Confira lista com 5 carros mais bonitos do Brasil!

O povo brasileiro é absolutamente apaixonado por automóveis. Esse fato pode ser comprovado com uma pesquisa realizada pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) no final de 2018. Segundo as informações levantadas, estima-se que cerca de 70% da população com até 25 anos ainda sonha com um carro próprio.

Além disso, aqueles que já têm o bem planejam trocá-lo em breve por um modelo atualizado e melhor. Vários quesitos importantes estão envolvidos na escolha, como a potência e a economia. No entanto, existe um parâmetro que, sem dúvidas, é bastante observado por todas as pessoas: a beleza.

Para os amantes de carros, a estética e os contornos são pontos-chave na hora de escolher qual opção comprar. Quer saber quais são os modelos de carros mais bonitos do Brasil? Confira a lista abaixo!

1. Honda HR-V

Atualmente, o Honda HR-V é o modelo de estilo crossover porte compacto que mais vende no Brasil. No visual, o automóvel ostenta uma dianteira de formato pronunciado e a característica marcante fica por conta dos faróis no formato de filete em LED. As luzes são conectadas à grade de barra cromada na parte superior.

Entre suas especificidades, estão o propulsor 1.8 i-VTEC FlexOne com 140 cv e 6.300 rpm. Já os torques são de 17,3 kgfm (gasolina) e 17,4 kgfm (etanol), em 5.000 rpm. O teto também merece destaque devido ao caimento suave na parte traseira, que melhora a aerodinâmica.

O modelo 2019 é ainda mais moderno e conta com um interior refinado, além de uma lista de equipamentos recheada. As versões são:

2. Jeep Renegade

A estratégia da Jeep, que faz parte do grupo Fiat Chrysler Automobiles (FCA), era lançar um modelo mais acessível no Brasil e torná-o popular. Afinal, antes a marca era sinônimo de carros 4×4, o que mudou radicalmente com a chegada da Renegade.

O SUV é compacto, mas conta com um espaço interior considerável, trazendo um slogan que desperta a sede pela vida, aventura e juventude. O novo modelo da Renegade recebeu um ligeiro tapa no visual: o para-choque dianteiro foi remodelado, a grade presente na forma ganhou um novo desenho e os faróis têm um design interno diferenciado.

 

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3. Toyota Corolla

O Corolla, da Toyota, também está presente na lista dos mais vendidos no Brasil. Apesar de já ter várias atualizações, o visual desse modelo continua bem semelhante nas 11 gerações. Seu estilo é bastante conservador, com linhas clássicas e refinadas. A parte interna é sóbria e conta com materiais de ótima qualidade e acabamento.

Dessa forma, o Corolla atinge um público-alvo diferente dos carros que são destinados ao público jovem e aventureiro. No entanto, trata-se de um automóvel que tem boa autonomia, realizando médias de 10,6 km/litro (na cidade) e 12,6 km/litro (em rodovias).

4. Honda Civic EX

Honda Civic é um dos modelos de maior sucesso no Brasil, sempre figurando entre os mais vendidos. Ele se destaca na categoria de sedãs médios devido ao design moderno e esportivo, afinal a nova geração dessa categoria é ousada e jovial, com uma frente agressiva, teto moderno (em estilo fastback), traseira cupê e lanternas de estilo bumerangue.

Além disso, os itens de fábrica incrementam o modelo. Entre eles, é possível citar:

  • a central multimídia de incríveis 7 polegadas e sensível ao toque;
  • o Android Auto;
  • a Apple CarPlay;
  • duas entradas para cabos USB;
  • quatro alto-falantes;
  • 160 watts de potência ao todo.

O potente motor 2.0 flex entrega até 155 cv e 19,5 kgfm, sendo atrelado ao câmbio manual de seis marchas ou ao câmbio automático CVT, que simula até sete velocidades. A opção de motor 1.5 turbo, que só está presente no Honda Civic Touring (o mais caro entre os modelos), entrega até 173 cv e 22,4 kgfm, contando também com a transmissão automática CVT.

As versões de  são:

O modelo Touring, destaque em 2019, tem algumas funcionalidades muito interessantes. Veja alguns exemplos:

  • carregador wireless para celular;
  • banco de motorista com ajuste elétrico e suporte para a lombar;
  • sistema de áudio premium, que entrega 452 watts de potência;
  • botão de partida start/stop.

5. New Fiesta

O Fiesta é o terceiro carro mais vendido da Ford mundialmente. O interessante é que ele começou a ser produzido em 1976 e, desde então, já passou por sete gerações. Na última, pode-se dizer que o modelo inclusive mudou de categoria, visto que antes era considerado um supermini e atualmente está na lista dos compactos premium — seja a versão sedã ou hatchback.

A versão 2019 recebeu várias alterações no visual, o que deixou o modelo com uma aparência mais esportiva e robusta devido aos traços marcantes que são praticamente uma marca registrada da montadora Ford. Sendo assim, o Fiesta pode ser comparado ao Ford Fusion e Focus.

Além de modificações na parte externa, o Fiesta recebeu novidades em seu interior, que agora traz um acabamento interno mais detalhado e painel dinâmico com diversos acessórios. O modelo tem várias versões, sendo elas:

  • 1.6 TIVCT flex SE manual;
  • 1.6 TIVCT flex SE style manual;
  • 1.6 TIVCT flex SEL manual;
  • 1.6 TIVCT flex SE plus powershift CAT;
  • 1.6 TIVCT flex SEL powershift CAT;
  • 1.0 ecoboost gasolina SEL style powershift CAT;
  • 1.6 TIVCT flex titanium powershift CAT;
  • 1.6 TIVCT flex titanium plus powershift CAT.

E então, gostou da nossa lista dos carros mais bonitos do Brasil? Você concorda com os modelos escolhidos ou acrescentaria outros? Neste artigo, pontuamos os veículos que vemos com mais frequência entre os brasileiros, deixando de fora os supercarros — que dão um show de beleza, mas podem ser adquiridos por poucos, não é mesmo?

Se você está em dúvida sobre qual carro comprar, precisa realizar uma pesquisa minuciosa. Que tal descobrir por que o Honda CRV é perfeito para o seu caso? Boa leitura e até a próxima!

Carros japoneses possuem maior durabilidade? Confira agora mesmo

Após chegarem ao mercado nacional, no início dos anos 90, não demorou muito para que os carros japoneses passassem a ser reconhecidos por suas qualidades, como conforto e tecnologia. Com o passar dos anos, foi a maior durabilidade desses veículos que passou a chamar a atenção dos motoristas.

Mas, será verdade que os carros japoneses apresentam menos problemas do que os seus concorrentes? Se você já ouviu falar sobre isso, mas nunca teve como comprovar, continue lendo este post porque vamos desvendar essa história agora mesmo!

Entenda como trabalham as montadoras japonesas

Não é apenas no universo automotivo que os produtos japoneses desfrutam de uma boa reputação entre os consumidores. Seja em qual for a área, os bens desenvolvidos por empresas desse país oriental costumam ser sinônimo de alta qualidade.

A razão para esse status é que, em geral, as empresas japonesas se estruturam sob conceitos e filosofias de trabalho que visam à melhoria contínua dos processos industriais, como produção, engenharia e gerenciamento. Aplicando tais diretrizes de forma eficaz e disciplinada, as companhias nipônicas conseguem atingir excelentes resultados mesmo em suas plantas espalhadas pelo mundo — inclusive no Brasil.

