Acessórios para carro: 6 itens que fazem toda a diferença

Para quem é admirador dos automóveis, ou mesmo para quem nem é tão apaixonado, mas depende diariamente de um para se locomover, o mercado de acessórios para carro tem aumentado não só em tamanho, mas também na qualidade e nas opções.

Mesmo nos dias atuais, com os carros chegando às lojas em diferentes versões e equipados com uma boa quantidade de recursos, ainda é bastante interessante adquirir alguns itens que podem melhorar a experiência de todos os ocupantes de seu carro.

Veja, a seguir, algumas dicas que facilitarão a sua escolha na hora de optar por bons acessórios para seu carro.

1. Bancos em couro

Um valioso item, entre os acessórios para carro, é o revestimento dos bancos em couro. Além da estética, quando aliado ao uso ar-condicionado, o couro não esquenta o corpo do motorista e dos passageiros como os bancos revestidos em tecido. Além disso, é mais fácil de mantê-lo limpo, uma vez que é impermeável e não acumula odores.

O couro, seja sintético ou natural, tem alta durabilidade, permitindo que você consiga manter o interior de seu carro com o aspecto novo por muito mais tempo, possibilitando mais conforto e requinte durante a convivência ao volante, além de maior valorização do automóvel na revenda.

2. Airbags

O airbag é um acessório com foco na segurança dos ocupantes do carro. Ele é comercializado como um kit composto de bolsas que são infladas no exato momento de uma colisão, amenizando ou, até mesmo, eliminando os danos à coluna, rosto e região peitoral dos ocupantes.

Quando os sensores instalados em partes do carro detectam que está ocorrendo uma colisão, as bolsas situadas nos pontos em que haverá impacto interno são lançadas para fora da área onde estão escondidas (podendo ser no painel frontal, nas colunas, na lateral e divisão dos bancos, entre outras partes) e infladas rapidamente, antes mesmo que os corpos dos ocupantes do veículo se desloquem, servindo para absorver o impacto do acidente.

Nesse momento, a pressão do contato com os corpos é reduzida durante o esvaziamento das bolsas, também em grande velocidade, na segunda fase do processo de proteção. É possível visualizar seu funcionamento nos famosos testes do NCAP e Latin NCAP.

Atualmente, além dos airbags frontais (que ficam ocultos sob o painel do veículo), existem também os airbags laterais, de cortina, centrais, de joelho e, inclusive, de capô e de teto que, quando utilizados em conjunto, totalizam dez ou mais bolsas protetoras no carro, envolvendo totalmente os ocupantes em situações de gravidade.

3. Travas de segurança

A trava de segurança é um acessório construído em material bastante resistente, que tem como função impedir que seu veículo seja dirigido por pessoas não autorizadas. Sua utilização é feita posicionando-o de maneira que mantenha algum pedal e a direção com os movimentos bloqueados, ligando um ao outro.

Sua ativação é bastante rápida, normalmente feita com auxílio de uma chave, em modelo que dificulta cópia e também a abertura forçada por um assaltante. A remoção é igualmente simples, permitindo velocidade para que o veículo possa sair de onde está estacionado.

Mesmo diante da simplicidade na operação de uma trava de segurança, é possível afirmar que ela oferece proteção e boa dificuldade para quem tentar furtar seu carro.

4. Películas de segurança

As películas de segurança são a evolução da simples película escura, mantendo seus benefícios, como o de reduzir a temperatura no interior de veículo, proteger estofados do desgaste precoce e prevenir que os ocupantes e objetos deixados no interior do carro sejam identificados.

Porém, as películas de segurança ou películas “antivandalismo”, como são também conhecidas, criam grande dificuldade para que um assaltante ou vândalo consiga quebrar os vidros do seu automóvel, uma vez que suportam impactos repetidos de mais de 100 kg, dependendo da versão escolhida.  

5. Kit multimídia (a estrela entre os acessórios para carro)

O kit multimídia veio para substituir os aparelhos que servem apenas para reproduzir músicas de estações de rádio ou exibir filmes de DVD. Esse acessório pode possibilitar a interação de todos os ocupantes do carro com o conteúdo dos seus smartphones e, até mesmo, exibir em sua tela alguns aplicativos de navegação famosos, como Waze e Google Maps, mantendo as informações de sua rota sempre atualizadas.

Algumas versões mais modernas trazem, de fábrica, aplicativos famosos para download e busca de músicas, como o Spotify. Em alguns casos, é possível também reproduzir músicas diretamente de estações de rádio que compartilham seu conteúdo ao vivo pela internet, utilizando a conexão de um smartphone para se manter conectado.

Outra grande função de um kit multimídia é possibilitar a conexão por tecnologia Bluetooth. Com ela, a conexão por cabo, que seria necessária para ligar o smartphone ao kit multimídia, por exemplo, não é mais necessária, permitindo que as conexões sejam realizadas sem depender de fios. Operações comuns, como atender uma ligação, poderá ser realizada sem grande dificuldade, em apenas um toque, utilizando também microfones instalados no veículo e ouvindo a voz pelos alto-falantes.

6. Câmeras de ré

A câmera de ré é outro acessório bastante valorizado, que facilita as manobras dos motoristas em marcha à ré, inclusive, nos ambientes com pouca iluminação.

Ela funciona da seguinte forma: na parte traseira do veículo, normalmente junto à iluminação da placa ou mesmo alocada em um furo central no para-choque, é instalada uma câmera que é ligada e tem sua imagem projetada na tela de um kit multimídia sempre que a marcha à ré é engatada. Algumas opções exibem algumas linhas que simulam por onde o carro passará durante a manobra.

A maioria das câmeras de ré também oferecem um sistema que compensa a ausência de luz, além de possibilitar a captura de imagem dos objetos a uma considerável distância e com bom ângulo de abertura, proporcionando maior facilidade ao manobrar, mesmo em períodos noturnos.

Vale salientar a importância em procurar e instalar novos acessórios para carro em empresas autorizadas e que conheçam seu veículo, visto que a instalação de acessórios de forma irregular poderá, além de invalidar a garantia do automóvel, causar problemas a curto ou médio prazo.

Finalizando, seja para segurança dos ocupantes do veículo, ou simplesmente para deixar seu carro mais confortável e com visual mais bonito, existem ainda mais acessórios para carro além dos apresentados neste artigo. Para conhecer outras incríveis opções, entre em contato conosco.

Carros blindados: o que é preciso saber antes de comprar o seu?

Você provavelmente já pensou nas vantagens de ter um carro blindado. A garantia da proteção que o veículo pode trazer é, sem dúvidas, tentadora. No entanto, antes de fazer a compra de um, é preciso levar em consideração alguns pontos.

A grande maioria dos carros pode ser blindado com a aplicação de chapas de aço, placas de um mix de plásticos e vidros reforçados, também compostos por uma camada extra de plástico. Porém, esse procedimento só é útil para armamentos leves. Para isso, é preciso ter a autorização do Exército, que checará todo o histórico de quem está interessado.

É preciso levar em consideração, também, que a blindagem é um processo caro, custando cerca de R$ 50.000, fora o preço do automóvel novo. Desse modo, comprar um modelo usado já blindado pode ser uma vantagem.

Isso porque esses automóveis podem valer até metade do valor que custaram após alguns anos de uso, o que significa uma grande economia. Leia no post algumas dicas para não errar na hora de escolher entre os modelos de carros blindados!

Busque informações sobre o veículo

A grande desvalorização do valor em poucos anos têm um motivo: a blindagem causa danos e impactos importantes na mecânica e na estrutura do carro. Afinal, a estrutura de metal e plástico pode pesar de 50 kg a 200 kg, em média. Desse modo, é preciso que o serviço tenha sido extremamente bem-feito e o seu proprietário tenha feita a manutenção correta para evitar desgastes maiores.

