Cuidados ao comprar um carro: entenda os perigos do veículo sem procedência e garantia

Os cuidados ao comprar um carro são fundamentais para que você tenha tranquilidade com o seu automóvel novo. E, claro, evitam que você perca dinheiro com a necessidade de manutenções fora de hora depois que já fechou o negócio.

As concessionárias oferecem carros de boa procedência e complementam essa tranquilidade com a garantia contra qualquer problema que apareça nos primeiros quilômetros que você rodar. Mas, você tem ideia do que isso significa? Confira o post que preparamos e saiba mais!

Verifique a procedência do veículo

A procedência está ligada à origem do carro. Como saber quem foi o dono anterior, como ele dirigia, de que forma cuidou do veículo etc. Se você vai comprar um carro que foi de um parente próximo, não terá problemas com isso. Mas nem sempre é possível dar a sorte de encontrar um negócio assim.

As concessionárias fazem uma verificação completa do veículo antes de colocá-lo à venda. Os especialistas são capazes de identificar qualquer problema que o dono anterior tenha, eventualmente, omitido. Dessa forma, fica mais fácil garantir a procedência do veículo.

Confirme o prazo de garantia

Todas as concessionárias de carros seminovos, oferecem garantia contra problemas na caixa de câmbio ou no motor do veículo. Isso significa que, em três meses, qualquer problema que o automóvel apresente lhe dá o direito de devolvê-lo à loja, recebendo de volta a quantia que foi paga.

Se você optar por comprar o carro junto a um vendedor independente não terá essa oportunidade.

Confira dicas para fugir de roubadas

Veículos sem garantia ou procedência podem apresentar diversos problemas a partir do momento em que você roda os primeiros quilômetros. Veja quais são e de que forma você pode se prevenir:

Óleo do motor

Se o proprietário anterior não trocava o óleo regularmente, o lubrificante pode ter mudado de consistência e formado uma borra que adere às partes metálicas e dificulta o trabalho do motor. Se essa situação se prolongar, você pode perder o propulsor.

Antes de fechar o negócio, peça ao seu mecânico para avaliar a qualidade do óleo e, mesmo que ele dê o aval, troque o lubrificante antes de começar a rodar. Assim você garante que as próximas manutenções estarão sempre em dia.

Correia dentada

A correia costuma ter uma duração de até 80 mil quilômetros. Não é possível conhecer o estado dela sem abrir o motor, portanto, não há como fazer um diagnóstico prévio. Dessa forma, antes de começar a usar o carro, providencie a troca.

Alinhamento e balanceamento

Uma rápida volta no quarteirão já é suficiente para que você perceba se o carro está alinhado e balanceado. Se notar que algo não está certo, negocie o conserto ou desista do negócio. A situação pode fazer com que você tenha um desgaste prematuro de pneus.

Parte elétrica

Infiltrações de água e falta de manutenção preventiva podem causar problemas na parte elétrica do carro, que vão lhe dar muita dor de cabeça. Leve a um especialista nesta área e peça um diagnóstico, antes de fechar o negócio.

Tomando esses cuidados ao comprar um carro você garante tranquilidade para rodar muitos quilômetros. Se você gostou dessas dicas, compartilhe o conteúdo com seus amigos nas suas redes sociais!

Fique atento! Saiba o que analisar ao comprar um carro usado

Comprar carro usado não é uma tarefa fácil! Sendo assim, para evitar aborrecimentos e prejuízos é muito importante que vários fatores sejam bem avaliados.

Em primeiro lugar, verifique o lugar onde deseja comprar o carro. Informe-se, faça pesquisas pela internet — existem sites que divulgam detalhes sobre alguns estabelecimentos comerciais, bem como disponibilizam opiniões de quem já fez negócio por lá.

Na verdade, esse momento requer paciência, dedicação e tempo, visto que nada pode ficar de fora da sua avaliação. Tudo isso vai contribuir para que sua compra transcorra na maior tranquilidade possível.

O que acha, então, de seguir algumas dicas para que você não se arrependa de sua escolha após ter fechado o negócio? Continue sua leitura e acompanhe!

Pesquise para saber os carros menos procurados

Uma boa pesquisa para saber sobre os carros mais cotados e os mais difíceis de serem vendidos deve ser feita. As pessoas têm uma tendência a preferirem carros brancos e pretos. Carros amarelos não são bem-vistos, pois carregam a suspeita de já terem sido táxi.

Outros fatores, como modelos que já saíram de linha ou mesmo um carro mais caro, que tem sua desvalorização mais rápida, merecem atenção na hora da pesquisa.

Assim, para que seu carro não lhe dê problemas mo momento de passar adiante, opte por modelos e cores mais populares.

Verifique a simetria na hora de comprar carro usado

Verificar se existe simetria na estrutura do carro é essencial para saber se ele já sofreu alguma colisão mais séria. Algumas averiguações são importantes, como observar se o capô fecha sem deixar espaços, se as portas fecham alinhando-se perfeitamente à estrutura do veículo, entre outros detalhes.