No setor automotivo, existe um detalhe que faz dos carros japoneses sinônimos de durabilidade e confiança: enquanto a maioria das montadoras busca se destacar pela inovação, as do Japão costumam ser mais conservadoras, desenvolvendo seus modelos a partir de tecnologias e sistemas já consolidados. Isso faz com que os veículos tenham uma mecânica mais simples e funcional, tornando-os menos sujeitos a falhas e reduzindo a necessidade de manutenção, sobretudo as corretivas.

Ainda que abram mão de alguns recursos, esses modelos definitivamente não ficam atrás dos concorrentes quando o assunto é satisfação por parte dos motoristas. Afinal, foi assim que as montadoras japonesas se estabeleceram e conquistaram uma parcela expressiva do mercado, mantendo-se fiéis a seus valores e fidelizando clientes por todo o mundo.

Saiba como são feitos os testes de qualidade

Conforme as fabricantes dominam novos sistemas e tecnologias, a tendência é que os veículos se tornem cada vez mais seguros e confiáveis. No entanto, a adoção precoce de novidades pelas montadoras pode se mostrar uma verdadeira faca de dois gumes, visto que a recorrência de problemas costuma ser bem maior entre os modelos que buscam o pioneirismo em determinados recursos.

É por isso que existem instituições e consultorias que trabalham para desenvolver métodos de análise e indicadores de confiabilidade de cada modelo. Essas informações podem servir como um importante parâmetro para quem quer ter a segurança de fazer um bom negócio na hora de comprar seu próximo carro.

Integram esses procedimentos os mais diversos tipos de teste, como estabilidade, frenagem, resistência a colisões, eficácia dos itens de segurança, funcionamento de sistemas eletrônicos e mecânicos etc. Na prática, cada metodologia pode adotar diferentes métricas, mas o objetivo é sempre determinar quais são os modelos e as montadoras mais confiáveis.

De forma geral, costumam figurar entre as últimas colocadas as empresas com tendência mais vanguardista, que costumam disponibilizar aos consumidores modelos equipados com tecnologias ainda pouco desenvolvidas no cenário automotivo.

Por outro lado, no topo das listas das montadoras mais confiáveis, sempre é possível encontrar as empresas japonesas, seja qual for o critério analisado. Isso mostra que a percepção de que esses carros são mais duráveis não é apenas um rumor, mas pode ser comprovada por meio de testes específicos e precisos.

Conheça os principais tipos de carros japoneses

A seguir, vamos ver quais são os principais tipos de carros japoneses e descobrir as características de cada um deles. Não perca!

 

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Kei car

Super compactos e versáteis, os kei estão entre os modelos mais populares no Japão. Eles surgiram logo após a Segunda Guerra Mundial como uma aposta para reerguer a indústria automotiva no país, proporcionando aos japoneses uma opção de veículo de baixo custo.

Atualmente, são produzidos por praticamente todas as montadoras locais, já que contam com boa aceitação nesse mercado. Mesmo sendo direcionado a um público de menor renda, os kei contam com recursos interessantes, como câmbio automático CVT, tração nas quatro rodas, GPS integrado e diversas configurações de motorização.

Entre outras vantagens, os modelos kei apresentam excelente autonomia, podendo chegar a 30 km/l de gasolina, e suas dimensões reduzidas facilitam a realização de manobras, especialmente na hora de estacionar nas vagas menores. No Japão, esses veículos contam com condições tributárias diferenciadas, além de terem valores mais acessíveis na hora fazer um seguro.

Compactos

Seguindo a preferência de parte do público japonês pelos veículos menores, os compactos também estão entre os principais modelos no país oriental. Entre eles, podemos citar o Honda Fit e o Toyota Yaris Hatch, que estão presentes também no mercado brasileiro.

Esses modelos são ideais para aqueles que buscam maior conforto sem abrir mão de uma boa relação de custo-benefício. Eles também oferecem mais recursos tecnológicos e de segurança quando comparados aos kei, o que também os torna boas opções em um país onde os espaços físicos são um recurso cada vez mais valioso.

Minivans

Há também uma parcela de japoneses que preferem ter veículos um pouco maiores em suas garagens. É por isso que é tão comum se deparar com as minivans rodando nas ruas desse país — o que pode parecer um pouco estranho para os nossos padrões estéticos.

Com variedades de modelos que atendem desde famílias até pilotagem esportiva, as minivans podem ser consideradas como uma verdadeira expressão da cultura automotiva japonesa.

Híbridos

Com a popularização cada vez mais iminente dos motores elétricos, os modelos híbridos estão entre os mais procurados pelos japoneses atualmente. Esses veículos são equipados com dois motores, um elétrico e um motor à combustão tradicional, e são projetados para aproveitar ao máximo as melhores características de cada um dos propulsores.

Já existem no mercado japonês híbridos de diferentes modelos de carroceria, como sedãs, compactos, SUVs e kei cars. Isso é um claro sinal de que eles já dominam essa nova tendência e que sua popularização ao redor de todo o mundo é apenas questão de tempo.

Se você gostou do post de hoje e se interessou pelos carros japoneses, que tal descobrir qual o modelo que mais combina com você? Entre em contato conosco agora mesmo e conheça mais sobre a linha de veículos da Honda!

Quais as vantagens e como funciona um bloqueador de carro?

Um dos desafios mais delicados à segurança pública brasileira é o impedimento de roubo a veículos, que, somente em 2016, registrou a média de 1 roubo ou furto por minuto, totalizando 557 mil incidentes naquele ano. Em função disso, muitos proprietários vasculham a internet em busca de soluções para proteger seu patrimônio.

Por isso, elaboramos este conteúdo para falar sobre o bloqueador de carro. Você já ouviu algo sobre essa ferramenta? Caso não, saiba que está tudo bem, pois ainda há tempo para que você conheça a alternativa, considerando sua aquisição. Para esclarecer o assunto, compilamos o artigo com uma série de perguntas e respostas pertinentes ao tema. Acompanhe!

O que é um bloqueador de carro?

Trata-se de um dispositivo capaz de interromper a injeção de combustível ao motor, fazendo com que o veículo seja imobilizado, impedindo o sucesso de uma tentativa de roubo. No mercado, esse aparelho pode ser encontrado em uma larga escala de disponibilidade e sofisticação, com modelos que adicionam funcionalidades como rastreamento GPS e ativação do alarme.

De toda maneira, aqui cabe focar apenas no propósito central dos bloqueadores, que é literalmente travar o automóvel. Geralmente, esses acessórios são compostos por uma central eletrônica e seus chicotes, que são o cabeamento utilizado para conectar o dispositivo ao conjunto mecânico.

Como esse dispositivo funciona?

Chegamos no ponto mais engenhoso desse tema, que inclusive, explica o sucesso dos bloqueadores entre os consumidores brasileiros. Basicamente, a central do bloqueador consegue “ler” as interações com o veículo e, com isso, dispara reações estratégicas para cumprir seu trabalho. Agora, entenda o seu funcionamento em dois cenários.

Tentativa de roubo

O invasor abre a porta do veículo, fazendo com que a central inicie uma contagem regressiva de 90 segundos. Com o carro em movimento ou não, após o término desse período, o veículo perde a capacidade de aceleração, pois o módulo terá cortado a injeção de combustível ao motor. Com um veículo disfuncional, o indivíduo abandona o carro, desistindo da tentativa.

