Aprenda a analisar e avaliar veículos pela Tabela Fipe

A tabela estabelecida pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) é a maior referência brasileira sobre os preços comerciais de carros, caminhões e motos. Os valores estipulados pela Tabela Fipe são atualizados mensalmente e usados em contratos, principalmente de seguradoras e financeiras.

Para fazer uma consulta, entre no site da Fipe e preencha um formulário com o ano, fabricante, modelo e versão do veículo desejado. Em seguida, confira como tirar o maior proveito possível da tabela:

Avalie melhor o preço do seu seguro

As seguradoras usam os valores da tabela para estabelecer as indenizações, nos casos de perda total ou roubo. Lembre-se: para que seja considerado perda total, é preciso que a soma dos valores de reparo no seu veículo sejam maiores do que 75% do valor estabelecido pela Tabela Fipe.

Ou seja, não é levado em consideração o quanto você pagou pelo veículo nem a valorização por causa de acessórios que tenham sido acrescentados. Se você considerar que o valor do seu carro é maior do que o do mercado, o ideal é que você faça uma apólice de pelo menos 110%.

Hoje em dia, as indenizações são feitas com base no valor indicado na época do sinistro, e não do pagamento da indenização. Há pouco tempo, era o contrário.

Por causa da depreciação e da inflação, a nova lei pode causar uma diferença muito grande no valor pago. Dependendo do caso, alguns prêmios podem demorar mais de um ano para serem entregues.

Perceba as diferenças entre os preços do mercado

Como a cotação é feita mensalmente, a tabela serve inclusive como um indicador dos índices da inflação, bem como da economia, de um modo geral. Porém, ela não leva em consideração veículos profissionaisadaptados, em mau estado de conservação ou com muitos itens que não são de fábrica.

Por ser uma tabela nacional, ela não mostra as diferenças regionais. Para se ter uma ideia, existem veículos com preços até 15% diferentes entre uma região e outra do Brasil. Há diferenças, inclusive, entre os valores de carros comercializados nas capitais e no interior.

Até mesmo a cor do veículo pode resultar em um valor diferente do que o que está na tabela. Por exemplo: veículos com cores iguais às de táxis costumam ser bastante desvalorizados.

Tenha um bom embasamento antes de comprar

No Brasil, a Tabela Fipe é quase sempre consultada antes de se tomar qualquer decisão comercial envolvendo veículos novos e usados. Entretanto, use a tabela como uma referência, mas não se baseie somente nela. Pesquise em sites e agências de veículos quais são os preços praticados na sua região.

Quando for comprar um carro, note se ele está muito mais barato do que na tabela. Caso esteja, desconfie de que ele já tenha sofrido uma batida grave ou está com a mecânica muito desgastada.

Valorize o seu veículo

Como vimos, a Tabela Fipe possibilita que você saiba se o seu veículo está acima ou abaixo do valor de mercado.

Além disso, algumas atitudes ajudam a valorizar o seu veículo na hora de vender: trocar os pneusencerartrocar o óleo, fazer revisões nas quilometragens recomendadas, reparar pequenas avarias etc. No entanto, calcule quanto você vai gastar e veja se realmente vale a pena fazer o investimento.

Conheça a depreciação do seu veículo

Preencha o formulário no site, colocando o ano e mês atual como referência. Para fazer comparações, preencha novamente e coloque no mesmo campo épocas anteriores — é possível fazer esse cálculo a partir de janeiro de 2001.

Com isso, dá para se ter uma boa ideia da evolução do preço ou da desvalorização de um modelo de veículo. Esse recurso é útil para que você não perca tanto dinheiro quando vender veículos antigos ou comprar novos.

Calcule o seu IPVA

Inicialmente, a Tabela Fipe tinha sido criada para ser a referência oficial para os cálculos de IPVA. Os valores do IPVA variam de um estado para outro, podendo ser entre 2% e 4% do valor estabelecido. Dessa forma, use a tabela para programar os seus gastos futuros.

E então, este post foi útil para você? Então compartilhe-o nas suas redes sociais e ajude outras pessoas com dúvidas sobre a utilização da Tabela Fipe!

Como avaliar o desempenho geral do seu carro?

Você já se perguntou quais fatores influenciam o desempenho do carro? Já parou para prestar atenção no comportamento do seu veículo e que recursos você pode utilizar para garantir que ele esteja sempre funcionando perfeitamente?

Hoje em dia, há tanta tecnologia embarcada nos carros, que acabamos nos esquecendo de senti-lo enquanto dirigimos. Os diversos sensores e automações existentes nos informam sobre problemas que possam estar ocorrendo, ou que estejam prestes a acontecer. Mas será que você está tirando o máximo do seu carro?

Afinal, uma das características de um bom motorista é a capacidade de se conectar ao veículo enquanto dirige, avaliando seu comportamento e procurando extrair dele o máximo do desempenho.

