solo.

Cabelinhos

Eles estão ligados diretamente ao pneu novo. Todos pneus novos contam com aqueles cabelinhos característicos. Eles surgem no momento da fabricação, quando pequenas bolhas de ar são eliminadas.

Estanque

Trata-se da base interna do pneu, que substitui a câmara nos pneus radiais. São fabricados com várias camadas de borracha.

Talão

Quando se pensa em pneu, a maioria logo pensa apenas na borracha com a qual ele é fabricada. Na verdade, o pneu conta com peças de aço em sua estrutura, e uma delas é denominada talão. Os talões se localizam nas duas extremidades do pneu e são fabricados com fios de aço cobertos por cobre, e sua função básica é fixar o pneu na roda.

Lonas de reforço

Elas possuem a função de reforçar a estrutura da carcaça do pneu.

Cintas estabilizadoras

Elas fazem parte da estrutura e da carcaça do pneu e são feitas com fios de aço. Essa parte do pneu contribui para a aderência do pneu com o solo, tornando o carro bem mais estável. Outra função importante dessas cintas é evitar que objetos possam perfurar a carcaça. Vale ressaltar que automóveis que atingem velocidades mais altas contam com uma dupla cinta estabilizadora.

Lateral

Essa parte do pneu é a responsável pelo conforto ao trafegar com o carro. E isso vai depender da largura do pneu: quanto mais fino ele for, menos conforto oferecerá ao motorista. Para você ter uma ideia, a cada segundo, a lateral do carro flexiona cerca de 800 vezes, e aí está a importância da largura do pneu.

Ombro

É responsável pela estabilidade do automóvel, principalmente nas curvas.

Agora que você já sabe as partes que compõem um pneu, vamos às dicas de como mantê-los e garantir que tenham uma vida útil mais longa. Confira, a seguir, alguns hábitos que devem ser incluídos em sua rotina!

 

 

2. Evite dirigir em alta velocidade, fazer curvas em velocidade e efetuar freadas bruscas

Quando o veículo se submete a altas velocidades, ocorre um flexionamento de sua carcaça, provocando um superaquecimento dos pneus e, com isso, acelerando o desgaste da banda de rolagem.

Já em curvas, a velocidade força o arrasto dos pneus e provoca um desgaste na área do ombro, o que também leva a um desgaste desnecessário.

Por fim, freadas bruscas forçam o arrasto em demasia, provocando um desgaste na área do ombro, responsável pela estabilidade do veículo.

CTA_Manutenção do veículo - tudo para manter seu carro em bom estado-

 

3. Mantenha os pneus do veículo calibrados

Verifique a pressão dos pneus de seu carro semanalmente. É muito importante mantê-los calibrados, pois a pressão correta garante a boa dirigibilidade do veículo. Siga a orientação do manual do proprietário. Mas fique atento: verifique a pressão dos pneus quando eles já estiverem frios, do contrário, pode haver uma divergência na calibragem devido ao superaquecimento.

4. Verifique o alinhamento das rodas do veículo

O aconselhável é que o alinhamento das rodas seja feito a cada 50.000 quilômetros rodados. Porém, toda vez que houver troca de pneus e alinhamento da direção, faça um novo alinhamento das rodas. Isso vai aumentar a vida útil dos pneus de seu carro.

5. Faça o rodízio e aumente a vida útil dos pneus

No rodízio dos pneus, você vai trocar os pneus da parte traseira pelos da parte dianteira do veículo. Vale ressaltar que, em carros com tração dianteira, esse rodízio será muito útil, já que os pneus da frente tendem a se desgastar mais facilmente. Assim, haverá um grande benefício para o proprietário.

6. Lembre-se do balanceamento

Da mesma forma que é importante fazer o alinhamento, o balanceamento é também de extrema importância para mantê-los conservados e aumentar sua vida útil. A função do balanceamento é manter o contato dos quatro pneus com o solo. Com o carro desbalanceado, a direção torna-se perigosa, pois esse contato que garante a estabilidade é fortemente afetado.

A regra da frequência de se balancear o carro se parece com a do alinhamento: alinhe a cada 5.000 quilômetros rodados ou em ocasiões em que se torne necessário o balanceamento, como, por exemplo, ao trafegar em estradas com desníveis no solo.

7. Inspecione a profundidade dos sulcos dos pneus

A indicação mais importante de que o pneu está em boas condições e atendendo ao limite máximo de desgaste é por meio da indicação TWI (Tread Wear Indicator), presente na banda de rodagem de todos os pneus dos automóveis.

Os sulcos da banda de rodagem têm que atender a um mínimo permitido de 1,6 milímetro de altura. Pneus que não atendam a esse padrão limite oferecem riscos de segurança ao motorista. Além disso, multa e registro na Carteira Nacional de Habilitação estão previstos para esta infração.

Manter os pneus bem cuidados, além de garantir mais segurança ao motorista e passageiros, contribui para o aumento da vida útil dos pneus — eles acabam durando muito mais do que o previsto, evitando gastos desnecessários ao proprietário do veículo.

Saiba mais sobre cuidados com o carro lendo nosso post que traz 3 dicas de cuidados com o carro!