Saiba o que observar no momento de adquirir carros econômicos

7 minutos para ler

A cada novo ano, o mercado automotivo é presenteado com novidades, avançando em direção ao futuro da tecnologia embarcada. No entanto, essa modernização também é vista nos motores, uma vez que a sustentabilidade é o novo lema da indústria automobilística.

Por isso, preparamos este post para falar sobre os carros econômicos! Afinal, essa é a grande tendência do mercado, em que os consumidores buscam também modelos cada vez mais eficientes, confortáveis e silenciosos para os seus deslocamentos. Então, não perca tempo e venha descobrir mais sobre o tema!

As principais características dos carros econômicos

A começar pelos detalhes que indicam esses modelos no mercado, é comum que as pessoas filtrem suas pesquisas por espaço, estilo e outras características os caracteriza. Entretanto, a escolha por um carro econômico deve igualmente considerar os pontos mais voltados a sua eficiência energética. Veja só!

Tipo de combustível

Entre os mais econômicos do país, é comum que esses modelos sejam predominantemente do tipo Flex, uma tecnologia bastante popular no mercado nacional, que permite o abastecimento com dois combustíveis — normalmente, gasolina e etanol.

Inclusive, essa flexibilidade é positiva principalmente na hora de decidir com o que abastecer, selecionando por critério de preço ou autonomia — o etanol costuma ser proporcionalmente mais barato e a gasolina oferece maior distância percorrida por litro.

Peso e dimensões

Outro indicativo comum da eficiência de um veículo é a sua massa porque, quanto mais pesado o veículo, maior o esforço necessário ao motor para provocar seu deslocamento. Por esse motivo, veículos mais leves ocupam o topo do ranking dos mais econômicos.

Além disso, as dimensões e o desenho do modelo também influenciam no seu consumo ou seja, quanto mais aerodinâmico o design, menor a resistência sofrida contra a passagem do ar. Sendo assim, carros com baixo coeficiente aerodinâmico tendem a ser mais eficientes somente do ponto de vista energético.

Motorização

O motor é o coração mecânico do automóvel, sendo diretamente responsável pela queima do combustível e pela transmissão de força para as rodas. Por isso, um projeto de engenharia moderno é muito importante para garantir o baixo consumo. Nesse sentido, as montadoras têm duas alternativas comuns para garantir a eficiência energética:

  1. motores aspirados de baixa cilindrada, entre 1.0 e 2.0;
  2. motores turbinados com downsizing, como 1.5 turbo.

Na primeira solução, aposta é na eficiência do projeto aspirado, fazendo o possível para que o processo de combustão seja extremamente preciso. No segundo caso, trata-se de um motor pequeno com o acréscimo do turbo, que entrega mais aceleração em rotações menores e, assim, reduz o trabalho do motor e o consumo de combustível — apesar do melhor desempenho.

Transmissão

Para finalizar, falaremos agora sobre o sistema de marchas. Por muito tempo, o comprador nutriu um receio dos modelos automáticos, pois os projetos antigos costumavam consumir mais combustível do que as versões manuais. No entanto, isso já é passado! Hoje em dia, o mercado está repleto de boas caixas automáticas, sobretudo quando nos referimos ao CVT — um sistema de transmissão continuamente variável.

Os principais critérios na escolha de um carro automático e econômico

Boa parte dos nossos leitores certamente está em busca de um modelo automático capaz de atender suas expectativas, conciliando economia e conforto durante a pilotagem. Por isso, reunimos os principais fatores para a sua tomada de decisão. Dê uma olhada!

Médias de consumo

Para saber se o veículo é de fato econômico, basta avaliar as médias de consumo, tanto para o circuito urbano como rodoviário, e considerando o abastecimento com etanol e gasolina. Essas médias são bem fáceis de interpretar. A mais popular é a km/l, indicativa da distância percorrida a cada litro abastecido.

No geral, carros econômicos marcam médias a partir dos seguintes valores:

  • consumo de etanol em trajeto urbano: igual ou maior que 7 km/l;
  • consumo de etanol em trajeto rodoviário: igual ou maior que 8 km/l;
  • consumo de gasolina em trajeto urbano: igual ou maior que 10 km/l;
  • consumo de gasolina em trajeto rodoviário: igual ou maior que 12 km/l.