Sendo assim, busque informações precisas sobre o veículo. Não é recomendado comprar um veículo que tem mais de 3 anos de idade ou uma quilometragem muito alta. Isso porque o desgaste é maior quando o veículo está em movimento, visto que há maior peso em seu interior.

Avalie todos os itens

Depois de checar se a empresa de blindagem oferece um serviço de excelência, é preciso verificar os itens do carro. Inicie a observação no acabamento interno, pois parafusos encontrados no meio de forrações, portas ou revestimentos demonstram um serviço descuidado ou uma manutenção feita em uma oficina de má qualidade.

Veja se o veículo não tem sinais de umidade ou cheiro, visto que essa condição pode afetar a durabilidade da blindagem. Teste os vidros e observe se a subida é muito lenta ou eles param no meio do caminho quando acionados, pois isso pode representar grande perigo na hora de um assalto, por exemplo. No entanto, lembre-se de que as janelas costumam abrir pouco depois do procedimento.

Todas as portas devem ser bem alinhadas e abrir e fechar normalmente. Assim, veja se elas encostam na soleira e deixam marcas, pois esse tipo de situação pode indicar cansaço da estrutura do carro.

Ao andar no veículo observe se ele tem um comportamento firme, estável e sem ruídos. Além disso, cheque o funcionamento do ar-condicionado, visto que o veículo trafegará sempre com os vidros fechados.

Conheça sobre os cuidados especiais

Um carro blindado exige vários cuidados a mais que devem ser aplicados pelo proprietário para evitar desgastes precoces. O primeiro deles é com os vidros, visto que a troca pode custar cerca de R$ 10.000,00 e eles se quebram facilmente. Sendo assim, evite bater a porta do carro com os vidros abertos, pois eles podem quebrar.

Além disso, é preciso tomar cuidado ao deixar o veículo ao ar livre, já que mudanças bruscas de temperatura ou o sol muito quente aceleram a delaminação dos vidros, causando bolhas, que diminuem a proteção contra balas.

O motorista precisará fazer um curso específico de pilotagem para dirigir um carro blindado. Isso porque, devido às chapas e ao peso extra, o centro de gravidade do carro é desviado, causando alterações no modo convencional de dirigir. Para não correr riscos é recomendado que todas as pessoas que terão acesso ao veículo saibam dirigi-lo.

A pessoa que adquirir um modelo blindado, seja novo ou usado, precisará requisitar junto ao Exército um certificado de registro (CR). Esse documento é pessoal e deve ser renovado a cada três anos. Além disso, processo pode ser feito pelo despachante, sendo necessário RG, comprovante de residência e uma certidão atestando a negativa para antecedentes criminais.

Em relação à documentação, o veículo precisa ter em seu documento a palavra blindado no espaço referente a itens obrigatórios.

Verifique a data de validade

A blindagem, apesar de ser um processo caro, tem data de validade. Desse modo, é preciso verificar o prazo para não ter surpresas desagradáveis ou prejuízos.

Para fazer a verificação da validade confira o estado dos vidros, que não devem estar delaminados. As chapas e as mantas aplicadas na lataria, como nas portas, devem estar no lugar e íntegras. Por fim, ateste o funcionamento do motor, da suspensão, do sistema de freios, as fechaduras elétricas e os amortecedores.

Como esse é um processo muito técnico, a sugestão, antes de comprar um modelo usado, é levá-lo a um mecânico de confiança. Esse profissional poderá verificar todos os itens do carro e atestar se ele realmente está apto para a compra. Além do mais, existem empresas especializadas em blindagem, que podem verificar se as chapas aplicadas no automóvel estão em bom estado.

Esse passo é importante porque, apesar de o veículo ser usado e seu valor de mercado ser menor, adquirir um carro blindado ainda é um grande investimento. Por fim, todo carro blindado deve ter um certificado de blindagem. Solicite-o ao proprietário e verifique se a empresa que realizou a blindagem tem boa imagem no mercado e é de confiança.

Entenda como funciona a revisão e a manutenção 

Um carro blindado exigirá manutenção e revisão com menor intervalo do que automóveis regulares. Isso é importante devido às mudanças no centro de gravidade e no peso, que podem desgastar as peças mais rapidamente.

Esse cuidado evitará que as peças tenham que ser trocadas precocemente e haja danos nos amortecedores, motor, suspensão e no sistema de freios. Ademais, é preciso levar o automóvel periodicamente para verificar o estado das chapas de blindagem em uma empresa especializada.

Cheque a garantia

A maioria das blindadoras oferece um seguro do serviço que dura de três a cinco anos. É por esse motivo que comprar um carro blindado com idade superior a três anos não é muito vantajoso.

É importante verificar se a empresa que blindou o veículo ainda está ativa para que, caso seja necessário, os reparos sejam feitos. Além disso, saiba qual é o tempo que resta da cobertura para evitar imprevistos.

A escolha dos carros blindados deve ser feita com cautela e observando os pontos acima. Lembre-se de que, além de analisar as condições do carro é preciso verificar o estado da blindagem. Por fim, após a compra é preciso realizar as manutenções e revisões necessárias para garantir o bom estado do automóvel para revendê-lo.

Ficou interessado em adquirir um carro blindado? Então entre em contato conosco. Vamos ajudá-lo escolher entre os modelos ideal!

Por que é preciso entender tudo sobre suspensão de carro?

Quem é apaixonado por automóveis sabe que um veículo é composto por um conjunto de peças e acessórios fundamentais para seu bom funcionamento.

Uma dessas peças é a suspensão de carro, e conhecer seus componentes, como funcionam e sua composição é de grande importância na hora de identificar possíveis defeitos. Isso também ajuda muito a reconhecer quando seu carro precisa de manutenção— como quando surge algum ruído estranho.

Neste artigo, falaremos sobre esse recurso indispensável para o veículo e mostraremos por que é preciso entender como ele funciona. Quer saber mais? Então, continue a leitura!

O que é a suspensão de carro?

Em linhas gerais, é o sistema de amortecimento responsável por absorver os impactos causados por irregularidades no solo e manter as rodas do veículo sempre em contato com o chão. É por meio da suspensão que o automóvel adquire a estabilidade capaz de proporcionar ao condutor o controle da direção do carro e o conforto necessário enquanto ele dirige.

As suspensões podem ser de dois tipos: dependentes ou independentes. Vamos conhecê-las?

Suspensão dependente

Como o nome já sugere, nesse modelo, um lado da suspensão fica ligado ao outro pelo mesmo eixo (por isso, são dependentes). Logo, se apenas uma das rodas passar por algum trecho irregular, ela acionará o amortecimento das duas, forçando a carroceria a trabalhar e gerando uma inclinação em um determinado ângulo. Dependendo da situação, isso pode trazer instabilidade para o veículo.

A vantagem desse tipo de sistema — além do custo mais baixo — é que ele distribui o peso do carro de maneira mais uniforme, levando as montadoras a realizarem a instalação na parte de trás de alguns automóveis leves e médios.

Suspensão independente

Ao contrário da anterior, a suspensão independente trabalha com o intuito de proporcionar mais estabilidade ao veículo. Suas rodas não são interligadas, fazendo com que a carroceria se mantenha estável em caso de avaria na estrada. Por elevar bastante o desempenho, esse sistema é instalado na parte dianteira da grande maioria dos carros atuais (sejam eles leves, médios ou grandes).

Como ela funciona?

Independentemente do tipo de suspensão que o carro tenha, seu funcionamento mecânico ocorre, basicamente, de maneira que as rodas fiquem ligadas diretamente ao eixo ou por meio de um suporte conectado ao quadro do veículo. Isso permite que elas girem e, no caso das dianteiras, se movimentem para os lados. Nesses eixos ou suportes conectados às rodas, é instalada uma mola que vai da base até o corpo do carro, na parte superior.

Ao passar por alguma superfície irregular, essa mola é acionada, absorvendo os impactos mais pesados. Elas contam também com o auxílio de pistões hidráulicos instalados em seu interior ou no sistema de braços da suspensão, que ajudam a suavizar as pancadas.