Uso do proprietário

O proprietário abre a porta do veículo, fazendo com que a central inicie uma contagem regressiva de 90 segundos. Ciente do que acontece ao final do temporizador, o proprietário alcança o botão secreto, instalado estrategicamente onde apenas ele conhece. A ativação do botão desliga o timer do bloqueador, permitindo que o veículo funcione normalmente.

Mas, como sugerimos antes, existe uma ampla variedade de modelos no mercado que adicionam etapas e recursos a essa demonstração de funcionamento. Para todos os efeitos, basta lembrar que os bloqueadores sempre cumprirão a função descrita acima, eventualmente adicionando notificações de:

  • mensagem por meio de SMS ou aplicativo próprio do aparelho;
  • localidade do veículo roubado;
  • som, com a sincronia ao alarme.

Quais as principais vantagens desse equipamento?

Como pôde ver acima, a maior virtude do bloqueador é oferecer uma solução eficiente para a proteção do veículo. Afinal de contas, apenas quem já teve o automóvel furtado para reconhecer o transtorno desse episódio, repleto de idas à delegacia local, preenchimento de boletins de ocorrência, ativação do seguro e afins.

O bloqueador, por sua vez, pode reduzir o estresse dessa situação drasticamente, pois, mesmo que o seu veículo tenha sofrido uma tentativa de roubo, ele não poderá estar a mais de 90 segundos de distância do seu local de estacionamento inicial, facilitando – e muito! – o trabalho de recuperação do automóvel. Agora, vamos às vantagens!

Economia

O bloqueador é um investimento, sobretudo quando olhamos ao impacto que esse dispositivo tem sobre uma apólice de seguro, que fica consideravelmente mais barata na hipótese de que o veículo tenha esse equipamento. Isso acontece porque as seguradoras trabalham com parâmetros de risco e retorno.

Assim, veículos com aparatos de segurança ativa, como rastreadores e bloqueadores, são quase impossíveis de serem roubados, além de que suas funcionalidades facilitam a recuperação do bem tanto por meio da imobilização como do rastreio.

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Segurança

Contar com um bloqueador no seu carro dá uma enorme vantagem psicológica ao reagir a um assalto. Afinal, você não agirá sobre a neblina e incerteza de abandonar o seu veículo. Basta ser dócil, entregar as chaves e se afastar em direção a um local seguro. Em dado momento, o próprio veículo frustrará a tentativa de fuga deles.

Flexibilidade

Mesmo os bloqueadores mais simples possuem características flexíveis. Como exemplo, citamos uma função presente na ampla maioria deles: a opção manobrista, que considera aqueles breves períodos em que o carro será manuseado por terceiros.

Essa funcionalidade desarma o bloqueio por um período preestabelecido. Além disso, muitos bloqueadores permitem que o proprietário configure o temporizador, definindo períodos mais longos ou curtos à função, aumentando a conveniência do aparelho.

Qual o custo desse equipamento?

Tão grande quanto a diversidade de modelos é a flutuação de seus preços. Isso porque uma simples pesquisa no Google Shooping nos apresenta a uma infinidade de equipamentos, marcas e soluções. Com isso, identificamos três patamares de preço a esse dispositivo:

Como instalar o bloqueador em um carro?

A instalação do bloqueador é bastante simples, pois não exige nenhum procedimento invasivo para que se conecte ao carro. Na realidade, a central do dispositivo consegue se plugar ao veículo no cabeamento adequado, disponível sob o painel do automóvel. A etapa mais delicada, ainda que fácil, é a escolha e posicionamento do botão secreto, que deverá ser acessível e conveniente ao proprietário.

Como escolher o melhor tipo de bloqueador?

Observando o seu orçamento e necessidade. Afinal, você precisa garantir que está oferecendo uma proteção coerente à importância e valor do seu veículo. Por isso, deve-se considerar os locais em que você estaciona e a incidência desses eventos. Sobre a qualidade, você pode pesquisar pelo dispositivo em marketplaces virtuais como o Google Shopping ou o MercadoLivre e ordenar a pesquisa a partir dos melhores avaliados.

Com isso, encerramos mais este post importante aos proprietários de automotivos . Acreditamos que você conheceu outra solução funcional para a proteção do seu veículo nas ruas. Com a instalação desse dispositivo, pode ser que você reduza a ansiedade inerente ao abandono do veículo em uma região pouco protegida.

Você gostou deste artigo esclarecendo o funcionamento de um bloqueador de carro? Então aproveite a chance de se manter atualizado no segmento automotivo e assine a nossa newsletter!

Vale a pena antecipar parcelas do consórcio automotivo?

O consórcio automotivo é uma grande ferramenta para conquistar novos bens. Não sem motivo, o consórcio continua sendo um dos grandes destaques do segmento quando o assunto é aquisição de bens.

Porém, com tanta gente interessada por ele, também surgem muitas dúvidas. Uma delas é se vale a pena antecipar as parcelas do consórcio automotivo. É o que vamos responder neste artigo, apresentando os diferenciais e os benefícios do consórcio para quem pretende antecipar parcelas. Venha conosco!

Como o consórcio funciona?

O consórcio funciona de forma simples e transparente. Basicamente, os consorciados formam um grupo de pessoas interessadas em comprar um mesmo bem — nesse caso, um carro.

Dessa forma, com as parcelas que cada um paga mês a mês, cria-se uma espécie de poupança. A cada mês, o montante acumulado nessa poupança é suficiente para comprar uma determinada quantidade de carros, e isso acontece sucessivamente até o final do consórcio, ou quando todos são contemplados.

Isso pode acontecer das seguintes maneiras:

  • sorteio — periodicamente, são realizados sorteios entre os participantes do grupo para que recebam a carta de crédito antes do término das parcelas mensais;

  • lance — também são oferecidos leilões, em que os participantes podem fazer lances (que são valores antecipados do consórcio), sendo que o maior é contemplado com a carta de crédito;

  • Final — todos participantes que ainda não tiverem sido contemplados ou sorteados recebem a carta de crédito no valor do bem.

Vale a pena antecipar parcelas? 

Como qualquer tipo de aporte monetário, antecipar ou não as parcelas do consórcio dependerá muito dos seus objetivos. Por isso, é preciso fazer uma análise aprofundada das suas finanças para entender se a antecipação vai de encontro com seus objetivos de médio e longo prazos.

Antes de qualquer coisa, é preciso entender como são calculadas as parcelas do consórcio, e como isso pode impactar nos planos de antecipar seu pagamento.

Cálculo das parcelas do consórcio

As parcelas do Consórcio Nacional Honda são constituídas da seguinte maneira: a soma dos percentuais destinados ao fundo comum, ao fundo de reserva, à taxa de administração e ao seguro de vida.

A composição de cada um desses itens é simples, mas vamos destrinchar para não ficar nenhuma dúvida:

  • taxa de administração — essa é a taxa que o Consórcio Nacional Honda cobra para formar, organizar e administrar o grupo de consorciados, desde a primeira assembleia até a última;

  • fundo comum — é o fundo em que ficam os recursos destinados à concessão de crédito aos consorciados contemplados e também à restituição de valores às pessoas excluídas do grupo;

  • fundo de reserva — é o percentual cobrado sobre o valor do bem para ser utilizado na cobertura de algumas situações previstas contratualmente, como insuficiências do fundo comum, demandas judiciais, etc.;

  • seguro de vida — como o próprio nome já diz, esse seguro garante o pagamento das parcelas em caso de morte do consorciado, de modo que os demais consorciados do grupo não são afetados.

