SUV e Sedan: qual opção mais combina com você?

Escolher entre SUV e Sedan não é uma tarefa simples. A coisa toda vai muito além da escolha do modelo: o comprador precisará avaliar uma série de fatores que envolvem os gostos pessoais e aspectos específicos da vida de cada um.

Entre aqueles que devem ser considerados e colocados na balança, temos a estrutura familiar, necessidade, perfil de conduzir, onde o carro será usado, gosto pessoal, economia e tantos outros.

A partir disso, será que existe uma escolha que seja considerada a melhor entre o SUV e Sedan? É isso que vamos conferir nos próximos parágrafos. Acompanhe e veja as particularidades de cada um desses modelos tão diferentes entre si. Vamos lá!

SUV e Sedan: semelhanças e diferenças

Os veículos utilitários SUVs têm conquistado seu espaço no mercado de automóveis e agradado parte do público consumidor: o visual bem característico e arrojado são apontados com alguns dos motivos. A opção de vir com tração 4×4, a carroceria elevada e os pneus grandes são pontos que despertam atenção de muitas pessoas.

Por outro lado, os sedans continuam como uma paixão nacional. O conforto oferecido por um carro de dimensões interessantes, o design e a agilidade são os aspectos mais relevantes apontados por alguns proprietários desses veículos.

Esse modelo de carro se presta para quase todas as situações: para o pai que vai ao trabalho, para uma viagem com a família e até para o filho, que vai para uma festa.

Mas para avaliar melhor qual vale mais a pena entre SUV e Sedan, precisamos ir um pouco mais fundo. Acompanhe os principais tópicos a seguir.

Preço

De forma geral, os SUVs seguem a tendência de ter um preço um pouco mais alto do que veículos equiparados. Mas devemos considerar que esses modelos estão em alta no mercado e isso tende mesmo a acontecer.

Por outro lado, os sedans costumam trazer mais tecnologia e, não raro, mais conforto com um preço mais baixo que os SUVs. Itens de segurança e comodidade fazem com que a balança penda mais para o lado dos sedans neste caso.

Versatilidade

No que diz respeito ao fator versatilidade, os SUVs têm um ponto positivo: a altura extra oferecida pelo carro permite que esses modelos tenham uma versatilidade maior para encarar terrenos como estradas de terra um pouco acidentadas.

Alguns modelos conseguem aliar um comportamento excelente também no asfalto, trazendo motor a diesel e tração 4×4. Diferenciais como off-road, que raramente são encontrados no sedan, torna os SUVs mais versáteis.

Segurança

O primeiro ponto a ser observado nos SUVs é a questão da altura: a posição mais alta para a direção permite uma melhor visão ao dirigir e isso aumenta a sensação de controle do carro.

Hoje, esses carros estão mais ágeis e mais seguros, mas ainda assim correm um risco maior de capotamento, mesmo considerando as evoluções de alguns itens, como o controle de estabilidade e de tração — esses são pontos que ainda são considerados sensíveis. Por isso, os sedans terminam ganhando neste ponto.

Manutenção e consumo

Entre SUV e Sedan, o primeiro tem o custo médio de serviços de manutenção e peças um pouco mais caro que os sedans. Esse gasto vai além de pneus maiores e uma estrutura diferente: os SUVs são mais pesados e maiores, isso impacta diretamente no consumo de combustível e, no final do mês, as despesas são mais dispendiosas.

Aqui vale uma observação: dependendo do modelo/marca do sedan, a comparação entre os gastos com consumo e manutenção chegam bem próximos de se equipararem. Caso isso ocorra, a diferença não chega a ser significativa.

Desempenho

Continuando nossa análise entre o SUV e Sedan, estes últimos acabam se destacando ao conseguir uma aceleração em menos tempo, além de atingir velocidades mais altas. Os sedans também costumam oferecer mais conforto e estabilidade e isso sem falar na direção com características esportivas.

Os sedans, por terem um design mais aerodinâmico, conseguem ser mais econômicos nas estradas.

Conforto

De fato, podemos encontrar sedans com características esportivas que contam com suspensões firmes e SUVs com uma rodagem tranquila e macia. Mas o contrário é muito mais fácil de ser percebido.

Ou seja, sedans conseguem apresentar um nível maior de conforto. O motivo para isso é simples: esses modelos têm uma suspensão mais baixa e isso retira a necessidade de reforçar o conjunto para compensar a altura e equilibrar o centro de gravidade, tal como ocorre nos SUVs.

Porém, essa característica dependerá de avaliação de cada um. Por exemplo, se o condutor costuma andar por estradas ruins, um SUV oferece mais rigidez e isso faz com que a transposição desses obstáculos seja mais confortável.

Pelos pontos observados acima entre SUV e Sedan, este último modelo parece ser uma boa escolha. Os equipamentos e a tecnologia embarcada, a segurança e alguns custos menores fazem dos sedans algo mais atraente.

Por outro lado, os SUVs também chamam a atenção do público consumidor por ter mais espaço e por estar melhorando muito em aspectos importantes, como conforto e lista de equipamentos. Além disso, eles ainda figuram como novidade no mercado e isso traz um charme extra à categoria.

Como apontamos no início, essa escolha não é simples. Por isso, a saída para evitar um eventual empate e optar pelo melhor modelo é considerar questões além do apelo estético. Para isso, coloque na ponta do lápis tudo aquilo que for relevante para você: uso do carro, estacionamento, custos, família, estrada entre outros.

Por fim, para fechar sua escolha, ainda tem algo que não pode faltar: o test drive. Seja qual for sua opção, nunca deixe de usar e abusar desse recurso prático. Ele pode ser definidor no momento de escolher entre SUV e Sedan. Se possível, veja se consegue fazer essa avaliação em um local que mais se pareça com aquele em que usará mais o veículo.

Agora, seja qual for sua opção entre SUV e Sedan, nunca deixe de procurar uma concessionária autorizada para fechar o negócio. Com isso, você tem a garantia de que tudo tem origem certa, qualidade e um atendimento capacitado para ajudá-lo!

É apaixonado por carros altos? Veja 5 modelos incríveis!

Os modelos de carros altos estão entre os preferidos de uma parte significativa dos consumidores brasileiros. Características como conforto, robustez, esportividade e uma excelente posição para dirigir sempre aparecem na lista de atributos de quem já tem um ou pretende adquirir um veículo desse tipo.

O mais interessante disso tudo é que o mercado nacional oferece excelentes opções de carros altos. São marcas e designs que conseguem atender a diversos perfis de gostos pessoais e de bolsos. 

E então, você está curioso para conhecer algumas das melhores opções? Confira nossa seleção a seguir e faça a sua escolha. Vamos, lá!

Conheça alguns dos carros altos mais procurados 

1. Honda HR-V

Entre os carros altos disponíveis, o Honda HR-V merece um destaque especial. O modelo entrou com força e conquistou o já concorrido mercado de SUVs compactos do país. As novidades apresentadas pela linha 2018 o impulsionaram para estar bem colocado entre os líderes de vendas.

Aqui, vale a pena destacar o HR-V Touring: a versão 2018 mostrou um bom investimento em equipamentos. Isso deixa claro o comprometimento da montadora em evoluir sempre a cada novo lançamento.

O HR-V é um carro indicado para pessoas que gostam de modernidade e sofisticação. O espaço interno oferecido por ele está entre seus principais atrativos — aliás, esse é um ponto que o transforma em uma excelente opção para quem tem família grande.

O câmbio CVT de sete marchas aliado ao motor i-VTEC FlexOne garante que o carro entregue uma excelente performance, tanto se abastecido com álcool quanto com gasolina.

2. Honda Fit

O Honda Fit é um modelo de carro alto que não deixa a desejar. A versão 2018, por exemplo, trouxe uma reestilização simples, mas muito importante. Além disso, tivemos a chegada de novos itens de série, e isso sem falar que agora ele é oferecido em cinco versões.