Portanto, questões como consumo de combustível, a maciez ao rodar, a conservação e o aproveitamento dos pneus precisam estar na pauta de quem quer manter o seu automóvel sempre em dia.

Pensando nisso, listamos neste post algumas dicas para que você avalie o desempenho geral do seu carro e possa desfrutar de tudo o que ele tem para oferecer. Confira!

Consumo de combustível

O consumo de combustível é uma das principais preocupações dos proprietários de carros atualmente. O motivo é simples: tanto a gasolina quanto o etanol estão custando muito caro e, para quem usa o automóvel diariamente, a conta fica pesada.

Mas como você pode saber se o seu carro está gastando muito ou pouco? Para começar, é preciso descobrir como medir o consumo.

Ao encostar no posto para abastecer, zere o hodômetro parcial do carro. Em seguida, peça para o frentista encher o tanque e verifique, ao final, quantos litros foram despejados. Anote este número e guarde-o até o próximo abastecimento.

Quando chegar a hora de abastecer novamente, você deve verificar quantos quilômetros o carro rodou com aquele tanque. Aí é só dividir a quantidade de quilômetros rodados pela quantidade de litros utilizados para se chegar à média.

A média de consumo ideal

É muito difícil determinar o que seria um consumo aceitável, pois isso varia muito de acordo com a cidade em que você mora e o tipo de utilização que faz do carro. Nesse sentido, uma cidade com terreno irregular tende a fazer com que você gaste mais combustível, do que se morasse em um local mais plano.

Também há uma variação em relação ao tamanho do seu carro e o motor que ele utiliza. Motores maiores, com 2000 ou 1800 cilindradas, costumam consumir mais do que os carros 1.0 ou 1.4.

De qualquer forma, para a cidade, uma média que gire entre 8 e 12 Km/l é considerada aceitável. Na estrada, o consumo deve ficar entre 12 e 16 Km/l. Considere estes números para a gasolina, já que o etanol é um combustível que queima mais facilmente e, portanto, o seu consumo é cerca de 30% maior.

Alinhamento e balanceamento

A forma como o seu carro roda é muito influenciada pelo alinhamento e balanceamento das rodas. Como o asfalto brasileiro não é de grande qualidade, muitos carros sofrem com os buracos e por isso é preciso estar sempre atento ao comportamento do veículo.

O desalinhamento ocorre quando uma das rodas sai do seu eixo normal e trabalha de forma diferente das outras. Para saber se o carro está com este problema, procure rodar em um local vazio, de asfalto liso e sem curvas. Solte rapidamente o volante e veja se ele está puxando para um dos lados. Em caso positivo, o veículo está desalinhado.

Já para verificar se o balanceamento está em dia, acelere até atingir uma velocidade acima de 60 Km/h. Se sentir um excesso de vibração no volante, está na hora de providenciar o serviço.

O alinhamento e o balanceamento devem ser feitos, pelo menos, a cada 10 mil Km, ou quando você achar que é necessário. Sobretudo, tenha em mente que esses defeitos diminuem a vida útil dos pneus e ainda prejudicam a dirigibilidade do veículo, podendo causar acidentes graves.

Aproveitamento dos pneus

Como você viu no item anterior, o alinhamento e o balanceamento influem diretamente na vida útil dos pneus do seu carro. Nos dois casos, há um atrito maior entre a borracha e o asfalto, o que faz com que o material se desgaste mais rapidamente.

Os pneus são responsáveis por transformar toda a potência do veículo em velocidade e desempenho. Por isso, você deve ficar sempre muito atento ao funcionamento deles.

Em primeiro lugar, acompanhe de perto o desgaste. Para isso, utilize o TWI (Tread Wear Indicator), que é um dispositivo que ajuda a verificar a profundidade dos sulcos. Trata-se de pequenas borrachas de 1.6 m que ficam posicionadas entre as ranhuras. Se elas ficarem no mesmo nível, significa que os seus pneus estão acabando.

Adicionalmente, a calibragem é fundamental para que o pneu funcione bem. Portanto, calibre os pneus quinzenalmente usando a pressão recomendada pelo fabricante. Se você utilizar mais pressão do que o sugerido, os pneus se desgastarão mais no meio da banda de rodagem. Se calibrar com menos ar, as laterais da borracha ficarão mais gastas primeiro.  

Motor e suspensão

Sempre que você estiver rodando em seu carro, tire um momento para desligar o som e ouvir eventuais barulhos que ele esteja produzindo.

Socos e solavancos podem significar algum problema na suspensão. Verifique também o comportamento do veículo em curvas, avaliando se a estabilidade não está prejudicada. O carro deve ser firme ao contornar uma curva, principalmente em estradas.