Leve à loja seu mecânico de confiança

Uma boa dica para auxiliar na compra do automóvel é levar à loja o seu mecânico de confiança para que ele — com seu olhar profissional — ajude-o na avaliação. Nesse momento é bom pedir um test-drive para que ele possa avaliar alguns componentes com o carro em movimento.

Faça uma checagem do estado de conservação geral do veículo

Mesmo que não haja vestígios de uma colisão mais forte ou de passagens por alagamentos, é bom verificar o estado de conservação do veículo — visto que alguns descuidos do proprietário podem resultar em problemas, como pintura desgastada ou mesmo o desgaste de alguns componentes que precisam de manutenções periódicas.

Sendo assim, vamos elencar alguns itens que devem ser observados antes de fechar a compra.

Pneus

Avaliar as condições dos quatro pneus do carro pode levar à detecção de outros problemas. Como exemplo disso, temos problemas de alinhamento e suspensão — que podem ser revelados se os pneus apresentam desgastes diferentes.

Escapamento

Verifique o escapamento do veículo se quiser evitar despesas no futuro — visto que alguns detalhes podem indicar algum tipo de problema com o motor do carro.

Pintura

Uma das maiores exigências quando se compra um carro é a conservação da pintura. Olhar o carro e perceber uma pintura brilhante dá muita satisfação. Sendo assim, quando pedir para ver o carro, solicite que seja em um local aberto com uma excelente iluminação — para que seja possível perceber imperfeições que podem ser mascaradas em locais mais escuros.

Lataria

Ao avaliar a lataria do veículo, passe a mão para verificar se não há ondulações ou outras imperfeições que tenham sido consertadas com massa. Para tirar dúvidas, dê batidinhas no local e se notar um som diferente é sinal de que houve algum reparo.

Se você gostou das dicas para comprar carro usado, aproveite e compartilhe este artigo com seus amigos para deixá-los por dentro do assunto!

Veja 7 dicas de como tirar mau cheiro do carro

Lembra-se de quando você comprou o seu carro e ele estava com aquele cheirinho de novo? Pois é, conforme os quilômetros avançam, esse odor vai sendo substituído por outros bem menos agradáveis. Mas, você sabe como tirar mau cheiro do carro?

O mau cheiro surge no interior do veículo proveniente, principalmente, de restos de comida, suor, cigarro, entre outros exemplos. Portanto, livrar-se desses odores desagradáveis exige mudança de hábitos e alguns cuidados básicos com o interior do veículo.

Veja abaixo 7 dicas para cuidar do seu carro e a acabar com o mau cheiro:

1. Faça uma revisão nos compartimentos

Os carros atuais têm vários compartimentos como consoles, porta-copos, bolsões para revistas, suportes etc. Principalmente quem tem filhos, sabe que as crianças costumam jogar embalagens nesses locais depois que terminam de comer.

Por isso, vale uma revisão geral para encontrar a origem do mau cheiro. Alguns compartimentos não são muito visíveis e podem estar guardando embalagens com restos de alimentos. Não se esqueça de incluir o porta-malas e o porta-luvas na sua revisão geral.

2. Aspire carpetes e bancos

Todas as vezes que você lavar o carro, tente usar o aspirador de pó sobre os carpetes e bancos. A aspiração evita o acúmulo de sujeira nesses locais, o que pode ser a causa do mau cheiro no interior do veículo.

Para facilitar a aspiração do carpete, use uma escova com cerdas macias em toda a superfície para ajudar a soltar a sujeira. Assim, o trabalho do aspirador fica mais facilitado e rápido.

3. Lave os tapetes de borracha

Assim como os carpetes e bancos, os tapetes de borracha também devem ser limpos todas as vezes que você der aquela geral no carro.

A melhor maneira de lavar os tapetes é retirá-los e esfregá-los com bastante shampoo automotivo. Use uma escova bem forte para retirar todos os resíduos que possam estar nas ranhuras das borrachas. Deixe-os secar totalmente ao sol antes de reposicioná-los no carro.

4. Não fume no interior do veículo

Além de fazer muito mal para a saúde, o cigarro deixa um mau cheiro permanente no interior do veículo. Isso sem contar o risco de a brasa queimar os bancos, deixando um aspecto péssimo no estofado.

Se você é fumante, jamais acenda o cigarro dentro do carro. As substâncias tóxicas da fumaça aderem às borrachas e tecidos, produzindo um mau cheiro terrível que dificilmente sairá do carro.

5. Mande lavar bancos e forrações

Mesmo cuidando dos bancos, carpetes e forrações com aspirações constantes, o ideal é mandar o carro para um profissional em limpeza de interiores uma vez por ano. A empresa poderá retirar todos esses componentes para fazer uma lavagem completa, retirando todas as substâncias que ficam inalcançáveis e possam produzir o mau cheiro do carro.

6. Use um desodorizador veicular

Você pode encontrar, no mercado ou em lojas especializadas, diversos tipos de desodorizadores para utilizar no carro. As soluções podem vir em formato de spray, para que você pulverize no carro, ou com um suporte para usar na saída do ar-condicionado. Ainda é possível adquirir os desodorizadores em pasta, para serem colocados nos porta-trecos.

