Afinal, como funciona um localizador de veículos?

A segurança tem se tornado um fator cada vez mais importante para a vida moderna. Uma das maiores formas de termos segurança em relação aos nossos veículos é a presença de um localizador ou rastreador veicular.

Vamos entender sobre seu funcionamento e quais os benefícios de cada tipo de localizador no post de hoje. Continue a leitura e saiba mais!

Como funciona o localizador de veículos?

Ao contratar um serviço de monitoramento, a empresa responsável faz a instalação do localizador em seu veículo. Esse aparelho informa por sinais de GPS (Global Position System) ou de rádio a latitude, longitude e direção do veículo.

Com um chip, as informações são enviadas em tempo real a uma central, que decodifica e converte esses dados em um endereço. Esse sinal é atualizado a cada 30 segundos. Com o veículo ligado, o rastreador manda as informações de localização e velocidade para o sistema, o que possibilita seu monitoramento pela internet.

GPS x rádio

GPS funciona com uma rede de 24 satélites que orbitam nosso planeta. Pelo menos quatro deles estão sempre aparentes, não importando a região em que você esteja. Localizadores que utilizam esse sistema são indicados para aqueles que viajam constantemente.

Se ele funcionar por radiofrequência, os sinais são enviados a uma rede fixa de antenas. Essa forma permite a localização fácil do veículo, mesmo que ele esteja em local fechado ou coberto. Nesse sistema não existem muitas ocorrências de interferência, por isso é indicado para quem circula mais dentro de centros urbanos.

Quais as vantagens do localizador de veículos?

1. Segurança ao proprietário

Com o veículo monitorado, é possível tomar atitudes à distância com relação a mudanças de rota e a roubos. Nos casos de roubo, consegue-se saber inclusive para onde o veículo foi levado. Em 98% desses casos, os veículos com rastreador são encontrados.

Em situações de perigo, o motorista consegue alertar a central usando um botão de pânico, localizado em local secreto. A central pode informar sua localização à polícia ou até mesmo desligar o motor do veículo. Imagine um caso de sequestro: com a localização do veículo, a vítima é automaticamente encontrada, possibilitando seu resgate.

2. Seguro mais barato

A presença de um localizador em seu veículo pode diminuir até 25% do valor de um seguro automotivo. Com o sistema existe uma garantia maior de busca e recuperação de um veículo roubado.

Sem o rastreador as seguradoras têm um prazo de 30 dias para achar ou não um veículo, e em caso de carros financiados não encontrados, o investimento é devolvido apenas parcialmente para o comprador.

3. Possibilidade de monitoramento de entregas

Empresas de transporte, táxis, carros-fortes e afins precisam monitorar suas frotas. Com o localizador uma empresa pode verificar se um motorista está cumprindo a rota programada ou se uma carga chegou com segurança ao seu destino.

4. Uso do recurso de “cerca eletrônica”

Esse recurso permite que o dono do carro delimite qual é a área segura para circulação do veículo. Ultrapassado esse limite, o proprietário é informado por e-mail ou mensagem de celular.

5. Bom custo-benefício

O localizador de veículos representa uma segurança que não pesa tanto no bolso. Seu preço não varia de acordo com o uso ou o modelo do veículo, mas sim, com o pacote de serviços que você quer contratar. A forma de rastreamento (GPS ou rádio) também altera o preço final.

Lembre-se: só porque você tem localizador de veículos instalado, não significa que você não deva contratar um seguro, afinal, segurança para sua vida e seu patrimônio nunca é demais!

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6 principais cuidados com bancos de couro

Se você tem um banco de couro no seu carro, sabe que eles são incrivelmente lindos e confortáveis, mas exigem cuidados para lá de especiais, certo? E, para quem tem crianças ou animais de estimação, os cuidados devem ser redobrados, pois os bancos precisam estar sempre limpos para durarem mais tempo.

De fato, é uma tarefa difícil. Então, para facilitar esse tratamento, resolvemos te trazer este post. Continue lendo e conheça os principais cuidados com bancos de couro que você deve adotar agora mesmo!

1. Não use produtos químicos na limpeza

A limpeza de um veículo com bancos de couro pode ser bem mais fácil que os modelos de tecido, já que a sujeira se desprende com mais facilidade, mas ainda envolve cuidados especiais.

Em primeiro lugar, os produtos à base de álcool, querosene e removedores devem ser evitados sempre, pois desgastam o couro e podem provocar aquelas rachaduras que acabam com o aspecto do material. Isso sem contar com o aparecimento de manchas opacas, que é tudo o que ninguém quer, certo?

O ideal, portanto, é usar o tradicional pano úmido com um pouquinho de sabão, para tirar as sujeiras e remover as manchas com segurança.

2. Tenha cuidado com o sol

Os carros com bancos de couro não devem ficar em lugares muito ensolarados ou quentes. Como você deve imaginar, isso pode danificar o material, fazendo com que ele perca o brilho e fique com aquele aspecto ressecado.

Tudo isso pode desvalorizar seu carro em uma venda futura — além de incomodar enquanto você utiliza, já que o desgaste pode ficar bem feio e ainda dar um aspecto de que o carro é descuidado.

Por isso, pare sempre o veículo na sombra e lute para preservá-lo. Assim, você consegue cuidar dos bancos e, de quebra, de qualquer outra parte que seja revestida com couro.

3. Use as esponjas de cozinha

Para limpar o couro natural ou sintético, você pode apostar no pano úmido que comentamos acima. Caso a sujeira persista por mais tempo e seja mais forte, você pode contar com a ajuda de um sabão neutro e as esponjas de cozinha.

Agora, para uma limpeza ainda mais efetiva, você pode seguir um certo ritual e contar com a ajuda de um pulverizador (desses de jardim mesmo). Coloque dentro dele 200ml de água e uma colher de detergente neutro.

O ritual é o seguinte: agite o frasco, pulverize o lugar e passe esfregando com a esponja de cozinha. Se a limpeza for leve, o ideal é que você use a parte mais macia da esponja. Assim, você não danifica o couro, consegue retirar as marcas e faz com que ele fique limpo.

Contudo, se a sujeira estiver impregnada e for mais pesada, é preciso esfregar com um pouco mais de força — mas sempre tendo cuidado para não danificar o revestimento. Faça tudo com muita delicadeza!

Para fechar o processo, passe um pano para retirar o excesso de sujeira e deixar seu carro brilhando. Depois disso, você vai ter até mais prazer ao se sentar nele!

4. Invista em uma boa hidratação

Quem quer manter os bancos de couro bonitos e bem cuidados precisa hidratá-los sempre que possível. Atualmente, já existem muitos produtos que fazem esse trabalho de forma completa, revitalizando-os e fazendo com que estejam com a cara e aspecto de novo.

O ideal é que esse procedimento aconteça ao menos uma vez no ano, e você pode optar por fazer por conta própria ou em oficinas especializadas. Além dos produtos especializados, você também pode aproveitar para aplicar hidratantes de pele — mas apenas se o revestimento for mesmo de couro (e não revestimento sintético).

Assim, quando o banco estiver limpo, é só passar uma camada de creme. Esse hidratante cria uma camada protetora que faz com eles durem mais, e você vai ter seu banco bonito e bem cuidado por mais tempo.

5. Faça os reparos com rapidez

Se o seu banco de couro sofrer algum tipo de desgaste, é bom fazer o reparo o mais rápido possível. Caso alguma parte seja queimada pela pola de cigarro ou seja esfolada pelo uso, por exemplo, é essencial providenciar sua troca.

Como o revestimento é costurado em pedaços, muitas vezes uma simples troca do lugar danificado já resolve o problema. Ainda assim, é sempre bom conversar com um profissional para saber mais detalhes, pois, às vezes, é necessário trocar um pedaço maior, já que os lotes podem ter cores diferentes.