No caso do motor, alguns barulhos podem ser provenientes de problemas em correias. Se você ouvir um som muito agudo assim que der a partida, pode ser que a correia que liga o ar-condicionado, o alternador e a bomba d’água esteja com problemas. Se ela se partir, você poderá ficar na mão.

Por fim, não se esqueça de ficar atento aos freios. Se o pedal estiver muito baixo, significa que é hora de trocar o fluido de freio. Por outro lado, se houver um chiado sempre que você acionar o equipamento, é sinal de que as pastilhas estão chegando ao fim.

Como você viu ao longo deste post, a atenção ao desempenho do carro é decisiva para que você consiga extrair todo o desempenho do seu veículo e ainda mantê-lo sempre em excelente estado de conservação.

Por isso, fique sempre atento aos sinais que ele emite e corra para a concessionária ao menor sinal de problema! Se quiser ler mais posts como este, curta a nossa página no Facebook! Também estamos no Twitter e Youtube

 

3 dicas para estilizar o seu carro e deixá-lo estiloso e seguro

Não há dúvida de que os veículos, de uma maneira geral, são uma paixão dos brasileiros. Os carros, principalmente, são sonhos de consumo de homens e mulheres, de todas as idades e classes sociais.

Dentro deste panorama, é cada vez mais comum que os donos recorram à customização de carros para deixá-los mais estilosos, evidenciando o seu estilo de vida. No post de hoje, vamos dar 3 dicas para estilizar o seu carro, abordando todos os passos necessários. Acompanhe!

1. Decida o que você pretende fazer

Quando falamos em customizar carros o céu é o limite! É possível modificar rodas, instalar dispositivos aerodinâmicos, como aerofólios, para-choques e saias laterais, escurecer os vidros, modificar a cor do veículo, itens do interior como bancos de couro, colocar um sistema de som mais potente, entre inúmeras outras possibilidades.

Mas para uma customização bem-sucedida, é muito importante planejar. Defina qual o estilo de customização quer implantar, o orçamento e os itens prioritários, para que o carro fique o mais fiel ao seu desejo, sem gastar além da conta.

Pesquise os locais que dispõem dos itens, lembrando que quanto mais compras e serviços você fizer em um mesmo local, maior será o seu poder de barganha e menor o tempo gasto.

2. Verifique a legislação sobre customização de carros

Antes de sair comprando e instalando os itens desejados, saiba que a modificação de veículos é regulamentada por lei, havendo recomendações e limites para quase tudo.

O órgão que regulamenta essas questões é o Conselho Nacional de Trânsito – Contran, e os principais dispositivos legais, que tratam do assunto, são as resoluções 292319384 e 397, além da deliberação 75/08.

Abaixo, mostramos alguns itens comuns que merecem atenção:

  • o conjunto formado por rodas e pneus não deve exceder o diâmetro do conjunto original e nem extrapolar o limite da lataria;

  • os vidros não podem ser muito escuros. Cada janela tem um limite máximo de escurecimento permitido;

  • modificações de suspensão tem que obedecer a diversos critérios técnicos;

  • vários tipos de modificação devem ser inspecionados por empresas credenciadas e constar na documentação do carro.

3. Adquira peças e serviços em estabelecimentos autorizados

É sempre indicado adquirir peças na rede autorizada da marca do seu veículo. Hoje em dia, a maioria dos fabricantes oferece pacotes de itens para customização bastante variados. Caso o catálogo do fabricante não ofereça os equipamentos desejados, procure empresas homologadas pela marca ou tradicionais no mercado.

A maioria das empresas que vende peças para customização também faz a instalação. Se você teve o cuidado de escolher um lugar confiável, não terá problemas!

As oficinas autorizadas das concessionárias têm conhecimento específico, diagramas detalhados dos veículos, ferramentas mais apropriadas, além, é claro, dos itens de customização de carros, projetados e fabricados pensando especificamente no modelo do seu carro! Isso oferece a oportunidade de deixar o carro com a sua cara, garantindo a sua segurança e podendo, inclusive, aumentar o desempenho.

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Cuidados ao comprar um carro: entenda os perigos do veículo sem procedência e garantia

Os cuidados ao comprar um carro são fundamentais para que você tenha tranquilidade com o seu automóvel novo. E, claro, evitam que você perca dinheiro com a necessidade de manutenções fora de hora depois que já fechou o negócio.

As concessionárias oferecem carros de boa procedência e complementam essa tranquilidade com a garantia contra qualquer problema que apareça nos primeiros quilômetros que você rodar. Mas, você tem ideia do que isso significa? Confira o post que preparamos e saiba mais!

Verifique a procedência do veículo

A procedência está ligada à origem do carro. Como saber quem foi o dono anterior, como ele dirigia, de que forma cuidou do veículo etc. Se você vai comprar um carro que foi de um parente próximo, não terá problemas com isso. Mas nem sempre é possível dar a sorte de encontrar um negócio assim.