Como é a composição das peças?

Como em outros sistemas do carro, a suspensão é composta por peças que trabalham em sincronia para possibilitar seu funcionamento. As principais são:

Amortecedor

Essencial na estrutura da suspensão, o amortecedor é a principal peça desse sistema. Seu objetivo é controlar os efeitos gerados na mola, balanceando a ação dos impactos e permitindo a estabilidade do veículo. Sem ele, seria praticamente impossível conduzir o automóvel.

Molas

Produzidas em aço e muito flexíveis, as molas têm basicamente a mesma função dos amortecedores, que é reduzir os impactos causados por avarias na superfície. Elas podem ser do tipo helicoidal ou feixe e instaladas na coluna de suspensão — ou em algum suporte específico, dependendo do modelo do carro.

Braço oscilante

Também conhecido como bandeja, ele é o responsável por ligar a coluna ao chassi do automóvel. Seu objetivo é servir de apoio durante os movimentos de subidas e descidas da coluna ao passar em algum trecho irregular. Essa ligação é feita por meio de buchas de borracha em uma das extremidades, permitindo a oscilação do braço sem gerar ruído.

Pivô de suspensão

Fixado na outra extremidade, ele é responsável por permitir que a coluna gire sobre si mesma, auxiliando na direção.

Barra estabilizadora

Responsável pela ligação entre as colunas de suspensão, a barra estabilizadora é presa à carroceria por meio de buchas e bieletas e tem como principal função fazer com que o veículo se mantenha estável na pista.

Como identificar quando a suspensão precisa de manutenção?

Devido à sua importância para o funcionamento do veículo, é fundamental que o condutor saiba identificar quando a suspensão precisa de manutenção. Além da recomendação das montadoras para trocas periódicas, é sempre pertinente o motorista conseguir se antecipar a possíveis defeitos e se manter resguardado diante de qualquer imprevisto.

Para troca agendada, a recomendação é que ela seja realizada a cada de 50 a 70 mil quilômetros rodados, dependendo do tipo de pista em que o carro roda diariamente. Por exemplo: se o veículo é mais utilizado em uma região com muitos buracos ou irregularidades, o ideal é que ela seja avaliada com mais frequência.

Seguir algumas medidas simples também pode contribuir — e muito — na hora de identificar possíveis problemas (e prevenir falhas ainda maiores). Entre elas, estão:

  • ficar atento a barulhos estranho e ruídos que não correspondam às características do automóvel;

  • observar se há diferença no impacto do veículo ao passar em alguma superfície irregular ou quebra-molas;

  • notar queda no desempenho e na estabilidade do carro durante a direção;

  • evitar conduzir por ruas com excesso de buracos ou irregularidades;

  • não trafegar com uma carga acima da permitida— especificada no manual do veículo;

  • realizar as manutenções preventivas regularmente em um profissional de sua confiança ou em uma autorizada indicada pela fabricante.

O que fazer em caso de problemas?

Se, mesmo tomando os cuidados acima, seu carro apresentar problemas na suspensão, não hesite em procurar uma oficina especializada para fazer o reparo ou a troca desse sistema.

Ignorar os indícios dados pelo carro referentes a esses componentes pode trazer um custo financeiro alto na hora manutenção, além do risco de provocar um grave acidente e colocar sua vida e de quem mais estiver no trânsito em perigo.

Como você pôde ver, é de extrema relevância ter um conhecimento básico sobre os componentes do seu veículo e, principalmente, sobre suspensão de carro. Saber identificar quando esse sistema precisa de reparos pode ajudar a prevenir futuras dores de cabeça, trazer alívio para o bolso e evitar transtornos graves.

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O que é preciso saber na hora de vender o carro?

Vender o carro pode não ser uma tarefa tão simples como parece. É preciso entender o valor de mercado, preparar o carro para que se torne atrativo— e não seja apenas mais um veículo à venda—, verificar a documentação e esperar por uma oferta favorável. Além do tempo investido em todo processo, é preciso também cautela para evitar fraudes e não cair em golpes.

Mas, calma, não queremos desanimar ou botar empecilhos em sua empreitada. É importante saber que, seguindo alguns passos, há maior chance de realizar uma negociação segura e benéfica para você e para o comprador. Quer saber quais são os procedimentos que podem garantir um bom negócio? Acompanhe o post!

Prepare o carro para a venda

Não adianta seu carro estar com o motor e todas as peças em perfeito estado se a lataria e estofados estiverem mal cuidados. O primeiro item que chamará a atenção de um possível comprador é a aparência do veículo, pois compramos com os olhos. Antes de anunciar o carro para venda, inspecione toda a parte interna e. se possível, faça uma lavagem completa.

Este procedimento, além de melhorar a aparência do carro, vai mostrar que o antigo dono, no caso você, era cuidadoso e isso pode ser um diferencial para o interessado. Carros bem cuidados possuem chances menores de apresentarem pequenos problemas que podem ser incômodos, como arranhões, manchas na pintura e desgaste nos bancos.

Tenha cuidado com a poluição visual do carro e retire adesivos, manchas do estofado, películas com bolhas, riscadas ou desbotadas. Caso você decida por não reparar arranhões ou pequenos amassados na lataria, se prepare, pois os interessados vão pedir descontos para que realizem os pequenos consertos.

Verifique as condições técnicas do carro: faróis, lanternas e pneus

Caso apresentem diferenças de cor, as lanternas e os faróis devem ser limpados internamente. A diferença pode acontecer por causa de excesso de poeira, pela entrada de água da chuva ou durante a lavagem. Faróis com aparência diferentes podem levar o interessado a pensar que houve uma batida e apenas um farol foi trocado.

Lembre-se sempre que a primeira impressão é a que fica, e isto também vale para as condições do carro. Verifique sempre o estado dos pneus, pois se estiverem muito gastos, trocá-los pode ser um bom atrativo para a venda. Você pode citar isto durante a negociação, enfatizando a segurança que pneus novos trazem.

Prefira sempre itens originais: caso as rodas de seu carro sejam esportivas, troque pelas de fábrica, pois a maioria das pessoas não gosta de veículos customizados ou prefere adquiri-los para realizar modificações de acordo com suas preferências e estilo.

Realize o levantamento da documentação do veículo

A documentação do carro também precisa estar correta e em dia. Verifique se todos os documentos estão em ordem e se não há multas em atraso. Você pode quitar os débitos antes da venda ou pode dar descontos para que o futuro proprietário faça os procedimentos. É certo que a primeira opção será mais atrativa para o comprador.

Apresente, junto com a documentação, os recibos de vistorias e as notas fiscais das revisões. Além de comprovar que o carro está em ordem, a organização dos documentos e recibos valorizará você como vendedor, demonstrando seu cuidado com o que diz respeito ao veículo. Uma boa dica é guardar tudo em uma pasta: os recibos, as notas, o manual do carro e a chave reserva, para que você saiba onde estão quando for preciso.

Identifique o valor de mercado

A tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) é usada como referência para média de valores. Você não precisa usar o valor da tabela para a negociação. Consulte o valor de mercado para carros semelhantes ao seu, pois este valor levará em condição, além do modelo, a quilometragem, o ano de fabricação, as condições de conservação, se ainda está na garantia de fábrica, se é de um único dono, entre outros pontos.

Tenha uma base do que o mercado está oferecendo e de qual é a sua necessidade. Se houver urgência em vender o carro, o indicado é manter um valor atrativo para chamar a atenção de possíveis compradores, mas se a urgência não for tanta, mantenha o preço de acordo com o verificado no mercado. Consulte sites especializados em compra e venda de veículos.

Avalie as ofertas recebidas antes de fechar negócio

Como dissemos no item anterior, você pode precificar seu carro de acordo com o valor de mercado, o que não quer dizer que as ofertas serão feitas de acordo com o que você esperava. Mas isto não deve ser motivo para você desistir ou vender por um preço abaixo do qual você deseja.