Para complementar a lista de vantagens desse carro, vale lembrar que ele recebeu nota A no ranking de classificação do Inmetro. O controle eletrônico de estabilidade e de tração agora vem de série em todas as versões — muito bom, não é?

E já que falamos sobre itens de série, de acordo com a versão, a lista pode contar com airbags de cortina, bancos de couro, retrovisores externos eletricamente rebatíveis, faróis de LED, multimídia sensível ao toque de 7 polegadas com GPS, Apple CarPlay, Android Auto e rodas de liga leve de 15 polegadas.

3. Honda CR-V

Temos aqui o maior SUV da Honda no Brasil e, como curiosidade, é bom lembrar que os estoques do CR-V quase acabaram no mercado nacional — e motivos para o modelo ser bem aceito não faltam.

A versão atual oferecida pela marca traz um motor turbo com capacidade para entregar 190 cavalos que trabalha aliado à injeção direta. Temos, ainda, o duplo comando de válvula, que permite a redução da emissão de poluentes e uma melhor eficiência.

A versão 2018 segue firme com o apelo voltado para o público que não consegue mais viver sem conectividade e que se preocupa muito com a segurança e o conforto na direção.

4. Hyundai ix35

O Hyundai ix35 também é um candidato interessante para figurar em qualquer lista de carros altos. O modelo da fabricante sul-coreana chegou ao mercado nacional focado em uma briga com o Jeep Compass, dentre outros utilitários médios. Por ser mais espaçoso que o EcoSport e o Duster, é uma opção interessante para quem tem filhos.

5. Ford EcoSport

Esse modelo de carro alto já é um velho conhecido do público brasileiro, afinal, fez sua estreia lá em 2003. As primeiras versões traziam um visual mais robusto, uma traseira chapada e linhas muito retas, pontos que se tornaram quase que uma “marca registrada”.

Ele também se mostra um bom carro para quem tem família e curte viagens. Apesar de algumas pessoas não lidarem bem com o consumo das versões oferecidas, ele se sai bem tanto na cidade quanto nas estradas de terra.

Saiba como escolher o modelo perfeito para você

Há vários outros modelos de carros altos que estão sendo oferecidos no mercado nacional e que poderiam ser citados por aqui. Contudo, apenas com os mencionados acima, já podemos ter uma visão mais clara do que esse mercado oferece.

Na hora de escolher, existem alguns fatores que não podem ser deixados de lado. Portanto, procure fazer uma pesquisa partindo de pontos como sua necessidade pessoal, o quanto está disposto a gastar e em quais ambientes o carro será mais usado.

Por exemplo, carros altos e SUVs, de uma forma geral, costumam apresentar mais gastos de combustível e um custo maior em relação à manutenção e seguros. Na realidade, isso é mais do que esperado, até mesmo pelas características e dimensões maiores desses veículos.

Outro ponto importante a ser observado é a relação entre o peso e a potência. Uma boa ideia é pegar o valor do peso total do carro e depois dividi-lo pela potência do motor. Recomenda-se que o resultado fique entre 8 e 12, pois sugere mais economia — mas claro que isso não é uma regra.

Há vários outros fatores que podem ser mais importantes para uma pessoa e não para outra. O essencial é não se esquecer de criar uma listinha com tudo o que pretende obter do carro.

Por fim, é bom lembrar que, seja qual for a opção, os carros altos estão sendo muito bem-vistos pelo mercado. Potência, espaço, design e conforto são pontos que quase todas as pessoas buscam em um veículo, e esses modelos oferecem isso com um diferencial: a inovação sempre constante.

Basta analisarmos os modelos da Honda e como a marca busca por ampliar e promover alterações nesse sentido a cada novo lançamento. Isso quer dizer que, ao adquirir um Honda HR-V ou um Honda Fit, o comprador não comprará algo que já está estagnado no mercado. Muito pelo contrário, é um produto que está sempre evoluindo de olho nas tendências e nas necessidades exigidas pelo público.

Então, quer saber mais sobre carros altos e as melhores opções oferecidas pela Honda? Entre em contato com a HPoint. Somos uma loja autorizada Honda e contamos com uma equipe qualificada e focada em atendê-lo com o que há de melhor no mercado!

Carro flex: entenda como funciona o sistema bicombustível

Um carro com sistema bicombustível pode funcionar tanto com álcool quanto com gasolina. Automóveis com motor flex têm sido muito procurados por pessoas que planejam comprar um veículo novo ou trocar o atual e essa popularidade está relacionada com o sobe e desce dos preços dos combustíveis.

Esse tipo de tecnologia somente conseguiu obter sucesso no início dos anos 2000, época em que a indústria encontrou, de fato, uma forma eficaz para identificar qual o combustível que está no tanque.

A popularização trouxe muitas dúvidas e fez com que diversos mitos surgissem. A seguir, selecionamos os pontos mais importantes com algumas observações sobre eles. Confira e fique por dentro para saber como extrair o máximo dos benefícios do sistema bicombustível. Vamos lá!

Como surgiu o sistema bicombustível?

Para o desenvolvimento do sistema bicombustível foi utilizado o sensor de oxigênio, que já existia no escapamento. A partir dele, a função foi ampliada para que fosse avaliado se havia etanol ou gasolina no tanque, por meio da detecção combustada da mistura ar-combustível.

Tudo isso é possível, pois o sensor é capaz de verificar a maior ou menor presença de oxigênio. Depois de todas as etapas a informação vai para o ECM, que direciona os ajustes necessários.

Pode parecer complicado, mas todo esse processo leva poucos segundos para ser concluído.

É possível usar apenas um combustível durante toda a vida útil do motor?

Sim. O mito provocado sobre esse ponto decorre da falta de informação sobre o assunto. Por exemplo, há pessoas que dizem que a cada quatro vezes em que o carro for abastecido com etanol, é necessário colocar gasolina no tanque e vice-versa.

No entanto, isso não existe. O motor com sistema bicombustível foi desenvolvido para funcionar perfeitamente bem tanto com um quanto com outro.

O etanol é um combustível mais limpo?

O etanol é mais limpo que a gasolina, não deixa resíduos de carbono no sistema do carro, mas emite o dióxido de carbono. Porém, quem promove a sustentabilidade desse combustível é a própria cana, visto que em seu processo de produção e enquanto se desenvolve ela ajuda na absorção de gases poluentes presentes na atmosfera.

O carro pode funcionar com qualquer proporção de gasolina ou etanol?

Essa é uma das dúvidas mais recorrentes dentro do tema sistema bicombustível e é muito natural que seja assim. Na verdade, tanto faz se o motorista colocou 10% de gasolina e completou com etanol, tudo vai funcionar perfeitamente.

A sonda lambda — responsável por reconhecer qual combustível está sendo utilizado e repassar a informação para a central — consegue captar a diferença de oxigênio e informa para a central eletrônica a exata proporção de cada um deles.

O primeiro abastecimento deve ser feito com gasolina?

Esse é outro mito bastante recorrente quando falamos sobre veículos com motorização flex. A tecnologia do sistema bicombustível não tem um padrão ou combustível pré-definido a ser usado no primeiro abastecimento.

Por outro lado, o que pode acontecer é uma recomendação das montadoras dos automóveis. Por exemplo, algumas, por questão de custo, usam o etanol. Outras, recomendam rodar um pouco com um tipo para depois realizar a migração de forma gradativa.

Essa questão depende do fabricante, mas a maioria nem sequer menciona no manual do proprietário algo sobre o assunto por ele ser pouco relevante.

Motor flex dura menos?