As concessionárias fazem uma verificação completa do veículo antes de colocá-lo à venda. Os especialistas são capazes de identificar qualquer problema que o dono anterior tenha, eventualmente, omitido. Dessa forma, fica mais fácil garantir a procedência do veículo.

Confirme o prazo de garantia

Todas as concessionárias de carros seminovos, oferecem garantia contra problemas na caixa de câmbio ou no motor do veículo. Isso significa que, em três meses, qualquer problema que o automóvel apresente lhe dá o direito de devolvê-lo à loja, recebendo de volta a quantia que foi paga.

Se você optar por comprar o carro junto a um vendedor independente não terá essa oportunidade.

Confira dicas para fugir de roubadas

Veículos sem garantia ou procedência podem apresentar diversos problemas a partir do momento em que você roda os primeiros quilômetros. Veja quais são e de que forma você pode se prevenir:

Óleo do motor

Se o proprietário anterior não trocava o óleo regularmente, o lubrificante pode ter mudado de consistência e formado uma borra que adere às partes metálicas e dificulta o trabalho do motor. Se essa situação se prolongar, você pode perder o propulsor.

Antes de fechar o negócio, peça ao seu mecânico para avaliar a qualidade do óleo e, mesmo que ele dê o aval, troque o lubrificante antes de começar a rodar. Assim você garante que as próximas manutenções estarão sempre em dia.

Correia dentada

A correia costuma ter uma duração de até 80 mil quilômetros. Não é possível conhecer o estado dela sem abrir o motor, portanto, não há como fazer um diagnóstico prévio. Dessa forma, antes de começar a usar o carro, providencie a troca.

Alinhamento e balanceamento

Uma rápida volta no quarteirão já é suficiente para que você perceba se o carro está alinhado e balanceado. Se notar que algo não está certo, negocie o conserto ou desista do negócio. A situação pode fazer com que você tenha um desgaste prematuro de pneus.

Parte elétrica

Infiltrações de água e falta de manutenção preventiva podem causar problemas na parte elétrica do carro, que vão lhe dar muita dor de cabeça. Leve a um especialista nesta área e peça um diagnóstico, antes de fechar o negócio.

Tomando esses cuidados ao comprar um carro você garante tranquilidade para rodar muitos quilômetros. Se você gostou dessas dicas, compartilhe o conteúdo com seus amigos nas suas redes sociais!

Fique atento! Saiba o que analisar ao comprar um carro usado

Comprar carro usado não é uma tarefa fácil! Sendo assim, para evitar aborrecimentos e prejuízos é muito importante que vários fatores sejam bem avaliados.

Em primeiro lugar, verifique o lugar onde deseja comprar o carro. Informe-se, faça pesquisas pela internet — existem sites que divulgam detalhes sobre alguns estabelecimentos comerciais, bem como disponibilizam opiniões de quem já fez negócio por lá.

Na verdade, esse momento requer paciência, dedicação e tempo, visto que nada pode ficar de fora da sua avaliação. Tudo isso vai contribuir para que sua compra transcorra na maior tranquilidade possível.

O que acha, então, de seguir algumas dicas para que você não se arrependa de sua escolha após ter fechado o negócio? Continue sua leitura e acompanhe!

Pesquise para saber os carros menos procurados

Uma boa pesquisa para saber sobre os carros mais cotados e os mais difíceis de serem vendidos deve ser feita. As pessoas têm uma tendência a preferirem carros brancos e pretos. Carros amarelos não são bem-vistos, pois carregam a suspeita de já terem sido táxi.

Outros fatores, como modelos que já saíram de linha ou mesmo um carro mais caro, que tem sua desvalorização mais rápida, merecem atenção na hora da pesquisa.

Assim, para que seu carro não lhe dê problemas mo momento de passar adiante, opte por modelos e cores mais populares.

Verifique a simetria na hora de comprar carro usado

Verificar se existe simetria na estrutura do carro é essencial para saber se ele já sofreu alguma colisão mais séria. Algumas averiguações são importantes, como observar se o capô fecha sem deixar espaços, se as portas fecham alinhando-se perfeitamente à estrutura do veículo, entre outros detalhes.

Leve à loja seu mecânico de confiança

Uma boa dica para auxiliar na compra do automóvel é levar à loja o seu mecânico de confiança para que ele — com seu olhar profissional — ajude-o na avaliação. Nesse momento é bom pedir um test-drive para que ele possa avaliar alguns componentes com o carro em movimento.

Faça uma checagem do estado de conservação geral do veículo

Mesmo que não haja vestígios de uma colisão mais forte ou de passagens por alagamentos, é bom verificar o estado de conservação do veículo — visto que alguns descuidos do proprietário podem resultar em problemas, como pintura desgastada ou mesmo o desgaste de alguns componentes que precisam de manutenções periódicas.