Se o dano for superficial, como um pequeno arranhão, o reparo pode ser ainda mais simples — como apenas uma pintura no local, sem a necessidade de retirar a peça.

Contudo, vale ressaltar que a mão de obra para esse tipo de serviço pode ser mais cara do que o preço da peça em si. Então, pode ser que valha a pena trocar tudo de uma vez.

6. Seja cauteloso com bancos de couro

É bom tomar muito cuidado na hora de comer ou beber dentro do veículo. Derrubar água, sucos e refrigerantes pode ser muito comum se você come no carro, e pode destruir e acabar com seu estofamento.

No caso de quem tem cachorros ou crianças, é bom também colocar um pouco de bicarbonato de sódio no banco. Assim, fica mais fácil eliminar o odor superdesagradável que pode impregnar no couro em caso de vômitos, urina ou fezes.

Além disso, a cor do revestimento também pode mudar muito. O ideal é que os pretos sejam limpos ao menos uma vez por mês e, aqueles com aspectos mais claros, a cada 15 dias — ou até menos, seguindo sempre a necessidade.

Por fim: se você usa muito do ar-condicionado, é bom prestar bastante atenção, pois ele pode ressecar o material e provocar os temíveis rachamentos. Lembre-se: às vezes, é melhor preservar e tomar medidas antes do que ter que trocar todo o estofamento por conta de um desgaste irreversível.

Bom, depois de ler e ficar sabendo sobre todos esses pontos, ficou bem mais fácil adotar esses cuidados com bancos de couro, não é mesmo? Dessa forma você mantém seu carro bem cuidado por mais tempo!

E agora que você já aprendeu como cuidar dos bancos de couro, que tal aprender um pouco mais também sobre os pneus?

 

Conheça os diferentes tipos de blindagem de carro

Com a violência crescente nas cidades de modo geral, recorrer à blindagem de carros vem sendo uma saída para reforçar a segurança de motoristas e passageiros. Trata-se de um processo bastante complexo e, consequentemente, caro; sobretudo dependendo do tipo de blindagem que será escolhido.

Por isso mesmo, recorrer à blindagem deve ser algo muito bem pensado pelo dono do carro, para representar um bom investimento. Acompanhe no post de hoje todos os detalhes sobre o assunto e faça a melhor escolha!

Como é feita a blindagem de carros

O automóvel é totalmente desconstruído, para receber o reforço e proteção. Mantém-se somente a lataria, o painel e o motor.

Na blindagem, retiram-se inclusive a capa interna de teto e forro de bancos e portas, os quais recebem uma camada de polímero, de grossa espessura.  Além disso, há a troca de vidros — que recebem um conjunto de lâminas de vidro combinadas com policarbonato, de maior resistência.

Rodas e pneus ganham camada de plástico reforçado, para evitar esvaziamento fruto de disparo de arma. 

Na sequência, deve haver remontagem de carro com muito cuidado, de modo a conservar características do automóvel vindas de fábrica. Por conta de todo esse processo, já deu para perceber a razão de seus custos serem tão elevados, não é mesmo?

Casos mais específicos poderão receber até mesmo rádios comunicadores, travas especiais e estações de emergência, com extintores de incêndio automatizados.

No Brasil, com o crescimento do mercado e da demanda, muitas empresas oferecem alguns desses opcionais já no projeto de blindagem.

Tipos de blindagem de carros

No país, praticam-se quatro diferentes níveis de proteção de blindagem, a saber: I, II-A, II e III-A, com proteção e resistência crescentes. Os parâmetros de proteção são definidos por normas norte-americanas.

Nível I

Proteção mais básica. Resiste a projéteis de calibre 32 e 38, mas nada superior.

Nível II e II-A

São ambos pertencentes ao mesmo patamar de blindagem. Garantem proteção até 9 mm e Magnum 357 e nada mais elevado.

Nível III-A

Este patamar é 4 vezes mais forte que o primeiro nível, sendo a escolha de 95% do mercado, por razões óbvias — fornece mais segurança a ocupantes de automóveis. Resiste a todos os calibres de armas de mão — submetralhadoras ( pistolas)  9 mm e Magnum 44, inclusive.

Nível IV e V

São os mais elevados do Brasil e estão presentes somente em carros-fortes e de transporte de valores.

Nível VI

Apenas para casos específicos, o veículo tem resistência a granadas, minas de terra e armas químicas. Apenas autoridades internacionais contam com esse tipo de proteção.

Os custos de blindagem de carros

A Abrablin — Associação Brasileira de Blindagem — afirma que, em média, um projeto de blindagem sai a R$ 47 mil. Evidentemente, é apenas uma projeção, já que determinados veículos terão demandas específicas e mais complexas e o próprio nível de blindagem solicitado altera o valor a ser investido.

Blindagem mais barata

Picapes — por exemplo, Fiat Strada e Saveiro Cross — em geral são as contratantes desse serviço. Seu valor, em média, oscila entre R$ 40 a 41 mil. É a preferência do público que deseja alguma proteção, mas não quer que o custo seja tão elevado.

Blindagem de valor médio

Sedãs médios — exemplos: Honda Civic, Toyota Corolla e Volkswagen Jetta — são os principais modelos que buscam esse patamar de blindagem, com projetos de valor médio, oscilando entre R$ 42 a 45 mil.

Blindagem de valor elevado

Os valores que começam em R$ 48 mil e podem chegar a cifras bem mais altas. Para se ter uma ideia, se pensarmos em um veículo como Porsche Cayene, sua blindagem chega a R$ 75 mil.

Os portes desses modelos são maiores, como SUVs e utilitários esportivos. São aqueles modelos que demandam mais cuidado de projeto, com mais detalhes, e em toda a remontagem.

Carros populares e blindagem

Os carros mais populares também podem solicitar blindagem, mas, em geral, apenas as de nível I, II e II-A, com valor-base médio de R$ 20 mil. Embora sejam os níveis de blindagem menos utilizados, se adéquam mais à estrutura desses veículos.

Se a opção for por blindagens superiores, o peso dos materiais sobre a estrutura vai, certamente, prejudicar suspensão e potência. Além disso, os proprietários desses veículos geralmente não estão dispostos a arcar com os valores tão superiores das blindagens dos demais níveis, cujos valores já foram apresentados.

Valor de manutenção de blindagem

É importante levar em conta o seguinte cenário: e se houver um acidente? Como ficam os consertos do automóvel? Bem, o ideal é que a própria empresa que realizou o projeto de blindagem do modelo se responsabilize pela recuperação, pois os materiais internos são diferenciados daqueles emitidos pela fábrica.

Além do mais, os valores ficarão acrescidos de, pelo menos, 20%, em comparação a custos de reparos e recuperações feitos de modo tradicional junto ao fabricante.

É importante lembrar que as empresas que realizam projetos de blindagem oferecem cobertura por apenas 24 meses. Além disso, só cobrem defeitos na própria execução do serviço de blindagem. Qualquer acidente, manutenção do carro ou sinistro deverá ser coberto pelo próprio proprietário e/ou seguradora.

Outros custos do automóvel com blindagem

Outro ponto é o custo habitual do carro que também aumenta — por exemplo, os combustíveis. O carro fica mais pesado, por isso, seu motor é mais demandado para a locomoção. Assim, a queima de gasolina — ou outros combustíveis — é bem mais significativa, fazendo com que os custos de abastecimento aumentem na mesma proporção.

Suspensões e outros elementos do carro também podem sofrer com o aumento de peso sobre a estrutura e podem precisar serem substituídos com maior frequência.

Bem, é um alto investimento, sem dúvidas, mas quanto vale uma vida? E as pessoas que você ama? O que fazer para protegê-las mediante índices de violência crescentes? Certamente, fazer a blindagem de seu veículo é um dos melhores investimentos para a sua tranquilidade. Pense nisso!