Não. Essa crença se deve ao fato do etanol ser um combustível mais corrosivo quando comparado com a gasolina. Mas é claro que os engenheiros das montadoras sabem disso e dão aos motores flex o tratamento que eles precisam para que a durabilidade seja a mesma e, não raro, até maior do que aqueles que rodam com um único tipo de combustível.

Aqui, vale uma observação interessante: é muito comum que oficinas especializadas ofereçam serviços de conversão. A questão é que mesmo que seja um processo feito em um local preparado e com itens de qualidade, nada supera a confiabilidade de um sistema bicombustível de fábrica.

Motor flex tem desempenho menor do que os que utilizam apenas um combustível?

Sim. Como o motor bicombustível conta com duas taxas de compressão e dois comportamentos diferentes para lidar tanto com a gasolina quanto com o etanol, ele é obrigado a trabalhar em uma taxa de compressão intermediária que seja ajustável para os dois combustíveis.

Isso contribui para haja perda de desempenho em aspectos como precisão, potência e consumo. Por outro lado, tecnologias novas surgem todos os dias e está bem próximo desse pequeno obstáculo ser superado.

O carro flex tem um tanque para cada tipo de combustível?

Não, é o mesmo tanque. Lembra da tecnologia que citamos acima? Ela existe para isso e é perfeitamente capaz de fazer as análises com exatidão.

É possível misturar gasolina e etanol no carro flex?

Sim, mas desde que seja flex. É exatamente para isso que existe o sistema bicombustível. Assim, o motorista pode optar por usar gasolina e etanol de forma separada ou ao mesmo tempo sem que o veículo sofra algum tipo de prejuízo.

Por fim, quando se trata de qual combustível usar, o fator que deve ser considerado nesse caso é a disponibilidade financeira. Analise qual vale mais a pena em relação ao custo na bomba é fundamental para não prejudicar as finanças no fim do mês.

Além disso, ter esse cuidado é um ponto crucial principalmente porque os preços de combustível no Brasil oscilam de uma forma quase impossível de acompanhar. No mais, na hora de escolher o melhor modelo de carro não há tanta preocupação: no mercado é possível encontrar uma variedade muito grande, com atrativos interessantes também em outros sentidos — design, conforto e em termos de segurança.

Perceba então que o sistema bicombustível é uma inovação tecnológica que segue como tendência no mercado de automóveis e, provavelmente, se tornará ainda mais presente nos próximos anos. Conhecer e acompanhar de perto as novidades da indústria automobilística é essencial para que possamos escolher a opção mais adequada no momento certo.

Então, gostou de saber mais sobre os principais mitos e verdades sobre o sistema bicombustível? Aproveite para entender também as diferenças entre direção elétrica e hidráulica

Aprenda as diferenças entre os controles de estabilidade e de tração

Dentre os itens de maior destaque destinados ao conforto, segurança e ampliação de proteção, tanto para os passageiros do veículo, quanto para os outros elementos que compõe o trânsito — pedestres, ciclistas, outros motoristas — estão os controles de estabilidade e de tração.

No Brasil, há uma gama muito boa de carros que contam com esses recursos sendo fabricados e vendidos. Ainda assim, precisamos lembrar que é um mercado que ainda está muito longe de ser homogêneo.

É muito importante que todos os carros, em um futuro próximo, tenham integrados esses dois recursos. Tanto um como outro atuam e influenciam de forma direta a maneira como o motorista dirige e como o veículo se comporta na pista. Em outras palavras, é o fator segurança o aspecto de maior peso nesse assunto.

A seguir, vamos ver um pouco sobre o funcionamento e as particularidades desses dois sistemas, além de alguns aspectos relevantes tais como nomenclaturas, tecnologia e objetivo desses recursos.

Controle de estabilidade e controle de tração: funcionalidades, características e diferenças

Quando falamos sobre os controles de estabilidade e de tração, precisamos considerar que cada um desses sistemas oferece funcionalidades específicas e atua em funcionamento diverso, apesar de semelhantes. Vale a pena ter um pouco de atenção para compreender melhor tais particularidades.

Controle de estabilidade

O controle de estabilidade, também conhecido por ESC — sigla em inglês para a tecnologia —, trata-se de um sistema tecnológico que trabalha diretamente sobre os freios atuando de forma a evitar que o condutor venha a perder o controle de direção em possíveis desvios de trajetórias e curvas, oferecendo mais segurança para o motorista e terceiros.

O ESC tem seu funcionamento baseado na análise de rotação de cada uma das rodas do carro e como elas estão se comportando em relação à velocidade aplicada ao veículo. Dessa maneira, o controle de estabilidade consegue reduzir a aceleração do veículo — mesmo que o condutor esteja pisando forte no acelerador.

É assim que ele consegue aplicar e controlar o freio em uma única roda, evitando uma derrapagem, por exemplo, e contribuindo para o aumento da segurança, pois é possível evitar que o veículo possa sair da curva ou até mesmo rodar na pista.

Vale lembrar que há no mercado vários modelos de carros que usam o controle eletrônico de estabilidade em ação conjunta com outros tipos de recursos, ampliando o poder de atuação dessa tecnologia.

Em muitas regiões do mundo, a tecnologia ESC já é algo obrigatório e tem equipado veículos populares, carros comerciais leves, ônibus e caminhões e, até mesmo, motocicletas!

Controle de tração

Já o TCS — Traction Control System, ou Controle de Tração — é um sistema eletrônico que tem como finalidade impedir que uma ou mais rodas girem em falso. Para isso, esse recurso tecnológico faz uso dos freios ABS reduzindo o torque de cada roda que está em situação de perda de tração.

Dessa forma, o motorista tem mais segurança para uma condução mais eficaz e tem mais facilidade para sair de situações complicadas e retomar o controle do carro. Um fator interessante sobre o controle de tração é que, em alguns veículos, ele pode ser desativado ou agir de forma programada e personalizada.

A tecnologia de controle de tração, na maior parte das vezes, está associada ao sistema de controle de estabilidade. Mas é importante lembrar que há casos em que o torque pode ser gerenciado também pelo conjunto propulsor ou pelo diferencial eletrônico.

No mercado nacional, há uma variedade de carros, o que inclui ônibus e caminhões, que contam com o controle de tração como item de série ou opcional.

Sem dúvida, são sistemas de funcionamento semelhantes. Mas, pelo exposto acima, fica mais fácil de compreender as particularidades e as diferenças de cada um. Agora, você sabe quando eles são acionados? É isso que veremos em nosso próximo tópico.

Hora certa de entrar em ação

Anteriormente, vimos alguns dos principais pontos do controle de estabilidade e de tração. Mas como eles sabem a hora certa de entrar em ação? Simples, eles analisam o comportamento do carro e do motorista.

Por exemplo, o controle de estabilidade avalia se o movimento do motorista ao volante está de acordo com a direção do carro. Caso ele identifique que o condutor virou o volante para o lado oposto ao que está indo o veículo, ele entra em ação.

Já o TSC, como esclarecemos anteriormente, se concentra nos freios das rodas tracionadas, entrando em ação ao identificar que determinada roda — ou mais delas — começa a apresentar problemas de tração. Lembrando que tudo isso parte dos sensores ABS.

A partir daí, o controle de tração entra em funcionamento reduzindo a força do motor visando a recuperação da eficiência de tração. Caso seja necessário, o sistema também acionará os freios da roda que não tem tração.

Tecnologias para segurança

Hoje, o mercado de automóveis possui uma vasta gama de tecnologias e recursos adicionais que possibilitam uma distribuição mais equilibrada do torque entre as rodas ou entre eixos.

Apesar de oferecerem mais tecnologia, comodidade e segurança, as opções se esbarram nos custos, que, por sua vez, são mais caros do que os sistemas comuns. Algumas dessas alternativas podem trazer, por exemplo, barras estabilizadoras de rigidez controlável e motores elétricos.