Não se afobe com as negociações, espere por uma oferta que esteja de acordo com suas expectativas. Isso não significa que você não possa ser flexível, só não permita que a demora na venda leve você a aceitar uma negociação que não será favorável ou benéfica para você.  Mais uma vez, alertamos para que tenha cuidado com propostas mirabolantes. É como diz o ditado: se a esmola é demais, desconfie.

Escolha entre negociar com autorizadas ou com pessoa física

As duas opções podem trazer vantagens e desvantagens na hora de vender o carro, mas é claro, tudo vai depender de onde e com quem a negociação será feita. A venda para pessoa física pode ser mais demorada, pois nem todos os interessados terão o valor à vista, além da parte burocrática a ser resolvida e fraudes a serem evitadas. Mas, nesta negociação, você pode pedir o valor que você deseja no veículo.

Nas negociações com autorizadas, você pode fechar negócio no mesmo dia, caso a oferta lhe agrade. Não precisa se preocupar com as burocracias referentes à documentação ou com as propagandas e anúncios da venda. Assim como pode haver alguma fraude na negociação com terceiros, nem todas as concessionárias fazem ofertas honestas, por isso procure sempre por concessionárias de renome.

Estes são alguns procedimentos que devem ser levados em conta para vender o carro de forma segura e vantajosa. A honestidade é um fator muito importante que deve ser levado em conta durante a transação. Não omita dados sobre o veículo e se certifique de que o interessado também está sendo sincero com você.

Se você quer a garantia de um bom negócio com segurança e tranquilidade, fale com quem entende do assunto e entre em contato com a Honda HPoint. Realize uma venda vantajosa!

Acessórios de carro: quais os indispensáveis para levar na viagem?

Quem é apaixonado por quatro rodas e adora pegar a estrada sabe que o carro é mais do que um meio de transporte. Por isso, todo bom motorista entende que para ter uma experiência mais tranquila e segura em viagens, ele deve ir além da manutenção de rotina.

Pensando nisso, elaboramos uma lista com os acessórios de carro indispensáveis que vão fazer suas viagens terem mais conforto, segurança e diversão. Então, continue lendo o post e saiba mais!

Suporte para celular

Hoje em dia, o celular é indispensável para qualquer pessoa. No entanto, enquanto dirigimos, devemos utilizá-lo de maneira correta, a fim de termos uma condução segura. Para usar o celular sem infringir a legislação, é importante que o aparelho esteja devidamente posicionado no suporte e que ações como atender ligações, acessar aplicativos ou conectá-lo ao kit multimídia do carro sejam realizadas por meio do comando de voz.

GPS automotivo

Esse é um dos acessórios de carro que mais dão segurança e tranquilidade em viagens. Com a variabilidade de rotas, saber que você está no caminho certo é essencial. Apesar de termos aplicativos de GPS em praticamente todos os smartphones, o GPS automotivo ainda é um acessório que vale a pena porque sempre oferece mapas atualizados e integrados, além de não consumir a memória do seu celular.

DVD portátil

Um outro item muito útil, principalmente para quem tem filhos, é o DVD portátil. Assim como o GPS, a utilidade desse aparelho é questionada. Porém, é uma ótima pedida para entreter as crianças durante uma viagem e deixar a jornada mais tranquila. Nesse ponto, vale ressaltar que esses equipamentos estão cada vez mais acessíveis.

Além disso, é relevante lembrar que a legislação de trânsito brasileira permite que o DVD fique ligado com o carro em movimento apenas para os passageiros no banco de trás. Por isso, opte por aparelhos que tenham sua instalação destinada aos ocupantes da parte traseira do veículo.

Carregadores de todos os tipos

Com tantos acessórios de carro, é preciso que eles estejam com as baterias sempre carregadas. Ter carregadores compatíveis com os mais diversos aparelhos garante que todos os equipamentos funcionarão adequadamente. Saber que o celular e o GPS não o deixarão na mão, descarregados durante uma viagem, é uma tranquilidade que não tem preço.

Sensores de estacionamento e câmera de ré

Todo mundo que já tirou carteira de motorista sabe que a baliza pode ser um pesadelo em certas situações. Ainda mais quando não estamos totalmente acostumados com o tamanho do veículo. Então, por que não aplicar um pouco de tecnologia para deixar essa manobra mais fácil, não é verdade?

Nessa perspectiva, sensores de estacionamento e câmera de ré são recursos indispensáveis para você fazer suas manobras com mais segurança e evitar situações complicadas. Além disso, ajudam a poupá-lo do constrangimento de um esbarrão no carro de trás — algo que pode ocorrer até com os condutores mais experientes.

Óculos noturnos

Quem dirige à noite percebe muito bem a perda de visibilidade durante o período noturno, seja dentro de cidades ou na estrada em uma viagem. Com a falta da luz do sol e com luzes artificiais que, muitas vezes, vão direto para o rosto do motorista, fica mais difícil e desconfortável dirigir quando não está de dia.

Por isso, um acessório indispensável que é sempre bom ter no porta-luvas do seu carro são os óculos noturnos. Caso você não conheça esse item, são aqueles óculos com as lentes amarelas. Essas lentes, além de auxiliar quando há neblina na pista, ajudam a diminuir o reflexo das luzes externas e fazem com que a visão fique menos cansada.

Tanto no trânsito urbano quanto viajando em uma estrada, isso contribui para que sua visibilidade da pista seja melhor e sua direção mais segura. Mas não se esqueça de sempre comprar óculos originais. Isso garante que seus olhos não sofram nenhuma lesão e que o acessório cumpra seu papel auxiliando na visão da rua ou da estrada.

Compressor de ar portátil

Mesmo nos preparando muito bem para uma viagem, imprevistos podem acontecer, correto? Quando um pneu fura e vamos trocá-lo, muitas vezes o estepe não está com a calibragem correta. Isso acontece porque alguns carros não são nada práticos na hora de retirar e recolocar o estepe no seu compartimento, fazendo com que o pneu reserva não seja calibrado na frequência necessária.

Para evitar essa preocupação, ter esse equipamento no seu carro faz com que suas viagens sejam mais tranquilas e você não seja surpreendido no meio de um imprevisto. No mercado, é possível encontrar compressores desse tipo a preços acessíveis. Além de pequenos, eles podem ser recarregados no próprio carro, na medida em que utilizam baterias de 12 volts.

Suporte para lanche

O suporte para lanche é um dos acessórios de carro do qual só lembramos quando mais precisamos. Em qualquer viagem mais longa, chega um momento em que precisamos comer, certo? Não raramente, o único lugar para fazermos uma pequena refeição é dentro do carro. Para não deixar que alimentos e bebidas sejam derramados no estofamento, ter um suporte desses à mão é indispensável na hora de pegar a estrada.

Cabide para encosto de banco

Quem nunca precisou fazer uma viagem na qual era necessário levar uma roupa formal como um terno, por exemplo? Colocar esse tipo de roupa na mala é sempre complicado, pois é certo que a vestimenta ficará amassada. Para esse problema não acontecer, ter um cabide automotivo é uma ótima saída. O acessório, além de ter um preço baixo, não ocupa muito espaço mesmo quando está sendo utilizado.

Agora que você já sabe quais são os acessórios de carro indispensáveis para levar no seu veículo, é só seguir e curtir a viagem com conforto e segurança. E lembre-se sempre de que, caso vá adquirir produtos eletrônicos, opte por equipamentos originais e com as certificações necessárias.

As dicas sobre acessórios não param por aqui: neste outro post, confira em detalhes se ainda vale a pena investir em um GPS automotivo e saiba mais sobre esse equipamento!