Gostou do post sobre tipos de blindagem? Qual seria a sua escolha entre as blindagens disponíveis no mercado? Não se esqueça de deixar seu comentário e até a próxima!

11 sinais de que seu carro precisa de manutenção

Quando você está prestes a pegar um resfriado, já notou que alguns sinais que o antecedem são comuns? Você se sente indisposto, o nariz escorre e os olhos parecem estar irritados. Assim como nós, seres humanos, os carros também emitem alguns sinais quando estão para apresentar um problema.

A luz do óleo acende, a frenagem passou a ter barulho e o automóvel sempre puxa para um dos lados. O que está acontecendo? São esses os sinais que o seu carro emite, o que indica que algo de errado está acontecendo. Diferentemente de nós, que podemos ir a um médico e buscar auxílio na farmácia, o automóvel só tem uma pessoa com quem contar: você, o motorista.

Chegou o momento de ficar mais atento aos sinais transmitidos pelo seu automóvel. Conheça os 11 sinais que mostram que seu carro precisa de manutenção.

1. Luz do óleo acesa

Quando a luz do óleo acende, significa que algo grave está acontecendo no seu automóvel. O motor pode estar prestes a fundir, pode ter acontecido algum entupimento no motor ou a bomba de óleo está com problemas. Isso também pode indicar que está na hora de trocar o óleo. Caso isso aconteça, pare o veículo em um lugar seguro e o mantenha desligado.

2. Barulho durante a frenagem

Se, durante a frenagem, você escuta um barulho agudo que lembra um assobio, o problema pode estar nas pastilhas de freio do seu carro. Quando elas estão desgastadas ou não possuem qualidade suficiente, provocam o barulho citado. As revisões programadas dos fabricantes de automóveis conseguem acompanhar o desgaste das pastilhas, indicando o momento certo de trocá-las.

3. Pedal de freio tremendo

Discos de freio empenados refletem diretamente no pedal, que treme. Quando isso ocorre, é necessário substituir o par de discos. Em alguns casos, essa troca exige a substituição do jogo de pastilhas.

Outros problemas que podem estar relacionados com a trepidação do pedal de freio são: suspensão dianteira com defeito, roda mal encaixada e pneus deformados.

4. Ruídos ao virar o volante

Se o ruído for identificado ao virar o volante para qualquer um dos lados, o problema pode estar na bomba da direção hidráulica. Caso ocorra ruído somente quando você esterça o volante para um dos lados, o problema pode ser encontrado na caixa da direção hidráulica.

Outro problema relacionado com ruídos ao virar o volante está na baixa quantidade ou falta de óleo no motor. Isso pode ter ocorrido por um vazamento que, caso não seja reparado a tempo, pode prejudicar a bomba de óleo e a caixa da direção hidráulica.

5. Volante que trepida mesmo em ruas bem niveladas

Existem alguns motivos que provocam a trepidação do volante. O primeiro deles acontece ao pisar nos freios. A relação entre o pisar nos freios e a trepidação no volante está nos discos de freio, que podem estar empenados ou com uma folga entre seus pivôs e terminais de direção.

Se a trepidação no volante acontece a medida em que você aumenta a velocidade do seu carro, o problema pode estar nas rodas, que precisam passar por um processo de balanceamento. Caso identifique que a trepidação no volante é em decorrência de pneus desgastados ou deformados, substitua-os por novos.

6. O automóvel sempre puxa para um dos lados

Sinal clássico de que o carro precisa de alinhamento. Antes de procurar pelos serviços da rede autorizada do fabricante de seu automóvel, faça uma verificação rápida na calibragem dos pneus. A calibragem ideal dos pneus de seu carro está no manual do proprietário.

7. Motor do carro falhando constantemente

A falha no motor pode ser sinônimo de diversos problemas, como por exemplo: combustível de má qualidade, cabos de velas. Sendo assim, não tome atitudes precipitadas, como a de trocar os bicos injetores, pois com a tecnologia atual, eles não são mais os responsáveis pela maioria das falhas que ocorrem ao dar partida no automóvel.

8. Luz da injeção eletrônica acesa

O acendimento da luz de injeção eletrônica indica problemas em algumas partes do veículo: bicos injetores, falhas em sensores ou a indicação de que o combustível é incompatível com o motor — exemplo de adulteração. Assim que descobrir e resolver o problema, o normal é que essa luz apague. Caso ela continue acesa, procure pelos serviços da rede autorizada de seu veículo e peça uma leitura com escaneamento.

9. Aquecimento do motor acima do normal

O superaquecimento do motor pode levá-lo a fundir. Para que ele não aqueça tanto, a ventoinha do radiador faz o papel de ventilação. Observe se ela trabalha constantemente ou se apresenta algum comportamento incomum, como a produção excessiva de barulhos.

10. Odores vindo da saída do ar-condicionado

Quando bate um cheirinho ruim vindo das saídas do ar-condicionado, isso significa que seu carro precisa de manutenção e limpeza nesse sistema. Tudo começa com a troca do filtro, que é comum e deve ser feita depois de um tempo de uso. Após a troca do filtro, é necessário fazer uma higienização com um spray próprio para isso. Ele é capaz de desobstruir os dutos do ar-condicionado e permitir que a circulação seja feita de maneira normal.

11. Ruídos ao passar por buracos e lombadas

Ao passar por buracos e lombadas, seu automóvel faz um barulho quando isso acontece? Isso pode ser sinal de que as molas ou os amortecedores precisam ser substituídos. Problemas na suspensão ou nos amortecedores provocam instabilidade no veículo, além de um desgaste maior nos pneus. Fora o prejuízo financeiro, você corre mais riscos de sofrer um acidente.

O uso do automóvel, por mais que não seja constante, provoca desgastes em sua estrutura e componentes. Quem não gosta de contratempos deve optar sempre pela prevenção, que nesse caso, se dá por meio da revisão programada. Ao optar pela manutenção preventiva e um maior cuidado com o seu carro, todos ganham: o seu bolso, a sua segurança e o meio ambiente.

E então, já sabe identificar quando o seu carro precisa de manutenção? Fique atento e faça a manutenção preventiva do seu automóvel para evitar que esses problemas venham a aparecer. Curta nossa página no Facebook e fique por dentro de todas as nossas novidades!CTA_Manutenção do veículo - tudo para manter seu carro em bom estado-

6 dicas incríveis para manter a pintura do carro sempre nova

Quando se fala de conservação do carro, a pintura é um dos quesitos que mais chamam atenção. Então, se você quer manter seu automóvel sempre com aquele aspecto de novo, fique atento à pintura de seu veículo. Acredite, mantê-lo sempre com aquele brilho reluzente vai fazer toda a diferença.

No entanto, as coisas não são tão fáceis como parecem! Manter o carro com a pintura com aparência de nova requer uma série de cuidados que devem partir do proprietário do veículo.

Isso está relacionado a vários aspectos, que vão desde o lugar em que o carro é guardado até a forma como ele é lavado. Existem técnicas especiais de lavagem, bem como de encerar e polir, e tudo isso contribui com o brilho do carro e o mantém bonito por mais tempo

Que tal, então, descobrir o que fazer para que seu carro fique com a pintura tinindo, como a de um carro zero km? Confira!

1. Saiba como lavar e manter a pintura do carro

Uma tarefa que muitos proprietários de automóveis fazem é lavar o carro. E esse pode ser um dos maiores causadores de danos na pintura do veículo! Mesmo lava-jatos podem cometer erros que, com o tempo, vão deixando a pintura do carro opaca, com riscos e sem brilho.

Por isso, na impossibilidade de você mesmo lavar seu carro, tomar muito cuidado ao escolher um lava-rápido. Peça indicações de amigos e conhecidos para que você descubra quais são os mais bem conceituados no mercado. Assim, fica mais difícil correr o risco de que danifiquem seu patrimônio.