Também é possível encontrarmos recursos de suspensão adaptativa com câmaras eletropneumáticas, amortecedores magnéticos ou eletrônicos. São pontos interessantes e que merecem ser considerados, mas a tendência é mesmo a popularização dos controles de estabilidade e tração, com custos cada vez menores!

Verificando se o carro tem controle de estabilidade

Os veículos com ESC contam com um botão indicador, no painel ou no volante, que tem como finalidade desativar/ativar esse recurso. Outra forma de identificar a presença dessa tecnologia no carro é simplesmente conferindo a ficha técnica ou o manual do proprietário — por meio das siglas ESP ou ESC. Aliás, esse último ponto também é o mais recomendado para saber se seu carro conta também com o controle de tração.

Nomenclaturas

Aqui, é bom ter um pouco de atenção com o controle de estabilidade, uma vez que, no caso do controle de tração, quase não há variações. A questão é que a escolha do nome fica, muitas vezes, a cargo da própria fabricante, e isso leva a uma variedade muito grande de termos para um recurso tecnológico que parte do mesmo princípio.

Por exemplo, a montadora Honda optou por chamar o seu sistema de controle de estabilidade de VSA — Vehicle Stability Assist. Mas ainda podemos encontrar termos como Vehicle Stability Enhancement (VSE), Vehicle Skid Control (VSC), Vehicle Stability Control (VSC), Vehicle Dynamic Control (VDC), AdvanceTrac, entre outros. Além disso, ainda temos que considerar as nomenclaturas que respeitam a língua do país onde o carro será comercializado.

Esses dois sistemas são essenciais para a segurança de todos no trânsito, tanto que muitos países já os tornaram obrigatórios. No Brasil, carros novos deverão contar com ESC obrigatoriamente a partir de 2020. Já para todos os veículos leves, a expectativa fica para 2022. Demora um pouquinho, mas é sinal de que estamos avançando!

Agora que você entendeu melhor o funcionamento e as principais características dos controles de estabilidade e de tração, confira também nosso post sobre como fazer a calibragem correta dos pneus. Afinal, quanto mais segurança, melhor!

Fique por dentro dos carros que menos perdem valor de revenda

Você sabia que um carro já perde seu valor de revenda no momento em que sai da concessionária? Entretanto, essa queda varia de acordo com o modelo em questão.

A seguir, listaremos algumas das opções de automóveis que menos sofrem com a oscilação de preço, para que você já possa escolher seu novo carro pensando no momento em que terá de vendê-lo.

Interessou-se pelo assunto e quer saber mais? Continue a leitura e confira o conteúdo que preparamos!

Fatores que influenciam no valor de revenda

Não é apenas o modelo que pode induzir um automóvel a valer menos no mercado: algumas atitudes e características são capazes de fazer com que ele perca consideravelmente seu preço de revenda. A seguir, confira as principais.

Quilometragem

Carros com quilometragens muito altas têm dificuldades para encontrar novos donos. Isso porque tal característica mostra que o automóvel é antigo e gasto, mesmo estando em bom estado de conservação.

Estado de conservação

O primeiro detalhe que um comprador interessado no seu automóvel olhará será o aparecimento de manchas ou riscos na lataria. Em seguida, ele fará um apanhado geral da qualidade de conservação na qual o carro se encontra.

Portanto, faça o possível para evitar que arranhados e manchas fiquem no seu veículo. Até mesmo o menor dano pode resultar em uma oferta de preço mais baixa do que a geralmente oferecida no mercado por modelos semelhantes.

Manutenção

Ninguém quer comprar um carro usado que esteja todo danificado e sem revisões regulares — a menos que seja especificamente para desmanche. A razão é simples: a chance de o veículo apresentar problemas é muito alta.

Se problemas forem encontrados, o valor do conserto pode ser bancado pelo novo dono, que já descontará essa quantia no lance de compra. Por isso, sempre leve seu carro para a vistoria nos períodos indicados pelo fabricante e confira se todas as ferramentas ou peças estão funcionando corretamente.

Conservação interna

A parte de dentro do seu veículo também precisa ser conservada. Rasgos nos bancos, problemas no rádio, restos de comida dentro da cabine e muitas outras questões podem fazer com que seu automóvel perca consideravelmente o valor de revenda ou, até mesmo, com que o cliente desista de compra.

Cor

A coloração da lataria também pode fazer com que o carro demore um pouco mais para encontrar um novo dono. Isso acontece porque certas cores tornam a sujeira mais evidente ou são mais visadas por criminosos, pela facilidade de camuflagem no trânsito.

Por isso, prefira tons mais neutros, como branco, preto ou cinza. Essas colorações são bem aceitas no mercado e permitem que você consiga pedir o valor de mercado pelo seu automóvel.

Presença de acessórios

Por mais que pareça uma boa ideia adicionar vários acessórios e equipamentos ao seu veículo, é bastante comum que automóveis com modificações que não vieram de fábrica tenham seus preços reduzidos no mercado.

Vale lembrar que tais mudanças podem afetar diretamente a segurança e a potência do veículo. Alterações na estrutura do carro, como o rebaixamento ou a adição de itens paralelos ao seu exterior, são os que mais sofrem repúdio por parte dos compradores.

Modelos de carros que menos sofrem depreciação de preço

Como já mencionamos, alguns modelos acabam sendo mais aceitos no mercado de revenda e conseguem bons preços na revenda. Por isso, confira abaixo os carros que são bons negócios até mesmo na hora de nos desfazermos deles.

Honda HR-V

Ele é considerado o crossover mais vendido no mercado. Por ser tão comum, o Honda HR-V acaba tendo uma boa procura pelas pessoas que querem carros já usados, pois assim fica bem mais fácil encontrar peças de reposição.

Sua porcentagem de desvalorização pode chegar a apenas 4,5%, permitindo que você consiga um bom preço até mesmo com os tops de linha do modelo.

Honda CR-V

Por falar em top de linha, o CR-V, é o modelo número 1 da marca japonesa. Ele conta com um design bastante sofisticado e imponente, além de conseguir bons desempenhos em diferentes terrenos.

O modelo também dá um verdadeiro show nos quesitos de conforto e segurança, já que traz um espaço interno bem amplo e tecnologias de última ponta. Sua porcentagem de desvalorização está na marca dos 10,1%, o que garante a venda pelo valor de até 133 mil reais com apenas um ano de uso.

Honda City

Um dos mais famosos sedãs da Honda não poderia ficar de fora desta lista. Atualmente, o City é considerado o décimo carro que menos sofre desvalorização no Brasil, sendo possível revendê-lo por preços em torno de 72 mil reais após um ano de uso.

Honda Fit

O Fit também tem uma baixa porcentagem de desvalorização, além de seu modelo 2018 esbanjar conforto, segurança e design para os usuários. O carro é conhecido por seu amplo espaço e bagageiro, que permitem fazer viagens com toda a família sem a necessidade de economizar nas malas.

Jeep Renegade

O potente modelo 4×4 é bem recebido pelo público de usados. O carro sport traz câmbio manual de cinco marchas, sistema de marcha com seis autofalantes, piloto automático e rodas de liga aro 17.

Tecnológico e com amplo espaço, o Renegade é uma ótima forma de se aventurar por terrenos mais irregulares, mas, ainda assim, garantir conforto e segurança a você e seus passageiros.

Chevrolet Onix

Considerado o carro líder de vendas por três anos no Brasil, o Onix é o modelo “feito para os dias de hoje”. Ele consegue se adaptar muito bem aos principais tipos de terrenos e tem as características que o motorista atual espera de um automóvel.

Agora você já sabe um pouco mais sobre os fatores que podem levar o veículo usado a ter seu preço diminuído no mercado e os modelos que menos sofrem com a desvalorização, não é mesmo? Escolha seu próximo carro com a certeza de que, quando precisar trocá-lo, conseguirá um valor de revenda justo e terá ajuda para comprar seu novo companheiro de viagens.