Como recorrer de uma multa? Confira 6 passos para anular a infração

Nos últimos anos, a rigidez em relação às normas de trânsito aumentou consideravelmente. As infrações estão cada vez mais comuns e mesmo pessoas acostumadas a seguir as regras tendem a cometer alguns deslizes. Afinal, erros podem acontecer, e aprender como recorrer de uma multa é essencial para qualquer motorista. 

Apesar de as infrações serem utilizadas com a finalidade de penalizar o motorista por desobedecer uma lei, é preciso deixar claro que aferições de radar, indicação errônea de dados (veículo, rua, horário) e a expedição da notificação após 30 dias da data do fato são motivos justos para a anulação. 

Em outras palavras, todo cidadão tem o direito de se defender e recorrer de uma notificação que não reconhece. Muitas pessoas acreditam que essa possibilidade não existe, mas ela é totalmente possível e viável. 

Você sabe como recorrer de uma multa? Não? Então, confira 6 passos para anular a infração!

1. Identifique o motivo para recorrer

O primeiro passo para recorrer de uma multa é identificar os erros que permitem essa ação. É comum encontrá-los no Auto de Infração ou na notificação do Departamento de Trânsito (DETRAN) do seu estado. Obviamente, existem algumas irregularidades que são mais habituais, como:

  • erro na cor/marca do veículo;
  • local da infração incompleto;
  • placa descrita erroneamente;
  • entre outros.

É preciso deixar claro que o Auto de Infração deve estar preenchido de acordo com o art. 280 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), da Portaria 59/07 do Departamento Nacional de Trânsito (DENATRAN) e do Manual Brasileiro de Fiscalização de Trânsito — MBFT do Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN).

2. Saiba quem pode recorrer

Qualquer pessoa que foi multada pode recorrer, independentemente da infração cometida, inclusive aquelas registradas por meio de câmeras de monitoramento ou que utilizam fotos de radares.

Recorrer de uma multa é um direito constitucional. O Contran, por meio da resolução nº 299/2008, padronizou os procedimentos para a apresentação de defesa de autuação e recurso. Veja o artigo 2º:

“É parte legítima para apresentar defesa de autuação ou recurso em 1ª e 2ª instâncias contra a imposição de penalidade de multa a pessoa física ou jurídica proprietária do veículo, o condutor, devidamente identificado, o embarcador e o transportador, responsável pela infração.”

Em outras palavras, o indivíduo que cometeu a infração poderá apresentar um recurso, mesmo que não seja proprietário do veículo. Entretanto, só é possível realizar esse procedimento se o condutor tiver se identificado ao receber a notificação de autuação. 

Para recorrer é preciso reunir alguns documentos, como cópias da CNH, RG ou outro documento similar, cópia do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRVL) e cópia da notificação da autuação ou multa. 

3. Realize uma defesa prévia

Antes de receber a multa, a pessoa recebe uma autuação. O Auto de Infração é um documento gerado pelos Órgãos de Trânsito dos Estados, Municípios e do Distrito Federal. Pode-se dizer, portanto, que uma autuação é apenas uma indicação de um erro de trânsito. 

A partir do recebimento do Auto de Infração é possível iniciar a defesa prévia. Esse documento deve ser entregue em até 15 dias, a contar do recebimento da Autuação de Infração.

Logo, o condutor poderá tomar ciência da infração de várias maneiras, como: flagrante (quando o proprietário é abordado e a infração é rapidamente criada) ou quando a notificação é recebida no endereço do proprietário do veículo. Preste atenção nisso!

4. Preencha o formulário de recurso

O formulário de recurso é um documento que deve ser preenchido para recorrer de uma multa. O seu preenchimento pode ser realizado por meio do site do DETRAN do seu estado ou na unidade mais próxima (pessoalmente). 

Esse formulário será utilizado para escrever sua defesa. Além disso, é preciso de alguns documentos para preenchê-lo, como RG, CNH, documento do veículo e a notificação de infração. 

É válido ressaltar que o formulário de recurso é único, ou seja, só deve conter apenas um Auto de Infração. Caso seja necessário recorrer de mais de uma multa, é preciso abrir um processo para cada uma delas. 

5. Verifique a documentação

Verificar toda a documentação é fundamental para quem deseja aprender como recorrer de uma multa. Se algum documento for enviado incorretamente ou a pessoa se esquecer de anexar qualquer dado importante, o processo pode sofrer danos. 

Além dos problemas gerados pela data, outros transtornos tendem a prejudicar os usuários. Logo, lembre-se dos documentos e, principalmente, de verificá-los. Veja abaixo o que é preciso:

  • requerimento de defesa;
  • cópia da CNH, RG ou equivalente;
  • cópia do CRVL;
  • cópia da autuação;
  • documentos de defesa (comprovantes de estacionamento, pedágios, atestados, entre outros).

6. Fique atento aos prazos

Por fim, mas não menos importante, é preciso se atentar aos prazos. O infrator terá 30 dias a partir da data da autuação para fazer sua defesa. Após a chegada do Auto de Infração, o motorista tem 60 dias para realizar todo o processo.

Além dos prazos para recorrer de uma multa, é interessante considerar um período para o seu pagamento. Multas que são pagas antes da data do vencimento recebem um desconto de 20% (e isso não anula a possibilidade do infrator desejar recorrer). 

Como já destacado, qualquer um pode recorrer de uma multa. Contudo, o ideal é procurar maneiras de respeitar as leis de trânsito, evitando que esses problemas se tornem frequentes. 

Além de gerar certa economia, estar de acordo com a legislação é uma ação que está diretamente ligada à saúde e segurança dos pedestres e condutores. Assim, todos tendem a sair ganhando com uma relação de respeito.

Aprender como recorrer de uma multa não é uma tarefa demasiadamente complicada. Reunir as documentações certas e ter certeza que há pelo menos um erro na infração é essencial para conseguir a anulação. Preste atenção nesses pontos e não perca essa chance. 

Gostou do nosso artigo? Aprendeu como recorrer de multas? Sabe o que deve ser feito? Então, que tal compartilhar este post em suas redes sociais e mostrar para seus amigos como anular uma infração? Contamos com você! 

Potência de carro: o que levar em consideração na compra?

Quem está pensando em comprar um carro deve ter se deparado com diversas siglas e nomes desconhecidos usados pelos fabricantes para divulgar o desempenho de cada modelo. Assim, pode ser difícil saber como escolher o motor ideal e a sua potência.

Para esclarecer essas dúvidas é preciso entender os significados e os números que se relacionam com a potência de um motor, como as cilindradas, cavalos, torque, válvulas e litros. Neste post, você saberá mais sobre o assunto e poderá escolher qual a potência de carro necessária para você. Confira!

Cavalos

No Brasil, a potência de um motor é definida em cavalos. Esse termo surgiu devido ao trabalho dos equinos nas minas de carvão inglesas, no século XVIII. Isso porque, antes da criação de máquinas, os cavalos puxavam baldes e carroças com produtos por meio de um sistema de roldanas, cordas e rodas.

Dessa forma, é natural que a potência dos motores fosse comparada a força dos cavalos. Quem teve essa ideia foi o inventor escocês James Watt, que trabalhou no desenvolvimento de máquinas e calculou que um equino conseguia subir em média 100 quilos de carvão a uma certa altura por minuto. Para generalizar a medida, James aumentou a carga em 50% e definiu a unidade de “cavalo de potência” como a força para levantar 150 quilos por 30 metros em 1 minuto.

A grandeza se tornou popular e é chamada de Horse Power, ou Potência em Cavalos. Atualmente, 1 HP (horse power) significa que o motor de um carro é capaz de erguer 75 kg, a 1 metro de altura em 1 segundo. Dessa forma, quanto maior o número de cavalos, maior será a potência, ou seja, move-se mais peso em uma velocidade maior.

Os automóveis que possuem desempenho alto possuem, em média, 350 a 450 cavalos de potência. Os veículos comuns, de uso urbano, apresentam normalmente de 100 a 120 horse power. Portanto, uma maior potência permite a um veículo que ele alcance boas velocidades em menos tempo.