Passo a passo de como lavar o próprio carro:

  1. Estacione seu veículo em um local longe da luz direta: esse cuidado vai evitar que o carro seque com muita rapidez, provocando manchas na pintura.
  2. Antes de qualquer coisa, defina tudo de que você vai precisar para começar seu trabalho. Isso vai evitar que você fique parando a todo instante para buscar algo de que vai necessitar.
  3. Com um balde com água, adicione o sabão automotivo indicado para a lavagem na quantidade orientada na embalagem do produto. Lembre-se sempre de comprar produtos automotivos.
  4. Tenha em mãos outro balde com água e reserve-o.
  5. Feche as janelas do carro e mantenha a antena retraída.
  6. Para começar o trabalho, use a mangueira para retirar toda poeira e sujeira que houver na superfície de seu carro. Mas fique atento: não use o jato forte, pois ele pode, com a força da água, riscar ou mesmo arranhar o carro, dependendo da sua potência.
  7. Procure sempre direcionar o jato para baixo, pois, se direcionar para cima , você pode contribuir para que entre água no interior do veículo.
  8. Mantenha os para-brisas em uma posição natural, mas afastados dos vidros.
  9. Umedeça um pano ou esponja macios na água e sabão de um dos baldes. Esfregue-os com suavidade para se certificar de que não haja sujeira alguma no pano. Então é hora de começar a limpar seu carro. Não use escovas na lataria, pois elas tendem a provocar pequenos arranhões.
  10. Comece a lavar o carro por partes. Comece pelo teto e vá circulando em volta do veículo, fazendo um trabalho simétrico. Faça isso várias vezes, lavando cada vez as áreas mais baixas do carro.
  11. Não se esqueça de lavar com frequência a sujeira do pano com água limpa. Isso vai garantir que o pano esteja sempre limpinho, sem nada que possa riscar a pintura. Mas se não esqueça de trocar sempre a água para que ela permaneça limpa na hora de lavar o pano.
  12. Após completar uma parte da lavagem, arremate com a mangueira para proseguir. Isso é para que o sabão não seque sobre a pintura e possa a vir a manchá-lo.
  13. Não deixe o carro secar sob o vento, mantenha-o molhado por inteiro, para evitar manchas.
  14. A ordem correta de lavar o carro é deixar a parte inferior do veículo e as rodas por último, pois são as partes mais sujas e que possuem mais graxa. O ideal é separar uma luva ou um pano apenas para lavar esses locais do carro.
  15. Limpe as laterais dos pneus com uma escova.
  16. Se o seu carro foi exposto à maresia, enxágue o fundo dele em vários ângulos. Isso pode ser feito com uma mangueira ou um jato de pulverização.
  17. Seque bem seu veículo com uma toalha macia.

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2. Invista em uma cera de qualidade

Para quem vive em um país tropical, onde o sol reina na maioria dos dias, proteger o carro dos raios UV é uma boa alternativa para manter a pintura brilhante por mais tempo. As ceras de boa qualidade mantêm uma proteção especial contra esses raios. E, como é quase impossível estacionarmos em lugares cobertos no Brasil, é sempre bom darmos uma garantia a mais ao brilho de nosso carro.

3. Tenha cuidado com os banhos de chuvas

Se você está achando que é possível deixar seu carro na chuva para que ele fique limpinho com a água que cai do céu, está totalmente enganado. Isso só vai provocar manchas na lataria do carro, pois a água seca e provoca manchas na pintura. Esqueça essa ideia!

4. Evite deixar seu carro sujo

A lavagem do carro não serve apenas para deixá-lo bonito e reluzente: ela protege o carro, faz parte da manutenção. A poeira acumulada acaba com a pintura do veículo! Quanto mais sujo seu carro, mais sujeito ele estará a deteriorações de suas peças e lataria.

5. Evite estacioná-lo sob árvores 

Quem é que ao estacionar não procura uma sombrinha? Mas ficar sob árvores é um grande risco. Elas liberam uma seiva que mancham a pintura de um modo quase irreversível.

Além disso, pássaros ficam mais à vontade de defecar sobre seu carro, e suas fezes contam com substâncias corrosivas, que atacam o verniz e a pintura do veículo. Por isso, prefira lugares fechados, de preferência garagens.

6. Evite capas protetoras

Capas protetoras podem parecer, a princípio, uma excelente ideia de proteção contra o vento e o sol, mas engana-se quem pensa assim. O ideal é que você faça uso desse acessório apenas quando ficar por muito tempo sem utilizar seu veículo, pois elas podem absorver umidade e deteriorar algumas peças de seu carro. Evite-as!

Se você tiver mais alguma sugestão de como manter a pintura do carro o mais conservada possível, conte-nos nos comentários! Vamos gostar muito de sua participação!

12 dicas para melhorar o desempenho do motor do seu carro

Vale lembrar que qualquer descuido com o “coração do veículo” pode causar um grande transtorno no futuro. Por isso, daremos 12 dicas de procedimentos, cuidados e atitudes para que você melhore o desempenho do motor do seu possante.

1. Coloque produtos de confiança no motor

Para manter a vitalidade do motor do seu carro, procure sempre utilizar óleos e demais lubrificantes de acordo com o que é recomendado pelo manual do proprietário. Algumas marcas optam por indicar o óleo com tipos sintéticos, minerais ou semissintéticos.

Faça as trocas programadas e sempre monitore o nível para evitar que o óleo envelheça e comprometa o desempenho do motor.

2. Tenha cuidado ao completar o óleo do veículo

A prática é comum, mas precisa ser feita com cuidado. Sempre que precisar completar o reservatório de óleo do motor, utilize um produto da mesma marca e com a mesma especificação do manual, com o motor frio.

Se as propriedades do óleo forem diferentes, como um sintético junto com mineral, por exemplo, a capacidade de lubrificação fica comprometida e o motor ficará sujeito a desgastes, corrosão e borras.

3. Troque os filtros

Os filtros são responsáveis por segurar todas as impurezas que possam entrar na mistura de ar e combustível e, consequentemente, no motor. Alguns proprietários, ao realizarem a troca do óleo, também aproveitam para trocar os filtros de ar, de óleo e o de combustível, fazendo uma manutenção geral no veículo.

Para melhorar o desempenho do motor, por exemplo, é possível encontrar no mercado elementos filtrantes que permitem uma entrada de ar mais significativa na mistura, o que pode contribuir para um ligeiro aumento na potência.

4. Atente-se à manutenção das velas e dos cabos

Segundo as fabricantes de automóveis, a troca do jogo de velas deve ser realizada, em média, a cada 20 mil quilômetros. Os sintomas que os carros apresentam ao terem problemas nas velas são falhas na partida, na aceleração e um consumo elevado de combustível.

Elas devem ser conferidas juntamente com os cabos de ignição, para que o sistema de alimentação do motor não seja comprometido e o carro perca desempenho.

5. Avalie a necessidade do uso de aditivos

Os aditivos para o motor devem ser utilizados com moderação. Para os carros novos, o uso não é necessário, já que o motor ainda não gerou impurezas. No entanto, caso você queira utilizar algum aditivo, siga a recomendação do manual do veículo.

Contudo, se o seu carro for mais rodado, procure um especialista em mecânica para avaliar a necessidade de usar aditivos para reduzir o acúmulo de sujeira, que pode formar borras no bloco e no cárter.

Use o Sprint Booster

Há, ainda, outras formas de aumentar o desempenho do carro. Muitos usuários estão aderindo à tecnologia do Sprint Booster (aquele botãozinho que vemos em filmes e são responsáveis pelo aumento do desempenho do motor). 

O Sprint Booster nada mais é do que um equipamento que busca diminuir o tempo de resposta do motor em momentos instáveis, como em uma subida ou em um processo de ultrapassagem. Em outras palavras, esse recurso busca melhorar a comunicação entre o motor e o acelerador. Por meio do software, o veículo interpretará o comando de forma mais rápida e efetiva. 