E então, gostou de nosso artigo? Interessou-se por algum dos modelos Honda? Não perca mais tempo: entre em contato conosco!

Saiba mais sobre seguro para carro blindado e suas particularidades

Os veículos blindados são carros especiais que utilizam uma proteção super-reforçada em sua estrutura, normalmente feita de chapas de aço, placas de plásticos e vidros reforçados. O objetivo é proteger os seus ocupantes contra tiros, explosões, tentativas de sequestro e outros tipos de atentados.

A blindagem é especialmente útil para cidades grandes, locais em que os assaltos a mão armada têm acontecido com frequência. Além disso, ela pode ser uma boa opção para pessoas com cargos elevados ou famosas, que precisam se proteger mais do que o normal de possíveis abordagens.

No entanto, ao adquirir um veículo blindado, é preciso pensar em variáveis comuns aos carros tradicionais, como o seguro e a manutenção. Neste post, abordaremos como é o seguro para carro blindado, quais são as diferenças para um seguro tradicional e os fatores que encarecem esse tipo de proteção para o seu automóvel. Acompanhe!

Como é o seguro para carro blindado?

Após despender uma grande quantia em blindagem para o veículo ou adquirir um carro já blindado, é preciso proteger o investimento feito. O processo de blindagem, devido aos pesados materiais e equipamentos instalados, adiciona cerca de 200 quilos de peso ao carro, tornando-o mais resistente, mas, ao mesmo tempo, aumentando o dano a sua estrutura.

Além disso, reparos e toda a manutenção na blindagem do veículo são serviços onerosos e que devem ser feitos em locais especializados para garantir a durabilidade e a segurança dos passageiros.

Devido a tanta complexidade, é natural que o seguro para carro blindado seja diferente do tradicional. Normalmente ele é contratado como uma cobertura adicional e, dessa forma, tem seus próprios valores e diferentes limites de cobertura e indenização.

No entanto, caso a parte afetada do veículo não seja blindada, será utilizada a cobertura tradicional do seguro. Sendo assim, se apenas partes sem blindagem, como o farol, forem atingidas em um acidente, por exemplo, o proprietário paga a franquia referente ao valor do seguro convencional para o seu modelo de veículo.

Quais são as diferenças para um seguro tradicional?

O seguro para carro blindado apresenta algumas particularidades. Primeiramente, é preciso ter em mãos a nota fiscal do serviço de blindagem, que é emitida pela empresa que realizou o serviço. Isso é importante porque existem empresas que realizam bons serviços com materiais de qualidade, enquanto outras nem tanto.

Com esse documento, a seguradora também pode avaliar se a blindagem foi feita de acordo com os padrões da lei, de maneira correta e qual foi o seu custo para calcular o valor do seguro.

Além disso, o proprietário precisa entregar a autorização do exército para blindagem. Qualquer veículo blindado, usado ou novo, precisa ter um certificado de registro emitido pelo exército. Esse documento é pessoal e deve ser renovado a cada três anos, podendo ser feito via despachante.

Por fim, a seguradora também indicará um local especializado para realizar a vistoria do veículo. Esse passo é importante para carros blindados com mais de três anos, visto que normalmente a garantia dura cerca de três a cinco anos. No entanto, ele é realizado em qualquer carro cujo proprietário deseje adquirir o seguro para blindagem, mesmo que o modelo não tenha nenhum quilômetro rodado.

Por que ele é mais caro?

É natural que o valor do seguro para carro blindado seja mais alto do que para veículos tradicionais. Afinal, o conserto e a manutenção desses será mais complexa e, assim, mais onerosa. Normalmente, uma intervenção em automóveis com blindagem pode custar até 50% a mais do valor suficiente para reparar um carro convencional.

Dessa forma, é preciso que a seguradora tenha recursos suficientes caso haja algum acidente ou sinistro com o automóvel. É importante saber que o valor depende do modelo do carro, do tipo de blindagem feita (devido a sua qualidade) e também do condutor. Isso porque o perfil e risco de cada condutor é individual, o que pode aumentar ou diminuir o valor do seguro.

Além disso, existem serviços que cobrem somente os itens básicos, enquanto outros englobam qualquer peça do automóvel, o que também influencia no preço do seguro.

O seguro pode encarecer cerca de 50% quando comparado ao serviço para um carro tradicional. A blindagem para um modelo Hatch custa cerca de R$ 32.000,00, por exemplo. A cotação do seguro sem blindagem fica em torno de R$2.100,00, enquanto o valor com seguro para blindagem custa cerca de R$ 3.000,00.

Já para um modelo sedã, cuja blindagem custa em torno de R$45.000,00, a cotação sem blindagem é cerca de R$ 2.400,00 e a com blindagem R$ 3.500,00.

Como contratar esse tipo de seguro?

O seguro para carro blindado não é feito por qualquer seguradora, visto que os serviços são especializados e muitas vezes saem mais caros do que o do carro tradicional. Dessa forma, é preciso, primeiramente, encontrar uma empresa que ofereça esse tipo de seguro.

Após análise dos documentos citados acima, a empresa leva em conta outras variáveis, como o modelo do veículo. Carros importados e de alto valor do mercado podem ser recusados em algumas seguradoras, devido ao alto valor de seus reparos.

Além disso, serviços feitos em empresas de blindagem com má reputação no mercado também podem ser recusados. É por esse motivo que, antes de adquirir um automóvel blindado, seja ele usado ou novo, deve-se pesquisar bastante sobre sua procedência e a qualidade do serviço de blindagem feito.

Normalmente as seguradoras também optam por recusar carros blindados com blindagem feita há mais de 5 anos. Isso porque, como falado, esse é o prazo em que termina a garantia das empresas que realizaram o serviço. Esse processo é mais fácil para veículos que já contam com o seguro e agora desejam renová-lo. Sendo assim, é indicado adquirir o seguro para carro blindado o mais precocemente possível.

A escolha do seguro para carro blindado deve ser feita com cautela. Além disso, após adquiri-lo, deve-se realizar a manutenção periodicamente e manter o carro em boas condições para que a revenda seja feita sem problemas. Quer saber mais informações sobre seguro? Acesse o nosso post e se informe sobre o seguro obrigatório DPVAT!

Cores de carro: confira as tendências para 2019

Você sabia que há um estudo organizado pela Basf — fornecedora química para indústrias automotivas de todo o mundo — sobre as principais cores de carro que serão tendência no ano de 2019? De acordo com essa pesquisa, as cores foram definidas conforme a região, já que geram uma conexão entre natureza e áreas urbanas com o veículo.

Neste texto, falaremos sobre algumas dessas cores, além de abordar as colorações que já são sucesso em solo brasileiro. Acompanhe para que possa “desfilar” pelas estradas sempre na moda e ainda encontrar um bom preço na hora da revenda!

Quais são as cores de carro que farão sucesso em 2019?

O principal tema abordado pela empresa na escolha das cores foi a necessidade de autenticidade em um mundo onde a tecnologia se torna cada vez presente e põe em xeque os limites entre o real e o artificial.

Atomium Sky

Esse é um azul em tom saturado e com textura um pouco áspera, o que deixar a cor suave e, ao mesmo tempo, semiopaca. A empresa aponta como uma das colorações mais promissoras, principalmente para a América do Norte.

A Basf afirma que Atomium Sky tem o propósito de exalar mais alegria, além de ser uma cor que remete ao futurismo e ao pensamento avançado.

Gray Ambivalence

É um cinza brilhante e metálico, que representa a junção da tecnologia com a vida diária da população, além de ter uma base sólida que remete ao mundo real. Essa cor estará mais presente nas regiões da Ásia e do Pacífico.