Vale ressaltar que as parcelas podem variar em função do tempo. Isso não tem nada a ver com juros ou algo parecido: a variação acontece por conta da mudança do valor do bem. Ou seja, se o valor do veículo for reajustado pelo fabricante, a parcela também será corrigida até alcançar o novo valor do bem.

Antecipação inversa das parcelas

No Consórcio Nacional Honda, só existe uma modalidade de antecipação das parcelas: a inversa. Nela, a antecipação só pode ser realizada na ordem contrária — ou seja, da última parcela para a primeira.

Essa antecipação pode ser feita utilizando o slip (boleto de pagamento) que o consorciado recebe, anotando o valor desejado no campo “Valor Cobrado”, na ocasião da realização do pagamento.

Quais são as vantagens de antecipar as parcelas do consórcio?

Bom, agora você já sabe como funcionam as parcelas e o modelo de antecipação do Consórcio Nacional Honda, certo? Então vamos apresentar, a seguir, algumas das vantagens de fazer a antecipação da parcela.

Se alguma dessas vantagens estiver alinhada com as suas necessidades atuais, então vale a pena considerar fazer a antecipação.

consorcio

Redução do saldo devedor

Sabemos que o consórcio é um investimento a longo prazo. Portanto, se você está preocupado com o futuro das suas finanças, mas tem algumas reservas atualmente, pode ser uma boa manobra antecipar as parcelas do consórcio.

Dessa forma, sempre que sobra um dinheirinho, você poderá reduzir o saldo devedor para evitar imprevistos lá na frente.

Alívio na renda comprometida mensalmente

Muitas vezes, passamos por situações adversas durante um tempo, e o valor da parcela que outrora cabia no orçamento pode começar a pesar.

No caso de uma mudança ou perda de emprego, usar o valor da rescisão para adiantar as parcelas pode trazer mais tranquilidade até que a situação financeira se estabilize novamente.

Quais são as desvantagens de antecipar as parcelas do consórcio?

Apesar de ser bastante vantajoso para muitas pessoas, antecipar as parcelas do consórcio pode não ser tão interessante para outras.

Por isso, a seguir, apresentamos algumas das desvantagens da antecipação de parcelas. Se você se encaixa em algum desses casos, talvez seja melhor reconsiderar a antecipação e seguir o fluxo normal das parcelas do consórcio.

Não contemplação imediata

Antecipar as parcelas, ao contrário do que muita gente pensa, não dá o direito à contemplação imediata — mesmo nos casos de quitação da cota.

Isso acontece porque o processo do consórcio deve ser seguido rigorosamente, e a antecipação das parcelas não pode ser considerada como um lance. Portanto, antecipar e até quitar a cota dessa forma não garante que você será contemplado imediatamente.

Antecipação x lance

Se você tem o capital e está pensando em antecipar as parcelas para aliviar o saldo a longo prazo, talvez valha a pena considerar o valor que você pretende aplicar na antecipação.

Fazendo isso, fica mais fácil saber se vale mais a pena antecipar as parcelas ou já aproveitar uma assembleia para fazer um lance e ter uma chance maior de ser contemplado a curto prazo.

E aí, conseguimos ajudar você a decidir se vale a pena antecipar parcelas do consórcio? Essa é uma decisão pessoal e que precisa ser feita perante uma análise das suas finanças. A antecipação pode ser uma boa estratégia para ter parcelas que cabem no bolso e o seu carro mais próximo de você.

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7 modelos de carros para jovens que estão em alta no mercado

As montadoras estão cada vez mais atentas ao mercado de carros para jovens. Afinal, elas sabem bem que eles estão entre os principais objetos de desejo desse público, que costuma aguardar com bastante expectativa pelo momento de tirar a habilitação e poder sair dirigindo por aí.

Para agradar aos mais novos, as empresas apostam em opções que aliam design diferenciado, tamanho otimizado e motores econômicos, conferindo bom desempenho e ótimo custo-benefício.

Pensando nisso, decidimos falar, neste post, sobre os carros para jovens que estão em alta para ajudar na sua escolha. Confira!

1. Honda Fit

Os carros da Honda sempre foram sinônimo de tecnologia e conforto. Para conquistar o público jovem, a montadora japonesa inclui a cada ano novidades no seu hatch compacto, o Fit.

A motorização é um de seus grandes diferenciais, já que todas as versões são equipadas com motor 1.5, que aliam potência e economia na medida certa. Para uma direção segura, o Fit conta com controle de tração e estabilidade, assistência de partida em rampas e airbags frontais.

2. Honda WR-V

Para os jovens de perfil mais aventureiro, o WR-V pode ser a pedida certa. Umas das melhores opções na categoria pré-SUV, o compacto chega em 2019 com duas versões, a EX e a EXL.

Ambas as versões são equipadas com motor 1.5 de 16v e câmbio automático CVT, além de rodas de liga leve de 16″, freios ABS, piloto automático e central multimídia. A versão EXL traz, ainda, bancos de couro e airbags de cortina como diferenciais.

3. Honda HR-V

Um dos carros mais vendidos no Brasil no ano de 2018, o HR-V também tem agradado ao público jovem. O modelo apresenta um acabamento diferenciado e uma motorização eficiente, como motor 1.8 i-VTEC FlexOne.

No aspecto visual, o destaque vai para sua parte dianteira, que apresenta faróis redesenhados com faixa de luzes de LED. Do lado de dentro, o modelo oferece muito conforto e muito espaço, ideal para quem gosta de levar suas coisas, seja para onde for.

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4. Chevrolet Onix

Apresentado pela montadora americana em 2012, o Onix rapidamente ocupou o posto de modelo mais popular da empresa por aqui. O seu sucesso não se restringe ao público jovem, já que o modelo se acostumou a liderar o quadro geral de vendas por muitos meses.

O hatch compacto é comercializado com diferentes configurações de motor, agradando tanto aos que procuram economia quanto desempenho. Também é possível escolher entre câmbio automático e manual.

No entanto, o maior atrativo para os jovens é a presença do sistema MyLink, uma central multimídia que permite a conexão com o celular via Bluetooth, além de acesso à internet e diversos aplicativos.

5. Ford Ka

Antes lembrado pelo seu visual controverso, o Ford Ka ganhou novo design a partir de sua segunda geração, fazendo com que o modelo caísse nas graças dos consumidores brasileiros — especialmente dos mais jovens.

Seja qual for a versão escolhida, a conectividade com o celular também estará presente, por meio do sistema My Ford Dock.

6. Toyota Etios

Outra opção de carros para jovens de uma montadora japonesa que merece destaque é o Toyota Etios. Com versões hatch e sedan, o modelo oferece diversas possibilidades de personalização para agradar em cheio a esse público.

Os interessados podem escolher entre câmbio manual e automático e motorização 1.3 ou 1.5. Itens como controle de estabilidade e assistente de partidas em rampa são de série em todas as versões.

Quem quiser um Etios zero km em 2019 desembolsará de R$48.400,00 pela versão 1.3 X manual até R$67.690,00 pela versão 1.5 Platinum, com transmissão automática.

7. Hyundai HB20

O HB20 foi a grande cartada da montadora sul-coreana com o objetivo de se estabelecer de vez no mercado brasileiro. A aposta deu certo, tanto que o modelo vem figurando frequentemente na lista dos mais vendidos no país.