Pode-se dividir o comportamento do Sprint Booster em três fases: normal (utilizada para manter o desempenho do carro),“race” (para aumentar a resposta em momentos de pista livre) e  “sport” (que é um intermediário entre as duas outras fases). 

6. Observe a limpeza dos bicos de injeção

A limpeza das válvulas injetoras de combustível, conhecidas popularmente como bicos injetores, é um assunto polêmico entre especialistas em mecânica. Essa peça funciona de forma autolimpante e, teoricamente, não precisa ser limpa.

Entretanto, a qualidade duvidosa dos combustíveis comercializados por alguns postos pode comprometer o funcionamento dos bicos em longo prazo, que precisarão de cuidados em casos extremos de mau funcionamento do motor.

7. Modifique o sistema de escapamento

O sistema de escapamento do automóvel é mais um dos elementos do carro que pode ser revisto para melhorar o desempenho do motor. Caso você já tenha alterado os componentes de admissão, pode ser interessante buscar alternativas que otimizem a saída de ar do motor.

O aumento do desempenho do motor dependerá da capacidade e dos diâmetros dos tubos que serão instalados nas válvulas de escape.

Invista na turbinação do motor

Outra maneira que muitos motoristas utilizam para aumentar o desempenho do veículo se dá por meio da turbinação do motor. 

Porém, antes de instalar o turbo, é preciso garantir que o motor do seu automóvel suporta o aumento de potência e de torque. A maioria dos motores naturalmente aspirados não possuem essa característica. 

Mas, caso você realmente deseje instalar um turbo, saiba que essa operação é um tanto quanto dispendiosa e ainda costuma diminuir a vida útil do motor. Várias peças apresentarão desgastes antes do previsto e será imprescindível a troca dos pistões e das bielas por modelos mais nobres e confiáveis. Pense nisso!

8. Reprograme a central eletrônica

É comum encontrar no mercado automotivo estratégias para refazer a programação da central eletrônica. Porém, o método é extremamente delicado e deve ser feito com bastante cautela, para não haver transtornos no futuro.

Esse método promete melhorar o desempenho do veículo, favorecendo o aumento de potência, e, em alguns casos, o carro pode ficar mais econômico ou mais gastador — o que vai variar de acordo com o comportamento do motorista.

9. Utilize chips de potência

Instalados junto à central de injeção eletrônica, os chips de potência podem contribuir para melhorar o desempenho do motor do seu carro. Para atuarem de forma mais eficaz, eles devem estar em sintonia com as informações contidas no módulo de injeção.

Eles podem dar diversas configurações de parâmetros de funcionamento do motor, que podem ser ajustados de acordo com o desejo do condutor.

10. Faça uma condução consciente

Para manter a saúde do seu motor em dia, faça trocas suaves de marcha e respeite a faixa econômica do motor para realizar essas trocas. Em determinadas circunstâncias, o “para e anda” é inevitável, mas, em outras, manter a aceleração contribui para que o motor gire de forma constante, além de economizar combustível.

Ao ver o semáforo fechado lá longe, por exemplo, não pare diretamente nele. Controle a velocidade e espere-o abrir.

Mantenha os pneus bem calibrados

Manter os pneus bem calibrados, além de garantir uma condução mais segura, interfere diretamente no consumo do veículo e também evita que o carro tenha alguns engasgos. Verifique, periodicamente, a validade dos pneus e a sua qualidade, garantindo que seu veículo possa rodar com tranquilidade e toda a segurança necessária. 

11. Deixe seu carro mais leve e econômico

Qualquer peso extra que o carro tiver pode fazer o motor ser mais exigido. Ao abastecer o tanque do seu carro no dia a dia, tente equilibrar a quantidade, para que o carro não fique pesado e acabe consumindo mais combustível.

Contudo, também não deixe o tanque ficar sempre na reserva, para prevenir que impurezas contidas no fundo do reservatório danifiquem a bomba. Ainda, deixe apenas o que for necessário no porta-malas ou no interior do veículo.

Uma informação interessante a ser destacada é que um carro com tanque cheio fica, no mínimo, 30 kg mais pesado. O peso é um dos principais responsáveis pelo aumento da energia cinética, fazendo com que o motor seja mais exigido e o carro gaste mais combustível. 

Escolha um bom jogo de rodas

Para deixar o carro mais leve e econômico pode-se também utilizar tipos de rodas que propiciem o alto desempenho. Geralmente, o jogo de rodas fornecido pelas concessionárias é bom (alguns, inclusive, de liga leve). 

Porém, a utilização de pneus mais altos, por exemplo, auxilia no ganho de velocidade e na diminuição do consumo. Obviamente, é preciso que as rodas utilizadas estejam de acordo com as especificações do fabricante, evitando que os pneus entrem em contato com o para-lamas e certificando de que o motor do carro não será prejudicado.

12. Tenha cuidado ao lavar o motor

Prática comum do brasileiro, a lavagem do motor costuma renovar o seu aspecto, mas deve ser feita de forma extremamente cuidadosa nos carros atuais. O motor nunca pode ser lavado quando estiver quente, para que o choque térmico não comprometa a resistência das partes metálicas do bloco ou do cabeçote.

Ainda, a grande quantidade de elementos eletrônicos que existem sob o capô faz com que o hábito da lavagem seja arriscado, pois pode danificar vários componentes. O ideal é utilizar um pano umedecido, ou alguma técnica menos agressiva.

Quando o assunto é carro, o brasileiro não mede esforços. Somos apaixonados por nossos possantes e, muitas vezes, buscamos fazer do nosso carro, “O carro”. Porém, é preciso tomar certos cuidados para não prejudicar o comportamento do veículo e comprometer o seu funcionamento.

As dicas fornecidas nesse conteúdo são fundamentais para melhorar o desempenho do motor do seu carro e garantir a longevidade que você tanto deseja para ele. Então, não deixe de segui-las. 

Gostou do nosso post de hoje? Fique atento e siga essas dicas para melhorar ou conservar o bom desempenho do motor do seu veículo. Aproveite e compartilhe essas informações em suas redes sociais!

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Conheça os principais lançamentos automotivos do segundo semestre de 2016

Apesar de as vendas serem as menores dos últimos anos, o mercado automobilístico continua tentando se renovar por meio de lançamentos e relançamentos que sejam mais compatíveis com as expectativas do consumidor.

As principais fabricantes de carro do país já lançaram alguns modelos no primeiro semestre, porém deixaram para este segundo — quando ocorre o Salão de São Paulo — as grandes novidades de 2016.

Conheça os principais lançamentos automotivos do segundo semestre de 2016!

1. Honda Civic

A décima geração do Honda Civic superou as expectativas de consumidores e especialistas. Por fora, ele ganhou limpador de para-brisa com sensor de chuva, que é automaticamente acionado em dias chuvosos, assistente de redução de pontos cegos, teto solar com função antiesmagamento e porta-malas com acionamento interno.

Por dentro, o novo Honda Civic apresenta um motor turbo com 173 cavalos de potência, injeção direta e duplo comando de válvulas que permitem uma boa eficiência no consumo de combustível. Ele também tem piloto automático que ajuda a manter a velocidade, painel digital em alta resolução, botão para partida sem chave, câmbio automático CVT e paddle shift de sete velocidades.

Além disso, o Honda Civic conta com ar-condicionado digital automático e sistema de áudio com 180W, composto por quatro alto-falantes e quatro tweeters.

O novo Honda Civic está disponível em quatro versões e seu preço inicial parte de R$ 87.900,00.

2. Cherry Tiggo X3

Apresentado no Salão de Pequim e com previsão de chegada para o final do ano, o Cherry Tiggo X3 será produzido no Brasil, na fábrica de Jacareí — estado de São Paulo. Esse SUV compacto, que é feito na mesma base de produção do Celer, possui uma identidade própria que traz a nova linguagem de design da marca.