Torque

No Brasil, o Torque é medido por quilograma força vezes metro (kgf.m). Essa também é uma medida de força do motor. Isso porque, quanto maior o torque, melhor e mais rápido o automóvel responderá as acelerações de seu condutor.

Essa grandeza é medida usando-se um dinamômetro. Para isso, é colocada uma carga sobre o motor. Normalmente um freio impede que as rodas girem, e após, é medida a força de torção que o motor faz sobre a carga. O torque é medido em diferentes revoluções por minuto (RPM) ou velocidades. Depois disso, os dados encontrados são jogados em uma fórmula que calcula a potência do motor do veículo.

O torque é especialmente usado por ser fácil e simples de medir. Como mencionado, ele pode ser avaliado quando há trabalho, ou seja, quando a carga não é um freio e move-se um objeto. Quanto mais torque produzido, maior é o potencial do motor de gerar trabalho.

Assim, ele é importante na escolha de veículos de transporte que realizam trabalho pesado, como ônibus e caminhões, assim como de veículos leves, para o dia a dia. Isso porque, quanto maior um cilindro, mais torque ele gera, conseguindo deslocar mais peso em rotações baixas.

Porém, para ter um torque alto, é preciso que o veículo tenha cilindros grandes e, assim, uma menor quantidade de rotações por minuto.

Cilindradas

As cilindradas são medidas em centímetros cúbicos e se referem a capacidade dos cilindros de um motor de armazenar determinado volume de uma mistura de combustível e ar. Um carro que possui 4 cilindros com capacidade de receber 250 centímetros cúbicos terá 1000 cilindradas, por exemplo.

Os modelos novos estão sendo equipados com um menor número de cilindros com maior volume, o que permite um número de cilindradas semelhantes. Isso acontece com um carro que possui 3 cilindros com capacidade de 333 centímetros cúbicos e possui 999 cilindradas. Essa medida é feita porque assim é possível ter um torque maior.

Quanto mais cilindradas um veículo possui, maior é o gasto com combustível para manter o motor funcionando perfeitamente. Assim, baixas cilindradas, como a citada no exemplo acima, são indicadas para carros que trafegarão por vias urbanas. No entanto, automóveis com cilindradas altas (1.600 e 2.000, por exemplo) são indicados para quem dirigirá por vias que permitam velocidades maiores, visto que rodovias amplas e sem paradas proporcionam um melhor desempenho.

Litros

É muito comum compararmos os litros de um carro com a potência. Afinal, o conhecimento popular afirma que um carro 1.0 terá maior dificuldade para subir uma serra, por exemplo, enquanto um 1.6 será mais potente nessa tarefa.

Esses números são uma outra forma de dizer as cilindradas. Dessa forma, um carro 1.0 possui capacidade de 1 litro de mistura de ar e combustível em seus cilindros, o que corresponde a 1000 centímetros cúbicos de volume interno.

Válvulas

As válvulas de um automóvel são responsáveis por permitir a entrada de ar nos cilindros para a combustão e a posterior saída de gases. Assim, um motor com maior número de válvulas permite que um cilindro troque gases de forma mais rápida, além de propiciar uma maior admissão de ar.

Assim, em ciclos mais lentos (velocidades menores), o motor terá baixa rotação, o que pode atrapalhar a mistura de ar e combustível nos cilindros, visto que a proporção não será ideal. Desse modo, um veículo de 8 válvulas é indicado para essa situação, pois perderá torque em rotações mais altas.

No entanto, com um carro de 16 válvulas acontecerá o contrário, ou seja, terá melhor rendimento em rotações mais altas, perdendo torque apenas em rotações mais baixas. É por esse motivo que um automóvel de 8V é indicado para a cidade, visto que a rotação nesse ambiente é mais baixa e, assim, entrega-se melhor torque de um modo mais rápido.

Em contrapartida, o carro de 16V é ideal para rodovias e estradas, onde há um maior número de rotações por minuto. Assim, há maior potência para as ultrapassagens exigidas nesse cenário.

Esses e outros termos são essenciais para definir a potência de um carro e qual veículo será escolhido. Antes de escolher um novo modelo, pesquise bastante e faça comparações. Afinal, só assim é possível descobrir como é a real performance de um carro e outras características, como a manutenção e o seu consumo.

E então, restou alguma dúvida sobre potência de carro? Conte sua experiência para nós nos comentários abaixo!

7 filmes sobre carros que você precisa assistir

O brasileiro é completamente apaixonado pelo setor automobilístico. Ter um carro próprio ainda é um dos maiores sonhos de um grande número de pessoas. Obviamente, os filmes sobre carros sempre podem contar com a presença dos amantes do setor. 

É válido ressaltar que esse tipo de filme é capaz de fazer várias pessoas parar por um bom tempo em frente à TV, simplesmente por ouvir o ronco do motor. Além disso, o imaginário e a emoção também são aspectos que chamam a atenção dos aficionados por carros. 

Interessou-se pelo assunto? Então, que tal conhecer 7 filmes sobre carros que você precisa assistir? Confira! 

1. Ronin

O primeiro filme sobre carros que listamos é Ronin. O filme apresenta várias cenas de perseguição, com alguns carros icônicos, como BMW 535i, Peugeot 406, Citroën XM e Audi S8. É válido ressaltar que Ronin é uma palavra em japonês, utilizada para designar samurais que não seguem um mestre. 

As perseguições são os principais atrativos do filme, evidenciando grandes carros acelerando pelas ruas de Paris. Vale a pena conferir. 

2. 60 segundos

Todo fã do setor automobilístico já assistiu esse filme pelo menos uma vez. Pode-se dizer, inclusive, que “60 segundos” é um dos principais responsáveis pelo boom de carros antigos. 

O filme é uma remodelagem de um exemplar de 1974, buscando agradar um público que vai além dos apaixonados por carros. A história passa por Memphis (interpretado por Nicolas Cage), um ladrão de carros que enganou a polícia por anos, mas se aposentou ao ver o cerco fechar. Entretanto, seu irmão se meteu em apuros e Memphis se viu obrigado a voltar ao mercado para salvar a sua vida.

A trama é interessante e conta com alguns carros clássicos, como Aston Martin DB7, Bentley Azure, Cadillac El Dorado e o Shelby GT (que na verdade é um Mustang caracterizado como Shelby).

3. Velozes e Furiosos

Velozes e Furiosos é uma das franquias mais assistidas em todo o mundo. Hoje em dia é possível conferir a maioria dos filmes no Netflix. A trama começa quando o policial Brian O’Connor (Paul Walker) se infiltra em grupos de corridas ilegais e começa a investigá-las. 

O principal grupo a ser investigado tinha como líder Dominic Toretto (Vin Diesel), que acaba criando uma forte amizade com Brian, a ponto de vê-lo apaixonar por sua irmã, Mia Toretto (Jordana Brewster). Os filmes se passam em diferentes lugares do mundo, incluindo Japão e Rio de Janeiro.

Infelizmente, a franquia se tornou mais assistida depois da morte trágica do ator Paul Walker, marcando o 7º filme e criando um final tocante para esse episódio. Independentemente disso, vale a pena maratonar toda a franquia.

4. Rush

Rush é mais um dos filmes sobre carros que merece destaque. Lançado em 2013, a obra tem como o objetivo contar a história de Nikki Lauda e James Hunt (interpretados por Daniel Brühl e Cris Hemsworth, respectivamente).

Todo universo da Fórmula 1, inclusive os acidentes, são destacados ao longo do filme, além dos relacionamentos e do glamour que influenciou a vida dos pilotos, que travavam competições acirradíssimas enquanto eram profissionais.

5. Herbie

Herbie, o Fusca preferido das telonas, também merece estar presente em nossa lista. Afinal, nenhum outro filme escolheu o Fusca como protagonista. Herbie era um carro de corridas, com a numeração 53 e estilizado em cores para homenagear o lendário Tour de France. 