7. Mande fazer uma limpeza no ar-condicionado

O ar-condicionado acumula muitas impurezas em seu uso diário, portanto, a cada seis meses é preciso fazer uma manutenção com troca do filtro e higienização do sistema.

Com essas dicas, você não terá dúvidas sobre como tirar mau cheiro do carro, e assim, poderá manter seu veículo sempre novinho, como se estivesse saindo da concessionária!

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Conheça os principais fatores de desvalorização de um carro

Quando você decide revender seu automóvel e procurar por potenciais compradores para ele, é natural que surjam algumas dúvidas a respeito da desvalorização de carros.

E isso não é à toa, afinal, você deseja fazer um bom negócio e não perder dinheiro. Por essa razão, reunimos os principais fatores que estão ligados a essa queda no valor dos veículos e como se precaver para lidar com essas situações da melhor forma. Acompanhe!

Manutenção

A manutenção do seu automóvel, como já é esperado, é um dos principais responsáveis pela desvalorização dele. Isso acontece porque, por mais que seja periódica, ela pode ter um custo relativamente alto e impactar o bolso do possível comprador.

Especialmente nos casos de peças de reposição que são mais difíceis de encontrar no mercado e requerem um processo maior para serem adquiridas, por exemplo.

Por esse motivo, antes mesmo de você comprar um automóvel, vá à concessionária e pesquise na internet sobre esse detalhe e seu respectivo valor de acordo com o modelo desejado. Isso servirá como base para saber se, no futuro, você terá dificuldades em revendê-lo.

Personalização

Quando você adquire seu carro, nada mais natural do que você incrementá-lo com pequenas modificações para que ele fique adaptado à sua rotina e, principalmente, ao seu estilo.

Contudo, algumas pessoas vão muito além e fazem modificações físicas na estrutura do veículo trocando uma série de peças originais. Mudam não apenas a pintura e aplicam adesivos, mas também as rodas, o escapamento, o som, os componentes da carroçaria e até o motor a fim de ampliar a dirigibilidade e o aspecto estético dele.

Todas essas modificações, embora significativas para você, podem se tornar empecilhos para os demais, limitando — e muito — a quantidade de possíveis compradores. Por esse motivo, não realize personalizações excessivas caso você pretenda se desfazer do seu carro em um curto intervalo de tempo.

Porém, se esse não é o caso e todas essas adaptações já foram feitas, o ideal é que você procure oferecê-lo em nichos de motoristas que tenham gostos similares aos seus e procurem um seminovo tal qual o modelo que você dispõe.

Conservação e itens extras

Por fim, outro ponto que pode impactar a desvalorização de carros, por mais óbvio que seja, é o estado de conservação deles. E isso é válido tanto para o lado externo quanto para o interno do veículo.

Afinal, as pessoas sempre atentam para o estado estético em que ele se encontra. Logo, desgastes físicos, como arranhões e riscos no painel, peças faltando, bancos com estofado com problemas entre outros aspectos visuais negativos, vão pesar na decisão do comprador.

Portanto, se seu carro apresenta algumas dessas características, é interessante levá-lo para uma revisão completa e, de quebra, consertá-lo antes de pensar em repassá-lo para outro motorista.

Além disso, não ter itens como ar-condicionado, sistema de som, travas e vidros elétricos podem desmerecer o automóvel, já que são componentes muito requisitados e, principalmente, valorizados no dia a dia. Por isso, embora não sejam obrigatórios, é sempre benéfico tê-los.

Agora que você já sabe os fatores por trás da desvalorização de carros, está na hora de aplicar nossas sugestões para garantir o melhor aproveitamento desse negócio.

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Conheça 6 dicas para prolongar a vida útil do pneu do seu carro

O preço da troca dos pneus do seu carro pode significar um grande gasto, que pode vir a atrapalhar seus planos. Maus hábitos na direção e a falta de cuidados simples como calibragem, alinhamento, balanceamento e rodízio diminuem consideravelmente a vida útil dos pneus.  

Por isso, o artigo de hoje abordará 6 dicas para que a durabilidade dos pneus do seu carro seja a maior possível. Confira:

1. Calibre os pneus pelo menos uma vez por mês

Rodando ou não, pneus perdem cerca de duas libras mensalmente. Para evitar que os pneus sofram com o desgaste, é importante fazer a calibragem regularmente.

Lembre-se de verificar a pressão recomendada no manual de proprietário do veículo. Pneus cheios demais são mais propensos a estourar. Além disso, por ficarem com menor área de contato com o solo, têm maior desgaste na área central da banda de rodagem (lado do pneu que faz contato com a pista). Já pneus vazios demais esquentam muito e aumentam seu desgaste, principalmente nas extremidades da banda de rodagem.

2. Faça o alinhamento e o balanceamento das rodas

Alinhamento é o procedimento feito para manter as rodas perpendiculares ao solo e paralelas entre si. Um carro provavelmente está desalinhado se ele apresentar desgastes em áreas diferentes de cada pneu.

Já o balanceamento consiste no equilíbrio de pesos entre as quatro rodas do automóvel. A calibragem é uma forma de ajudar o balanceamento porque nivela a altura das rodas.