Tecnologia do sistema de transmissão

Atualmente, existe uma série de tecnologias no mercado e cada montadora utiliza aquela na qual é mais especializada. A transmissão do tipo CVT tem conquistado o consumidor pelo consumo excelente e ausência de engasgos nas trocas de marcha.

Isso acontece por tratar-se de um sistema de polias em constante trabalho que possibilita que o veículo esteja continuamente variando de velocidades, conforme acelera, sem impelir a troca de marchas. Isso resulta em uma aceleração constante, suave e confortável.

Os principais carros econômicos da Honda

Como não poderia faltar, selecionamos aqui os destaques da montadora japonesa para o atendimento desse segmento do mercado. A seguir, listamos quatro modelos, cada qual com suas particularidades e público-alvo. Veja!

Honda Fit

A começar pelo clássico hatch compacto da marca, o Fit é consagrado por seu desenho moderno, além de seu bom pacote de equipamentos, conveniências e comodidades. Agora, dê uma olhadinha nos detalhes desse modelo:

  • 5 versões: DX, Personal, LX, EX e EXL;
  • motorização 1.5 aspirado de 116 cv de potência e 15,3 kgf.m de torque com transmissão CVT;
  • consumo de gasolina: urbano 12,3 km/l e rodoviário 14,1 km/l;
  • consumo de etanol: urbano 8,3 km/l e rodoviário 9,9 km/l.

Honda WR-V

O SUV, também compacto, recebe fortes inspirações do hatch, que acabamos de descrever. O WR-V apareceu no mercado para atender um público mais despojado, que não quer abrir mão do estilo nem da confiabilidade e robustez mecânica de um veículo Honda. Observe seus detalhes:

  • 2 versões: EX e EXL;
  • motorização 1.5 aspirado de 116 cv e 15,3 kgf.m com transmissão CVT;
  • consumo de gasolina: urbano 11,7 km/l e rodoviário 12,4 km/l;
  • consumo de etanol: urbano 8,1 km/l e rodoviário 8,8 km/l.

Honda City

Continuando a saga dos compactos, chegamos agora em outro sucesso do lineup Honda — o City. Uma proposta para quem quer um sedan que não seja tão longo quanto os médios, mas que preserve sua versatilidade, bom espaço interno e capacidade de porta-malas. Conheça suas características:

  • 5 versões: DX, Personal, LX, EX e EXL;
  • motorização 1.5 aspirado de 116 cv e 15,3 kgf.m com transmissão CVT;
  • consumo de gasolina: urbano 12,3 km/l e rodoviário 14,5 km/l;
  • consumo de etanol: urbano 8,5 km/l e rodoviário 10,3 km/l.

Honda Civic

Por último mas não menos importante, o clássico global da marca. Bastante amado pelo consumidor brasileiro, o Civic de 10ª geração coleciona uma série de vantagens como motorizações modernas, desenho futurista, soluções de conforto interno e muito mais. Dê uma olhada:

  • 5 versões: LX, Sport, EX, EXL e Touring;
  • motorização das versões LX, Sport, EX e EXL: 2.0 aspirado de 155 cv e 19,5 kgf.m com transmissão CVT;
  • consumo de gasolina: urbano 10,5 km/l e rodoviário 13 km/l;
  • consumo de etanol: urbano 7,2 km/l e rodoviário 8,9 km/l;
  • motorização da versão Touring: 1.5 turbo de 173 cv e 22,4 kgf.m com transmissão CVT;
  • consumo de gasolina: urbano 11,8 km/l e rodoviário 14,4 km/l.

Como você pôde perceber, não faltam ótimas opções de modelos que contam com economia de combustível além de toda a garantia e confiabilidade mecânica dos veículos Honda — uma engenharia feita de tradição, desempenho e excelência.

Então, gostou deste post especial sobre os carros econômicos? Se sim, não perca a chance de conhecer toda a nossa linha de veículos aqui na Honda HPoint! Entre agora em contato com a nossa equipe e veja como podemos ajudar nessa conquista!

Você também pode gostar

Deixe um comentário

Share This