Seus faróis possuem iluminação LED, inclusive com luz diurna, além de lanternas de posicionamento no para-choque. As rodas possuem 17 polegadas e são de liga leve, dando um ar mais robusto ao SUV. Seu motor será o mesmo do Celer, capaz de produzir 109 cavalos com gasolina.

Os preços desse lançamento ainda não foram divulgados.

3. Hyundai Tucson

Visto camuflado pelas ruas, avenidas e estradas brasileiras, o novo Hyundai Tucson teve sua terceira geração apresentada no Salão do Automóvel de Genebra, na Suíça. Seu visual é bem diferente dos modelos vendidos atualmente pela Hyundai no Brasil.

Nesse novo modelo, que ainda não teve o nome confirmado no Brasil, os faróis estão mais afilados e a grade segue a nova identidade visual da marca, sendo hexagonal. Seu estilo é mais parecido com o do Hyundai HB20. Seu motor será o 1.6 turbo, que nos Estados Unidos alcança impressionantes 176 cavalos.

A Hyundai ainda não informou os preços para esse modelo.

4. Nissan Kicks

Antes mesmo de sua estreia em nosso país, tivemos a oportunidade de acompanhar o Nissan Kicks durante o revezamento da tocha olímpica da Rio 2016. Era ele o carro que seguia quem carregava a tocha olímpica pelas ruas e avenidas. Com sua estreia oficial, esse SUV urbano oferece ampla variedade de acessórios para personalizá-lo.

Seus faróis são em LED, as rodas em liga leve, capacidade para cinco pessoas, sistema de navegação, conectividade Bluetooth e USB e amplo display digital com 12 funções. O Nissan Kicks também possui botão de partida sem chave, câmera 360 graus para ajudar a estacionar o carro e assentos com tecnologia Zero Gravity, que otimizam o conforto em viagens mais longas.

Atualmente, o Nissan Kicks está disponível em uma única versão, a SL. Seu preço é de R$ 89.990,00.

5. Renault Kwid

Lançamento da Renault para este segundo semestre de 2016, o Kwid é um aspirante a mini-SUV que terá um motor 1.0 de três cilindros e que alcançará, no mínimo, 75 cavalos em sua versão mais básica. Mais potente do que os irmãos Sandero e Logan, o Renault Kwid vem para substituir o Clio no final deste ano.

Sua apresentação oficial está marcada para o Salão de São Paulo, sendo que suas vendas começam já na sequência. A proposta da Renault é que esse seja o primeiro SUV do consumidor.

O preço inicial do Kwid continua sendo um mistério. O que se sabe é que o lançamento da Renault deve apostar em custo-benefício e não preço baixo.

6. Hyundai IX25

Conhecido em outros países do continente como Hyundai Creta, o IX25 será apresentado oficialmente no Salão do Automóvel de São Paulo. Desenvolvido na Índia, o automóvel será fabricado pela Hyundai em Piracicaba, interior de São Paulo.

A plataforma de produção do IX25 será a mesma do HB20, com tração e suspensão dianteira do tipo McPherson mais eixo de torção na traseira. Sua direção terá assistência elétrica. Em relação ao porte, o IX25 terá dimensões parecidas com veículos como o Renegade e o HR-V.

O preço estimado do Hyundai IX25 está entre R$ 70.000,00 e R$ 85.000,00.

7. Ford Fusion

Recém-chegado às lojas, o novo Ford Fusion vem com duas opções de motorização: 2.5 Flex ou 2.0 EcoBoost. Eles alcançam, respectivamente, 175 cavalos e 248 cavalos.

Por dentro, o novo Fusion apresenta materiais de alta qualidade, com acabamento refinado e bastante espaço interno. Seu sistema multimídia é composto por uma tela de oito polegadas sensível ao toque, que permite controlar diversas funções, entre elas: entretenimento, GPS, telefone e climatização. Esse sistema é compatível com Android Auto e Apple Carplay, possuindo ainda conexão Bluetooth e USB.

O novo Fusion também possui um sistema de estacionamento automático, sistema de partida sem chave, assistência de emergência, alerta de colisão e assistente autônomo de detecção de pedestres.

Os preços do Ford Fusion são a partir de R$ 121.000,00.

8. Honda WR-V

Novo modelo de crossover para o mercado brasileiro, o Honda WR-V está sendo desenvolvido pela fábrica de Sumaré, em São Paulo. Sua produção será feita pela fábrica de Itirapina, também no interior paulista. O lançamento está sendo aguardado para o Salão do Automóvel de São Paulo.

Mais distante de uma configuração urbana, o WR-V é uma versão repaginada do Fit, para que tenha uma pegada mais aventureira. A motorização deve ser a mesma do Fit, com motor 1.5 16V e 115 cavalos com transmissão CVT.

Sobre o seu visual, o WR-V traz mudanças estéticas com relação ao Fit, para que fique com maior robustez. O capô ficou mais alto, assim como os faróis ganharam um novo desenho — com mais agressividade e pegada esportiva. Na traseira, ele também ganha um novo desenho para as lanternas.

O preço estimado para o Honda WR-V está entre R$ 78.700,00 e R$ 99.200,00.

Esses são os oito principais lançamentos automotivos deste segundo semestre. Ficou de olho em algum específico? Compartilhe este artigo nas suas redes sociais e marque os seus amigos que pretendem trocar de automóvel ou comprar um novo nos próximos meses.

3 dicas de cuidados com o carro

Ter um carro significa gastos do início ao fim. Além do alto valor inicial para adquiri-lo, os custos de manutenção e limpeza não saem baratos e são extremamente importantes para garantir um bom valor em um momento de troca. Assim, selecionamos algumas dicas de cuidados com o carro para garantir que ele esteja sempre novo. Boa leitura!

Limpe o interior do veículo

Fazer a limpeza interna do seu carro é tão importante quanto limpá-lo externamente. Na cabine, os bancos são os itens mais usados e requerem uma atenção especial. Além disso, é preciso ter cuidado com o tecido que reveste o carro, assim como os tapetes. Desse modo, o mau cheiro, sujeira e até o mofo serão evitados.

O primeiro item necessário para realizar a limpeza da cabine é um aspirador automotivo. Esse modelo é diferente do comum, por ser menor e possuir um cabo que se liga ao acendedor de cigarros. Ele é ideal para áreas de difícil acesso, como a junção dos bancos e o teto do carro. A sujeira deve ser aspirada uma vez por semana ou no máximo a cada 15 dias. Nos bancos, comece do centro para fora e dê atenção para as áreas que costumam acumular sujeira.

Ao limpá-los é necessário ficar atento ao tipo de estofamento. O fabricado em couro é mais fácil de ser limpo e seu cuidado possui produtos diferentes do estofamento em tecido. Para limpar o couro, é preciso basicamente de pano úmido e sabonete neutro.

Além disso, é interessante hidratá-lo, assim como fazemos com bolsas e calçados. Esse procedimento se faz necessário porque o couro pode rachar ou ressecar. Nesses caos, é indicado adquirir produtos específicos para couro automotivo.

Já os bancos de tecido demandam mais tempo e paciência. O estofado nunca deve ser completamente molhado e sim limpo com esponja úmida e sabão neutro. Outra opção é utilizar espumas secas de limpeza especializadas para bancos automotivos.

A limpeza deve ser feita com as portas abertas para garantir boa ventilação e evitar que os bancos fiquem úmidos. Para manchas mais pesadas, pode-se utilizar produtos a base de benzol ou acetona. Para finalizar, passe um pano levemente umedecido em toda a cabine e limpe os tapetes, escovando-os com sabão e água.