Com os dois procedimentos, o desgaste dos pneus vai acontecer de forma adequada e uniforme. Ambos devem ser feitos sempre que se faz a troca de pneus ou de qualquer componente da suspensão ou a cada 10.000 km rodados. Além disso, eles também são indicados caso a direção esteja mais difícil, com vibrações ou puxando para um lado.

3. Faça o rodízio dos pneus

O rodízio consiste na troca dos pneus do eixo de trás pelos da frente e deve ser feito de dois em dois meses. Ele serve para compensar o desgaste desigual que existe entre os eixos.

Com isso, os pneus terão maior vida útil e maior eficiência. Pneus radiais devem ser trocados, em média, a cada 8.000 km e os diagonais a cada 5.000 km.

4. Preste atenção na forma como dirige

O modo de dirigir pode preservar os pneus por muito mais tempo. Movimentos irregulares feitos com muita frequência podem fazer com que a vida útil do pneu dure até metade do tempo estimado. Arrancar com os pneus “cantando” então, nem se fala!

Um carro com excesso de peso, por exemplo, exerce uma pressão maior sobre os pneus, causando maior corrosão da borracha. Além disso, o peso influi no ângulo das rodas, que faz com que os pneus tenham um desgaste desigual.

5. Observe por onde você dirige

Pistas esburacadas, acidentadas ou incompletas desgastam consideravelmente os pneus do seu carro. Em alguns casos, podem chegar a furá-los.

Dirigir ou estacionar em superfícies com combustível ou óleo lubrificante derramados deteriora a borracha do pneu. Não só isso, mas faz ainda com que ela perca suas propriedades físicas e mecânicas.

6. Faça a manutenção preventiva

As condições de componentes de várias outras partes do veículo como amortecedores, molas, freios, rolamentos, eixos e rodas influem diretamente sobre a vida útil dos pneus. Por isso, certifique-se de que todos estejam em bom estado, principalmente antes de uma viagem.

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Óleo de motor: quanto tempo um carro consegue rodar sem óleo?

O óleo de motor é fundamental para o bom funcionamento do veículo e permite que as peças do propulsor rodem sem que ocorram atritos desnecessários e, consequentemente, danos graves.

A verdade é que não se pode rodar com o veículo sem óleo. Em um teste, identificou-se que foi possível andar até 17 minutos sem o fluido, mas os estragos são grandes mesmo antes desse tempo.

A seguir, veja os perigos de não cuidar dessa manutenção e entenda o motivo de nunca querer ver, na prática, um carro rodar sem óleo de motor.

Consequências graves de andar sem óleo de motor

Como todo cuidado é necessário e a manutenção preventiva é o único caminho para evitar dores de cabeça, saiba que o extremo que pode ser causado pela falta de óleo é o do motor literalmente explodir. Peças podem danificar até mesmo o capô do veículo.

Como esse líquido consegue remover o calor gerado pela fricção de peças, protege superfícies contra qualquer tipo de objeto que atrapalhe o funcionamento do motor e, ainda, ajuda a eliminar limalhas, sujeira e carbonização.

A ausência de óleo deixa o propulsor indefeso de ações que sempre aparecem quando o carro está ligado.

Nessa função de resfriador de partes internas, o óleo garante que nada dilate a ponto de sair das medidas de fábrica. Essas medições garantem o funcionamento correto de bielas e outros componentes.

A dilatação é o que causa um barulho áspero e alto dentro do motor. O que surge depois disso é, provavelmente, uma fumaça, que vai dar o sinal de que tudo foi detonado embaixo do capô do carro. Ao ouvir um som desses, chame o guincho e não continue rodando.

Nesse cenário, o conserto é um só: a troca completa do motor. E mesmo em carros novos, na garantia, se houver falta de óleo por problema que não for técnico, o defeito não será coberto.

Se o carro rodar com óleo abaixo do nível, estragos também devem acontecer. A reparação talvez seja menor, com a necessidade de troca de bronzinas, tuchos de válvulas, entre outras partes.

Vale novamente bater na tecla da manutenção, porque ela sai mais em conta que qualquer dano que afete diretamente o motor.

Cuidados necessários

Garantir bom funcionamento do carro e um motor em dia exige cuidados básicos. Ficar atento ao prazo de troca de óleo é um deles.

Existem óleos adequados para o tempo que o veículo tem e o tanto de quilômetros rodados. Cada um exige um prazo específico para ser trocado. A vareta indicadora do nível do fluido deve ser verificada regularmente, principalmente antes de viagens longas.

O reservatório do óleo do motor (também chamado de cárter) é localizado embaixo do veículo, e, mesmo que o carro possua protetor, ele pode ficar amassado.

Buracos grandes e lombadas podem causar essa situação. Se isso ocorrer, o nível é afetado e pode causar uma lubrificação insuficiente. A única forma de corrigir esse defeito é desamassar o cárter ou substituí-lo.

No painel, há também indicador de que o óleo está no ponto certo ou não. Essa luz acende durante a partida e precisa apagar rapidamente. Se ela permanecer acesa, significa que algo está errado e é hora de procurar a concessionária.