As principais novidades nas versões de 2019 ficam por conta da grade frontal em estilo colmeia e com contorno cromado, com exceção para a versão Turbo, que conta com aletas horizontais para otimizar a circulação de ar. As rodas de liga leve e a central multimídia, que antes se limitavam às versões mais completas, agora estão presentes em mais modelos da linha.

 

Depois de escolher entre os carros para jovens preferidos, é importante avaliar se é mais vantajoso adquirir um modelo novo ou seminovo. Além do valor investido na aquisição, existem outros quesitos que devem ser avaliados nessa hora, como os custos de revisão e manutenção, além da disponibilidade de peças de reposição.

Quem optar por modelos novos vai pagar um pouco mais, mas certamente terá de se preocupar menos com manutenção. Se a opção for por um seminovo, é preciso se certificar de que o veículo está em boas condições para minimizar alguns problemas que veículos usados podem enfrentar.

Tomando esses cuidados, não há dúvidas de que você fará um ótimo negócio ao comprar um desses carros para jovens. Se essa for a sua primeira aquisição, aproveite para conferir o post que preparamos com dicas essenciais para quem vai comprar o seu primeiro carro!

 

Afinal, é possível comprar um carro usado com a carta de crédito?

Os consórcios andam em alta nos últimos anos, afinal, a modalidade atrai pessoas interessadas em conquistar um bem de um jeito mais prático e menos pesado para o orçamento. Entre eles, um dos mais visados é um veículo próprio, mas então surge a dúvida: é possível comprar um carro usado com a carta de crédito?

O ponto inicial que todos precisam saber é que, sim, o participante pode comprar um automóvel usando a carta. Porém, para que tudo corra bem, é fundamental ficar atento a algumas particularidades do processo — da escolha do consórcio até a liberação para a compra.

Por isso, preparamos este post com as principais informações sobre esse assunto. Acompanhe e tire suas dúvidas!

O que é uma carta de crédito?

De forma simples, uma carta de crédito funciona como uma espécie de vale-compra. Ou seja, ela corresponde ao valor que o consorciado escolheu para seu plano. Ao ser contemplado, o participante recebe a carta e pode optar por comprar carro usado ou outro bem ou, ainda, receber o valor em dinheiro, desde que as regras estipuladas no contrato sejam respeitadas.

Como ocorre a contemplação?

Depende do formato escolhido pela administradora. Algumas usam os resultados da loteria para o sorteio dos participantes. Outras fazem os sorteios internamente em assembleias com os consorciados.

Ao ser contemplado, o participante recebe a carta de crédito no valor do plano contratado, não importando a quantidade de parcelas pagas. Lembrando que todos serão contemplados até o fim do grupo e, assim, os sorteios apenas servem para definir a ordem de contemplação e equilíbrio entre os consorciados.

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O que é preciso avaliar para comprar um carro usado com carta de crédito?

Existem algumas considerações muito importantes que o participante do consórcio automotivo precisa avaliar sempre até ser contemplado. A seguir, apontamos as mais relevantes.

Valor do carro

É possível adquirir o veículo que desejar desde que ele esteja dentro do especificado para a cota.

Mas pode acontecer de o valor do plano não ser suficiente para comprar o carro que a pessoa deseja. Nesse caso, ela pode usar a carta como parte do pagamento. Por exemplo, a contemplação é de 30 mil e o carro custa 50 mil, o consorciado paga uma parte e pode parcelar o restante.

Critérios do contrato

O contrato é o ponto chave para não ter dor de cabeça ou alguma decepção com consórcio para comprar carro usado com a carta de crédito. Por isso, antes de assinar, é preciso conferir com atenção alguns pontos fundamentais:

  • não acreditar em promessas verbais — tudo o que foi acordado precisa estar no contrato;
  • analisar se o contrato está em conformidade com a propaganda feita pela empresa;
  • verificar quais são as condições para a contemplação;
  • consultar dados sobre a empresa — reclamações, CNPJ, tempo de existência da empresa etc.;
  • conferir se a administradora é autorizada e tem o registro junto ao Banco Central.

Esses são apenas alguns dos aspectos gerais; via de regra, enquanto as dúvidas persistirem, o contrato não deve ser assinado!

O que devo saber antes de contratar um consórcio automotivo?

A fase de análise e planejamento para a escolha do melhor consórcio é fundamental e todo cuidado deve ser tomado nesse momento. Antes de assinar a documentação, é preciso avaliar se os seguintes pontos estão dentro do que se esperava ou se ainda restam dúvidas a respeito. Acompanhe.

Contrato

No tópico anterior, falamos sobre os critérios gerais de análise do contrato. Aqui, vamos um pouco mais fundo: conhecer as regras adotadas pela administradora, pois elas variam de uma para outra e em alguns casos são significativas.

O contrato propriamente dito não obriga o consorciado a adquirir o bem que havia determinado no início do plano. Por exemplo, o participante queria um tipo específico de carro usado, mas no momento da contemplação ele percebeu que havia outro modelo que poderia adquirir. Ele pode perfeitamente fazer isso com carta crédito recebendo o valor em dinheiro ou adquirindo outro carro, caso as regras deixem claro essa possibilidade.

Ler atentamente o contrato evita que o participante comece a pagar mensalidades acreditando que poderia fazer x coisas, quando não seria possível.

 

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Regras de uso da carta de crédito

Todas as administradoras têm regras próprias sobre como usar a carta de crédito após ser contemplado. Por exemplo, algumas podem definir que o bem adquirido ficará como garantia até que as parcelas restantes sejam pagas, caso o valor seja superior à cota do grupo.

Situação do carro usado

Estamos falando sobre comprar um carro usado e, mesmo tendo em mente que o antigo dono foi cuidadoso com o veículo, é preciso considerar que ele já não é o mesmo que antes. Por isso, vale a pena analisar e conferir a situação de determinados itens que sofrem muito com os anos de uso, como amortecedores, volante, bancos e pedais. A parte externa também precisa ser avaliada de perto, especialmente a situação da pintura.

Comprar um carro usado é o sonho de muitas pessoas que anseiam conquistar um veículo próprio. O consórcio, nesse cenário, é uma excelente ferramenta para ajudar na realização desse sonho sem que seja necessário sofrer ou sacrificar muito do orçamento.

Agora que você já sabe que é possível comprar um carro usado com a carta de crédito, aproveite e faça já o seu consórcio, fale com um de nossos especialistas e veja como é fácil.

Descubra agora porque o Honda CR-V é o carro perfeito para você

Quer conhecer um pouco mais sobre a trajetória desse veículo e o que sua versão mais recente tem para oferecer? Continue a leitura e conheça todo o potencial, qualidade e estilo do Honda CR-V!

Honda CR-V: o queridinho brasileiro

É difícil encontrar alguém que não saiba, ao menos, um detalhe positivo do Honda CR-V. Contudo, foi a partir de sua quarta geração, que chegou por aqui em 2012, que ele começou a se estabelecer de forma sólida no mercado nacional.

O alto padrão de conforto, robustez e espaço interno foram algumas de suas características que o fizeram ser conhecido entre boa parte dos brasileiros. Essa geração fez tanto sucesso, que o modelo emplacou como o carro importado mais vendido do país por um bom período.

Naquela época, a versão mais popular foi a EXL 4×4, topo de linha. Esse modelo contava com barras no teto, maçanetas cromadas, faróis de neblina, teto solar com acionamento elétrico, ar-condicionado digital bizona, bancos de couro, assistente de saída em rampas HSA, controle de estabilidade, além de airbags laterais e de cortina. Ou seja, esse era um carro para ninguém colocar defeito.