Sendo assim, vamos elencar alguns itens que devem ser observados antes de fechar a compra.

Pneus

Avaliar as condições dos quatro pneus do carro pode levar à detecção de outros problemas. Como exemplo disso, temos problemas de alinhamento e suspensão — que podem ser revelados se os pneus apresentam desgastes diferentes.

Escapamento

Verifique o escapamento do veículo se quiser evitar despesas no futuro — visto que alguns detalhes podem indicar algum tipo de problema com o motor do carro.

Pintura

Uma das maiores exigências quando se compra um carro é a conservação da pintura. Olhar o carro e perceber uma pintura brilhante dá muita satisfação. Sendo assim, quando pedir para ver o carro, solicite que seja em um local aberto com uma excelente iluminação — para que seja possível perceber imperfeições que podem ser mascaradas em locais mais escuros.

Lataria

Ao avaliar a lataria do veículo, passe a mão para verificar se não há ondulações ou outras imperfeições que tenham sido consertadas com massa. Para tirar dúvidas, dê batidinhas no local e se notar um som diferente é sinal de que houve algum reparo.

Se você gostou das dicas para comprar carro usado, aproveite e compartilhe este artigo com seus amigos para deixá-los por dentro do assunto!

Veja 7 dicas de como tirar mau cheiro do carro

Lembra-se de quando você comprou o seu carro e ele estava com aquele cheirinho de novo? Pois é, conforme os quilômetros avançam, esse odor vai sendo substituído por outros bem menos agradáveis. Mas, você sabe como tirar mau cheiro do carro?

O mau cheiro surge no interior do veículo proveniente, principalmente, de restos de comida, suor, cigarro, entre outros exemplos. Portanto, livrar-se desses odores desagradáveis exige mudança de hábitos e alguns cuidados básicos com o interior do veículo.

Veja abaixo 7 dicas para cuidar do seu carro e a acabar com o mau cheiro:

1. Faça uma revisão nos compartimentos

Os carros atuais têm vários compartimentos como consoles, porta-copos, bolsões para revistas, suportes etc. Principalmente quem tem filhos, sabe que as crianças costumam jogar embalagens nesses locais depois que terminam de comer.

Por isso, vale uma revisão geral para encontrar a origem do mau cheiro. Alguns compartimentos não são muito visíveis e podem estar guardando embalagens com restos de alimentos. Não se esqueça de incluir o porta-malas e o porta-luvas na sua revisão geral.

2. Aspire carpetes e bancos

Todas as vezes que você lavar o carro, tente usar o aspirador de pó sobre os carpetes e bancos. A aspiração evita o acúmulo de sujeira nesses locais, o que pode ser a causa do mau cheiro no interior do veículo.

Para facilitar a aspiração do carpete, use uma escova com cerdas macias em toda a superfície para ajudar a soltar a sujeira. Assim, o trabalho do aspirador fica mais facilitado e rápido.

3. Lave os tapetes de borracha

Assim como os carpetes e bancos, os tapetes de borracha também devem ser limpos todas as vezes que você der aquela geral no carro.

A melhor maneira de lavar os tapetes é retirá-los e esfregá-los com bastante shampoo automotivo. Use uma escova bem forte para retirar todos os resíduos que possam estar nas ranhuras das borrachas. Deixe-os secar totalmente ao sol antes de reposicioná-los no carro.

4. Não fume no interior do veículo

Além de fazer muito mal para a saúde, o cigarro deixa um mau cheiro permanente no interior do veículo. Isso sem contar o risco de a brasa queimar os bancos, deixando um aspecto péssimo no estofado.

Se você é fumante, jamais acenda o cigarro dentro do carro. As substâncias tóxicas da fumaça aderem às borrachas e tecidos, produzindo um mau cheiro terrível que dificilmente sairá do carro.

5. Mande lavar bancos e forrações

Mesmo cuidando dos bancos, carpetes e forrações com aspirações constantes, o ideal é mandar o carro para um profissional em limpeza de interiores uma vez por ano. A empresa poderá retirar todos esses componentes para fazer uma lavagem completa, retirando todas as substâncias que ficam inalcançáveis e possam produzir o mau cheiro do carro.

6. Use um desodorizador veicular

Você pode encontrar, no mercado ou em lojas especializadas, diversos tipos de desodorizadores para utilizar no carro. As soluções podem vir em formato de spray, para que você pulverize no carro, ou com um suporte para usar na saída do ar-condicionado. Ainda é possível adquirir os desodorizadores em pasta, para serem colocados nos porta-trecos.

7. Mande fazer uma limpeza no ar-condicionado

O ar-condicionado acumula muitas impurezas em seu uso diário, portanto, a cada seis meses é preciso fazer uma manutenção com troca do filtro e higienização do sistema.