Importância de manter o óleo em dia 

Ao descobrir até aqui a função do óleo do motor e os cuidados que são necessários para manter essa parte fundamental do veículo em bom funcionamento, saiba que colocar qualquer tipo de fluido no cárter não elimina graves ocorrências.

As montadoras passam recomendações que devem ser seguidas para otimizar a durabilidade do propulsor. Portanto, respeite os períodos indicados para a troca do óleo. Quando ele fica velho, uma consequência é a perda das propriedades de resfriador do calor gerado pelo atrito.

Cometer algum deslize no cuidado com o óleo de motor vai dar trabalho e muito gasto.

Orientações como essas valem tanto para motoristas mais jovens — que tendem a não se atentar para essas situações, até pela falta de conhecimento — quanto para os experientes — que, no dia a dia corrido, podem deixar os prazos escaparem.

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Suporte de Bicicleta: como escolher o ideal para mim?

O ciclismo é uma modalidade esportiva que vem conquistando cada vez mais adeptos. Além da liberdade que proporciona, o esporte permite que você pedale por paisagens tão lindas quanto desafiadoras e ainda faz muito bem à saúde. Mas, você sabe qual é o suporte de bicicleta ideal para você?

Os suportes são equipamentos imprescindíveis para quem pedala em locais afastados. Afinal de contas, muitas vezes é preciso até pegar a estrada para chegar até o lugar no qual será praticado o exercício, e a forma de acomodar a bicicleta no carro faz toda a diferença.

Alguns equipamentos adaptam-se melhor a tipos de carros diferentes, isso sem contar com a necessidade de que o suporte esteja dentro das regras de trânsito. Continue a leitura do post e saiba mais!

Suporte traseiro

Este tipo de suporte é mais comum e prático de ser utilizado. Com um sistema de fitas e cabos, ele é preso à traseira do veículo. Dois ganchos voltados para trás servem de suporte para a bicicleta, que é apoiada pelo quadro.

Além deste, o mercado também oferece um suporte traseiro que se adapta ao reboque. Para utilizá-lo, é necessário instalar o engate no veículo. O ponto positivo deste, é que não há nenhuma possibilidade de se arranhar a pintura do carro.

A vantagem do suporte traseiro é a praticidade para tirar e colocar a bicicleta. Como fica à altura do corpo, o esforço é mínimo para a acomodação do equipamento. E, no caso do suporte preso ao reboque, a colocação dele é muito simples, bastando apenas prendê-lo no engate. O suporte por cabos exige um pouco mais de paciência, mas não chega a ser difícil.

Dependendo tamanho do gancho do suporte pode ser possível acomodar até 3 bicicletas na traseira do carro.

Mas o suporte traseiro também tem desvantagens. Uma delas é a possibilidade de a bicicleta arrastar as rodas no chão, pelo fato de ficarem posicionadas mais próximas ao asfalto. Em quebra-molas, por exemplo, esse contato pode ocorrer.

Também há o risco de as bicicletas obstruírem as luzes traseiras e a placa do veículo, o que pode gerar multas. Você pode retirar as rodas e solicitar, no Detran, uma terceira placa para afixar no quadro da bicicleta, enquanto faz o transporte.

Suporte de teto

Menos comum, o suporte de teto exige que o veículo tenha uma preparação para receber o rack na parte de cima da carroceria.

A grande vantagem é que o suporte de teto não tem o problema da falta de visibilidade das luzes e da placa. Além disso, bicicletas não contam para o limite de 50 cm de altura para cargas no teto dos carros, estabelecido pelo Detran. Assim, você pode rodar tranquilo em relação à legislação.

Mas o suporte de teto tem alguns incômodos. O principal deles, é que é preciso esforço para instalar a bicicleta no teto do carro e a operação de colocação e retirada dela é mais complicada. Alguns tipos de suporte de teto precisam que a roda dianteira seja removida, o que também dificulta a operação.

Como você pôde ver, cada suporte de bicicleta tem prós e contras. Basta que você saiba qual é a sua necessidade e a capacidade do seu carro para carregar a bike. Se tiver gostado deste texto, então aproveite para compartilhar com seus amigos, nas suas redes sociais!

SUV, Sedan ou Hatch… Veja qual carro é a sua cara!

Trocar ou comprar um carro é um sonho compartilhado por grande parte dos brasileiros. Muitas pessoas precisam de um veículo para se locomover para o trabalho, outras desejam um carro espaçoso para viajar com a família e existem aqueles também que querem apenas uma máquina para o lazer dos finais de semana.

Cada um tem seus objetivos e particularidades de uso para o carro. Por isso, para cada pessoa existe um modelo ideal que atenda cada uma das necessidades do motorista. Mas, dentre os diversos tipos de carros do mercado: SUV, sedan, hatch, esportivo, entre outros, qual veículo é a sua cara? Confira a seguir e direcione sua comprar para o modelo certo pra você!

Hatch

Os hatchs são os modelos mais antigos no mercado, tendo o grande diferencial de serem pequenos, o que facilita na hora de estacionar, mas ao mesmo tempo são veículos que apresentam um excelente espaço interno. Esse modelo é indicado para as pessoas que se deslocam constantemente nas grandes cidades e prezam por modelos práticos e, principalmente, econômicos.