Entre os anos de 2013 e 2014, a versão EXL ganhou uma novidade: passou a contar com tração 4×2, mantendo o alto padrão e nível dos equipamentos.

A edição mais recente do Honda CR-V continua com a mesma qualidade e muito mais atrativos. Veja, a seguir, alguns dos diferenciais da versão 2019 desse modelo amado por milhares de brasileiros!

Diferenciais impressionantes do Honda CR-V

As características e diferenciais que você verá a seguir são muito elogiadas por quem tem esse carro ou já experimentou dirigi-lo. Portanto, para conhecê-las, continue acompanhando!

Acabamento

O acabamento do Honda CR-V é apontado, por muitos, como uma mistura daquilo que é essencial, com toques de modernidade e sofisticação. Além da qualidade, o carro não deixa aquela sensação incômoda de que é feito de puro plástico.

Vale chamar a atenção para as superfícies texturizadas e apliques que simulam madeira. Esses e outros detalhes fazem com que o Honda CR-V tenha uma cabine muito sóbria, mas sem deixar de lado o conforto e a elegância.

Alta performance e segurança

Um bom desempenho e uma segurança de ponta são as coisas mais importantes que um carro deve ter. O Honda CR-V não deixa a desejar nesses aspectos. Pois, além de aliar uma excelente performance com baixo consumo de combustível, ele conta com sistemas inteligentes, que ajudam o condutor a ter total controle sobre o carro, promovendo, assim, uma melhor dirigibilidade e segurança.

Aqui, podemos citar alguns exemplos, como o motor turbo de 190 cv, que trabalha com a redução do consumo de combustível e menor emissão de poluentes. Ou ainda, o sistema LaneWatch, que reduz os pontos cegos do motorista e aumenta em até 4 vezes o ângulo de visão.

Suspensão e freios

A suspensão e os freios estão diretamente relacionados ao conforto e segurança ao dirigir. Nesse quesito, o Honda CR-V oferece o melhor padrão de qualidade, tudo graças ao alto investimento em tecnologia de ponta.

Um claro exemplo disso é o Sistema VSA, o assistente de tração e estabilidade da Honda. Ele consegue equilibrar, de forma automática, a frenagem e a tração das rodas de maneira independente. Especialmente nas situações mais complicadas que requerem um maior nível de estabilidade.

Tudo isso, aliado com uma suspensão traseira Multi-link e uma dianteira MacPherson, ambas dispensam comentários em termos de segurança e durabilidade.

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Cores e estilo

O novo Honda CR-V 2019, para ganhar ainda mais estilo e personalidade, chegou ao mercado em quatro cores distintas para agradar aos mais variados perfis: Basque Red Pearl, Crystal Black, Lunar Silver Metallic e White Diamond Pearl.

Conforto e tecnologia

Já vimos alguns pontos que deixam claro que o Honda CR-V oferece conforto e tecnologia de sobra, mas tem mais. A nova versão traz Sistema de Monitoramento de Atenção com vibrações, alertas sonoros e visuais, Sistema de Troca de Marcha no Volante — Paddle Shift — e claro, a CVT, para mais segurança e conforto.

Com tudo isso e muito mais, fica fácil de entender como o Honda CR-V encara seus principais rivais, como o Chevrolet Equinox, Peugeot 3080, Audi Q3, Hyundai Tucson e o Jeep Compass.

Honda CR-V 1.5 Touring CVT

Até aqui, vimos muitas características que o Honda CR-V Touring tem e que o tornam o carro ideal para você. Mas claro, ainda temos alguns aspectos gerais que valem a pena serem mencionados.

Dentre eles, o fato de que a versão 2019 conta com um sistema de tração integral, que pode trabalhar com até 40% de torque (rodas traseiras) sempre que for preciso. Do contrário, o eixo traseiro é desligado, permitindo que o carro reduza o consumo de combustível.

Além disso, ele o primeiro com motor turbo e que integra o sistema G-Shift, aumentando a eficiência no consumo e performance. Tem mais, o SUV traz uma grade ativa que faz com que o carro possa diminuir o arrasto aerodinâmico.

Com visual extremamente sofisticado, ainda temos as luzes de neblina em LED, faróis full LED, com luzes diurnas e lanternas completamente em LED.

Tudo isso significa que o Honda CR-V Touring cumpre a promessa de ser um produto completo, cheio de estilo, luxo e sofisticação.

Por fim, vale lembrar que na hora de comparar e comprar seu Honda CR-V, a escolha de uma concessionária de confiança, como a HPoint, é fundamental. Afinal, segurança e praticidade também devem estar presentes na compra do carro.

No mais, é se planejar bem para adquirir um dos melhores carros do mercado.

Então, quer conhecer e se impressionar com um carro cheio de personalidade, sofisticação, robustez e imponência? Acesse, agora mesmo, o site da HPoint e saiba tudo que um Honda CR-V tem para oferecer a você!

Farol automotivo: fique por dentro de 7 cuidados essenciais

Carros exigem diversos cuidados por parte de seus motoristas. Além de ser necessário se preocupar com as peças para garantir seu bom funcionamento, também há muitos detalhes que impactam a sua segurança durante a viagem e, por isso, são exigidos por lei. Bons exemplos disso são a presença e a manutenção do farol automotivo do veículo.

Os faróis, como você já deve saber, são partes fundamentais presentes em qualquer carro em circulação. Essas luzes ajudam a guiar durante a noite, além de também mostrarem a direção do veículo quando se está em uma estrada longa. Tudo isso evita acidentes e melhora a viagem para o motorista.

Como também mencionamos, tomar conta dos faróis é uma exigência da lei. Sendo assim, caso haja algum defeito neles enquanto você dirige, você pode receber uma multa. Para evitar isso, é preciso estar sempre atento ao seu funcionamento.

Neste post, listamos 7 dicas simples para cuidar melhor de um farol automotivo. Confira.

1. Aprenda como os faróis funcionam

Isso pode ser algo bem simples, mas que já fará uma boa diferença na forma como você cuida do seu carro. Boa parte dos erros envolvidos na conservação de qualquer peça ocorre justamente quando o proprietário não tem uma boa noção de como ela trabalha e de como algumas de suas ações podem impactar seu funcionamento.

Para que você não caia nesse tipo de armadilha, o melhor a fazer é conhecer o funcionamento dos seus faróis. Leia o manual do veículo e se informe na hora da aquisição para ter certeza dos detalhes. Não custa nada ter esse tipo de prevenção.

2. Faça o polimento regularmente

Existem dois tipos de lentes de farol automotivo mais comuns hoje em dia: as feitas de policarbonato, material usado nos modelos mais recentes, e as de vidro, que eram utilizadas em carros mais antigos. Em todo caso, é necessário tomar os devidos cuidados com o polimento e a limpeza das lentes no seu dia a dia. Se elas ficarem muito sujas ou danificadas, você perderá visibilidade.

Para garantir a melhor preservação dessas lentes, é importante fazer a manutenção regular do carro, sempre com produtos adequados para cada material. Ressaltamos que a limpeza e o polimento do policarbonato são levemente diferentes do processo realizado na superfície de vidro.

3. Verifique a vedação

Como você já deve saber, a lâmpada do farol fica dentro da lente, completamente recoberta. Isso evita que pequenos objetos, como fragmentos de pedras, danifiquem a lâmpada. Além disso, por estar isolada do ambiente externo, ela também não é afetada por poeira e outras partículas que poderiam prejudicar sua parte elétrica.