The Urbanist

O nome foi escolhido justamente porque representa o meio urbano e tecnológico. A criação de The Urbanist considerou principalmente as regiões da Europa, Oriente Médio e África.

Especialistas afirmam que o cinza é comumente associado ao concreto e, consequentemente, à urbanização. Também representa o cosmopolita urbano na interação entre o ser humano e a tecnologia.

Além de apontar as principais cores, a Basf afirma que tons comuns, como preto e branco, ganharão mais sofisticação em sua composição.

A PPG, grande empresa do ramo de produção de verniz para carros, também divulgou uma lista com as cores que terão maior visibilidade no próximo ano. Opções coloridas e brilhantes e que, assim como as cores escolhidas pela Basf, também remetem a tecnologia e a uma temática mais futurista e moderna.

Quais são as cores preferidas dos consumidores atualmente?

As cores neutras e sólidas sempre acabam tendo o seu espaço, tanto no mercado quanto no gosto dos consumidores. Afinal, combinam com qualquer personalidade e ainda servem de atrativo para negociações no mercado de seminovos e usados.

Prata

Seguindo a linha das opções propostas pela Basf, o prata atualmente é uma das cores mais procuradas pelos consumidores de veículos. Isso porque naturalmente remete a tecnologia, bem como já externa personalidade por parte do condutor, mesmo que de forma discreta.

Além disso, a cor prata também tem utilidades e benefícios, como o de esconder riscos e certas sujeiras. Ela tem uma procura alta por quem busca um carro de segunda mão.

Preto

O pretinho básico também não poderia estar fora dessa lista. É uma cor que remete elegância e luxo, o que acaba caindo no gosto de brasileiros e motoristas em todo o mundo.

Entretanto, é preciso cuidado por parte de quem mora em lugares muito quentes. Isso porque a cor preta, assim como demais tons escuros, tende a absorver calor, o que deixa a cabine do veículo mais quente que o usual.

Cinza

Diferentemente do prata, o carro cinza é mais fosco e não tem tanto brilho em sua lataria. Também é muito escolhido por pessoas mais discretas, mas que ainda querem um pouco de personalidade.

À noite, os carros cinzas ainda garantem maior visibilidade no trânsito porque são revestidos com uma cor que reflete a luz emitida pelos faróis dos outros veículos, o que evita acidentes.

Branco 

A cor branca também é muito cotada por motoristas. Já foi associada a carros de taxistas e outros profissionais, mas essa visão tem mudado com o passar dos anos. Tal mudança faz com que a coloração seja cada vez mais popular.

Uma das vantagens de adquirir um modelo na cor branca é a sensação de ter maior espaço interno, o que dá mais conforto para o motorista e demais passageiros. Entretanto, é preciso certo cuidado, já que riscos e manchas acabam ficando mais aparentes porque contrastam com uma coloração tão clara.

Vermelho

Entre os tons chamativos, o vermelho é a cor mais visada, principalmente por pessoas que adquirem carros esportivos ou que querem transmitir uma personalidade de adrenalina.

Além disso, automóveis com a cor vermelha costumam ser mais baratos que suas versões em cores neutras, já que tendem a apresentar menor demanda.

Azul

Carros azuis são modelos que fazem sucesso entre as pessoas mais tímidas ou calmas. Apesar de a variação escura ser uma aposta de tendência para os próximos anos, ainda é uma coloração pouco procurada pelo público em geral, que já se acostumou com tons mais neutros.

Assim como o branco, carros na coloração azul deixam marcas de arranhões e manchas mais evidentes, então, é preciso tomar cuidado ao manusear o veículo ou fazer pequenos reparos para a eliminação dos riscos.

Verde

Por último, a cor verde também pode ser encontrada em muitos veículos, principalmente entre os motoristas que se preocupam ou gostam de estarem conectados com a natureza e meio ambiente.

A principal vantagem de adquirir um modelo com esse tom é o seu preço bastante baixo em comparação a veículos de outras cores. Também é um tipo menos visado por ladrões porque traz uma cor pouco procurada no mercado de carros usados.

Assim, conhecendo as principais cores de carro que tomarão as ruas de todo o planeta, você poderá escolher ou estilizar o seu próprio veículo para que ele esteja sempre na moda e tenha chance de ser revendido por um bom preço no mercado de seminovos e usados.

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Veja quais são os 6 carros preferidos das mulheres

Por natureza, as mulheres são pessoas cuidadosas, detalhistas e muito exigentes. Por isso, quando procuram por carros, são muito atenciosas e caprichosas. Características como design, elegância e conforto estão entre as mais buscadas por elas.

O número de mulheres com habilitação tem crescido significativamente a cada ano. Isso apenas deixa claro o quanto elas se interessam pelo mundo dos automóveis. Além disso, elas são muito mais cuidadosas no trânsito do que os homens: estatísticas mostram que as mulheres se envolvem em bem menos acidentes quando comparadas a motoristas do sexo masculino.

Mas quais são os carros preferidos das mulheres? E o que faz deles algo especial para elas? Continue a leitura e descubra essas e outras respostas!

O que as mulheres buscam em um carro?

Logo no início, apontamos que o público feminino é muito exigente, e isso faz com que as mulheres sejam especialistas na hora de observar os detalhes dos carros antes da compra.

Há vários pontos que podemos elencar entre aqueles mais avaliados por elas. Entretanto, dentre eles, há alguns que se sobressaem em um ou outro aspecto, por:

  • espaço para a cadeirinha de bebê;
  • tecidos confortáveis;
  • espelhos iluminado;
  • porta objeto;
  • elegância;
  • conforto;
  • curvas;
  • facilidade de estacionar;
  • compacto;
  • bancos e volante com regulagem.

Olha que esses são apenas alguns dos aspectos observados. As mulheres também estão cada vez mais atentas a questões que farão a diferença em médio e longo prazo, como valor do seguro do carro, IPVA, preço de combustível, tipo de combustível e custo com a manutenção.

Todos esses fatores costumam fazer parte da lista do público feminino na hora de escolher os carros preferidos das mulheres.

A procura de carros por mulheres é grande?

Curiosamente, a maioria das mulheres acha que a procura de carros por elas é muito baixa. Na realidade, pesquisas comprovam que as mulheres estão cada vez mais interessadas no mercado automotivo e influenciam muito as compras de carros novos.

Para termos uma ideia do tamanho do poder do público feminino, basta tomar o exemplo do estudo realizado pela Jumpstart Automotive, que apontou que, nos Estados Unidos, elas representam 65% dos compradores. Isso é algo em torno dos 300 bilhões de dólares por ano.

Existem carros para mulheres?

Bom, ainda não existe uma fabricante que fale em veículos desenvolvidos exclusivamente para o público feminino. Mas, como observamos pelos modelos apontados, elas estão, sim, preocupadas em atendê-las da melhor forma possível. É por isso que é cada vez mais comum vermos investimentos e otimizações em termos de visibilidade, espaço interno, praticidade para estacionar, design e conforto.

Há outro detalhe fundamental que torna as mulheres o consumidor ideal: elas são boas no volante! Acidentes envolvendo mulheres apresentam números infinitamente menores do que aqueles envolvendo homens. Basta observar os números de indenizações de trânsito nesse sentido.

As empresas e seguradoras sabem disso e investem em formas de atrair essa clientela especial. Se você é mulher, aproveite tudo o que o mercado está começando e continuará a oferecer para sua comodidade e segurança!

A seguir, selecionamos algumas das versões de carros mais populares entre o público feminino. Você poderá observar que,  para a decisão pelo carro ideal, elas consideram muito mais coisas do que um “carro bonitinho”. Vamos lá!