Um ponto a ser considerado é o fato dos hatchs geralmente terem um porta-malas menor, não sendo aconselhados para pessoas que viajam demais ou precisam guardar muita coisa no veículo. Mas, caso você esteja procurando um veículo prático e econômico, opte por um carro como o Honda Fit. Com certeza a máquina irá surpreendê-lo!

Sedan

Se você for um pai de família, tiver o costume de pegar a estrada nos fins de semana ou fazer longas viagens com muita bagagem, um sedan é o modelo certo para você. Esse modelo tem ainda mais conforto quando comparado aos hatchs e conta com um porta-malas bem expressivo, que pode atendê-lo nas mais diversas situações.

Caso você faça a questão de um porta-malas grande e deseja proporcionar conforto para a família, procure conhecer carros como o Honda City, Honda Civic e Honda Accord.

Esportivo

Os modelos esportivos fazem os olhos de muitos brasileiros brilharem. Os veículos de alta potência são muito procurados pelos jovens que prezam por um design mais agressivo e pelos apaixonados por velocidade — público que engloba diversas idades.

Se a sua escolha é um modelo esportivo, não deixe de conhecer o Civic Si. O motor turbo de mais de 200 cavalos consegue arrancar suspiros de qualquer motorista.

SUV

Por último, não poderíamos deixar de citar um dos tipos de veículos mais vendidos atualmente no Brasil, os SUVs. Os utilitários esportivos caíram nas graças dos brasileiros e hoje já representam grande parte dos veículos comercializados no país. Os SUVs são robustos, com design característico e chamam a atenção em qualquer lugar.

Os jipes e utilitários esportivos são procurados pelos mais diversos públicos, desde as mães de família que desejam um veículo maior e seguro, até os jovens que gostam tanto de ir ao shopping, quanto de passear em terrenos esburacados e estradas de terra. Os SUVs são modelo com ampla aplicação, sendo também excelentes para a estrada e com um considerável porta-malas.

Podemos destacar carros como o Honda CR-V e o Honda HR-V, sucesso de vendas em todo o Brasil, sendo sinônimos de conforto e sofisticação.

Agora que você já decidiu dentre os tipos de carros qual é a sua cara, não deixe de baixar o nosso e-book: Guia para comprar ou trocar de carro!

O que fazer para garantir a segurança do meu pet no carro?

Quem tem animais de estimação sabe o quanto é importante para seu dono vê-los sempre bem e em segurança. Sendo assim é bom que sigamos algumas regras quando os transportamos dentro do veículo. E você, sabe o que diz a lei sobre transporte de animais em carros?

Aquela cena que estamos cansados de ver — um cachorro solto dentro de um carro e, muitas vezes, com a cabeça pra fora — pode render ao motorista do veículo uma multa e a perda de quatro pontos na sua Carteira de Habilitação.

Transportá-los com segurança pode prevenir uma série de acidentes, que ocorrem devido a freadas bruscas, colisões, etc. Sendo assim, confira como garantir a segurança de seus pets quando são transportados no interior dos veículos. Acompanhe!

O que diz a lei

De acordo com o Código Brasileiro de Trânsito algumas regras quanto ao transporte de animais de estimação devem ser seguidas para evitar multa e a perda de alguns pontos na CNH. Confira!

Art. 235 – Conduzir pessoas, animais ou carga nas partes externas do veículo, salvo nos casos devidamente autorizados: infração grave com multa de R$ 127,69 e cinco pontos na carteira. Medida administrativa – retenção do veículo para transbordo.

Art. 252 – Dirigir o veículo transportando pessoas, animais ou volume à sua esquerda ou entre os braços e pernas: multa de R$ 86,13 e quatro pontos na carteira.

Como fazer o transporte de animais em carros de forma segura

Para que tudo ocorra de forma perfeita durante os passeios de carro com seus animais, sejam eles cães ou gatos, todos os cuidados referentes à segurança devem ser tomados. Confira:

  • Nunca trafegue com seu pet solto no veículo, isso pode provocar sérios acidentes. Como no caso de freadas bruscas, ele ser lançado para fora do carro ou em direção ao vidro, ou mesmo ele cair em cima do motorista e atrapalhá-lo na condução do veículo;

  • Utilize caixas, cintos de segurança e cadeiras apropriadas;

  • Quando o motorista estiver com alguém no carro, essa pessoa pode levar o animal no colo sem problema algum;

  • Transportar os animais corretamente não apenas evita multas, mas também garante total segurança ao animal e ao motorista;

  • Para os gatos, por serem mais estressados do que os cães e não terem o hábito de saírem de casa, é aconselhável que sejam colocados em caixas de transporte ainda dentro de casa.

Como proceder em viagens mais longas

Cães de pequeno porte

Para esse tipo de cão é indicado o uso de um cinto peitoral, que se adapta ao cinto de segurança.

Cães de porte grande

Para os maiores, o indicado em viagens mais longas é que sejam transportados na carroceria do carro e dentro de uma caixa apropriada para transporte.