O destaque do filme é a personalidade forte do carro. O Fusca não aceitava levar desaforo para casa e, ainda, demonstrava ciúmes de seu dono (principalmente quando ele arrumava uma parceira), mas fazia de tudo para cuidar de quem cuidava dele.

É importante ressaltar que Herbie apareceu em seis filmes da Disney. Vale a pena dar uma chance para o Fusquinha mais carismático do planeta!

6. Grand Prix

Grand Prix é um dos filmes sobre carros voltado para o mundo do esporte: a Fórmula 1. A história se passa na relação entre quatro estrelas da temporada de 1966. Todos os personagens eram fictícios. 

Jean-Pierre Sarti era um piloto francês da Ferrari, bicampeão do mundo e em final de carreira. Scott Stoddard era britânico, que se recuperava de um grave acidente em Mônaco. Pete Aron, por sua vez, era um americano que estava perdendo rendimento, mas procurava maneiras de voltar à tona. E, Nino Barlini, um italiano que acabara de entrar no esporte, mas era campeão de corridas de motocicletas. 

O filme conta com grandes pilotos da época, como Graham Hill e Phill Hill, que gravaram cenas de dentro dos carros. Um fato interessante do filme é que James Garner (ator que interpretou Pete Aron) tomou gosto pela adrenalina do mundo dos carros, dispensando dublês para as cenas de ação. 

Anos depois, Garner decidiu disputar corridas pela América do Norte, como o Baja Rally (com um Oldsmobile 442) e as 24 horas de Daytona, entre 1969 e 1971.

7. Christine

Por fim, destacamos Christine, um filme que foi sucesso em sua época, de tão bem produzido. Todo mundo ficava surpreso ao ver o Plymouth alviescarlate, com suas barbatanas majestosas e sua característica cara de mau. 

A narrativa começa com Arnie Cunningham, um estudante que tinha apenas um amigo, o atleta Dennis Guilder. Ele descobre um Plymouth Fury, vermelho e branco (“Christine”) que precisava de grandes concertos. O veículo foi restaurado por Arnie, que se tornou extremamente arrogante. 

Porém, Dennis descobre que o carro contém um passado assombroso, desde que o antigo dono teve um fim terrível. Assim, Dennis conta com a ajuda da namorada de Arnie para conseguir livrá-lo do mesmo fim. Contudo, eles descobrem que a única maneira é destruir o carro, que começa a agir por conta própria. 

O veículo passa a se reconstruir e, ainda, sente ciúmes de Arnie, seu atual proprietário. Apesar de ser um filme dos anos 80, vale a pena vê-lo e acompanhar essa história fantástica. 

Filmes sobre carros sempre terão a capacidade de atrair a atenção de milhares de pessoas. Portanto, podemos afirmar que essa lista tende a aumentar a cada ano que passa. Então, não perca tempo e assista a esses filmes, antes do mais novo lançamento chegar aos cinemas. 

E aí, o que achou dos filmes que listamos? Que tal compartilhar esse artigo em suas redes sociais e mostrar para seus amigos sua paixão por carros? Não deixe para depois!

7 dúvidas esclarecidas sobre carros inteligentes

Pensar em um automóvel que trafegue pela cidade sem motorista parece ideia de filme, não é mesmo? Mas não é! Os carros inteligentes, como estão sendo chamados, já vêm se tornando realidade. 

O Google, por exemplo, tem um carro autônomo que está passando por vários testes nos Estados Unidos. O modelo em questão não apresenta volante, freio, embreagem e, muito menos, motorista. 

A Ford, por sua vez, tem o ano de 2021 como meta para o lançamento de um veículo completamente autônomo. Hoje, muitos modelos da montadora já contam com recursos semiautônomos, que são capazes de detectar e evitar erros na condução. 

Podemos dizer que a ideia de carros inteligentes não é nova. O assunto vinha sendo discutido há um bom tempo, mas é polêmico e ainda gera muitas dúvidas. 

Interessou-se pelo tema? Então, continue a leitura deste artigo e veja 7 dúvidas esclarecidas sobre carros inteligentes.

1. O que são os carros inteligentes?

Carros inteligentes são automóveis capazes de se locomover sem a necessidade de intervenção humana. Em outras palavras, tais veículos dirigem sozinhos pela cidade, utilizando um sistema de comunicação eficiente para tanto. 

A comunicação entre veículos (v2v) é responsável pela prevenção de colisões, por meio da transmissão de informações entre motoristas sobre a velocidade e a mobilidade de carros. Além disso, a comunicação entre veículos e a infraestrutura (v2i) é responsável por prevenir avanços de sinal, congestionamentos e freadas repentinas.

É válido ressaltar que um dos principais objetivos dos carros inteligentes é aumentar a interação entre os veículos e as cidades, propiciando a transmissão de dados sobre as condições de tráfego e mobilidade, por exemplo. 

2. Como eles funcionam?

O funcionamento dos carros inteligentes se dá por meio da comunicação v2i e, é claro, a partir da internet. Por intermédio dos centros de gestão de tráfego, é possível ocorrer a transmissão dos dados das luzes dos semáforos para um determinado sistema, que os envia para os veículos em tempo real. 

Em contrapartida, os automóveis enviam informações sobre as condições do trânsito para a central, permitindo uma manipulação eficaz do tráfego naquele local. Essa transmissão é extremamente importante, sendo considerada a única maneira de gerir o trânsito sem a necessidade de intervenção humana. 

Propiciar a comunicação entre veículos também é imprescindível. Os carros poderão enviar alertas de problemas que estão fora do alcance dos sensores de um automóvel e, portanto, escapam da atuação dos sistemas. 

Saber a velocidade, a trajetória e a aceleração dos veículos, por exemplo, é fundamental para o controle total do trânsito. Já pensou nisso?

3. Como é realizado o controle de velocidade?

O controle de velocidade varia de acordo com o modelo. Entretanto, o processo é simples: o veículo adapta-se à velocidade do automóvel da frente, controlando sua aceleração e garantindo a distância de segurança

Os modelos mais modernos são capazes de frear os carros e somente permitir que eles voltem a se movimentar de acordo com o trânsito ao redor. Tal recurso previne acidentes e evita colisões. 

4. Os veículos conseguem detectar um pedestre?

Sim. Essa foi uma das primeiras preocupações que os desenvolvedores de carros inteligentes tiveram. Tais veículos são dotados de um sistema de alerta de colisão, com assistência de frenagem. 

Por meio de radares e câmeras, há o envio de um alerta sonoro e visual quando há uma possibilidade de colisão, seja com o veículo da frente, seja com uma pessoa. Ao receber a informação, os freios são pré-carregados, ficando prontos para serem acionados e conseguirem parar o veículo. Se o motorista não pisar no freio, o carro consegue realizar a frenagem.

O sistema de alerta de colisão é utilizado apenas para informar o motorista sobre a possibilidade de uma batida. Entretanto, alguns veículos contam com um sistema de travamento de colisão frontal, que serve para pará-lo completamente sempre que for identificado um objeto à frente.

5. Existe um piloto automático?

Sim. É possível contar com um sistema de piloto automático com a função “stop and go”. Esse recurso já está disponível em alguns modelos atuais, sendo responsável por trazer maior segurança e conforto aos motoristas, principalmente por conta do intenso trânsito das grandes cidades. 

Pode-se dizer que tal sistema é considerado uma evolução do piloto automático. Ele consegue manter a velocidade do automóvel e garantir uma distância segura em relação ao carro da frente. Além disso, se o veículo da frente parar, ele é capaz de frear completamente, voltando a acelerar quando o fluxo for retomado. 

6. E se eu dormir ao volante?

Seja em longas viagens, seja após um dia cansativo de trabalho, muitos motoristas sentem-se extremamente cansados ao volante, cochilando por alguns instantes. Quem já passou por esse tipo de situação sabe o quão perigoso é. 