Saiba como conservar a pintura

A manutenção diária da pintura é muito importante para evitar manchas e arranhados na sua carroceria. Ela consiste basicamente em sempre lavar o carro para evitar acúmulo de sujeiras. Além disso, é importante retirar dejetos de passarinhos, lama, manchinhas de pixe, graxa ou gesso, seiva e outras substâncias que podem comprometer o verniz da sua pintura.

Para retirá-las, utilize um pano macio e úmido, a fim de evitar que as camadas mais externas da tinta sejam retiradas. Materiais muito agressivos podem fazer a pintura perder o brilho ou até tirar lasquinhas de tinta do seu automóvel. Para manchas insistentes, pode ser necessário o uso de produtos específicos para carros, como um desengripante automotivo.

Para prevenir riscos e arranhões, mantenha seu veículo estacionado em locais seguros e longe de animais domésticos. Também é interessante ficar atento a arbustos e galhos. Para proteger a pintura é indicado utilizar produtos com poder impermeabilizantes.

Esse tipo de produto garante a aparência da pintura brilhante e intocável, além de aumentar a resistência à chuva, ventos fortes, raios solares e o sal da maresia. Por esse motivo, pode ser interessante realizar a impermeabilização antes de uma viagem a praia, por exemplo.

Polimentos, espelhamento e cristalizações são procedimentos saudáveis, mas devem ser feitos sem exageros para não estragar o verniz. Normalmente, essas opções são mais indicadas para veículos antigos ou com pintura desgastada.

Para veículos novos, o enceramento é uma opção mais interessante. A cera protege a camada de verniz, que por sua vez é superior à camada de pintura. Esse procedimento deve ser realizado uma vez por mês, principalmente, em veículos que ficam expostos a luz solar intensa.

Faça a manutenção periódica

Felizmente, existem cuidados simples e práticos para aumentar a vida útil do seu motor. A primeira dica é sempre realizar a troca de óleo na data estipulada. O óleo é um lubrificante para o motor, além de um facilitador para o movimento interno das peças.

Essas peças, quando em contato umas com as outras, soltam fragmentos metálicos que atrapalham o funcionamento do motor. Por isso, trocar o óleo de seis em seis meses ou a cada 10 mil quilômetros rodados é essencial.

Juntamente ao óleo, é interessante trocar os filtros. Tanto o filtro de ar, quanto o combustível e o óleo devem ser trocados a cada 10 mil quilômetros rodados em média, a fim de evitar o acúmulo e a entrada de impurezas no motor.

Outra dica que parece banal, mas é muito importante, é verificar a água do radiador. O nível do reservatório deve estar entre o mínimo e o máximo. Encher além do nível máximo pode causar um superaquecimento no radiador, assim como estar abaixo do nível mínimo pode prejudicar o desempenho do automóvel.

Esse nível deve ser medido com o motor frio, sempre que o motorista for abastecer. Os cuidados com o motor, assim como a troca de outras peças conforme o especificado garantirão uma maior durabilidade e eficiência para o seu carro.

Verificar o estado dos pneus é algo extremamente importante, não apenas antes de viajar — ato mais comum feito pelas pessoas —, mas também no dia a dia. A má conservação dos pneus proporciona gastos e danos desnecessários ao seu veículo.

Para trafegar com segurança, é essencial realizar o alinhamento do carro, processo que regulará os ângulos de suspensão e direção do automóvel. Assim como o alinhamento, o balanceamento, a cambagem e calibragem devem estar em dia.

O rodízio de pneus deverá ser feito entre 5 mil quilômetros e 10 mil quilômetros rodados, a fim de garantir o mesmo desgaste nos pneus dianteiros e traseiros. Com o tempo, os pneus chegam ao limite de desgaste e devem ser trocados.

Lembre-se de que todos os processos citados são realizados em oficinas especializadas. Gostou das nossas dicas sobre cuidados com o carro? Se sim, compartilhe esse post com os seus amigos nas redes sociais!

Dicas de cuidados ao dirigir na “primeira chuva”

A chuva não aparece há muitas semanas. Sua cidade passa por um período de estiagem e você dirige confortavelmente da mesma forma e sem problemas. Então, de repente, a chuva cai torrencialmente: o que fazer? A visibilidade é menor, a aquaplanagem é um risco iminente, o carro demora a frear. Sob condições adversas, você não tem mais as mesmas referências na direção: é a primeira chuva!

Os veículos atuais estão repletos de funções e equipamentos para auxiliar você em climas adversos, mas a sabedoria para usá-los ainda é sua. Portanto, faça valer a modernidade e as ferramentas do seu carro e administre a situação com serenidade.

Mantenha a calma e, da próxima vez, você terá todas as nossas dicas para ajudá-lo nessa situação. Vamos nessa?

Mantenha a atenção na pista

Depois de um período longo de seca, a pista acumula uma grande quantidade de resíduos sólidos no asfalto — fuligem e lixo que se mesclam com a chuva e tornam a direção muito mais traiçoeira.

Com um grau de dificuldade maior em controlar o seu carro, a atenção tem de ser redobrada, pois é fundamental para evitar um acidente.

Sob condições diferentes das a que você está habituado há um bom período, o recomendado é guiar o veículo de forma conservadora.

Faça uma checagem antes de sair

Precisa ir para a rua numa primeira chuva? Siga este roteiro e constate as condições de equipamentos essenciais. Primeiro, confira o estado dos sulcos dos pneus — são aquelas rachaduras responsáveis por drenar a água da chuva.

As condições gerais também. Na chuva, um pneu careca diminui ainda mais a aderência e exige muito mais cuidado.

Você vai precisar do limpador de para-brisa, é evidente. No entanto, as paletas podem estar extremamente ressecadas depois de meses longe da umidade. Nesse caso, sua efetividade é muito limitada e pode deixar você na mão.

O limpador é primordial para manter a boa visibilidade em condições de chuva moderada ou mesmo mais severa.

Saiba como sinalizar sob chuva

Quando está complicado enxergar os outros carros na pista, a luz vermelha traseira se torna uma ferramenta essencial. Para ativá-la, transite sempre com faróis baixos, auxiliando a visão dos demais motoristas.

Se a visibilidade é crítica, quase nenhuma, e você decide parar, faça isso num lugar extremamente seguro, encoste onde o seu carro esteja completamente visível para quem vem atrás.

Uma última boa dica é evitar ultrapassagens desnecessárias. Em condições mínimas de segurança, as ultrapassagens não são movimentos favoráveis e podem gerar problemas. Não conte com a habilidade de outro motorista e aguarde um pouco mais para uma oportunidade melhor. Use sempre as setas.

Mantenha o máximo de visibilidade

Seu carro tem um desembaçador? Se não, é muito válido andar com alguns produtos especiais voltados para a limpeza e o desembaçar dos vidros do carro.

Esses produtos são vendidos em lojas especializadas em serviços automotivos e em alguns lava a jatos.

Diminuir a temperatura interna usando o ar-condicionado também é uma opção eficiente para evitar que a diferença de calor embranqueça o seu para-brisa.

Em último caso, você pode deixar uma pequena fresta da janela aberta. A troca de temperatura com o ambiente externo vai equilibrar o acúmulo das gotas no seu campo de visão.

Evite a aquaplanagem

Uma direção inteligente evita a terrível aquaplanagem. Esse evento, que acontece principalmente nas estradas, em rodovias planas e bem pavimentadas, faz com que o seu veículo deslize sobre uma lâmina de água acumulada no asfalto, tirando o controle total da direção.

Nesse cenário, nunca freie. Mantenha as mãos firmes no volante e deixe o carro perder velocidade em linha reta, no ponto morto. A situação pode ser assustadora, mas é plenamente possível evitar acidentes com essa conduta.

Não tente a sorte contra um alagamento

Fuja ao máximo de trechos alagados e enchentes. Água no motor é como água no chope — danifica os sistemas hidráulico e elétrico e pode causar diversos prejuízos e mau funcionamento, o que acaba comprometendo a saúde de longo prazo das partes do motor.