Temperatura do carro

Fique atento à temperatura de seu carro que, dependendo da duração da viagem, é de extrema importância. Por isso, evite acomodar o animal em um local do carro onde haja luz direta solar, e garanta também uma boa ventilação. Em dias quentes o melhor a fazer em percursos mais longos é utilizar o ar-condicionado.

Se você gostou do post e elucidou suas dúvidas sobre a segurança no transporte de animais em carros, compartilhe-o nas suas redes sociais e ajude seus amigos a ficarem também por dentro do assunto!

Entenda os procedimentos para se fazer uma transferência de veículo

Logo depois da felicidade que vem com a compra de um carro, começa uma correria para dar conta de toda a burocracia que envolve o processo. Isso porque, a partir da data da assinatura do recibo, você tem 30 dias para concluir uma transferência de veículo.

Caso você não realize todo o procedimento dentro desse prazo e fique utilizando o veículo sem fazer a transferência, a multa é grave — com valor de R$ 195,23 e 5 pontos perdidos na CNH.

Continue a leitura deste artigo e aprenda agora o passo a passo para passar um carro para o seu nome. Boa leitura!

Por onde começar?

Todo o procedimento é necessário para que o cadastro da base de dados do Departamento de Trânsito (Detran) e do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam) sejam atualizados.

Nesse banco de dados, fica registrado se o veículo passou por alguma mudança de categoria ou qualquer modificação em suas características, bem como quantos donos ele teve, se mudou de estado, entre outros. Enfim, tudo o que aconteceu com o veículo desde que ele saiu da fábrica até sua baixa.

Quando você agenda no Detran a transferência de propriedade, é verificado se não há nenhuma pendência com aquele veículo. Eles verificam IPVA, DPVAT e licenciamento do ano em vigor, que devem estar pagos.

Caso haja alguma pendência, a transferência não pode ser feita. Com o número do Renavam em mãos, você mesmo pode conferir com antecedência se está tudo em dia com o carro pelo próprio site do Detran.

Como é feita a vistoria?

A vistoria é obrigatória ao se fazer uma transferência de propriedade de um veículo. Nela, é verificado se os itens obrigatórios — sobretudo os de segurança — estão em condições de uso. É também constatado se houve alguma modificação no veículo e se as suas características condizem com o que está no documento.

Por isso, não perca o seu tempo. Antes de levar seu veículo para vistoria, verifique se estão presentes e em qual o estado se encontram os itens abaixo.

Vidros

Não podem ter qualquer rachadura e o insulfilm deve ser de no máximo 25% no vidro dianteiro, 72% no traseiro e 30% nas janelas laterais.

Pneus

Devem ter sulcos com pelo menos 1,6 mm de profundidade e não podem ir além do espaço da carroceria.

Escapamento

Não pode estar fazendo barulho ou emitindo fumaça fora do normal.

Suspensão

O carro não pode estar rebaixado a menos de 10 cm do chão. Além dos itens acima, verifique também como estão: faróis, setas, limpador de para-brisa, portas, cinto de segurança, chave de roda, triângulo, velocímetro, buzina, retrovisores e quebra-sol. As numerações do motor e chassi também devem estar fáceis de identificar.

A vistoria pode ser feita por você, por um parente de 1º grau — desde que confirme o laço por meio de documentos — ou por outra pessoa, por meio de uma procuração. Depois de concluída, é feito um laudo oficial que deve ser somado aos documentos que você vai levar ao Detran.

Quais são os documentos necessários?

Se a transferência de propriedade for feita entre municípios de estados diferentes, deve ser paga uma taxa de emplacamento e lacração. As placas ou tarjetas com o estado e o município devem ser trocadas dentro de uma unidade do Detran.

Se a venda do veículo for feita dentro do mesmo município, o procedimento é menos complicado. Você vai precisar dos seguintes documentos:

  • original e cópia da sua identidade e CPF. A CNH ou qualquer documento oficial com foto que contenha esses dados servem de substitutos;
  • original e cópia do seu comprovante de residência. Esse comprovante não pode ser mais antigo do que 3 meses e deve estar em nome do proprietário ou de algum parente de 1º grau;
  • original e cópia do Certificado de Registro do Veículo (CRV), que é o recibo de compra e venda. Esse recibo deve estar preenchido e assinado pelo vendedor e o comprador, com firmas reconhecidas em cartório;
  • original e cópia do Certificado de Registro e Licenciamento Veicular (CRLV), que é o documento do carro;
  • 2 cópias do formulário do Renavam. Esse formulário você encontra no site do Detran;
  • 2 decalques do chassi do veículo. Esse decalque é feito com uma etiqueta adesiva. Localize onde está escrita a numeração do chassi, coloque essa etiqueta por cima e risque com um lápis até que os 16 dígitos estejam legíveis. Cole os 2 decalques atrás de uma das cópias do formulário do Renavam;
  • comprovante de pagamento da taxa de transferência. A taxa para transferência é em torno de R$ 160, variando de um estado para outro. Ela pode ser paga em diversas agências bancárias, mas evite pagar no banco que tem dentro do Detran, por causa das filas;
  • certidão negativa de débitos como multas, IPVA, seguro DPVAT e outras taxas. Você consegue essa certidão em qualquer Detran;
  • laudo da vistoria feita pelo Detran ou empresa credenciada.