Porém, para que ela fique preservada, o espaço entre a lente e a lâmpada deve estar bem selado. Antes de viajar e durante qualquer pequena manutenção, vale a pena também verificar a vedação dos faróis e garantir que não há nenhuma fenda entre a peça e a lente. Se houver algum problema, corrigi-lo imediatamente sai muito mais barato.

4. Faça a regulagem das lentes e lâmpadas

Pode parecer que o farol automotivo é uma peça estática, mas ele precisa ser regulado para funcionar adequadamente, assim como qualquer outro componente do veículo. Com o tempo, pode ser que ele fique desalinhado em relação à lâmpada, os fios podem se desgastar, entre outros defeitos comuns que não são difíceis de remediar.

A frequência ideal para a verificação e a regulagem das lentes e lâmpadas é de 3 em 3 meses, no mínimo, ou a cada dez mil quilômetros rodados. Você pode realizar o procedimento junto com qualquer outra manutenção, como a troca de óleo ou do filtro de ar.

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5. Use lâmpadas compatíveis

Há vários modelos de veículos no mercado. Consequentemente, também há muitos modelos de lâmpadas para faróis e cada um deles é pensado para um tipo específico de veículo e suas necessidades.

Muitos motoristas cometem o erro de utilizar lâmpadas genéricas e não compatíveis com seus automóveis, o que pode levar a várias complicações. Pode ser que a voltagem não seja adequada e que isso faça com que a lâmpada queime prematuramente. Também pode ocorrer da lâmpada não se encaixar adequadamente na base, o que faz com que ela se solte dentro do compartimento.

6. Tenha cuidado com a luz e a chuva

Outra coisa que você deve ter sempre em mente sobre o seu farol automotivo é que, devido ao seu material, ele é afetado de forma diferente pelo clima. Locais muito quentes, com incidência de luz direta, podem deformar parcialmente a lente ou desgastar a lâmpada em seu interior. Chuva intensa, por sua vez, além de desgastar, pode também entrar na lente, caso haja alguma fenda.

Ao estacionar, fique atento à luminosidade do local e verifique as lentes depois para ter certeza de que não houve nenhum dano extensivo. O mesmo vale para quando você dirige em um dia chuvoso. Por outro lado, se você pretende deixar o veículo parado por algum tempo, o melhor a fazer é cobri-lo para que ele fique protegido.

7. Saiba a hora de fazer a troca da lâmpada

Eventualmente, a lâmpada vai se desgastar e você precisará comprar uma nova. Porém, esperar até que ela apresente algum defeito no meio da estrada não é uma opção muito responsável. Sendo assim, o ideal é ter uma ideia do tempo de vida da lâmpada e sempre fazer a troca antes desse prazo.

Como já mencionamos, é importante escolher apenas lâmpadas compatíveis na hora de fazer a substituição. Se você estiver em dúvida, o recomendado é procurar um especialista, ou seja, alguém que entenda como funciona o sistema elétrico e que conheça a marca certa para o seu carro. Especialmente se ele tem um design único.

Com essas dicas, você já consegue manter o farol automotivo do seu veículo funcionando com mais facilidade. E se você estiver procurando ajuda, sabia que pode ir a qualquer momento no setor de pós-venda da concessionária Honda HPoint e realizar esses reparos.

Tem mais alguma dúvida ou uma dica própria para tomar conta dos faróis automotivos? Deixe um comentário logo abaixo, queremos ouvir sua opinião!

Conheça mitos e verdades sobre o consórcio automotivo

Participar de um consórcio automotivo pode representar a concretização de um sonho, afinal, para muitas pessoas, essa é a grande oportunidade para alcançar o objetivo de conquistar o carro próprio. Por outro lado, é comum que a falta de informação sobre como funciona e quais processos envolvem esse sistema, provoque muitas dúvidas entre os interessados.

No caso dos automóveis, estamos falando de um bem de alto custo. Por isso, sempre bate uma incerteza em relação à validade da participação, e quais são as possíveis eventualidades e como, de fato, tudo acontece até a contemplação.

Por isso, preparamos este artigo com alguns dos principais mitos e verdades sobre o consórcio de automóveis. Acompanhe conosco e fique por dentro do assunto! 

Dinheiro não pode ser devolvido

Mito. Na realidade, o que ocorre é que ao cancelar o consórcio, o participante continuará a fazer parte das assembleias de sorteio, ou seja, até que ele seja sorteado e possa receber o dinheiro investido.

Para receber de volta o dinheiro, ele terá que respeitar o prazo do grupo. Isso quer dizer que as datas continuam as mesmas da assembleia. Por isso, é muito importante conferir o prazo.

Vendedor garante contemplação rápida

Mito. Não existe a mínima possibilidade de o vendedor estipular uma data para que a pessoa seja contemplada ou que o carro escolhido terá itens adicionais após a contemplação.

Para evitar problemas nesse sentido, é fundamental que o participante entenda como funciona o processo e analise atentamente quais são as condições do contrato.

Por outro lado, vale lembrar que existem, sim, caminhos que permitem aumentar as chances de contemplação. Ainda assim, eles variam de acordo com administradora e são apenas probabilidades, jamais certezas!

Consórcio não tem juros

Verdade. Essa é uma das maiores vantagens de um consórcio automotivo. É um ponto muito positivo, uma vez que torna a participação mais barata e acessível em relação a outros métodos, a exemplo do financiamento.

A maioria dos casos também não exige o pagamento de uma taxa de adesão, fator que ajuda muito as pessoas que não têm dinheiro disponível, mas conseguem manter um bom planejamento financeiro. Vale lembrar que existem, sim, algumas taxas. Assim, antes de fechar o negócio, é bom conferir quais são elas no contrato.

Parcela aumenta de valor repentinamente

Nem mito nem verdade. É falta de informação! O fato é que pode haver o aumento do valor das parcelas, pois elas seguem o reajuste de alguns índices, como o IPCA — o que significa que sempre há uma atualização com relação aos valores de mercado.

Esses aumentos raramente acontecem sem que o consorciado saiba dos detalhes

Ainda assim, não existe motivo algum para preocupação. Como apontamos, o consórcio de automóveis é uma boa oportunidade. Sendo assim, conversar com a administradora ou um especialista sobre todos os pequenos pontos pode resolver tudo!

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Dicas para avaliar o consórcio automotivo

Sem dúvida, o consórcio automotivo é uma excelente opção para conquistar o tão sonhado carro próprio. No entanto, é preciso ter atenção a alguns pontos para que tudo ocorra como o planejado. A seguir, veja quais são os principais.

Verifique o registro da empresa

Todas as empresas que trabalham com administração de consórcios precisam ter a autorização do Banco Central. No próprio site do BC é possível conferir essas informações e outras adicionais.

Pesquise sobre a administradora

A internet é o melhor caminho para avaliar se a administradora é realmente confiável. Para isso, além de consultar o site do Banco Central, vale a pena conferir os sites de reclamações e pesquisar sobre a instituição. Tudo isso serve para conhecer a reputação da empresa. Afinal, quanto mais conceituada, melhor!

Compare taxas e preços

Em qualquer situação que envolva a aquisição de um serviço ou bem, antes de fechar o negócio, é preciso pesquisar e analisar quais são as opções disponíveis. Assim, será possível avaliar e encontrar aquela que oferece a melhor forma de pagamento, as melhores taxas e os melhores serviços/produtos.