Com essas dicas, você não terá dúvidas sobre como tirar mau cheiro do carro, e assim, poderá manter seu veículo sempre novinho, como se estivesse saindo da concessionária!

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Conheça os principais fatores de desvalorização de um carro

Quando você decide revender seu automóvel e procurar por potenciais compradores para ele, é natural que surjam algumas dúvidas a respeito da desvalorização de carros.

E isso não é à toa, afinal, você deseja fazer um bom negócio e não perder dinheiro. Por essa razão, reunimos os principais fatores que estão ligados a essa queda no valor dos veículos e como se precaver para lidar com essas situações da melhor forma. Acompanhe!

Manutenção

A manutenção do seu automóvel, como já é esperado, é um dos principais responsáveis pela desvalorização dele. Isso acontece porque, por mais que seja periódica, ela pode ter um custo relativamente alto e impactar o bolso do possível comprador.

Especialmente nos casos de peças de reposição que são mais difíceis de encontrar no mercado e requerem um processo maior para serem adquiridas, por exemplo.

Por esse motivo, antes mesmo de você comprar um automóvel, vá à concessionária e pesquise na internet sobre esse detalhe e seu respectivo valor de acordo com o modelo desejado. Isso servirá como base para saber se, no futuro, você terá dificuldades em revendê-lo.

Personalização

Quando você adquire seu carro, nada mais natural do que você incrementá-lo com pequenas modificações para que ele fique adaptado à sua rotina e, principalmente, ao seu estilo.

Contudo, algumas pessoas vão muito além e fazem modificações físicas na estrutura do veículo trocando uma série de peças originais. Mudam não apenas a pintura e aplicam adesivos, mas também as rodas, o escapamento, o som, os componentes da carroçaria e até o motor a fim de ampliar a dirigibilidade e o aspecto estético dele.

Todas essas modificações, embora significativas para você, podem se tornar empecilhos para os demais, limitando — e muito — a quantidade de possíveis compradores. Por esse motivo, não realize personalizações excessivas caso você pretenda se desfazer do seu carro em um curto intervalo de tempo.

Porém, se esse não é o caso e todas essas adaptações já foram feitas, o ideal é que você procure oferecê-lo em nichos de motoristas que tenham gostos similares aos seus e procurem um seminovo tal qual o modelo que você dispõe.

Conservação e itens extras

Por fim, outro ponto que pode impactar a desvalorização de carros, por mais óbvio que seja, é o estado de conservação deles. E isso é válido tanto para o lado externo quanto para o interno do veículo.

Afinal, as pessoas sempre atentam para o estado estético em que ele se encontra. Logo, desgastes físicos, como arranhões e riscos no painel, peças faltando, bancos com estofado com problemas entre outros aspectos visuais negativos, vão pesar na decisão do comprador.

Portanto, se seu carro apresenta algumas dessas características, é interessante levá-lo para uma revisão completa e, de quebra, consertá-lo antes de pensar em repassá-lo para outro motorista.

Além disso, não ter itens como ar-condicionado, sistema de som, travas e vidros elétricos podem desmerecer o automóvel, já que são componentes muito requisitados e, principalmente, valorizados no dia a dia. Por isso, embora não sejam obrigatórios, é sempre benéfico tê-los.

Agora que você já sabe os fatores por trás da desvalorização de carros, está na hora de aplicar nossas sugestões para garantir o melhor aproveitamento desse negócio.

E se você gostou de saber mais sobre o tema, aproveite e siga-nos em nossas redes sociais — Facebook, Twitter e YouTube — para ficar por dentro de outros assuntos e dicas sobre automóveis!

Conheça 6 dicas para prolongar a vida útil do pneu do seu carro

O preço da troca dos pneus do seu carro pode significar um grande gasto, que pode vir a atrapalhar seus planos. Maus hábitos na direção e a falta de cuidados simples como calibragem, alinhamento, balanceamento e rodízio diminuem consideravelmente a vida útil dos pneus.  

Por isso, o artigo de hoje abordará 6 dicas para que a durabilidade dos pneus do seu carro seja a maior possível. Confira:

1. Calibre os pneus pelo menos uma vez por mês

Rodando ou não, pneus perdem cerca de duas libras mensalmente. Para evitar que os pneus sofram com o desgaste, é importante fazer a calibragem regularmente.

Lembre-se de verificar a pressão recomendada no manual de proprietário do veículo. Pneus cheios demais são mais propensos a estourar. Além disso, por ficarem com menor área de contato com o solo, têm maior desgaste na área central da banda de rodagem (lado do pneu que faz contato com a pista). Já pneus vazios demais esquentam muito e aumentam seu desgaste, principalmente nas extremidades da banda de rodagem.

2. Faça o alinhamento e o balanceamento das rodas

Alinhamento é o procedimento feito para manter as rodas perpendiculares ao solo e paralelas entre si. Um carro provavelmente está desalinhado se ele apresentar desgastes em áreas diferentes de cada pneu.