1. Honda Fit

O Honda Fit tem uma posição de destaque na preferência do público feminino. É um carro para mulheres que gostam ou precisam de espaço. Na realidade, estamos falando de um veículo que foi pensado para a família. Um dos grandes destaques é o banco traseiro com espaço de sobra para o transporte de crianças, cadeirinhas e bagagens diversas.

A versão 2017 do Honda Fit tem airbags de cortina, GPS integrado e central multimídia. Além disso, ele é vendido em cinco versões com motores 1.4 e 1.5. O preço pode chegar aos 70 mil nas versões de ponta. O conforto e todas as possibilidades do carro fazem tudo valer a pena!

2. Volkswagen Fox e CrossFox

Muitas mulheres optam por carros mais elevados, pois permitem uma melhor posição em relação à altura, além de serem mais imponentes. Nesse sentido, o Fox e o CrossFox são excelentes opções.

Mas entre eles o Fox merece destaque devido ao seu número de versões. Há opções 1.0 e 1.6 com câmbio manual ou automatizado. Os preços médios ficam em torno dos R$38.500 para as versões mais básicas e R$55,000 para as versões mais completas.

3. Citroën  C3

O Citroën  C3 conta com design cheio de curvas que consegue atrair a atenção. Por ser compacto e confortável, está entre os carros preferidos das mulheres. Além disso, ele é um veículo fácil de ser estacionado, fato que facilita muito a vida das meninas que moram em grandes centros urbanos onde encontrar vagas é um problema.

O Citroën  C3 é vendido em versões com motor 1.4 ou 1.6 com opções de transmissão automática e manual. Já os preços oscilam entre os R$38.490 e R$43.490.

4. Fiat Idea

O Fiat Idea é espaçoso, bonito e versátil. Essas características fazem com que esse modelo esteja presente entre os carros preferidos das mulheres. Além disso, há uma ampla variedade de opções. Recentemente, ele recebeu um novo visual, com características mais modernas e algumas melhorias em seu interior.

Por ser uma minivan muito estilosa, o Idea atende perfeitamente à necessidade do público consumidor composto pelas mamães.

Além disso, ele conta com quatro versões e três opções de motorização: 1.4, 1.6 e 1.8. Os preços oscilam entre R$45.570 e R$56.980. Vale observar que, nesses valores, não estão incluídos a variada lista de itens de série, como os airbags laterais e o teto solar.

5. Kia Soul

O Kia Soul sabe como chamar a atenção das mulheres. Tem um design moderno e elegante e ainda vem com vários compartimentos para guardar objetos — algo fundamental para muitas mulheres que precisam passar boa parte do dia dentro do carro.

Esse carro conta com um motor 1.6, sistema multimídia com câmera de ré integrada e até bluetooth com reconhecimento de voz. A transmissão é automática e de seis velocidades. Já os preços partem dos R$89.000.

6. Ford Ka

O Ford Ka foi lançado no Brasil lá em 2007. Mas, desde o início, conseguiu cativar as mulheres. Em sua versão 2017, podemos encontrar as opções 1.0 com 85 cavalos e 1.5 com 110 cavalos. O câmbio automático vem como opcional, e os preços ficam entre R$40.000, para a versão mais básica, e R$50.000 na opção mais completa.

Por fim, o que não faltam são opções de carros que agradam a qualquer tipo de perfil feminino. A dica é analisar suas necessidades e o que pretende com o veículo. Depois, é só pesquisar para encontrar o melhor preço!

Então, gostou de conhecer alguns dos carros preferidos das mulheres e como o mercado está se preparando para atendê-las melhor? Aproveite e assine nossa newsletter para receber, em primeira mão, todas as novidades de nosso blog!

Conheça 8 aplicativos fundamentais para motoristas

Sem dúvida, os aplicativos para smartphone viraram uma grande febre em todo o mundo. Atualmente é possível encontrar as mais diversas funcionalidades nessa tecnologia, o que simplifica a vida cotidiana tanto no âmbito pessoal quanto no profissional. No mundo automotivo essa realidade não é diferente.

Há vários aplicativos para motoristas que podem simplificar as atividades do dia a dia. Eles auxiliam na definição da rota, na economia do combustível e até na gerência de aspectos técnicos do automóvel. Pensando nisso, separamos neste post quais são os aplicativos que todo condutor deve ter em seu celular. Confira!

1. Carango

O Carango é um aplicativo muito útil para os motoristas que controlam o desempenho geral do seu carro.

Para isso é preciso que o dono do automóvel cadastre dados como o modelo, a placa, o ano, a marca, a distância percorrida pelo veículo e o volume total de litros do tanque de combustível. Além disso, o motorista insere informações, como abastecimentos, trocas de óleo, revisões, manutenções realizadas, gastos extras com o veículo, multas, custo do seguro e idas ao lava jato, entre outras informações.

Assim, o aplicativo gera uma síntese de todas as informações do carro por meio de gráficos e relatórios, que incluem o total gasto com o veículo, a evolução do preço do combustível, um resumo dos abastecimentos e outras facilidades para o condutor.

Esse aplicativo está disponível para Android e iOS e possui uma versão gratuita. A versão paga conta com alguns adicionais e maior número de gráficos.

2. Drive Awake

O Drive Awake é uma ótima opção de aplicativo para pessoas que costumam dirigir à noite ou trabalham em turnos muito longos. Isso porque, por meio da câmera frontal, o aplicativo consegue realizar um rastreamento das expressões faciais e detectar sinais de sonolência.

Se julgar que o motorista está ficando com sono, o aplicativo dispara um alarme sonoro alto para mantê-lo acordado. Assim, dormir no volante não será mais um risco.

O Drive Awake está disponível para iOS e Android e é gratuito.

3. Onde parei?

Sem dúvidas, qualquer motorista já perdeu o automóvel ao estacionar dentro de um shopping center lotado. O mesmo acontece na rua, quando se para longe do local onde é o compromisso ou não se conhece muito bem a área. Além disso, no dia a dia corrido é comum que as pessoas saiam apressadas do carro e esqueçam onde ele foi estacionado.

Pensando em resolver esse problema, o aplicativo Onde parei? foi criado. Isso porque ele memoriza o último local em que o veículo esteve, além de oferecer a facilidade de programar um alarme para que lembre o usuário da localização certo tempo depois.

Esse aplicativo inteligente é gratuito e está disponível tanto para iOS quanto para Android.

4. Trekken

Além de ser extremamente perigoso, dirigir sem prudência pode acarretar multas onerosas para o orçamento. O Trekken foi desenvolvido para pessoas que desejam dirigir com maior consciência, o que beneficia a terceiros e a ela mesma.

Para isso, o aplicativo fornece dados sobre o comportamento do motorista em curvas, a velocidade média do veículo, a aceleração e se o smartphone foi utilizado durante o trajeto, por exemplo. Essa é uma grande vantagem, visto que por meio das informações é possível estimular uma direção mais responsável.

O interessante é que, além de ser gratuito para motoristas, há um acúmulo de pontos para quem utiliza o Trekken, que podem ser trocados por serviços e produtos parceiros do aplicativo. Empresas que possuem frotas precisam pagar pela funcionalidade, mas há o benefício de monitorar os veículos.

5. Carrorama

A maioria dos motoristas tem controle sobre os gastos com combustíveis ou com idas as oficinas, não é mesmo? Errado! Na realidade, quando aparece um problema é comum que o dono apenas leve o veículo a uma oficina e pague pelo serviço. Desse modo, ao longo de um período, não se sabe quanto gastou com o carro.

O mesmo acontece com o combustível. Quando há necessidade, o motorista enche o tanque do veículo, mas no fim do mês não sabe ao certo qual foi a fatia do orçamento destinada a esse fim.

O Carrorama foi criado para que os proprietários de veículos saibam exatamente quanto gastaram com o automóvel. Para isso ele permite o cadastro de todas as despesas referentes ao carro, como o combustível, pedágio, multas e revisões.