Fique atento aos reajustes

Nos tópicos anteriores, vimos que o consórcio automotivo não tem juros, mas tem reajustes. Eles servem para não deixar que a carta de crédito fique desvalorizada. Nesse caso, porém, o detalhe é que pode haver diferenças de reajuste em relação a um mesmo bem entre uma administradora e outra. Vale a pena pesquisar!

Coloque todas as promessas no papel

Sabe aquelas promessas feitas nas campanhas publicitárias e no site? Pois bem! Se a administradora prometeu, deverá cumprir. Por isso, antes de fechar o contrato e assinar o documento, confira se está tudo ali: melhores condições, vantagens etc.

Um consórcio automotivo é uma ótima opção para que conquiste seus sonhos.  Acompanhando as considerações que apontamos acima, é possível encontrar o melhor consórcio!

Ainda sonha em comprar seu primeiro carro ou trocar o seu por um modelo mais novo? A Honda HPoint é uma concessionária especializada em promover a melhor experiência de compra e troca de veículo com a garantia oferecida pela montadora. Entre em contato e descubra tudo o que podemos oferecer a você!

Veja porque você não deve colocar peças paralelas no seu carro

É muito comum ouvirmos falar sobre peças paralelas quandoprecisamos fazer alguma manutenção ou troca de componentes no veículo. Algumas oficinas e profissionais fazem tanta propaganda sobre elas que chegamos a considerá-las quase como originais.

Mas será que isso é verdade? Elas poderiam, de alguma forma, prejudicar o veículo e comprometer a segurança do condutor? O fato é que há muitas coisas não ditas sobre essa categoria de peças que você deveria saber.

Antes de respondermos a essas e outras questões, vamos entender um pouco mais sobre as peças paralelas. Continue a leitura e fique por dentro do assunto!

Peças paralelas

As peças paralelas também são conhecidas como peças alternativas ou genéricas. De forma geral, elas são produzidas por várias empresas e, normalmente, têm preços mais baixos. Aliás, esse é o fator que mais contribui para a ampla popularidade e sua presença constante nas revendedoras. Porém, a sua qualidade é o fator questionável.

Como você sabe, quando algum item é vendido por um valor que está muito abaixo daquele praticado pelo mercado, é bem provável que exista algum problema com a qualidade do material ou má procedência.

Somente esses aspectos já são suficientes para deixar claro o motivo pelo qual não é uma boa ideia investir nesse tipo de item. Mas há muitas outras razões para evitá-las. A seguir, selecionamos algumas delas. Acompanhe e saiba o que não estão contando para você!pecas

Afetam a estrutura do veículo

Peças paralelas não trazem certificação de testes realizados pelas montadoras — e ainda há aquelas que são remanufaturadas ou passam por recondicionamento.

Escolher peças não originais para o seu carro, além de não resolver o problema, pode acabar provocando danos na sua estrutura. O pior nessa situação é que talvez nada seja percebido até que seja tarde demais, pegando o motorista de surpresa.

Comprometem a segurança

Um dos maiores riscos do uso de peças paralelas em veículos é relacionado à segurança. Como vimos, elas podem comprometer a estrutura do veículo, e isso pode ser o ponto de partida para inúmeras falhas mecânicas.

Imagine precisar frear em uma situação de emergência e as pastilhas de freio não suportarem a alta temperatura e a exigência requerida do componente e o carro perder o controle? Situação extremamente perigosa, não é?

Danificam outros componentes do carro

Para que o veículo funcione bem, todas as peças devem estar alinhadas e se relacionarem perfeitamente. Quando uma começa a falhar, as demais serão sobrecarregadas — e o desempenho do veículo será prejudicado. Além disso, ainda há o fator segurança e a diminuição da vida útil das peças originais.

Aumentam os custos com manutenção

Em um primeiro momento, a pessoa pode achar que economizar entre 20% e 30% comprando uma peça paralela é um bom negócio. Mas isso não passa de ilusão. Ao avaliar a situação em longo prazo, vamos perceber que a manutenção do veículo custará muito mais quando comparado aquele que tem apenas peças originais.

Nem precisa fazer as contas para perceber que isso é um mau negócio. Por exemplo, a única certeza que teremos com esse tipo de peça é que ela não durará tanto quanto uma original, sendo que o tempo de durabilidade é uma verdadeira incógnita. Junte-se a isso a enorme possibilidade do componente quebrar e você ficar na mão quando mais precisar do carro!

Têm pouca ou nenhuma garantia

Quando falamos sobre peças originais, podemos perceber que a garantia oferecida para elas está em torno de um ano — e, em alguns casos, a concessionária ou montadora até oferece a chamada garantia estendida, ampliando esse prazo.

Peças paralelas têm prazos muito menores, e isso já dá um indício de que a qualidade é pouco confiável. O pior é o motorista ficar completamente sem amparo, pois adquiriu uma peça que não oferece nenhum tipo de assistência.

Têm qualidade duvidosa

O ponto mais fácil de ser observado sobre esses componentes duvidosos é a sua qualidade. Já sabemos que não é bom confiar, mas há outro fator que contribui para que muitas pessoas sejam enganadas e levadas a optar por esse tipo de produto: a popularidade.

Infelizmente, ainda temos uma tendência em acreditar que quando algo vende muito ou há muitas pessoas usando, é porque é um produto bom. Na realidade, as coisas não funcionam bem assim.

Anteriormente, dissemos que as peças paralelas são vendidas em muitos lugares. Isso acontece porque são fabricadas por várias empresas sem que elas sejam submetidas a critérios rigorosos de avaliação de qualidade. Ou seja, é exatamente o fato de haver menos rigor — e menos qualidade — que faz com que elas sejam amplamente distribuídas por preços baixos. E isso apenas aumenta a possibilidade de comprar um item de qualidade duvidosa.

Peças originais

Até aqui vimos alguns dos principais riscos que um motorista corre ao adquirir peças paralelas para seu veículo. Mas se você ainda tem dúvidas ou acha que vale a pena correr esse risco, vejamos alguns dos motivos pelos quais vale a pena gastar um pouco mais com peças originais.

Não prejudicam outros componentes do carro

A maior qualidade das peças originais é que elas garantem que o carro possa entregar sua melhor performance. Além disso, a vida útil de outras partes é do veículo é prolongada — e isso significa economia, pois há menos visitas ao mecânico.

Garantem mais segurança

Peças originais permitem uma qualidade maior na direção. Dessa maneira, torna-se mais fácil e seguro dirigir o veículo. Os riscos de o carro parar subitamente no meio de uma estrada e causar um grave acidente também são reduzidos.

Valorizam o automóvel

Esse é um dos detalhes que muitas pessoas não consideram quando usam peças paralelas. Carros da Honda, por exemplo, tendem a se desvalorizar muito pouco com o passar dos anos, desde que as peças usadas nas manutenções e trocas sejam originais. E isso é um ponto a favor em uma possível revenda.

Agora, ficou fácil entender que comprar peças paralelas não se trata apenas de um péssimo negócio, mas também de riscos à sua integridade física e de sua família. E isso sem contarmos com o trânsito. Por isso, todo cuidado é pouco, e caso alguém tente convencer você do contrário, é melhor desconsiderar!

Então, você já teve algum tipo de problemas ao usar peças de qualidade duvidosa? Deixe sua opinião sobre o que você acha sobre esse assunto!

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