A água chega à metade dos pneus? Já é perigoso e pode trazer prejuízo. Espere o quanto puder ou busque um caminho alternativo.

Se tiver que forçar a barra em uma emergência, conduza na primeira ou segunda marcha e não interrompa a aceleração. Se o carro desligar, não tente ligar logo depois. Coloque em ponto morto e empurre até um lugar seguro.

Em condições piores, tenha limites menores

Todas as referências, sinalizações de velocidade e recomendações de trânsito são desenhadas para condições normais de pressão e temperatura. Em uma primeira chuva ou numa chuva qualquer, diminua os limites.

Transite pelo menos 10 km/h mais devagar do que o sugerido pela sinalização, independente do trânsito. Aumente também o espaço deixado para as frenagens, pois, esteja ciente, o seu veículo tomará mais tempo para parar completamente.

Pode escolher o seu itinerário? Então escape de subidas e descidas íngremes. O peso do veículo combinado com a chuva pode fazer com que o carro deslize. Conhece bem as ruas de sua cidade? Trace o caminho menos complicado e com melhores condições de trânsito e de pista.

Por fim, tente sempre manter a tranquilidade quando estiver próximo de ônibus e caminhões. Não se assuste com a quantidade de água espirrada na direção do seu carro, é natural. Redobre a atenção com semáforos e pedestres e guie com total segurança.

Como você pôde ver, a experiência de dirigir numa primeira chuva não é das mais fáceis — mas é uma complicação contornável. Seguindo todas as recomendações, você estará preparado para cumprir o seu caminho e chegar ao destino sem problemas.

Tenha consciência de que nem todos os motoristas têm esse tipo de instrução, portanto, alguns podem fazer manobras precipitadas sob chuva. Se você estiver em dia com as indicações, porém, estará seguro.

Então, curtiu as nossas dicas de cuidados para a primeira chuva? Tem dúvidas ou informações para compartilhar? Deixe o seu comentário logo abaixo, que estamos prontos para ajudar você! Conte conosco! Até o próximo post!

Troca de óleo: quando fazer?

Pare e pense nessa cena bem comum relacionada à troca de óleo em um carro: você para em um posto de combustível e pede para o frentista abastecer. Ele, educadamente, pergunta se pode checar a água e o óleo. De duas, uma: ou ele falará que está tudo certo e talvez completar com água, ou ele dirá que o nível de óleo está baixo e que, portanto, precisa ser trocado.

Mas será que é o momento certo de realizar a troca? Para saber com certeza, é necessário ter ciência de algumas informações. 

Primeiramente, para que serve o óleo do motor?

Quando o motor está ligado, os pistões, a biela, o virabrequim e outras peças estão se movimentando continuamente, gerando um grande atrito entre elas. Essa força de atrito gera dois problemas: desgaste e elevação da temperatura.

O óleo, portanto, tem como duas principais funções servir de lubrificante para o motor e manter sua temperatura.

Além disso, o óleo pode atuar como um agente limpante, pois mantém suspensas todas as partículas provenientes da combustão, evitando que elas se juntem e formem uma crosta capaz de entupir as válvulas e prejudicar o bom funcionamento do motor.

E o óleo ainda tem uma outra função de grande importância: vedação. Ele impede que agentes externos entrem no motor e o danifiquem. 

Tipos de óleo

Os óleos para motor são usualmente classificados em três categorias:

1. Mineral

São aqueles obtidos diretamente do petróleo. Sua maior vantagem é o custo, mas é um óleo que pode ser considerado o “mínimo do mínimo”. Pode acabar formando borras no seu motor.

2. Sintético

São obtidos por meio de combinações químicas e são bem mais estáveis que os óleos minerais. Antigamente, os preços dos óleos sintéticos eram bem elevados, mas hoje se encontram no mercado óleos sintéticos custando até R$ 20,00 por litro.

3. Semi-sintético

Como o próprio nome já sugere, ele é basicamente uma mistura do óleo mineral e do sintético. 

O óleo que você deve usar no seu motor deve seguir as especificações API, pois é esse o órgão que define todos os parâmetros de desempenho e durabilidade e detergência. 

Outro parâmetro ao qual se deve estar atento é à viscosidade. É um conceito meio complicado de entender, mas basicamente é a capacidade do óleo de resistir a uma força sem se movimentar (pense na água e no óleo de cozinha: o óleo de cozinha é mais viscoso que a água, entendeu?).

Porém, nem sempre o óleo mais viscoso é o ideal para o seu veículo. O melhor óleo está indicado no Manual do Usuário, feito pelo fabricante, o qual, diferentemente de outros manuais, deve estar sempre com o motorista para evitar quaisquer problemas. 

Como medir o nível de óleo?

Primeiramente, desligue o seu carro por pelo menos 5 minutos. Esse é o tempo mínimo necessário para que ocorra o assentamento do óleo e não aconteçam grandes erros de medição. Se você parar para perceber, os frentistas não costumam esperar esse tempo antes de fazer a checagem, e muitas vezes eles podem “empurrar” uma troca de óleo desnecessária. 

Em seguida, abra o capô do carro e retire, com cuidado, a vareta do motor. Limpe-a com um pano, tomando cuidado para não deixar fiapos, e devolva-a para o carro, retirando-a novamente. 

Observe atentamente: existem dois marcadores na ponta do medidor: um de máximo e um de mínimo. O óleo deve estar entre esses dois para que esteja tudo bem.

Aproveite para observar outros aspectos, como por exemplo a coloração: um óleo bom deve ser mais claro, com uma tonalidade próxima do mel. Se o óleo estiver muito escuro, é sinal de sujeira, e talvez uma troca seja recomendada. A sujeira no óleo pode diminuir a vida útil do motor. 

Outros indicativos de problemas na lubrificação

Graças às maravilhas da tecnologia, os carros mais novos vêm com uma luz de óleo e uma de motor. A luz de óleo acenderá se o nível estiver muito baixo ou se o óleo estiver muito sujo. 

A luz do motor também pode acender se existirem problemas na lubrificação. Se qualquer uma das duas acender, é bom levar seu carro até um mecânico de confiança. 

Chequei e o nível de óleo realmente está baixo. O que devo fazer?

Evite trocar o óleo em postos de gasolina. Se tiver de fazer a troca, prefira um mecânico especializado. 

Isso porque misturar óleos diferentes, o que pode acontecer quando se realiza a troca com um frentista de posto, pode causar problemas seríssimos. 

Verifique também quanto falta para fazer sua próxima troca completa de óleo. Se estiver faltando muito pouco, prefira esperar ou já faça a troca completa imediatamente. E não seja pão-duro na hora de escolher o óleo, pois o barato pode sair caro.

O que acontece se eu não trocar o óleo?

Os problemas podem variar bastante em gravidade, mas todos afetarão o desempenho do motor. Andar com o nível de óleo muito abaixo do mínimo pode acarretar na fusão do motor, e quando isso ocorre não tem mais jeito: o motor precisa ser trocado. Nesse caso, o valor a ser gasto pode ser mais caro do que um carro novo!

Troca do filtro

O filtro é o componente que impede a circulação das impurezas no motor do seu veículo. Ele é geralmente trocado a cada duas trocas do lubrificante. É uma peça relativamente barata e não trocá-la pode causar danos em peças extremamente mais caras.

A verdade é que o tempo de troca de óleo varia muito de carro para carro e de óleo para óleo. Mas, comumente, o tempo entre uma troca e outra é algo em torno de 7,5 a 15 mil quilômetros rodados, ou cerca de um ano. 

Se o seu carro está baixando o nível de óleo muito rápido, consulte um mecânico, pois isso não é normal. Óleo não deve queimar junto com o combustível! 

Gostou das nossas dicas? Com que frequência você checa o seu óleo? Está precisando fazer a troca? Entre em contato com a Honda HPoint e conheça nossos serviços!