Já o balanceamento consiste no equilíbrio de pesos entre as quatro rodas do automóvel. A calibragem é uma forma de ajudar o balanceamento porque nivela a altura das rodas.

Com os dois procedimentos, o desgaste dos pneus vai acontecer de forma adequada e uniforme. Ambos devem ser feitos sempre que se faz a troca de pneus ou de qualquer componente da suspensão ou a cada 10.000 km rodados. Além disso, eles também são indicados caso a direção esteja mais difícil, com vibrações ou puxando para um lado.

3. Faça o rodízio dos pneus

O rodízio consiste na troca dos pneus do eixo de trás pelos da frente e deve ser feito de dois em dois meses. Ele serve para compensar o desgaste desigual que existe entre os eixos.

Com isso, os pneus terão maior vida útil e maior eficiência. Pneus radiais devem ser trocados, em média, a cada 8.000 km e os diagonais a cada 5.000 km.

4. Preste atenção na forma como dirige

O modo de dirigir pode preservar os pneus por muito mais tempo. Movimentos irregulares feitos com muita frequência podem fazer com que a vida útil do pneu dure até metade do tempo estimado. Arrancar com os pneus “cantando” então, nem se fala!

Um carro com excesso de peso, por exemplo, exerce uma pressão maior sobre os pneus, causando maior corrosão da borracha. Além disso, o peso influi no ângulo das rodas, que faz com que os pneus tenham um desgaste desigual.

5. Observe por onde você dirige

Pistas esburacadas, acidentadas ou incompletas desgastam consideravelmente os pneus do seu carro. Em alguns casos, podem chegar a furá-los.

Dirigir ou estacionar em superfícies com combustível ou óleo lubrificante derramados deteriora a borracha do pneu. Não só isso, mas faz ainda com que ela perca suas propriedades físicas e mecânicas.

6. Faça a manutenção preventiva

As condições de componentes de várias outras partes do veículo como amortecedores, molas, freios, rolamentos, eixos e rodas influem diretamente sobre a vida útil dos pneus. Por isso, certifique-se de que todos estejam em bom estado, principalmente antes de uma viagem.

Se você gostou das nossas dicas para aumentar a vida útil dos pneus, compartilhe essa postagem em suas redes sociais! 

Óleo de motor: quanto tempo um carro consegue rodar sem óleo?

O óleo de motor é fundamental para o bom funcionamento do veículo e permite que as peças do propulsor rodem sem que ocorram atritos desnecessários e, consequentemente, danos graves.

A verdade é que não se pode rodar com o veículo sem óleo. Em um teste, identificou-se que foi possível andar até 17 minutos sem o fluido, mas os estragos são grandes mesmo antes desse tempo.

A seguir, veja os perigos de não cuidar dessa manutenção e entenda o motivo de nunca querer ver, na prática, um carro rodar sem óleo de motor.

Consequências graves de andar sem óleo de motor

Como todo cuidado é necessário e a manutenção preventiva é o único caminho para evitar dores de cabeça, saiba que o extremo que pode ser causado pela falta de óleo é o do motor literalmente explodir. Peças podem danificar até mesmo o capô do veículo.

Como esse líquido consegue remover o calor gerado pela fricção de peças, protege superfícies contra qualquer tipo de objeto que atrapalhe o funcionamento do motor e, ainda, ajuda a eliminar limalhas, sujeira e carbonização.

A ausência de óleo deixa o propulsor indefeso de ações que sempre aparecem quando o carro está ligado.

Nessa função de resfriador de partes internas, o óleo garante que nada dilate a ponto de sair das medidas de fábrica. Essas medições garantem o funcionamento correto de bielas e outros componentes.

A dilatação é o que causa um barulho áspero e alto dentro do motor. O que surge depois disso é, provavelmente, uma fumaça, que vai dar o sinal de que tudo foi detonado embaixo do capô do carro. Ao ouvir um som desses, chame o guincho e não continue rodando.

Nesse cenário, o conserto é um só: a troca completa do motor. E mesmo em carros novos, na garantia, se houver falta de óleo por problema que não for técnico, o defeito não será coberto.

Se o carro rodar com óleo abaixo do nível, estragos também devem acontecer. A reparação talvez seja menor, com a necessidade de troca de bronzinas, tuchos de válvulas, entre outras partes.

Vale novamente bater na tecla da manutenção, porque ela sai mais em conta que qualquer dano que afete diretamente o motor.

Cuidados necessários

Garantir bom funcionamento do carro e um motor em dia exige cuidados básicos. Ficar atento ao prazo de troca de óleo é um deles.

Existem óleos adequados para o tempo que o veículo tem e o tanto de quilômetros rodados. Cada um exige um prazo específico para ser trocado. A vareta indicadora do nível do fluido deve ser verificada regularmente, principalmente antes de viagens longas.