Contudo, os carros inteligentes têm um sistema de alerta de fadiga, responsável por assumir o controle do automóvel quando há a presença de alguns sinais. O veículo monitora o comportamento do motorista, identificando momentos de distração ou um possível cochilo. 

As câmeras são responsáveis por avaliar o nível de atenção dos condutores e a movimentação dentro da faixa de rodagem. Se o veículo sair com frequência, o sistema interpretará que o motorista está fadigado ou com sono. Será emitido um aviso com a recomendação de uma parada para descanso. 

7. O que mais os carros inteligentes são capazes de fazer?

Existem, ainda, outras funções que os carros inteligentes conseguem realizar. O controle eletrônico de estabilidade, por exemplo, é responsável por recuperar o controle quando o motorista desvia rapidamente de um obstáculo, há aquaplanagem ou o veículo perde a tração. 

Já o sistema de permanência em faixa visa informar ao condutor, por meio de uma vibração no volante, quando há uma mudança na faixa de rodagem sem o acionamento da seta. Se não houver resposta, o sistema terá autonomia para corrigir a trajetória e manter o veículo na faixa. 

Há, também, o recurso de estacionamento automático, que identifica se o veículo cabe na vaga e realiza a manobra, exigindo que o motorista controle apenas os pedais. Já existem modelos 100% autônomos, que fazem toda a manobra. 

Como vimos, existem várias funções que fazem dos carros inteligentes os modelos mais completos. Independentemente dos recursos disponíveis, esse tipo de veículo estará presente nas ruas de todo o mundo em um futuro próximo, simplificando o nosso dia a dia. 

O que achou das dúvidas sobre carros inteligentes que destacamos? Quer ter acesso a outros conteúdos como este? Então, siga-nos no Flickr, no Twitter e no Facebook, inscreva-se em nosso canal no YouTube e fique de olho em nossa TV para não perder nenhuma de nossas atualizações!

O que observar quando for trocar de carro?

Caso esteja pensando em trocar de carro, é preciso, inicialmente, avaliar alguns pontos. Automóveis com quilometragem alta e consertos recorrentes, por exemplo, indicam que é necessário comprar outro modelo em breve. Além disso, o fim da garantia, o aumento de integrantes da família e a crescente queda de preço no mercado também representam uma boa motivação.

No entanto, para alguns, trocar de carro é apenas uma vontade ou pode significar a realização de um sonho. Independentemente do motivo, é essencial estar atento a algumas orientações para que o procedimento seja feito com sucesso. Quer saber quais são elas? Acompanhe este post!

Defina o modelo de carro que deseja

O primeiro passo é definir qual modelo atende a você e a sua família. Isso porque uma pessoa solteira pode andar confortavelmente em um carro conversível, por exemplo, mas esse veículo não é indicado para quem tem filhos e precisa de espaço para guardar bolsas e carrinhos de bebê.

Além disso, quem adora aventuras pode optar por carros esportivos ou com tração 4×4, enquanto para uma família grande, o interessante é contar com um porta-malas espaçoso. Portanto, pense nas necessidades que o automóvel deve cobrir e, após fazer uma pequena lista de características, procure um modelo compatível.

Pesquise bastante

Com a ajuda da internet é possível buscar milhares de opções sem ter o trabalho de sair de casa. Assim, com os modelos mais interessantes para o seu perfil em mãos, você pode fazer uma pesquisa de mercado e descobrir quanto, em média, o automóvel desejado custa.

A dica é entrar em contato com concessionárias confiáveis, procurando as melhores condições. Também vale pechinchar, pedir descontos e demais agrados para finalizar a compra do carro.

Considere não adquirir um modelo zero

Na hora de trocar de carro, considere adquirir um modelo seminovo ou usado em vez de um zero. Isso porque, assim que sai da concessionária, um automóvel já sofre desvalorização. Desse modo, é possível encontrar modelos ofertados com pouquíssimos quilômetros rodados, ou seja, praticamente novos, por um preço abaixo da tabela.

Nesse caso, para fechar um bom negócio, procure saber a procedência do veículo e os cuidados do atual proprietário. Também é importante consultar a situação legal e verificar a existência de multas e demais pendências no site do Departamento de trânsito (Detran). Por fim, um mecânico de confiança deve examinar o carro para atestar a qualidade do veículo.

A dica é nunca comprar um carro sem examiná-lo ou acreditar cegamente nas características informadas por uma pessoa, mesmo que ela seja um vendedor. Acredite, algumas pessoas são enganadas dessa forma. Para fugir dessa situação, é muito importante escolher uma concessionária de confiança e não dispensar a avaliação do automóvel.

Tenha um planejamento financeiro

Após definir quais são as opções que combinam com o seu perfil e com as suas prioridades, calcule se o valor do carro cabe no orçamento. Afinal, essa quantia vai muito além do informado no anúncio, uma vez que existem taxas e gastos com manutenção.

Portanto, é preciso criar um planejamento financeiro com antecedência de, no mínimo, seis meses. Isso porque, mesmo que o valor do automóvel vendido seja abatido no preço do adquirido, provavelmente haverá uma quantia para quitar.

Essa dívida deve caber nas contas de casa sem comprometer o orçamento, de modo a não lhe deixar em dificuldades. Para tanto, faça os cálculos da sua receita familiar, sem esquecer nenhuma renda ou abatimento e, então, acrescente a parcela do carro.

Escolha a forma de pagamento

Existem algumas alternativas de pagamento para fechar a troca de veículos. Uma delas é dar o dinheiro do carro vendido de entrada e pagar as parcelas restantes por meio de um financiamento. No entanto, essa modalidade possui muitas taxas, juros e impostos.

Sendo assim, a opção mais interessante é vender o veículo usado e, com o dinheiro em mãos, completar a quantia e pagar o novo carro à vista. Como essa não é uma realidade para muitas pessoas, o consórcio de veículos representa uma ótima alternativa. Afinal, além de pagar juros menores, quem opta por essa modalidade terá a carta de crédito em mãos e poderá negociar melhor o preço do veículo desejado.

Faça uma cotação do seguro antes de confirmar a troca

O seguro é imprescindível para qualquer automóvel. Desse modo, é crucial avaliar qual será o valor pago nele e se o gasto realmente cabe no seu orçamento. Cabe ressaltar que, além do perfil e do número de motoristas, o custo de manutenção de um carro também impacta no valor final da apólice.

Mesmo que o novo carro tenha características semelhantes ao antigo, o preço do seguro pode encarecer devido a algumas variáveis, como a marca.

Informe-se sobre a manutenção

Como dissemos, os custos de manutenção podem alterar o valor de uma apólice de seguros e deixá-la onerosa. Mais do que isso, os próprios reparos desvalorizam o seu automóvel.

Isso porque os veículos que apresentam problemas constantes e necessitam de manutenções frequentes significam prejuízo. Peças importadas também podem ser um negócio ruim, visto que elas têm alto custo e demandam pessoal especializado para realizar o reparo.

Para consultar esses dados, basta pesquisar o modelo do carro e de sua montadora na internet. Nessa busca, você encontrará diversas descrições de automóveis, suas características, além dos prós e dos contras de cada um. Se restar alguma dúvida, é possível conversar em fóruns online com proprietários de veículos semelhantes ou procurá-los pessoalmente.

É importante ter em mente que, no futuro, o carro comprado também será trocado. Portanto, escolha um modelo com boa aceitação no mercado e que seja de fácil revenda. Afinal, nesse momento, até a cor do automóvel pode influenciar negativamente.

A decisão de trocar o veículo deve ser muito bem planejada, visto que algum erro pode gerar prejuízos futuros. No entanto, seguindo as dicas deste post, você fará um bom negócio, sem comprometer o orçamento da família.

E então, entendeu como é importante estar bem informado para trocar de carro? Entre em contato conosco. Teremos um enorme prazer em auxiliá-lo no processo!