E nos casos de pessoas jurídicas e procurações?

Caso você compre um veículo para colocar em nome de uma pessoa jurídica, vai precisar dos seguintes documentos:

  • identidade e CPF em nome de algum representante legal da empresa;
  • comprovante de poderes, que pode ser o contrato social ou a declaração de firma individual;
  • cartão do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ).

Suponhamos que você comprou um veículo que estava em nome de uma pessoa jurídica. Nesse caso, você vai precisar de:

  • comprovante de poderes do vendedor. No comprovante, deve ter algo que especifique que a pessoa que assinou o CRV tem autorização para vender o veículo;
  • Certidão Negativa de Débitos (CND) do INSS. Esse documento é fornecido pela Receita Federal e tem validade de 6 meses.

A transferência pode ser feita ainda por procuração. Os documentos necessários são:

  • identidade e CPF do procurador;
  • documento de procuração conforme as normas do Detran.

O que fazer depois de reunir toda a documentação?

Leve todos os documentos ao Detran. Lá, terá um guichê específico para a entrega de documentos de transferência. Em cerca de 3 dias, você pode retornar para buscar o documento em seu nome.

O vendedor do veículo também pode fazer um comunicado de venda no site do Detran. Essa é uma forma de ele se resguardar quanto a qualquer débito ou infrações de trânsito que tenham sido cometidas depois da data de venda.

O que acontece se preencher o recibo (CRV) errado?

Um dos erros mais comuns na transferência de veículo é o preenchimento errado do CRV. Muitos motoristas entregam o recibo da transferência com a assinatura no local errado, rasura e até falta de dados. Isso invalida o documento e faz com que o novo proprietário seja responsabilizado pelos atos infracionais cometidos até então — já que, para o Detran, o automóvel ainda pertence ao antigo dono.

Quando for vender um veículo, entregue o recibo do CRV devidamente preenchido e tire uma cópia autenticada. Depois disso, dê entrada no pedido de transferência junto ao Detran da sua região para, dessa forma, cumprir o processo com sucesso — evitando também problemas para si e o novo dono.

Além de preencher corretamente esse documento, não se esqueça de que o CRV deve ser entregue em até 30 dias a partir da assinatura do recibo. Se esse prazo não for cumprido, você estará sujeito à multa de R$ 195,23 e 5 pontos perdidos na CNH.

A transferência de veículo depende do licenciamento em dia?

Sim, pois o novo dono só vai conseguir colocar o veículo em seu nome caso a documentação esteja em dia, com tudo pago. Recomendamos, portanto, o pagamento das multas, IPVA, DPVAT e licenciamento antes de dar entrada no processo de transferência do automóvel.

Existe a necessidade de fazer um novo emplacamento?

A transferência de veículo não implica, necessariamente, a obrigação de fazer um novo emplacamento. Isso deve ocorrer quando você adquire o automóvel em uma região e pretende utilizá-lo em outra.

Se for flagrado por câmeras de monitoramento ou agentes de trânsito, um carro com placa de Belo Horizonte que trafega por São Paulo todos os dias da semana pode receber uma multa. O correto é que o seu veículo tenha a placa da mesma localidade onde ele é utilizado com mais frequência.

Muitos motoristas emplacam os seus automóveis em outras regiões com o objetivo de reduzir a quantidade de impostos pagos — o que é um erro que deve ser evitado. O Código Brasileiro de Trânsito especifica que o CRV deve ser emitido sempre que o proprietário mudar de município. A multa para quem for flagrado nessa situação é de R$ 88,38 e ainda incorre na perda de 4 pontos na carteira.

Logo, se você está adquirindo um veículo do mesmo município onde mora, não há a necessidade de realizar um novo emplacamento.

É possível transferir o veículo para uma loja?

Sim, pois, desde 2015, existe um sistema que torna esse procedimento mais fácil e com menos custos. Por meio do Registro Nacional de Veículos em Estoque (Renave), o processo de transferência de veículo, que era feita somente em papel, passa a ser de forma eletrônica.

Desse modo, basta que você entregue o CRV para a loja e fica sob responsabilidade dela a transferência do veículo para o próprio CNPJ. Assim que ela emite a nota fiscal de entrada do automóvel, ele passa a constar no Renave como “em estoque”.

Essa mudança no processo também tornou mais prática a compra de veículos em lojas. O comprador do automóvel só precisa retirar a nota fiscal e o CRV na loja e levá-los ao Detran, que fará a confirmação dos dados e emitirá um novo documento — efetivando a transferência de propriedade.

Você pode até evitar dores de cabeça contratando um despachante que faça todo o procedimento para você e te entregue tudo pelo correio. Você só teria de comparecer para assinar o documento, para reconhecer firma em cartório e para a vistoria obrigatória. Porém, a taxa de serviço custa cerca de R$ 400. Se o veículo tiver alguma pendência, esse preço pode subir ainda mais.

Esperamos ter ajudado você a se organizar melhor quando for fazer uma transferência de veículo.

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