O aplicativo é gratuito e também está disponível para iOS e Android.

6. HERE

O HERE é um serviço de mapas oferecido pela Nokia, mas está disponível para Android, iOS e Windows Phone. Nele, o usuário pode baixar os mapas que deseja e consultá-lo offline, o que é uma ótima economia do pacote de dados móveis para o smartphone. O download do Brasil todo, por exemplo, não ocupa nem 1GB de memória do celular.

Além disso, ele também pode sugerir rotas de carro, a pé ou com transporte público, mas para isso precisa estar conectado à internet.

7. Econoflex

Com os preços da gasolina e do álcool mudando semanalmente, é possível que o motorista não saiba qual é mais vantajoso. Pensando nisso, o Econoflex calcula qual dos dois combustíveis vale mais a pena, o que ajuda proprietário a ter uma boa economia.

Quem possui um carro flex deve baixar o app, que é gratuito e está disponível para Android e iOS.

8. Yelp

Para quem gosta de sair, o Yelp pode ser uma ótima opção de localizador de bares, restaurantes e outros estabelecimentos. Nele é possível achar locais filtrando informações como a distância da residência e a faixa de preço. O aplicativo ainda possui uma área em que os usuários podem deixar comentários e avaliar o estabelecimento.

Os motoristas que já estão na rua e querem escolher um lugar para ir ainda têm outra facilidade, visto que ao apontar o smartphone para alguma direção, o Yelp localiza locais próximos. Ele está disponível para Windows Phone, iOS e Android.

Os aplicativos para motoristas podem facilitar a vida no trânsito, não é mesmo? No entanto, lembre-se que usar o celular durante a condução é perigoso, visto que o motorista se distrai e pode causar acidentes. Sendo assim, use os apps somente quando estiver parado ou antes de sair de casa.

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Direção elétrica ou hidráulica: entenda as principais diferenças

Desde o nascimento do automóvel moderno, no final do século XIX, houve uma grande evolução dos carros, visando melhorá-los em alguns quesitos como conforto, potência, segurança, entre outros. Um dos avanços mais relevantes foi a adoção da direção elétrica ou hidráulica que, nos dois casos, substitui com louvor a pesada e ineficiente direção mecânica.

Para o motorista menos experientes em dirigir carros com diferentes tipos de direção, é maior a diferença entre a direção elétrica e a hidráulica. Porém, elas existem e vão além da sensibilidade passada ao condutor, englobando também outras características que influenciam na manutenção, economia de combustível, potência e no valor de compra do veículo novo.

Descubra, agora mesmo, as grandes diferenças entre as duas tecnologias de direção dos carros! Continue conosco!

Direção hidráulica: eficiente, segura e de menor custo

Quando a direção hidráulica foi introduzida em carros disponíveis ao público, sua intenção era facilitar o processo de guiar o carro, tornando o volante mais leve e possibilitando girá-lo menos, de forma a virar totalmente as rodas para os lados.

Conforme foi adotado o padrão de alocar os motores dos carros na parte da frente, tornando o carro mais pesado na parte frontal, selecionar uma direção mais leve foi bastante necessário, disparando e popularizando o sistema no mundo todo, isso ainda no final do século XX.

De certa forma, é fácil explicar o seu funcionamento: a caixa de direção, no caso da assistência hidráulica, fica completa de óleo, que é mantido sob pressão por uma bomba, enquanto o carro está em funcionamento. Quando o volante é movimentado pelo motorista, o mecanismo dentro da caixa de direção conduz o fluxo do óleo, de forma que sua pressão “empurre” todas as rodas para o lado correto, permitindo menor esforço para quem está ao volante.

Quem mantém a bomba de óleo em funcionamento é o motor do veículo, através de uma correia, da mesma forma que algumas outras peças (compressor de ar condicionado, alternador, etc.). Nesse caso, enquanto o veículo está com o motor ligado, o óleo da caixa de direção está sendo pressurizado, pronto, então, para auxiliar o sistema. Mesmo quando se conduz o carro em linha reta, o mecanismo está sob pressão.

Vem, então, a parte que desabona um pouquinho a direção hidráulica: como quem impulsiona a bomba de óleo é o motor do carro, parte de sua força gerada é utilizada para tal função. Com isso, o veículo tende a consumir cerca de 5% a mais de combustível, uma vez que o motorista necessita acelerar um pouquinho mais para compensar a perda de energia que ocorre na entrega da potência para as rodas.

Outra questão é quanto à manutenção. Como o sistema da caixa de direção com assistência hidráulica tem correia, bomba, êmbolo, entre outras partes internas, com o tempo de uso há desgaste, o que demanda verificação, troca do óleo, e substituição de partes do sistema.

Direção elétrica: mais moderna e com menor manutenção

A introdução dessa tecnologia no mercado de automóveis se deu para contornar duas deficiências da direção hidráulica: a necessidade de manutenção do sistema e o aumento do consumo do motor.

A finalidade é a mesma do outro sistema, mas, como teve concepção mais moderna, tem como característica ser ainda mais leve do que a direção hidráulica. Seu funcionamento é ainda mais simples: existe um motor elétrico junto a caixa de direção, auxiliando no acionamento do mecanismo dela.

Com a adoção desse motor elétrico, carros com motores mais fracos puderam contar com a assistência junto ao volante, nesse caso, sem perdas no desempenho e no consumo do carro.

Na prática, quando o motorista vira o volante, sensores detectam seu movimento e calculam, com a ajuda de um computador, a força a ser aplicada para virar as rodas. Algumas variáveis como a velocidade atual do veículo são consideradas no processo, tornando a direção elétrica também mais inteligente.

Além disso, como o sistema conta com um “cérebro” eletrônico, é possível que o fabricante do veículo possa alterar seu funcionamento atuando no módulo do carro, conforme seu projeto ou evolução.

A manutenção desse sistema é praticamente desnecessária, visto que não há uso de óleo, bomba, correia, entre outros componentes mais propensos a se desgastarem. Além disso, é um sistema que dificilmente cria alguma dor de cabeça.

A melhor escolha entre direção elétrica ou hidráulica

Atualmente, o mercado de veículos conta com carros dotados de direção elétrica, direção hidráulica e ainda a direção mecânica, essa última bem mais pesada e sem nenhum benefício tecnológico.

Para dirigir, considerando os carros do momento, a diferença entre as duas é quase imperceptível, com uma pequena tendência para que a direção elétrica seja mais leve, e a sensação maior no momento de manobras de estacionamento, ou qualquer outra com o veículo parado. Quando se compara com a direção mecânica, nota-se que as duas necessitam menos voltas, o que é outro grande benefício.

Falando de manutenção, a direção hidráulica demandará checagens e algumas manutenções, porém nas revisões de quilometragens mais altas, provavelmente após ultrapassar os 100.000km, necessitando, antes disso, apenas de troca no óleo da direção.

O aspecto final é o valor do veículo. Como o conjunto da direção elétrica é mais moderno e, com isso, mais caro, os fabricantes repassam esse valor ao veículo a ser comercializado, fazendo com que os dotados de direção elétrica tenham, normalmente, um valor de venda um pouco mais alto do que os dotados de direção hidráulica.

Para descobrir qual é a melhor opção para seu caso, durante a compra de um novo carro, visando mais conforto, segurança e menos problemas, analise cada opção. Teste os veículos em condições mais comuns, manobrando-os para estacionar, realizando curvas, desvios, fazendo com que qualquer ineficiência possa ser percebida. Se notar que há compensação em adotar a direção elétrica, não hesite em optar pela mesma.

Então, gostou de descobrir quais são as maiores diferenças e como optar pela direção elétrica ou hidráulica? Não deixe de baixar o e-book, que traz ainda mais esclarecimentos para a compra do seu próximo carro!