O reservatório do óleo do motor (também chamado de cárter) é localizado embaixo do veículo, e, mesmo que o carro possua protetor, ele pode ficar amassado.

Buracos grandes e lombadas podem causar essa situação. Se isso ocorrer, o nível é afetado e pode causar uma lubrificação insuficiente. A única forma de corrigir esse defeito é desamassar o cárter ou substituí-lo.

No painel, há também indicador de que o óleo está no ponto certo ou não. Essa luz acende durante a partida e precisa apagar rapidamente. Se ela permanecer acesa, significa que algo está errado e é hora de procurar a concessionária.

Importância de manter o óleo em dia 

Ao descobrir até aqui a função do óleo do motor e os cuidados que são necessários para manter essa parte fundamental do veículo em bom funcionamento, saiba que colocar qualquer tipo de fluido no cárter não elimina graves ocorrências.

As montadoras passam recomendações que devem ser seguidas para otimizar a durabilidade do propulsor. Portanto, respeite os períodos indicados para a troca do óleo. Quando ele fica velho, uma consequência é a perda das propriedades de resfriador do calor gerado pelo atrito.

Cometer algum deslize no cuidado com o óleo de motor vai dar trabalho e muito gasto.

Orientações como essas valem tanto para motoristas mais jovens — que tendem a não se atentar para essas situações, até pela falta de conhecimento — quanto para os experientes — que, no dia a dia corrido, podem deixar os prazos escaparem.

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Suporte de Bicicleta: como escolher o ideal para mim?

O ciclismo é uma modalidade esportiva que vem conquistando cada vez mais adeptos. Além da liberdade que proporciona, o esporte permite que você pedale por paisagens tão lindas quanto desafiadoras e ainda faz muito bem à saúde. Mas, você sabe qual é o suporte de bicicleta ideal para você?

Os suportes são equipamentos imprescindíveis para quem pedala em locais afastados. Afinal de contas, muitas vezes é preciso até pegar a estrada para chegar até o lugar no qual será praticado o exercício, e a forma de acomodar a bicicleta no carro faz toda a diferença.

Alguns equipamentos adaptam-se melhor a tipos de carros diferentes, isso sem contar com a necessidade de que o suporte esteja dentro das regras de trânsito. Continue a leitura do post e saiba mais!

Suporte traseiro

Este tipo de suporte é mais comum e prático de ser utilizado. Com um sistema de fitas e cabos, ele é preso à traseira do veículo. Dois ganchos voltados para trás servem de suporte para a bicicleta, que é apoiada pelo quadro.

Além deste, o mercado também oferece um suporte traseiro que se adapta ao reboque. Para utilizá-lo, é necessário instalar o engate no veículo. O ponto positivo deste, é que não há nenhuma possibilidade de se arranhar a pintura do carro.

A vantagem do suporte traseiro é a praticidade para tirar e colocar a bicicleta. Como fica à altura do corpo, o esforço é mínimo para a acomodação do equipamento. E, no caso do suporte preso ao reboque, a colocação dele é muito simples, bastando apenas prendê-lo no engate. O suporte por cabos exige um pouco mais de paciência, mas não chega a ser difícil.

Dependendo tamanho do gancho do suporte pode ser possível acomodar até 3 bicicletas na traseira do carro.

Mas o suporte traseiro também tem desvantagens. Uma delas é a possibilidade de a bicicleta arrastar as rodas no chão, pelo fato de ficarem posicionadas mais próximas ao asfalto. Em quebra-molas, por exemplo, esse contato pode ocorrer.

Também há o risco de as bicicletas obstruírem as luzes traseiras e a placa do veículo, o que pode gerar multas. Você pode retirar as rodas e solicitar, no Detran, uma terceira placa para afixar no quadro da bicicleta, enquanto faz o transporte.

Suporte de teto

Menos comum, o suporte de teto exige que o veículo tenha uma preparação para receber o rack na parte de cima da carroceria.

A grande vantagem é que o suporte de teto não tem o problema da falta de visibilidade das luzes e da placa. Além disso, bicicletas não contam para o limite de 50 cm de altura para cargas no teto dos carros, estabelecido pelo Detran. Assim, você pode rodar tranquilo em relação à legislação.

Mas o suporte de teto tem alguns incômodos. O principal deles, é que é preciso esforço para instalar a bicicleta no teto do carro e a operação de colocação e retirada dela é mais complicada. Alguns tipos de suporte de teto precisam que a roda dianteira seja removida, o que também dificulta a operação.

Como você pôde ver, cada suporte de bicicleta tem prós e contras. Basta que você saiba qual é a sua necessidade e a capacidade do seu carro para carregar a bike. Se tiver gostado deste texto, então aproveite para compartilhar com seus amigos, nas suas redes sociais!